2014

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domingo, 30 de outubro de 2011

OS TERRÍVEIS - BARRA LIMPA - 1967

Os Terríveis foi um grupo formado em Recife, Pernambuco, que foi para o Rio de Janeiro em 1965 buscar um maior espaço no cenário musical. Inicialmente tinham a denominação de "Os Lords", mas como já existia uma banda com o mesmo nome e mais famosa foram obrigados a mudá-lo para "Os Terríveis". O empresário do grupo era chamado Galindo. Ao chegar ao Rio de Janeiro, o grupo se apresentou nos programas de Rádio de José Messias e Célia Mara na Rádio Mauá e nos Programas de TV (Rio Hit Parade) no canal 13, chegando a acompanhar Roberto Carlos na música "É papo firme". Também tocaram no Programa de Jair de Taumaturgo.

 Os integrantes da Banda por ocasião da gravação do primeiro disco “Long Play”, chamado de “Hit Parade” selo SBA, eram: Heronildes Alves Ferreira, apelidado de "Nido Mau" (guitarra solo), Beto (baixo), Geo (sax), Nado (guitarra base) e Nando (bateria). Por ocasião da gravação do segundo disco, "Onda Jovem", selo SBA, saiu o guitarrista Nado e entrou o Milton, apelidado de "Zé Colmeia", na guitarra base.

 Já por ocasião da gravação do terceiro disco "Barra Limpa", Selo Parlophone, pela gravadora Odeon, incluído nesta postagem, saiu o saxofonista Geo, não tendo substituo. Marcos Fontenely, o "Nely", foi o guitarra base neste disco, substituindo o guitarrista Nilton.

O conjunto se dissolveu em 1968. O grupo gravou também um compacto duplo com músicas de natal, hoje raríssimo. (Fonte: livro “O Rock and Roll – origem, mitos e o rock instrumental no Brasil e em outros países”, de Laércio Pacheco Martins, editora própria.)

 O disco contém as seguintes faixas: 1. Georgy girl; 2. Cia amore ciao; 3. Eu não presto, mas eu te amo; 4. I’m a believer; 5. Sunny; 6. Ma (he’s making eyes at me); 7. No milk today; 8. Barra limpa; 9. Penny lane; 10. Faça alguma coisa pelo nosso amor; 11. Quando dico che ti amo; 12. A praça.
 




sexta-feira, 28 de outubro de 2011

WERNER MULLER ORCHESTRA - ECHOES OF ITALY - 1964


Em agosto eu postei um disco da Orchestra Werner Muller, intitulado "Clair". Agora chegou a vez de postar um disco que me muito me marcou na minha juventude, onde me encantava os arranjos das musicas italianas que foram selecionadas para esse disco. Estou me referindo ao disco "Echoes of Italy", lançado em 1964, gravado pelo sistema "Phase 4 Stereo.

Para quem não conhece, o sistema "Phase 4 Stereo" foi um ramo da London Records criado em 1961. O objetivo do sistema era criar um melhor som de gravação em um de 10 canais, e mais tarde de 20 canais, com realces individuais no efeito estereofônico na transposição dos canais. Cerca de 200 álbuns foram lançados sob o rótulo "Phase 4 Stereo", incluindo música popular.

O álbum desta postagem foi lançado no Brasil em 1964, pela gravadora EMI/Odeon, com o selo Decca. disco contém as seguintes faixas:

1. Italian festival (medley); 
2 . Quando, quando; 
3. Il silenzo; 
4. Funiculi,  funicula; 
5. Love me tonight; 
6. Arrivederci roma; 
7. La danza; 
8. More; 
9. Al di la; 
10. Mattinata; 
11. A man without love; 
12. Italian festival ii (medley)








Versão alternativa 2 in 1

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

TRIO GALLETA - I'M SO HAPPY - 1971

Trio Galleta foi um trio e posteriormente uma banda de rock soul, criada em 1969, de origem argentina, da cidade de Mar del Plata. O grupo era formado por Carlos Iturbide (guitarra e vocal), Juan Carlos Saporiti "Juancho" (bateria) e Anibal Conte "Lolo" (baixo). Destacaram-se pela forma diferenciada com que desempenhavam as suas músicas, com forte apelo de rock e com influência nos vocais do estilo “soul” e são considerados como a maior representatividade de rock oriunda da Argentina.

No inicio da carreira, no ano de 1970, quando o costume de cantar em inglês já estava com pouca aceitação, lançaram seu primeiro álbum de covers chamado "Estoy Herido" pela gravadora Odeon Argentina, mesclando "Río Verde (Green River)"do Credence Clearwater Revival a "Enciende mi Fuego (Light my fire)"  do The Doors, com o estilo que ficou conhecida como “rock soul”, uma vez que o vocalista Iturbide tinha voz rouca, o que foi uma característica marcante da banda.
 
Em 1971 lançou um álbum chamado Galleta "Soul". Suas influências foram: Otis Reddinng, James Brown, Ray Charles, Stax, Wilson Pickett, Johny Taylor, Motown, Jeff Beck Group, Bill Deal & The Rhondel, Steve Crooper, Credence, Small Faces, entre outros. Só que nesse album de 1971 eles lançaram covers e oito canções escritas por Iturbide e Conte (que é responsável pelas letras).

Foi a época em que a banda teve grande sucesso internacional, principalmente no Brasil, conseguindo um contrato com a Rede Globo e ocupando durante 14 semanas o primeiro lugar nas paradas de vendas, mantendo Roberto Carlos em segundo lugar. No ano de 1972 a canção "I Am So Happy" ficou entre as 100 canções mais tocadas no Brasil, ocupando a posição de nº 37. A versão dessa música foi gravada pelos The Fevers, com o título de “Sou Feliz”, obtendo muito sucesso nas paradas.
 
A partir de 1975, a banda foi reformulada com a inclusão de Eduardo Sanz, como guitarrista, Lito Olmos, no baixo, e Maria José, na bateria. De “Trio Galleta” passa a se chamar apenas de "Galleta", focando mais o hard rock e covers de algumas canções da banda britânica "Ten Years After". A discografia da banda é constituída pelos discos “Estoy Herido”, “Galleta Soul” e “Galleta”.

Nesta postagem apresentamos um  disco lançado pela Odeon, de 1971, que contém o hit I am so happy e a grande interpretação para Georgia on my mind. O disco é composto das seguintes faixas:

1. I’ll see you in the corner; 2. Running miles; 3. I’m lost; 4. I can’t believe it; 5. My sorrow is ended; 6. I see your face in the windows; 7. I am so happy; 8. Come to me softly; 9. Take it; 10. Rock in the jail; 11. Georgia on my mind; 12 going back to Indiana.
 




 
 

 

 

terça-feira, 25 de outubro de 2011

SAM JAZZ QUINTET - DOMINGO EM BUENOS AIRES - VOL3 - 1970

Para quem não conhece pensaria que a banda "Sam Jazz Quintet" seria um grupo de Jazz. Tive essa impressão quando conheci no meio da década de 70. Entretanto, o grupo "Sam Jazz Quintet" foi uma banda de música brasileira pop, da época da Jovem Guarda e que fazia muito sucesso em festas baile que se realizavam em Curitiba, principalmente aqueles realizados no Clube Santa Mônica e em diversas cidades do Paraná. Foi criado em 1966 e era formado por Hilton Alicen (teclado, piano), João Chiminazo Neto (bateria), Wilson Baldo (vocalista), Célio Malgueiro (guitarra e arranjos vocais) e Nelson Santos (vocal, solo e baixo). Posteriormente teve novos integrantes como Paulo Chaves, Osnildo Vilan, Nelson Gonçalves (baixista), Orlando Comandulli, o pistonista Edson, os cantores Elizabeth, Reinaldinho e Carlos Freitas (baterista)

Gravaram cinco discos, tipo Long Play, sendo quatro pela gravadora Continental e um de forma independente. Um dos discos chegou a ser lançado no México. O maior sucesso da banda foi a música "Santo Domingo", tendo vendido 10000 cópias de um compacto simples de vinyl e tendo sido a primeira gravação dessa música no Brasil.

Nesta postagem apresentamos o disco gravado em 1970 pela Continental, sem ficha com informações. Os destaques do disco foram as músicas Domingo em Buenos Aires, Maria Izabel e Spill the Wine.

As faixas do disco são: 1. Domingo em Buenos Aires; 2. London, London; 3. Viagem; 4. Maria Izabel; 5. He isn't heavy, He is my brother; 6. Coqueiro verde; 7. Spill the wine; 8. Eu fui ao tororó; 9. Simpathy; 10. Take me in your arms; 11. Medley Beatles (Hey Jude, Let it be, Yesterday); 12. Gente humilde.


 
 
 

HENRY POLLACK - UM VIOLINO PARA O POVO - 1998

Henry Pollack era um violinista popular, que tocava o violino nas ruas das cidades do Brasil. Fui conhecê-lo em 1998, tocando no centro de Curitiba. Era um tipo diferente, estilo europeu, sempre trajando roupas coloridas, barbudo, de cabelos longos e sempre acompanhado de uma morena esbelta.

 O que chamava atenção era a sua capacidade de reunir o povo em volta de seu violino amplificado. Muito animado Henry Pollack convidava a todos para ouvirem o seu show de violino que unia músicas ciganas, clássicos românticos e populares sertanejos. Até a "Festa de Peão", da dupla Leandro e Leonardo, ecoou na praça Osório seguida pela melancólica "Vou Chorar". "Essa foi demais". Enquanto tocava a morena oferecia os discos do artista de rua.

Segundo a jornalista Marlise Groth, Henry Pollack, 58, era um polonês que aos três anos fugiu da Segunda Guerra com os pais e recebeu abrigo no Uruguai. Apaixonado pela música estudou violino clássico e participou de sinfônicas. Ao sair da universidade de Música, optou pelo popular e montou o grupo Violinos Mágicos que embalou sonhos em diversos países da Europa, Estados Unidos e América Latina, conta. Pollack que se orgulhava de já ter sido cumprimentado pessoalmente pelo tenor Luciano Pavarotti e ouvido pelo papa João Paulo 2º, lembrava-se dos tempos em que foi escalado músico oficial de Ieda Maria Vargas, a miss Brasil que chegou a miss Universo. "Eu tocava o violino enquanto ela entrava nos salões. Ela viajava de avião e eu tinha que ir de ônibus", relata.

Nesta postagem, estamos homenageando esse músico de rua, que tanta emoção proporcionou com as suas apresentações ao vivo, nas ruas das principais cidades brasileiras e viveu seus últimos dias em Curitiba.

O disco “Um Violino para o Povo”, gravado em 1998, nos estúdios Isaec e Focus, com arranjos do maestro Wilson Dobbins Barbosa e contém 17 faixas variadas, sendo:

1. Pot-pourri brasileiro (felicidade, luar do sertão, minas gerais e asa branca);
2. Tema filme Titanic;
3. Danubio Azul;
4. Coração sertanejo;
5. Pantera cor de rosa;
6. Eu juro; 7. Czardas;
8. Tapas e beijos;
9. Explode coração;
10. Doce mistério;
11. Ayrton Senna homenagem;
12. My way;
13. Festa do rodeio;
14. Menino da porteira;
15. Zorba o grego;
16. Cantare d’amore;
17. Tico tico no fubá.
 

 
 
 

 

LOS TROPICANOS - VOLUME 8 - 1972

No final dos anos 1960, Los Tropicanos era uma banda orquestra como tantas outras surgidas de bailes e de estudios. Era comum as gravadoras criarem grupos de estudio para vender discos e aproveitar a onda de musicas orquestradas, que eram muito bem aceitas pelo público da época. Geralmente o nome da orquestra remetia nomes estrangeiros, que maior apelo comercial. Era composta por diversos músicos, que variavam conforme a época e a disponibilidade deles.

Nesta postagem apresentamos o disco lançado no formato Long Playing - LP,  dos Los Tropicanos, Volume 8, gravado em 1972, pela EMI/Odeon, com o selo Parlophone. Continha sucessos internacionais da época, mesclados com musicas nacionais. Neste volume há versões de músicas de Roberto Carlos, Taiguara, Paulo Cesar Pinheiro e Odair José.  O álbum contém as seguintes faixas:

1. Tell me once again;
2. Where is the love;
3. Por amor;
4. Rock and roll lullaby;
5. Velvet Mornings;
6. Il etait une fois la revolution;
7. The girls from Paramaribo;
8. Viagem;
9. Alone again;
10. Teu sonho não acabou;
11. Concerto por un ete;
12. Vou tirar voce desse lugar.











Link:

O BAU DO REI - MUSICAS DE ROBERTO CARLOS - 1997

Roberto Carlos é considerado um dos maiores cantores populares brasileiros de todos os tempos. Além de cantor é um compositor destacado, juntamente com o seu companheiro de parceria, Erasmo Carlos. Desde os anos 60, suas canções sempre foram bem recebidas por vários cantores, grupos musicais, gravadoras, pela mídia e principalmente pelo público. Um dos primeiros discos a revelar para o grande público o talento de Roberto & Erasmo foi "Twist, Hully Gully & Cleide Alves", lançado pela RGE em maio de 1964. Nele nada menos que cinco originais de Roberto Carlos apareceram com exclusividade - quatro em parceria com Erasmo Carlos, enquanto Cara de Pau ficou na história como sua única parceria com Janete Adib.

Várias músicas não gravadas ou gravadas posteriormente por Roberto Carlos foram gravadas por diversos artistas, entre eles, Os Mutantes, Os Vips, Agnaldo Timóteo, Cleide Alves, Ed Carlos, Os Paqueras, The Bells, The Silvery Boys, Os Sambacanas, Eliana Pitmann, Cláudia e outros.

Nesta postagem apresentamos uma coletânea rara selecionada por Marcelo Fróes e produzida com exclusividade pela antiga gravadora RGE, contendo inúmeras raridades com artistas da gravadora. O disco contém as seguintes faixas:
1. Cara de pau (Cleide Alves); 
2. Minha fama de mau (Erasmo Carlos); 
3. Edificio de carinho (Ed Carlos); 
4. Surpresa de domingo (Cleide Alves); 
5. O muro de Berlim (The Bells); 
6. É difícil amar na minha idade (Ed Carlos); 
7. É duro ser estátua (Os Paqueras); 
8. Mamãe acha que é normal (Cleide Alves); 
9. Namoradinha de um amigo meu (The Silvery Boys); 
10. Meu primeiro amor (Ed Carlos); 
11. Beijo quente (Cleide Alves); 
12. Caramelo (Erasmo Carlos); 
13. E por isso estou aqui (Os Sambacanas); 
14. Brotinho transviado (Cleide Alves).






quinta-feira, 20 de outubro de 2011

OS POPULARES - A VOLTA - 1971

Os Populares foi um grupo de rock vocal/instrumental da época da Jovem Guarda, criado em 1967,  no Rio de Janeiro. Seus componentes eram J. César (guitarra solo), ex-The Pop's, Paulo Sérgio (guitarra de ritmo), ex-Os Aranhas, João Carlos (baixo elétrico), ex-Os Bárbaros, Pedrinho (bateria), ex-The Youngsters e Carlinhos (teclado).

Seus primeiros discos foram lançados pela gravadora RCA Victor e eram instrumentais com solos de guitarra e órgão. O grupo se apresentou em diversos programas de rádio e TV, divulgando as suas músicas, por exemplo: Jovem Guarda (TV Rio), Festa do Bolinha (TV Rio), TV Fone (TV Globo), Aerton Perlingueiro (TV Tupi) e Euclides Duarte (TV Continental).

Os discos lançados tiveram boa vendagem e a qualidade técnica para a época era apurada. Várias músicas se destacaram no seu repertório inicial, tais como "Índia" e os medleys "Maravilhas da Itália", "Maravilhas de Portugal", "Meu Limão, Meu Limoeiro", "Lara's Theme" e as belas execuções de "Theme For Young Lovers" e "Sous Le Ciel de Paris". Os Populares gravaram em 1967 um compacto com músicas de Natal, hoje muito raro, com duas versões de "Ave Maria" (Gounod e Schubert). Além das releituras que realizavam, J.César também executava músicas de sua própria autoria, tais como: "Ginga", "Escala", "Balanço de Vera", "Zero, Zero", "César", "Trovoada", "Mara", "Balançando" (um verdadeiro "banho" em solos de guitarra).

Após a passagem pela RCA, gravaram outros discos pelo selo Polydor (atual Universal), só que com execuções que predominaram o vocal. Encerraram as suas atividades em 1978.

(Fonte: Extraído do livro "O Rock and roll - origem, mitos e o rock instrumental no Brasil e em outros países", de Laércio Pacheco Martins

O disco que compartilhamos nesta postagem abrange a segunda fase. É um disco de 1971, lançado pela gravadora Philips, com o selo Polydor (atual Universal), em 1971, intitulado " A Volta". O disco é interessante pois apresenta leituras de sucessos da época, mesclados com músicas brasileiras.
Os destaques desse disco foram as performances das músicas "De tanto amor", de Roberto Carlos, "Pão e Mel", da banda australiana Tin Tin e "É tão difícil", de Ringo Star. Já a curiosidade fica por conta da música "Capim gordura" que devido ao estilo, foge do padrão da seleção.

Apesar das limitações do estado do disco de vinyl, vale a pena ouví-los...As principais faixas do disco são:

1. Sou feliz (I'm so happy);
2. Meu coração (How can you mend a broken heart );
3. Eu quero;
4. Oh me oh my;
5. De tanto amor;
6. Não tenho saudade (Eat at home);
7. Você zombou de mim (summer sand);
8. Capim gordura;
9. Pão e mel (Toast and marmalede for tea);
10. Gesubambino;
11. Juntos para amar;
12. É tão difícil (It don't come easy)

 



 

domingo, 16 de outubro de 2011

SÓ SUCESSOS ODEON - VOLUME 8 - 1971

Nas décadas de 60 e 70 eram comuns nas grandes gravadoras o lançamento de discos com coletâneas dos lançamentos da época. Isso era uma forma de divulgação dos compactos simples, duplos e LP's (Long Playing) que elas lançavam. Nem todas as músicas caiam no gosto popular das paradas de sucesso. Mas valia a pena pela diversidade e pela oportunidade de se conhecer um pouco de cada coisa.

Assim como a gravadora "CBS", atual "Sony", tinha a série "As 14 Mais", a "Odeon-EMI" tinha a série "Só Sucessos". Nesta postagem apresentamos o disco "Só Sucessos Volume 8", lançado em 1971, que contém músicas e interpretações  interessantes, como por exemplo a música Jesus Cristo de Roberto Carlos, interpretada  pela excelente cantora Cláudia. Além dela, contém interpretações de Simonal, Clara Nunes, Agostinho dos Santos, Taiguara, Trio Esperança, Eliana Pitman, Altemar Dutra, Evinha, Paulo Diniz, Eduardo Araujo, Silvio César e Marcelo Costa. As músicas do disco são:

1. Jesus Cristo; 2. Na tonga da mironga do kabulete; 3. Festa para um rei negro; 4. Madalena; 5. Geração 70; 6. Meu bom deus; 7. Maria Joana; 8. Bloco da solidão; 9. Salve, salve; 10. Piri-piri; 11. Ave maria no morro; 12. A minha prece de amor; 13. Carta de amor; 14. Eu te amo meu Brasil.
 

 
 
 
 

 


OS CARBONOS - 1972

Recentemente postei um disco de 1968 da banda  de covers "Os Carbonos", intitulado "As 12 mais da Juventude" e agora aproveito para apresentar o disco de 1972. Na minha opinião, o que considero interessante desses discos mais antigos é poder ouvir músicas que foram sucesso e que faz tempo que não se ouve. Nesse disco de 1972, destaco as versões das músicas Loop di love e  de Summer Holiday de Terry Winter, intitulada Férias de Verão. Outra que acho interessante é Movin. Talvez você ache outras músicas interessantes...

O disco contém as seguintes músicas: 

1. Sansão e Dalila; 
2. Nunca mais eu vou partir; 
3. I love you baby; 
4. Desiludido; 
5. Férias de Verão; 
6. Loop di love; 
7. Movin; 
8. How do you do; 
9. June; 
10. Imagine; 
11. Bip bop; 12. African.





sábado, 15 de outubro de 2011

CELLY CAMPELLO - LANÇAMENTO BOX ORIGINAL

A gravadora Discobertas licenciou da EMI as matrizes dos discos gravados e lançados por Celly Campello para a Odeon, nos anos 50 e 60.
O material foi todo remasterizado a partir das fitas originais e neste mês de outubro a discoteca básica de Celly Campello está finamente chegando ao compact disc - com a reedição de seus 6 álbus Odeon com capas e contracapas originais, faixas bônus, ilustrações raras e textos históricos escritos especialmente por Albert Pavão. Não perca essa oportunidade, tiragem limitada!

Você poderá adquirí-lo nos seguintes sites:


LIVRARIA CULTURA:

ou 

SARAIVA:


OS PIONEIROS DO ROCK 'N' ROLL BRASILEIRO - LIVRO

O autor Thiago de Menezes, no dia 20 de outubro, estará lançando uma obra muito importante para todos os fãs da música brasileira. Trata-se do livro "Os Pioneiros do Rock 'n' Roll Brasileiro", publicado pela Allprint Editora. Essa obra abordará uma fase do rock brasileiro ainda pouco publicada, que foi justamente o início do rock e a fase pré jovem guarda. Resgata nomes que foram totalmente esquecidos pela história da nossa música e independente de gosto e estilos, cada integrante desses momentos contribuiram para o crescimento da nossa música.

O livro apresenta a evolução da música jovem no Brasil, no período de 1955 a 1965. O escritor e jornalista paulista Thiago de Menezes, também é autor de "Celly Campello - a rainha dos anos dourados" e "A verdadeira Luz del Fuego", entre outras obras. Ele também é colecionador de discos raros e revistas. Traz em sua bagagem uma série de entrevistas para programas de TV e Rádio.

O evento de lançamento ocorrerá na Livraria Martins Fontes, unidade Paulista, localizada em São Paulo, na Av. Paulista, 509, a partir das 18:30. Prestigie o evento e compre o livro. Precisamos incentivar mais obras dessa natureza.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

FRANCK POURCEL - E UM MUNDO DE MELODIAS - VOLUME 8 - 1969

Na sequência da postagem anterior, segue outro álbum interessante da "Orquestra de Franck Pourcel", recheado de belos arranjos para as músicas pop de 1969. Trata-se do Volume 8, lançado no Brasil, pela gravadora Odeon. O desenho da capa é o destaque, com motivos tipicamente franceses. As faixas do disco são:

1. Those were the days;
2. Hey Jude;
3. Help yourself;
4. Les bicyclettes de Celsize;
5. Chitty chitty bang bang;
6. Monia;
7. Black botton;
8. Together;
9. Alleluia;
10. Louise;
11. I want to be happy;
12. Parade de l'amour.















FRANCK POURCEL - MUSIQUE ET COULEURS - VOLUME 6 - 1968

Vou compartilhar mais uma obra da Orquestra de Franck Pourcel no Brasil. Trata-se do disco lançado pela Odeon em 1968, o "Volume 6" da discografia que seria extensa. A capa é muito bonita, colorida e tem um toque de psicodelismo que reinou na capa de muitos discos, a partir de 1966.

É uma pena que as gravadoras Odeon, atual EMI e Philips, atual Universal não relance os discos em cd com as suas capas originais. O que vemos são compilações recortadas do contexto de várias obras, descaracterizando-as.
A minha musica predileta nesse disco é "Vivre pour vivre". O disco contém as seguintes faixas (tracks):

1. The last waltz; 
2. Aranjuez mon amour; 
3. San Francisco; 
4. Le neon; 
5. Vivre pour vivre; 
6. You only live twice; 
7. L' importante c'est la rose; 
8. Free again; 
9. Penny lane; 
10. There's a kind of hush; 
11. Puppet on a string; 
12. The world we knew.















Contra Capa (Back) - Edição France



domingo, 9 de outubro de 2011

ALBERT HAMMOND - BEST OF ME - 1989

Nesta postagem apresentamos uma coletânea de 1989, lançada ainda em "vinyl" pela CBS, atual Sony, do compositor, produtor musical e cantor inglês Albert Hammond, autor de inúmeros sucessos gravados por vários artistas e bandas.

Ele nasceu em Londres, no dia 18/05/1944  e fez carreira nos EUA, nos anos 70. Foi o responsável por vários hits na parada musical e seu grande sucesso foi It Never Rains in Southern California. Mas não ficou só nisso, escreveu a bela música The Air That I Breathe, inicialmente gravada pela banda "The Hollies" e posteriormente gravada pelo grupo inglês "Simple Red". Foram inúmeros sucessos como se pode ouvir nesta coletânea. Vale a pena...

O álbum foi lançado na Alemanha, em 1989, pela gravadora CBS, atual Sony Music. disco é composto das seguintes músicas:

1. Where were you; 
2. When I need you; 
3. Through the eyes of a child; 
4. Put a hold on your heart; 
5. Nothing's gonna stop us now; 
6. One moment in time; 
7. It never rains Southern California; 
8. Don't turn around; 
9. Hot kisses on a hot night; 
10. The free electric band; 
11. Through the storm; 
12. The air that I breathe 
13. Under the Christmas tree.



Links:

JOELMA - 14 SUCESSOS - 1988

Antes da Joelma da banda "Calipso" tivemos outra cantora Joelma, mais relacionada com a época da Jovem Guarda. Ela nasceu em Cachoeiro do Itapemirim/ES, no dia 19/09/1944. Iniciou sua carreira artística cantando músicas de Ângela Maria, Agnaldo Rayol e Joselito no programa de rádio "Clube do Guri". Aos 12 anos de idade já era cantora mirim da Rádio Difusora de Duque de Caxias (RJ). Ganhou todos os prêmios da época, culminando num Concurso sendo eleita "A Melhor Cantora do Rio de Janeiro".

Em 1953, Emilinha Borba a levou ao programa "Papel Carbono", de Renato Murce, na Rádio Nacional (RJ). Em 1963, Joelma gravou seu primeiro disco, pela gravadora Chantecler, interpretando o bolero "Incompreendida", de Leonel Cruz e José Antônio e o samba canção "Só ele", de Roberto Muniz e Heitor Mangeon.

Em 1966, Joelma gravou o LP "Perdidamente te Amarei" e no ano seguinte, fez sucesso em Portugal com o compacto duplo Onde Estás, Não Te Quero Mais, Acredito Que Te Amo e Não Me Deixes Não. Entre os sucessos estão  Não Digas Nada, de Rossini Pinto e Fernando Costa e Alguém Me Disse, de Jair Amorim e Evaldo Gouveia.

Entretanto, o seu maior sucesso na carreira foi a música Pombinha Branca. De grande sucesso popular, Joelma fez várias apresentações no exterior e gravou discos em castelhano. Atualmente apresenta-se eventualmente e trabalha na Socinpro (Associação que administra e protege os direitos autorais)
Nesta postagem apresentamos uma coletânea denominada "14 Sucessos de Joelma", realizada em 1988, lançada pela gravadora Continental, pelo selo Phonodisc. As músicas que compõem o disco são:

1. Acredito que te amo (No capito che ti amo); 
2. Pombinha branca; 
3. Impossível acreditar que perdi você; 
4. Olhos azuis (flashdance); 
5. O trovador de Toledo (L'arlequim de Tolede); 
6. Acariciando;  
7. Pode entrar (Mellow lovin); 
8. La Maritza; 
9. Deixe-me tentar novamente (Let me try again); 
10. Comecei a brincadeira (I started a joke); 
11. Aqueles tempos (Those are the days); 
12. Se (If); 
13. Fale amorosamente (Speak softly love); 
14. Vaya con Dios.
















Links:

  

sábado, 8 de outubro de 2011

POLY - PENUMBRA - 1956

No mês passado foi postado o excelente disco instrumental de guitarra estilo havaiano  "Moendo Café", do guitarrista "Poly e seu Conjunto". Agora vamos retornara ao tempo, viajando uma pouco mais para trás e apresentar um outro disco, mais antigo, de 1956. Nesse disco  ainda não predominava, com tanta ênfase, a guitarra havaiana, que foi a marca registrada de Poly e apresentando músicas mais tranquilas. 

O disco foi lançado pela gravadora Columbia, em 10 polegadas e continha as seguintes músicas: 

1. Lábios de Mel; 
2. Escuta; 
3. Recusa; 
4. Romance (Tchaikovsky); 
5. Fel; 6. Orgulho; 
7. Enlevo (Bizet / Adpt. Poly); 
8. Fósforo Queimado;






Links:



OS CARBONOS - VOLUME 3 - 1968

Os Carbonos foi um grupo musical brasileiro formado, em São Paulo, no início da década de 1960 com a proposta de reproduzir fielmente os sucessos da época, o que atualmente nós chamamos de banda "cover". Integrado por três irmãos, sendo dois gêmeos, que eram sobrinhos dos "Trigêmios Vocalistas", conjunto musical dos anos 60.
Inicialmente se apresentaram como "The Witchcraft", depois como "Os Quentes", com o qual lançaram um compacto simples pelo selo Mocambo / Rozenblit. Em 1966, por sugestão da gravadora Beverly, adotaram o nome "Os Carbonos", referência tanto à aparência semelhante dos irmãos, como à opção do conjunto por fazer versões idênticas de sucessos, e tiveram vários discos nessa linha.

Gravaram vários discos com a formação original e com a proposta de versões covers - "As 12 Mais da Juventude". Ao longo da década de 1970, modificaram o nome diversas vezes, apresentando-se como "Andróides", "The Mackenzie Group", 'Carbono 14" e "The Magnetic Sounds" neste último, gravou a série de discos "Super erótica".

A formação original era composta por: Mário Bruno Carezzato (teclados); Umberto Carezzato Sobrinho (baixo); Raul Carezzato Sobrinho (vocal); Ricardo Fernandes de Morais (guitarra) e Antônio Carlos de Abreu (bateria)

Nesta postagem, é apresentado o volume 3 de "As 12 Mais da Juventude", gravado em 1968, pela gravadora Beverly, com o selo MC, contendo as seguintes músicas: 

1. A pobreza;
2. Vesti azul;
3. Benzinho;
4. Quero lhe dizer cantando;
5. A chuva que cai;
6. É tempo de amar;
7. Do you want to dance;
8. Might Quinn;
9. Homburg;
10. Suddenly you love me;
11. Honney; 1
2. The dock of the bay.