2017

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terça-feira, 29 de novembro de 2011

CRISTIANO - VOLUME 2 - 1972

Na postagem de ontem, apresentamos um disco raro do cantor  curitibano Cristiano, Volume 1 de 1971. Para completar a discografia segue o volume 2.

Neste disco estamos incluindo como bônus dois sucessos, que foram lançados pela RCA, quando ele utilizava um novo nome artístico Cris McClayton, que são as músicas Descendo o Rio e Bye Bye Rose Marie, compostas por Ciro Aguiar e Luiz Roberto.  Uma coisa interessante que descobri, decorrente do pouco conhecimento desse cantor pelo público atual é que há na internet menção equivocada de que essas duas músicas são cantadas por Ciro Aguiar, o que não é verdade. Inclusive é citada em vídeo, postado no "Youtube".

O segundo disco do cantor, foi lançado pela gravadora Chantecler, em 1972, ainda com o nome Cristiano. Há participação especial da cantora Ellen Blanco em quatro faixas. As músicas seguem o mesmo padrão do primeiro volume com versões de Fred Jorge de canções internacionais. Contém as seguintes faixas:

1. Eu, Maria (I did what for Maria);
2. Eu, sem ninguém (I am...I said);
3. É bom sonhar (Co-co);
4. Não vai morrer (Don't le it die) - com Ellen Blanco;
5. Se eu fosse um rei (When you are a king);
6. Lady Rose;
7. Se chover não faz mal (Me and you and a dog named Boo); 
8. Minha mãe zangou (Chyrpy Chyrpy Cheep Cheep) - com Ellen Blanco;
9. Vou fugir do teu amor (I'm gonna run away from you) - com Ellen Blanco;
10. Branco e preto (Black and white);
11. Eu sei quem você é (Pied piper);
12. Banner man - com Ellen Blanco;

Bônus:
13. Bye bye Rose Marie (como Cris McClayton);
14. Descendo o rio (como Cris McClayton)










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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

CRISTIANO - VOLUME 1 - 1971

O cantor Cristiano, cujo nome de batismo era Pedro Luis Schoemberger, é natural de Curitiba/Pr. Atuou nos anos 70 e sua música era baseada em baladas versões de músicas da parada da época. Inicialmente cantava para os amigos e pelo incentivo deles começou a se inscrever em programas de calouros, o que levou a ir para São Paulo e se apresentar na TV Cultura Canal 2. Não conseguindo muitas oportunidades retornou para sua terra e seguiu a sua vida.
Foi com a ajuda do animador e cantor paranaense Dirceu Graeser  que ele retomou com apresentações locais na TV Paraná – Canal 6, um transmissora da TV Tupi, firmando-se no conceito do público paranaense e angariando a simpatia geral.


De volta a São Paulo, no final dos anos 60, foi convidado a lançar um compacto simples em uma gravadora pequena, que não obteve o sucesso esperado, pela dificuldade de ser tocado nas rádios. A melhor oportunidade surgiu com o convite de Antonio Aguillar, para participar em seu programa “Reino da Juventude”, que era a sensação do momento.
Após a participação em um disco de coletâneas da gravadora Copacabana, surgiu a chance de gravar um disco Long Playing exclusivo pela gravadora Chantecler. Ficou muito conhecido nos circuitos de boites , apresentando-se juntamente com o grupo “Os Terríveis”. Em 1972 lançaria o seu segundo disco por essa gravadora.


Em 1973, foi para gravadora RCA Victor, posterior BMG, alterando o seu nome artístico para Cris McClayton, onde fez sucesso nacional com as músicas Bye Bye Rose Marie e Descendo o Rio, composições de Cyro Aguiar e Luiz Roberto. Não tendo muitas chances nas grandes gravadoras , continuou se apresentando em casas de shows, inclusive com temporada no Japão. 
Cristiano ou Cris McClayton ou simplemente Pedro Luis Schoemberger nos faleceu em 15 de maio de 2012.

Nesta postagem, iniciamos uma homenagem apresentando uma raridade, que é esse primeiro disco, lançado em 1971, pela gravadora Chantecler, composta por versões interessantes de músicas de sucesso da época. São versões de músicas de Francis Lai, Paul McCartney, Neil Diamond, Armando Manzanero, Marmalade, George Harrison, Roy Orbison, Lynn Anderson, Bob Dilan e outros. Vale a pena ouví-lo.  As faixas do disco são:

1. História de Amor (Love Story);
2. Um novo amanhecer (Another Day);
3. Doce Carolina (Sweet Carolina);
4. É impossível (It’s Impossible);
5. A bonequinha (Jack in the box);
6. Meu grande amor (My little one);
7. Meu Senhor (My sweet lord);
8. Sonhar com você (Dream baby);
9. A casquinha (Hot Cane);
10. Mar de rosas (Rose Garden) );
11. Vou pulando (Baby jump);
12. Foi por você (If not for you)
Bônus: 13. Jesus Cristo (em inglês)









LAFAYETTE - APRESENTA OS SUCESSOS - VOL. 3 - 1967

Em setembro/2011 postamos o disco "Lafayette - Apresenta os Sucessos - Volume 2" e hoje retornamos com o Volume 3. 


 Lembro que os teclados de Lafayette contribuíram decisivamente para construir a identidade sonora da Jovem Guarda. A sua presença é inconfundível em várias e clássicas canções dos principais ídolos do movimento, desde sua estréia na música 'Terror dos Namorados', do primeiro álbum de Erasmo Carlos, lançado em maio de 1965. É dele também o órgão de Quero Que Vá Tudo Pro Inferno, de Roberto Carlos, que marcou o gênero para sempre. Uma espécie de 'marca registrada' da Jovem Guarda. Apesar disso, o tecladista não conta com o devido reconhecimento, diante da extensão, da qualidade e da influência de sua obra, especialmente no período da jovem guarda.

Nesta postagem apresentamos o disco "Lafayette - Apresenta os Sucessos - Volume 3", lançado em 1967, pela gravadora CBS, atual Sony Music. Contém as seguintes músicas:

1. Black is black; 
2. Eu te darei o céu; 
3. Sorry; 
4. You won't see me; 
5. Não precisas chorar; 
6. La bourse et la vie; 
7. Green grass; 
8. Namoradinha de um amigo meu; 
9. Un homme et une femme; 
10. Gina; 
11. Meu sonho de amor; 
12. Bang bang.

















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domingo, 27 de novembro de 2011

ARTURZINHO - ANTOLOGIA 1966 A 1981

O cantor Arthurzinho nascido no dia 21/03/1949, em Barretos – São Paulo, foi mais um artista da jovem guarda. Foi lançado em 1966, pela gravadora Continental, com o compacto simples, contendo as músicas Na Crista Da Onda e Mil Garotas. As duas canções alcançaram relativo sucesso junto às rádios firmando assim, o nome deste novo cantor entre o público jovem.

Em 1967, o jovem cantor emplacou grandes sucessos como Não Toque Este Long-Play, Prova De Amor e Carroussel. Porém, somente no ano seguinte, 1968, é que Arthurzinho conseguiu a consagração total, ao gravar o seu mega hit jovem guardista Roda Gigante. que lançada junto a a belíssima O Que É Bom Dura Pouco.

A partir daí, sua carreira ganhou notoriedade e Arthurzinho se tornou um dos principais ídolos da Jovem Guarda. Depois do auge do sucesso, o cantor resolveu parar e se dedicar todo o seu tempo a um curso de jornalismo. Pra se garantir financeiramente nesse período, investiu todo seu dinheiro em uma rede de carrinhos de cachorro quente, espalhados pelo litoral paulista. Retornou  ao mundo musical em meados da década de 80.


Nesta postagem apresentamos uma antologia de 1966 a 1981, que foi elaborada pelo colecionador Valdir Siqueira, do Rio de Janeiro e que já tinha sido postada anteriormente no ótimo blog “http//musicaseternas.blogspot.com”. O disco contém as seguintes faixas:

1. Na crista da onda; 
2. Mil garotas: 
3. Desprezo; 
4. O caderninho; 
5. Estou só; 
6. Carrousel; 
7. Baby; 
8. Roda gigante; 
9. O que é bom dura pouco; 
10. Não toque este Long Play; 
11. Prova de amor; 
12. Tempo de criança; 
13. Canção que não esqueço; 
14. Sou gamado nela; 
15. Quando eu disser adeus; 
16. Terezinha; 
17. Cantando com a natureza; 
18. Eu te amo tanto; 
19. Do outro lado do rio entre as arvores; 
20. Me dê um beijo que eu digo; 
21. És tu Jesus; 
22. Canção da criança; 
23. O arrependimento; 
24. Cinzas do passado; 
25. Ciranda; 
26. Bons tempos; 
27. Graças a Deus.




sexta-feira, 25 de novembro de 2011

THE MODERN TROPICAL QUINTET - 1966

O THE MODERN TROPICAL QUINTET  foi um grupo vocal instrumental composto por quatro brasileiros e uma holandesa, formado em Copenhagen, no final dos anos 50. Sua formação era Plínio Metropoulos (piano), Wilson Ribeiro (guitarra), Edgar Teixeira (bateria), Waldemar Ribeiro (contrabaixo) e a holandesa Sara (vocalista). Suas músicas eram um misto de Jazz moderno, bossa nova, e outros estilos da época.

A banda fez poucos shows no Brasil, sendo mais consagrado na Europa, se apresentando em locais como: Castellana Hilton (Madrid), Gran Casino (Bélgica), Miller's jazz club (Holanda), Kaiser Keller (Alemanha) e Grand Hotel (Suiça). Das poucas apresentações no Brasil destaca-se a sua participação como banda de apoio do cantor e compositor Sérgio Ricardo, no maior festival da música da Record.

Nesta postagem é apresentado o disco lançado em 1966, pela gravadora RCA Victor e disponível somente em LP (vinyl), contendo as seguintes músicas:

01. Midnight In Moscow; 
02. Sabor a Mi; 
03. Daar Big Die Moolen; 
04.Don't Dream Of Anybody But Me; 
05. Suavecito; 
06. Fascinating Rhythm; 
07. Samba Colorido; 
08. Luna Caprese;  
09. All My Loving; 
10. Baubles Bangles And Beads; 
11. I Love Paris; 
12. Hello Dolly;







ADRIANA - O PROBLEMA É SEU - 1971

A cantora Adriana iniciou aos 13 anos de idade, emplacando, em1969, o seu primeiro sucesso "Vesti Azul", música que já tinha sido gravada anterioremente por Wilson Simonal. Mas foi a versão dela que estourou, vendendo logo de cara 380 mil cópias do disco.

Cantando as escondidas da mãe, na fase pós jovem guarda, no movimento da pilantragem e ganhando concursos de música, seguiu  em frente com a sua carreira. Apresentou-se em vários programas de televisão, de Chacrinha a Flavio Cavalcanti, sendo enaltecida pelo seu carisma, lhe rendendo o título de Rainha Hippie na TV Tupi e capa de revista "O Cruzeiro", em 1973.

Foi contratada pela gravadora EMI-Odeon e iniciou uma carreira de músicas românticas. Sua primeira música gravada na Odeon foi "|O que me importa", aquela mesma música que foi regravada por Tim Maia e Marisa Monte. Em 1978, foi escolhida como a melhor intérprete e compositora com a canção "O Cara", no festival de Mar Del Plata, na Argentina. Nos anos 80, muitos de seus hits românticos viraram tema de novela, como "I love you baby (Te amar é tão bom)" e "Combinado Assim".

Nesta postagem apresentamos um compacto duplo, lançado pela Odeon, em 1971, contendo as músicas: 

1. O problema é seu; 
2. Henry; 
3. Eu não devia; 
4. Ligue a televisão.




quinta-feira, 24 de novembro de 2011

AGNALDO RAYOL - CANTA OS SUCESSOS DA PARADA - 1971

Em complemento a postagem do dia 30/setembro/2011, sobre Agnaldo Rayol, segue mais um disco desse bom cantor popular das décadas de 60 e 70. Agora trata do trabalho de 1971, lançado pela Copacabana Discos, em vinyl e não disponível em CD, cujo título sugestivo  era "Agnaldo Rayol Canta os Sucessos da Parada", e apresentava músicas do pop da época, tanto nacionais, quanto internacionais. 

As faixas dos disco são:

1. Desacato; 
2. If; 
3. Amada amante; 
4. It's too late; 
5. De tanto amor; 
6. Prece das almas gemeas; 
7. Oh me oh my (I'm a fool for your baby); 
8. Where there's no you; 
9. Tanto cara; 
10. Minha história; 
11. Impossivel acreditar que perdi você; 
12. Butterfly












THE ANGELS - 7 DIAS NA TV - 1963

Segundo o autor Laercio Pacheco Martins, em seu livro “O Rock and Roll: origem, mitos e o rock instrumental no Brasil”, o THE ANGELS, foi um grupo instrumental / vocal, formado em 1961, no Rio de Janeiro, pelos irmãos Carlos Becker (cantor e guitarra base) e Sergio Becker (sax tenor. Contava também com Carlos Roberto Barreto (guitarra solo), Jonas Damasceno (contra baixo) e Romir Pereira Andrade (bateria).
 Iniciou as suas atividades tocando em bares, boates e shows na zona sul carioca. Chegaram a tocar animando bailes dos clubes Monte Líbano, Caiçaras e muitos outros. Em 1962 tiveram a oportunidade de trabalhar à noite animando o programa de TV no canal 9 "Encontro com os Anjos", que era dedicado ao público jovem. Pelo seu bri1hantismo o grupo passou a acompanhar a cantora Célia Ville1a.

Nazareno de Brito, tendo assistido apresentações do conjunto possibilitou um contrato por dois anos com a Copacabana Discos. Após uma promoção de José Messias da Rádio Guanabara o resultado do trabalho foi o título: "Um dos conjuntos favoritos da nova geração". Na Copacabana Discos The Ange1s lançaram compactos duplos e Long P1ays . Ainda acompanharam vários artistas em gravações, por exemplo, Wanderley Cardoso, Reynaldo Rayo1 e Trio Melodia. O grupo chegou a gravar acompanhando Roberto Carlos, sem merecer destaque pela mídia. Em 1964 o grupo mudou de gravadora (foram para CBS) e trocaram o nome para The Youngsters.

A postagem de hoje apresenta o segundo disco Long Play do grupo, editado em 1963, pelo selo Copacabana discos, com o título “7 Dias na TV”. Não foi lançado em CD. Trazia 12 sucessos instrumentais dos seriados de TV da época, tais como “Os Intocáveis”, “Rota 66”, “Peter Gun”, “Bonanza”, “Maverick”

As faixas do disco são:

1. Theme from The Untoucheables”; 
2. 77 Sunset strip; 
3. Rout 66; 
4. The deputy; 
5. Peter Gun; 
6. Shane; 
7. Bonanza; 
8. River boat theme; 
9. Hawaiian eye; 
10. Maverick; 
11. Theme from Dr. Kildare; 
12. Naked city theme.









quarta-feira, 23 de novembro de 2011

EARL GRANT - THE BEST OF - 1970

Earl Grant nasceu em Idabel, Oklahoma - EUA. Era um cantor de voz marcante, multi-instrumentista (órgão Hammond, trompete e bateria) e com formação musical que permitia atuar como professor de música.

Em 1957, assinou contrato com a Decca Records, gerando seu primeiro single The End, que chegou ao número 7 das paradas da “Billboard Hot 100” e até hoje é a sua marca registrada. Seu primeiro álbum “Ebb Tide”, lançado em 1961, vendeu mais de um milhão de cópias, ganhando o status de disco de ouro. Fez algumas aparições no cinema e na televisão, incluindo “Tender Is the Night” (1962), “Rhythm Juke Box” (1959), e “The Ed Sullivan Show” (1961).


Ele faleceu prematuramente em um acidente de carro em Lordsburg, Novo México, com a idade de 39 anos.

Para homenagear essa grande voz, postamos o disco duplo de 1970, lançado somente em vinyl no Brasil pela gravadora SOM, com o selo Decca Records, intitulado “The Best Of Earl Grant”. 

Esse disco foi lançado dias depois da sua morte e teve arranjos de Bill Holman e Don Peake. Há várias músicas instrumentais e apesar de datadas, devido aos arranjos para órgão Hammond, ainda vale a pena ouví-las, principalmente pelas músicas cantadas. 

As canções compiladas desses dois discos são:

1. Stand by me; 
2. Sunny; 
3. Sweet sixteen bars; 
4. The end; 
5. Goin’ out of my head; 
6. Saints; 
7. Ol’ man river; 
8. Ebb tide; 
9. It was a very good year; 
10. House of mambo; 
11. A closer walk; 
12. Sermonette; 
13. The look of love; 
14. If I only had time; 
15. Volare; 
16. I can’t stop loving you; 
17. More; 
18. Drown in my tears; 
19. Beyond the reef; 
20. Tender is the night; 
21. After hours; 
22. Swingin’ gently.



















segunda-feira, 21 de novembro de 2011

RONNIE MCDOWELL - UNCHAINED MELODY - 1986

Ronald Dean, ou simplesmente Ronnie McDowell, nascido em 25/03/1950, é um cantor americano e fez sua estréia em 1977, com a canção The King Is Gone, um tributo a Elvis Presley, que tinha falecido pouco tempo antes do lançamento do single. 

A partir dessa única canção, McDowell traçou mais de trinta Top 40 hits nas paradas de músicas dos EUA. Dois de seus singles Older Women e You're gonna ruin my bad reputation alcançou o número um nas paradas, enquanto mais onze atingiu Top Ten. Desde 1986, ele também lançou mais de vinte álbuns de estúdio, pela a Curb Records.

Acredito que o único registro é esse álbum que repostamos, lançado em 1986, pela gravadora CID - Companhia Industrial de Discos, com o selo (label) Fama. 

O carro-chefe do disco é uma versão da canção Unchained Melody, que foi lançado na esteira do sucesso do filme “Ghost”, que tinha como protagonista principal o ator Patrick Swayse e cuja trilha sonora continha essa a música. Não foi lançado em formato Compact Disc - CD.

Os destaques nesse disco ficam por conta da participação de alguns cantores já consagrados, tais como, Bobby Vinton, Conway Twitty, Jack Scott, Jerry Lee Lewis e Waine Newton, realizando vários duetos

As faixas que compõem esse disco são as seguintes: 

1. Unchained Melody; 
2. Paralyzed; 
3. Blue Velvet (com Bobby Vinton); 
4. It’s only make believe (com Conway Twitty); 
5. Burning bridges (com Jack Scott); 
6. Cry to me; 
7. Never too old to rock and roll (com Jerry Lee Lewis); 
8. Since I don’t have you; 
9. She’s my Saturday night special (com Waine Newton); 
10. Smokey places.















  Capa (Front) - Edição USA



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sábado, 19 de novembro de 2011

STEREO SPECTACULAR DEMONSTRATION & SOUND EFFECTS - 1963

A tecnologia da Stereofonia para áudio revolucionou a forma de ouvir sons e músicas. Com o surgimento dos equipamentos stéreos de alta fidelidade, por volta de 1957, foram lançados inúmeros discos de efeitos especiais, justamente com o intuito de demonstrar essa nova forma de ouvir.
 
Os registros apontam que a gravadora Audio Fidelity foi a primeira fabricante de discos estéreo nos Estados Unidos. Como pioneiros neste tipo de gravação, a Audio Fidelity levou para dentro das casas americanas gravações com Louis Armstrong, Al Hirt e Sérgio Mendes. Foram também pioneiros em efeitos sonoros em estéreo, graças ao sensacional trabalho do engenheiro e sócio fundador da Audio Fidelity Sidney Frey.

Nesta postagem estamos apresentando um desses discos lançados nas décadas de 60 e 70, intitulado "Stereo Spectacular Demonstrationo & Effects".  Foi lançado em 1963. A versão aqui postada contém as faixas de 1 a 9 do disco original e das faixas 10 a 19 são compiladas de outros discos para a versão em Compact Disc - CD.

Vale a pena conhecer e ouvir os recursos da estereofonia com uma variedade de sons, tais como: som de avião a jato, musicais, jogo de boliche, submarino, helicóptero, roleta russa, motores de carros, elevador e outros sons. O narrador das faixas foi Peter Allen , que mais tarde, foi o locutor de Live at the Metropolitan Opera).
O que me deixa intrigado, assim como tantos outros que ouvem, é como foi o processo de gravação desse disco, considerando os recursos da época.









quinta-feira, 17 de novembro de 2011

VIKKI CARR - QUE SEA EL - 1976

Florencia Bisenta de Casillas Martinez Cardona é o nome verdadeiro da cantora Vikki Carr. Ela nasceu em 19/071941, em El Paso, Texas. Em seu repertório apresenta uma variedade de gêneros musicais, incluindo jazz e pop, tanto em inglês, quanto em outras línguas, principalmente o espanhol, onde tem mais sucesso.

Em 1962, assinou com a gravadora Liberty Records e seu primeiro single a alcançar o sucesso foi "He is a Rebel", chegando ao nº 5 na Austrália e n º 115 nos Estados Unidos.  Isso foi suficiente para ser produzida pelo grande produtor  Spector.

 Já em 1967, seu album “It Must be Him” vendeu mais de um milhão de cópias, sendo premiado com disco de ouro e indicado para três prêmios Grammy. A partir disso até o final da década de 70 estabeleceu vários sucessos nas paradas musicais americanas.

Nos anos 80 e 90, marcou sucessos para a comunidade hispânica nos EUA e em vários países, sendo indicada novamente para o prêmio Grammy Latino. Nos últimos anos tem se dedicado a atividades beneficientes e humanitárias.

Nesta postagem escolhi um disco lançado no Brasil, em 1976, com o selo United Artists, com a maioria das músicas em espanhol. O que se destaca nesse disco é o repertório, composto de muitas músicas de compositores brasileiros, tais como Antonio Carlos Jobim, Jorge Ben, Antonio Maria, Luis Bonfá e Edu Lobo. Contém as seguintes músicas:

1. Que e sea el; 
2. Granada; 
3. How Insensitive (Insensatez); 
4. Meditation (Meditação); 
5. Dime (Call me); 
6. Mas que nada; 
7. Cuando calienta el sol; 
8. Carnival (Manhã de carnaval); 
9. Don't talk to me; 
10. Laia Ladaia (Reza).