2017

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quarta-feira, 30 de maio de 2012

FRANCK POURCEL - UM MUNDO DE MELODIAS - L'ENFANT ROI - VOLUME 14 - 1972

Com relação a Orquestras dos anos de 1960 e 70, os colegas do blog já perceberam que tenho  alternado postagens entre a Orquestra de Paul Mauriat e de Franck Pourcel. O motivo é claro. Como já mencionei anteriormente, essas duas orquestras são as minhas preferidas. 

Desta vez, estou postando o álbum da Orquestra de Franck Pourcel, intitulado  "Um Mundo de Melodias - L'Enfant Roi - Volume 14", que foi lançado no Brasil em 1972, pela gravadora EMI Odeon. 

O disco possui uma excelente seleção de músicas da época, com arranjos que predominam os violinos, o que já é uma característica dessa orquestra. Além da bela fotografia do garoto na capa, são várias músicas que se destacam. 


Em minha opinião as principais são Don't Let It Die, com realce de metais, Opus 35 Tchaikovsky, The Fool e Butterfly


As músicas do álbum são:

1. L'enfant roi; 
2. Mamy blue; 
3. Don't Let It Die; 
4. Opus 35 Tchaikovsky; 
5. We Shall Dance; 
6. Io e te; 
7. Jesus Christ Superstar; 
8. Venise va morir (Anonimo Veneziano); 
9. Charlie; 
10. Comme Juliette et Romeo; 
11. The fool; 
12. Butterfly










Capa do álbum lançado na Europa com o selo Columbia. 
Há países em que o mesmo álbum foi lançado em parceria EMI e RCA Victor.










Links: 

NEIL DIAMOND - RAINBOW - 1973

Recentemente apresentamos uma coletânea do cantor americano Neil Diamond e agora segue um álbum intitulado "Rainbow", lançado no Brasil em 1973, pela gravadora Phonogram, com o selo MCA Records. Nesse disco há regravações de músicas que foram lançadas no disco " Touch Me" , lançado em 1970. Desse disco destaco as versões de He Ain't Heavy...He's My BrotherIf You Go Away e Mr. Bonjangles. As músicas do disco são:

1. Everybody's talkin; 
2. Bothe sides now; 
3. Husbands and wives; 
4. Chelsea morning; 
5. Until it's time for you to go; 
6. The lsting thing on my mind; 
7. Suzanne; 
8. Mr Bojangles; 
9. If you go away; 
10. I think it's gonna rain today; 
11. He Ain't Heavy...He's My Brother.




Veja detalhes sobre o cantor na postagem de 30/abril/2012











terça-feira, 29 de maio de 2012

LUIZ CLÁUDIO - O ROMÃNTICO - 1961

A pedido de um amigo, aproveito para postar mais um álbum do cantor Luiz Cláudio. Trata-se do disco "O Romântico", lançado em 1961, pela gravadora RCA Victor. Neste ábum recheado de belas melodias, já no início de sua carreira destacava-se a voz serena e aveludada do cantor. Desse disco destaco as canções Tira Este Sorriso do Caminho e My Funny Valentine, que em alguns momento lembra o cantor americano Pat Boone. Apesar das limitações do vinyl, vale a pena ouvir e conhecer. As músicas do álbum são:

1. Basta olhar pra mim;
2. Foi num trem;
3. My funny valentine;
4. Barqueiro triste; 5. Fingimento;
6. É melhor esquecer;
7. Duas contas;
8. Tira este sorriso do caminho;
9. Quando te enconrar;
10. Canção de amor; 11. Bem;
12; Lábios vermelhos.















segunda-feira, 28 de maio de 2012

LUIZ CLAUDIO - ENTRE NÓS - 1964

É meu interesse resgatar todos os álbuns do cantor brasileiro Luiz Cláudio. Esse esplêndido cantor, compositor e violonista é MPB pura. Desta vez apresento o álbum "Entre Nós", lançado em 1964, pela gravadora Musidisc.  

É um disco com lindas canções e interpretações. Não há música que não possa ouvir. Entretanto, sempre temos as preferidas. No meus caso, eu aprecio as canções Tenha Pena de Mim, Razão, Olê Ola e Poeira da Saudade (composição do próprio cantor). As músicas do disco são:

1. Tenha pena de mim; 
2. Coisa nº 10; 
3. Razão; 
4. Ouro Preto; 
5. Olê Ola; 
6. Simplesmente; 
7. Amélia; 
8. Nós; 
9. Cidade do Interior; 
10. Poeira da saudade; 
11. Labareda; 
12. Jequiè.















sexta-feira, 25 de maio de 2012

PAUL MAURIAT - VOLUME 19 - 1975

Nesta semana, ao realizar algumas viagens de carro, resolvi ouvir o som de orquestras e principalmente a Orquestra de Paul Mauriat.  E a nossa postagem da vez é justamente sobre ela. Apresentamos mais um volume da série lançada no Brasil, ao longo da carreira deste grande maestro.

Trata-se do Volume 19, lançado em 1975, pela gravadora Phonogram, com o selo Philips. O grande destaque desse álbum é a música Song For Anna, que fez muito sucesso por essas bandas. Além das músicas oficiais do disco, o blog está incluindo mais cinco músicas bônus, também lançadas em 1975, porém em outros países, principalmente as versões remixadas de El Bimbo e Alia Souza, lançadas no Japão. As músicas do disco são:


1. EL BIMBO; 
2. LE PREMIER PAS; 
3. 14 ANSLES GAULOUSES; 
4. FEEL LIKE MAKIN LOVE; 
5. ROCK THE BOAT; 
6. SUR LE CHEMIN DE LA VIE; 
7. ELISE; 
8. SONG FOR ANNA (La Chanson Pour Anna); 
9. ALIA SOUZA; 
10. UNTIL THE END OF MAY SONG; 
11. ROCK YOUR BABY; 12. PETITE FEMME

Bônus

13. ALIA SOUZA (Remix); 
14. THE WAY WE WERE; 
15. I GOT A NAME; 
16. LAST TANGO IN PARIS (Le Dernier Tango a Paris); 
17. EL BIMBO (Remix)












Capa da versão inglesa, que inclui outras músicas. 

quarta-feira, 23 de maio de 2012

PROPAGANDA SELENIUM - DANCE MUSIC - 1996

Nesta postagem segue a sexta e última peça de propaganda da série criativa, veiculada pelos alto falantes da marca Selenium, atual JBL, lançada em 1996. Essa por sua vez satiriza o Dance Music sem alto falantes Selenium. Caso queira ver as outras peças da série, verifique no marcador "Propaganda". Beleza...



PAUL MAURIAT - VOLUME 18 - 1974

Para os amantes de "Easy Listening", mais um volume da coleção da Orquestra de Paul Mauriat, de álbuns lançados no Brasil. Desta vez, apresentamos o volume 18, lançado em 1974, pela gravadora Phonogram, com o selo Philips. 

O álbum  traz vários destaques de arranjos para orquestra. Além das canções originais do álbum, o blog incluiu músicas bônus, também lançadas no mesmo ano e outros países. 

O disco contèm as seguintes músicas:

TRACKS:
1. Someday, somewhere;
2. Papillon;
3. I shall sing (A Chacun Sa Chanson);
4. Lady lay;
5. La Paloma (La Paloma Adieu);
6. Le piano sur la vague;
7. Morning after;
8. Jeux Interdits (Romance de amor);
9. You are the sunshine of my life (Le soleil da ma vie);
10. Vado via;
11. Say has anybody seen my sweet gypsy rose;
12. Goodbye my love goodbye;

Bônus:


13. My only fascination;
14. The entertainer;
15. Yesterday once more - Sha la la;
16. I won't last a day without you;
17. La ma ladie
















Links:








segunda-feira, 21 de maio de 2012

ROBIN GIBB - O ADEUS DO ÍDOLO - 2012

Como fã, não tenho palavras para descrever o sentimento de perda. Mais um ídolo se foi. E foram tantos nesses últimos tempos. Como disse um amigo do blog, Marcos..."O céu deve estar mais alegre". Para descrever, transcrevo o sensível  editorial do www.estadao.com.br, que  traduz em parte o que sinto:

"Ele foi a voz de diamante do mais importante grupo vocal familiar de nossa era. Combinada ao desaparecimento, na semana passada, da cantora Donna Summer, a morte neste domingo, também de câncer, de Robin Gibb, um dos vértices do grupo australiano Bee Gees, parece encerrar um ciclo de fantasia e elevação artística de um resplandecente período da vida pop.

The Bee Gees foi uma espécie de milagre genético, uma rara combinação de falsetes e harmonias vocais de três irmãos (Barry e os gêmeos Maurice e Robin). Barry era quem mandava nos Bee Gees, mas era a voz de Robin que impulsionava o visionarismo do grupo. Sem ele, o sonho de ouvir aquelas inflexões vocais acabou. Sozinho, ele já tinha feito uma noite celestial para cerca de 7 mil pessoas no Credicard Hall, em novembro de 2005. Em novembro de 2010, cancelou uma apresentação no Via Funchal.

De aparência franzina, denotando problemas de saúde, óculos redondos de lentes azuladas, o olhar que transmitia amargura, Robin Gibb esteve no palco durante 53 anos dos seus 62 anos de vida - começou a cantar aos 9, com os irmãos. Eles tinham um talento incomum para a composição de hits populares, associado à felicidade de estar no lugar certo na hora certa. Venderam mais de 100 milhões de discos e tiveram seis singles consecutivos no topo das paradas, entre 1977 e 1979. Ganharam seis Grammy e foram elevados ao Hall da Fama do Rock, em 1997.

Mas a divisão sempre marcou a família Gibb, embora muitas vezes isso tenha sido produtivo artisticamente. Se você ouve os Bee Gees cantando "Wine and Women", em 1965, não os distingue de nada que não estivesse dentro dos cânones da chamada "invasão britânica", com pouco potencial de "explodir" como um fenômeno pop. Mas Robin parecia pressentir que o caminho não era copiar os mods de sua época e saiu em carreira-solo, gravando, em 1970, Robin's Reign. Voltaria a cantar com os irmãos em 1975, quando uma tempestade elétrica chamada disco music varria o planeta.

Os irmãos Gibb eram como se fosse a família Jackson, só que branca e igualmente com propensões à megalomania. O pai, Hugh Gibb, coordenava as escolhas artísticas, a produção, os negócios. Barry e Robin se estranhavam, ao mesmo tempo que dependiam um do outro para cunhar pérolas geniais do pop. Foram abençoados com a fortuna e a tragédia do desaparecimento precoce (o irmão Andy Gibb morreu em 1988; o gêmeo Maurice Gibb foi o segundo a morrer, em janeiro de 2003).
Robin seguiu carreira com seu senso de grandiloquência e ambições sinfônicas. Seu último trabalho, lançado em abril de 2012, intitula-se "Gibb - The Titanic Requiem" (feito para as celebrações do centenário do naufrágio), e se constitui numa série de peças em parceria com seu filho, Robin-John Gibb"












domingo, 20 de maio de 2012

BADFINGER - DAY AFTER DAY LIVE - 1974

Comentando com um amigo a respeito de como havia bandas boas na década de 1970, me lembrei de um grupo que aprecio muito, o Badfinger. Para alguns, ela era considerada de segunda linha. Na verdade existiam tantas bandas com qualidade que a comunidade de apreciadores chegava ao ponto de classifica-las por níveis de estilo e qualidade. Quando comparamos com o presente concluímos que eram muito boas, mesmo aquelas criticadas.


A banda Badfinger começou com The Iveys, numa alusão à canção Poison Ivy. Com seu estilo rock’n’roll e referências aos anos 50, conseguiram convencer Mal Evans (roadie dos Beatles) e Peter Asher (da dupla Peter & Gordon) a fazer um teste para o recém-lançado selo Apple. Com isso, conseguiram chamar a atenção de Paul McCartney, que deu uma força à banda nesse início de carreira entregando-lhes a música Come And Get It. A banda era formada por Pete Ham (guitarra e vocal), Tom Evans (baixo e vocal), Joey Molland (guitarra e vocal) e Mike Gibbins (bateria).


No final de 1969, para evitar confusões com uma banda mais antiga, chamada The Ivy League, mudaram então o nome para Badfinger, inspirados no nome original da canção With a Little Help from my friends, dos Beatles, que iria se chamar “Badfinger Boogie”. John Lennon chegou a sugerir que se chamassem “The Glass Onion And The Grand Prix”, que felizmente não ocorreu.


A maioria das canções foram compostas por Pete Ham e Tom Evans, tais como, Carry On Till Tomorrow, No Matter What, Day After Day (com direito a duelo de slide guitar entre Pete Ham e George Harrison), Without You, entre outras. Até hoje muita gente pensa que Without You é de Harry Nilsson, pela sua maravilhosa interpretação, que a tornou um sucesso estrondoso.


Em 1971 o grupo acompanhou George Harrison no concerto para Bangladesh, que foi o show pioneiro entre as apresentações de rock beneficentes. A parte trágica da história do Badfinger: Pete Ham suicidou-se em 1975 (aos 27 anos!!) quando o empresário financeiro Stan Polley fugiu com todo o dinheiro do grupo. Faltava um mês para o nascimento de sua filha. Tom Evans também cometeu suicídio em 1983 quando sofria de depressão profunda. Os dois se enforcaram.


Os discos póstumos de Pete Ham são essenciais na trajetória musical da banda: 7 Park Avenue e Golders Green, com demos e gravações entre 1967 e 1975. Para quem não conhece, Badfinger é rock’n’roll, power-pop, hard-rock , baladas pop, tudo com uma qualidade impecável.


Nesta postagem, para homenagear essa excelente banda, apresentamos o álbum derivado de show ao vivo, gravado em 1974, na cidade de Cleveland / USA, que até então estava disponível em versões alternativas (Bootlegs). Foi lançado em 1990, em Compac Disc, pela gravadora Rykodisc, com o título “Day After Day”. As músicas do disco são:


1. Sometimes; 
2. I don’t mind; 
3. Blind owl; 
4. Give it up; 
5. Constitution; 
6. Baby blue; 
7. Name of the game; 
8. Day after day; 
9. Timeless; 
10. I can’t take it




















quinta-feira, 17 de maio de 2012

DONNA SUMMER - O ADEUS DA RAINHA DO DISCO MUSIC - 2012

Na manhã desta quinta feira, dia 17/05/2012, morre em virtude de um câncer, a cantora americana Donna Summer (LaDonna Adrian Gaines,), aos 63 anos, que se notabilizou na década de 1970 pelas gravações em estilo disco music, obtendo o título de "Rainha do Disco". Em sua carreira, ganhou 5 prêmios Grammy e estima-se que tenha vendido mais de 130 milhões de cópias de seus discos. Despontou com vários hits, tais como, Last Dance, Bad Girls e Hot Stuff. Ao ladodo produtor e compositor Giorgio Moroder foi responsável por definir a  dance music.






terça-feira, 15 de maio de 2012

VERÔNICA SABINO - BRASIL ROMÂNTICO - 1991

Há uma cantora brasileira que aprecio muito, apesar de não ser muito comentada atualmente pela mídia em geral. Trata-se de Verônica Sabino, nascida em 04/10/1960, no Rio de Janeiro, filha do grande escritor brasileiro Fernando Sabino.

Após sua participação no grupo vocal “Céu da Boca”, no período de 1979 a 1984, seu grande primeiro sucesso comercial ocorreu em 1986 com a música Demais, uma versão realizada por Zé Rodrix e Miguel Paiva para a canção Yes It Is, de Lennon e McCartney. Esse sucesso foi devido a sua inclusão na trilha sonora da novela “Selva de Pedra”. Posteriormente, em 1988, ela retornou as paradas com a canção Todo Sentimento, inclusa na trilha sonora da novela “Vale Tudo”. As novelas foram a melhor maneira de a cantora divulgar as suas principais canções. Novamente em 1989, em dueto com o cantor Emilio Santiago, outra canção foi parar na trilha sonora da novela “Tieta”. A música era uma versão de Nelson Mota para All I Ask Of You, ficando Tudo o Que Se Quer.

Anos depois, lançou os álbuns “Verônica” (1993), “Vênus” (1995) e “Novo Sentido” (1997). Em 1999, participou de apresentações no Midem, uma feira da indústri fonográfica, na França e acabou lançando um álbum por lá. No mesmo ano foi editado uma coletânea “Passando a Limpo”, com algumas faixas inéditas. Seus últimos álbuns foram “Agora” (2002) e “Que Nega é Essa” (2009).

Nesta postagem, apresentamos um álbum, lançado em 1991, pela gravadora Sony Music, com o selo Colúmbia, em formato de Compact Disc – CD. Esse disco é o volume 2 de uma série lançada pela gravadora e intitulada “Academia Brasileira de Música”.
Os destaques desse disco, além da interpretação da cantora, são as músicas selecionadas, que retrata os grandes clássicos da Música Popular Brasileira – MPB e os arranjos e produção de Roberto Menescal. Uma observação importante é que nesse disco a música Demais não é o grande sucesso da cantora, mas sim a canção de Antonio Carlos Jobim e Aloysio de Azevedo.

Dessa série Academia, já postamos o volume do cantor Leno. As músicas do disco são as seguintes:

1. Simples carinho / Mentira; 
2. Sob medida / Folhetim; 
3. Demais / Saigon; 
4. Papel marche / Quando o amor acontece; 
5. Beijo partido / Anos dourados; 
6. Meu bem querer / Álibi; 
7. Caso sério / Mania de você; 
8. Nunca mais / Nunca; 
9. Onde anda você / Meu bem meu mal; 
10. Seu corpo / Olha; 
11. Não dá mais prá segurar (explode coração) / Começaria tudo outra vez; 
12. Saindo de mim / Começar de novo.









THE G/9 GROUP - BRASIL NOW - 1968

Nesta postagem apresentamos um álbum raro e incrível, que foi gravado para exportação e teve pouca repercussão comercial no Brasil. Trata-se do grupo The G/9 Group. Tinha em sua formação Dom Salvador (piano), Neco (guitarra), Wilson das Neves (bateria), Pedro (percussão) Sérgio (baixo), Joabe (vocais), Zezé (vocais) e Valéria (vocais).


Foi lançado em 1968, pela gravadora CBS, com arranjos do maestro Pachequinho. 
Os vocais, lembram algo de Sérgio Mendes Brasil 66. Em minha opinião, os destaques ficam por conta dos vocais, instrumentais e na seleção das músicas do disco. Espero que apreciem essa raridade. 

As músicas do álbum são:

1. Prá que chorar (I'll take a chance); 
2. Vesti azul; 
3. Ponteio; 
4. Alphabet (Sambou, sambou); 
5. Este seu olhar (That look you wear); 
6. Viola enluarada; 
7. Lady madonna; 
8. Deixa (Let me); 
9. Alegria, alegria; 
10. Retrato em branco e preto; 
11. I've Got You Under My Skin.




 Capa da 1ª Tiragem







Capa Alternativa de Tiragem Posterior



Links:

segunda-feira, 14 de maio de 2012

JOELMA - ANTOLOGIA - 2007

Em 09/10/2011, apesar das limitações de áudio, apresentamos uma excelente coletânea da cantora Joelma. Posteriormente, tive acesso a uma ótima antologia da cantora realizada pelo blog MrFive Music, que foi postada em 2007 e não poderia deixar de compartilhar com os amigos do blog LaPlaya Music.

O bom é que essa antologia apresenta 26 sucessos, sendo que 6 canções são as mesmas da postagem que realizamos anteriormente. Entretanto, estão com melhor qualidade sonora. Para detalhes sobre a cantora veja a postagem de outubro/2011. As músicas dessa antologia são:

1. Não diga nada (Non dirmi niente);
2. Perdidamente te amarei (T'amo e t'amero);
3. Acredito que te amo (Ho capito che ti amo);
4. Não te quero mais (Non, tu ne m'aimes plus);
5. Onde estás (Mon credo);
6. Prá que sonhar;
7. Prá que (Capri c'est fini);
8. Furação (Thunderball);
9. Liberdade (Finalmente libera);
10. Solidão (In my room);
11. Tem que ser ele (It must be him);
12. O mar não falará;
13. Você não me amou;
14. Bonequinho de barro;
15. Quando, meu Deus? (Where in the world);
16. Se alguém perguntar (I've got eyes on you);
17. La maritza;
18. Comecei a brincadeira (I started a joke);
19. Casatschok;
20. Aqueles tempos (Those were the days) ;
21. Fale amorosamente (Speak softly love);
22. Só pra mim (For me alone);
23. Pombinha branca;
24. Tema de uma paixão maior (Passion love theme);
25. Um momento de amor maior (We way never love like this again);
26. O diamante cor de rosa.












Links:

domingo, 13 de maio de 2012

RAY CONNIFF - LAUGHTER IN THE RAIN - 1975

Se você gostou da postagem anterior, espera que tem mais Ray Conniff. Desta vez, trata-se do álbum "Laughter In The Rain", lançado no Brasil em 1975, pela gravadora CBS. As músicas destaques são a que leva o título do álbum, Sundow, Mandy, Seasons In The Sun e Eres Tu. As faixas do disco são:

1. Laughter in the rain;  
2. I honestly love you; 
3. Sundow; 
4. Angie baby; 
5. Mandy; 
6. Seasons in the sun; 
7. Eres tu; 
8. Cat's in the cradle; 
9. Feel like making love; 
10. havin' my baby.









RAY CONNIFF - HARMONY - 1973

Para os amigos do blog que apreciam orquestra e côro, segue mais um álbum da Orquestra Ray Conniff. Caso queira saber um pouco mais sobre esse maestro, ver detalhes na nossa postagem do dia 02/11/2011.

Apresentamos o disco "Harmony", lançado no Brasil em 1973, pela CBS. Nessa fase, a orquestra foi mais comercial, regravando as versões em côro e orquestra de sucesso das paradas mundiais. Considero um disco muito bom para se ouvir. Em minha opinião, os destaques são as músicas Harmony, Live And Let Die, How Can I Tell Her e Touch Me In The Morning. Faça a sua lista de preferidas e nos conte. O disco contém as seguintes músicas:

1. Harmony; 
2. Playground in my mind; 
3. The Morning after; 
4. Young love; 
5. Live and let die; 
6. How can I tell her; 
7. Say has anybody seen my sweet gypsy rose; 
8. Yesterday once more; 
9. Delta dawn; 
10. Touch me in the morning; 
11. Here today and gone tomorrow.












THE GLITTER BAND - HEY - 1974

A banda The Glitter Band foi um dos grupos mais representativos no estilo “glam rock”, que surgiu na Inglaterra, na década de 1970. Surgiu inicialmente como banda de apoio do cantor Gary Glitter. A partir de 1973, lançaram os seus próprios discos.

The Glitter Band teve sete singles na lista das vinte tops das paradas do Reino Unido e lançaram três álbuns, que obtiveram relativo sucesso. A banda era formada por John Rossal (trombone e diretor musical), Gerry Shephard (guitarra e vocal), Pete Phipps (bateria e teclados), Tony Leonard (bateria), John Springate (Baixo & vocais) e Harvey Ellison (sax).

Em 1976, o grupo se transferiu para a gravadora CBS, mudando o nome para G Band. Entretanto, em virtude do não aceite pelo mercado do novo nome, retomaram o antigo nome The Glitter Band A partir de 1977, a banda perdeu espaço no mercado, principalmente com a vinda do estilo Punk Rock. O grupo esteve ativo, sem contar o tempo como banda de apoio, no período de 1973 a 1980. Ainda houve participações esporádicas até 2001. A partir disso, ocorreram inúmeros conflitos judiciais entre os membros da banda, motivados pelo direito de uso do nome do conjunto.

Nesta postagem, apresentamos o álbum “Hey”, lançado em 1974, pela gravadora Bell Recors. Os destaques do disco são as músicas Angel Face, Just For You, All I Have to do is Dream, Baby I Don’t Care e Sealed With a Kiss. As músicas do disco são:

1. Tell him; 2. Angel face; 3. Shout it out; 4. Sea cruise; 5. All I have to do is dream; 6. Rock on; 7. Just for you; 8. Twisting the night away; 9. Baby I Don’t Care; 10. Sealed With; 11. I’m celebrating; 12. Gimme some loving and angel face (Reprise).
Bônus: 13. Ring Around (Demo Version); 14. You know you should be glad; 15. You Wouldn’t leave me would you