2016

2016

domingo, 28 de abril de 2013

VENTURA MUSIC - SHOWTIME EM BOSSA NOVA - 1992

Neste domingo, ouvi um álbum instrumental, daqueles que proporcionam uma satisfação imensa. O grupo que interpreta as canções instrumentais é daqueles que lançam poucas obras, porém de muita qualidade.
Trata-se do segundo álbum editado com o selo Ventura Music, formado por Osmar Milito (piano acústico, arranjos e regência), Durval Ferreira (violão acústico), Théo Lima (bateria), Rubinho (bateria), Luiz Alves (baixo acústico), José Carlos Ramos (flautas) e Jota Moraes (teclados). Ou seja, somente feras da música instrumental brasileira e da Bossa Nova.
E ainda para completar a excelência da obra, há as participações especiais em algumas faixas musicais, de Mauricio Einhorn (gaita), Baden Powell (violão acústico), Márcio Montarroyos (flugel horn), Zdnek Svab (trompas), Hélio Capucci (violão acústico), Paulinho Braga (bateria) e Edson Lobo (Contrabaixo acústico e arco).
O álbum foi lançado em 1992, na Alemanha, com o selo (label) Ventura Music. Todo o disco foi gravado nos estúdios da EMI-Odeon, no Rio de Janeiro, em 24 canais, sob coordenação de Durval Ferreira. O conceito da obra é a apresentação instrumental em estilo Bossa Nova de temas de filmes. Da seleção do disco eu destaco as minhas preferências para as canções The Way You Look Tonight, When I Fall in Love e All I Ask of You. As músicas que compõem o álbum são:
1. The way you look tonight - filme Swing Time (com Paulinho Braga);
2. When I fall in love - filme One Minute to Zero (com Mauricio Einhorn);
3. I won't dance - filme Roberta (com Mauricio Einhorn e Hélio Capucci);
4. Round midnight - filme Rounde Midnight (com Baden Powell e Márcio Montarroyos);
5. On the street where you live - filme My Fair Lady;
6. Life is what you make it - filme Kotch;
7. Ol' man river - filme Show Boat;
8. Boum - filme La Route Enchantee (com Mauricio Einhorn);
9. All I ask of youmusical The Phantom of the Opera (com Zdenk Svab) ;
10. Candy man - filme Willy Wonka And The Chocolate Factory (com Mauricio Einhorn);
11. What can you lose - filme Dick Tracy (com Hélio Capucci) ;
12. My romance - filme Jumbo (com Zdnek Svab) ;
13. O mio babbino caro - filme A Room With a View (com Edson Lobo).











Links:
  

sábado, 27 de abril de 2013

LUIS ALVAREZ - BEATLES EN VIOLIN - 2012

Tempos atrás, fui até uma loja que converte fitas VHS em DVD, para transferir algumas fitas familiares em mídia digital. Para minha surpresa, uma música muito agradável tocava no ambiente e logo identifiquei que era uma canção dos Beatles, em versão instrumental de violinos. Ao indagar a pessoa que me atendia, se a música era oriunda de rádio ou de outra mídia, ele me falou que era um disco de Luiz Alvarez. Confesso que não o conhecia.

Ao pesquisar sobre o artista, Luis Alvarez, constatei que o mesmo era natural do Paraguai. Ele é arranjador musical e um ótimo violinista, que expressa de maneira muito sensível à música que toca. Seu talento vem de berço, pois o seu pai já era violinista, Don Lorenzo Alvarez, conhecido como o violino romântico Assunção.

Luis Alvarez graduou-se em 1972, no Conservatório de Música, como professor de violino. Foi membro da Orquestra Sinfônica da Cidade de Asuncion – OSCA, por mais de uma década e da Orquestra de Câmara da Rádio Charitas, liderados por Floetin Gimenez e Luiz Szaran.

Em 1983, iniciou sua carreira como arranjador de música popular, de artistas paraguaios, tais como Vocal Dois, Namandu, Lizza Bogado Generation Group, Grupo Surgente, Pearl, Jorge Castro, Grupo Contraponto, Juan Cancio Barreto, Horacio Guarany, Oscar Gomez, entre outros.

Com  Berta Rojas e Juan Cancio Barreto foi responsável pelo álbum “Guitar in”, sendo muito elogiado internacionalmente nos Estados Unidos. Também fez vários shows em festivais e televisão local.

Fonte: http://www.luisalvarez.com.py

Para compartilhar com os amigos do blog esta experiência, apresentamos o álbum “Beatles Em Violin”, lançado em 2012, pela LA Produciones e ABC Color, contendo grandes sucessos dos Beatles. Além da seleção, os destaques do disco são a qualidade sonora e os arranjos de Luis Alvarez. As canções selecionadas foram:

1. Michele;
2. Girl;
3. Something;
4. Love me do;
5. Yesterday;
6. While my guitar gently weeps;
7. Penny Lane;
8. The long and winding road;
9. Medley: Yellow submarine / With a little help from my friends;
10. Eleanor Rigby;
11. Let it be;
12. Ticket to ride;
13. When I’m sixty four;
14. Ob-la-di, ob-la-da;
15. Oh! Darling;
16. Birthday;
17. Medley: Day’s a week / A hard day’s night / I saw her standing there / Can’t by my love / Help;
18. Medley: Golden slumbers / Carry that weight / The end;
19. Hey Jude.












 Links:
 


sexta-feira, 26 de abril de 2013

THE JUNGLE CATS - GEMINI 7 EM ÓRBITA COM OS TREMENDÕES - 1967

Nesta postagem, resgatamos o álbum da banda The Jungle Cats, lançado pela gravadora mineira Paladium. O interessante é que não havia menção do nome da banda no disco. Não se tem a certeza do motivo, mas acredita-se que era para não vincular o estilo que a banda queria, com o estilo comercial do disco. Isso preservaria a identidade da banda.

A formação da banda era composta por Carlos Greco (baixo), Hipólito (bateria), Dalton Meireles (guitarra solo), Roberto Navarro (guitarra ritmo) e Sérgio Greco (piano).

Eles foram convidados para gravar esse álbum, após ficarem conhecidos pelas canções Vai e a boa versão de It’s no Use, do The Birds, intitulada de Sapato Novo, que foram lançadas em um compacto simples, sendo uma raridade nos dias atuais.

Na gravadora Paladium eles gravaram o disco denominado “Gemini 7 Em Órbita com os Tremendões”. Era um disco basicamente de covers. Lançado em 1967, o álbum continha clássicos do rock internacional, da Jovem Guarda e uma canção instrumental. Curiosamente o disco continha a música Vai, que era o lado B do compacto lançado anteriormente.

Posteriormente, houve uma tentativa do grupo em lançar um disco com originais, com o intuito de mostrar a verdadeira identidade da banda The Jungle Cats. O objetivo era registrar as canções próprias, principalmente do integrante Carlos Greco, que era compositor. Entretanto, o foco da gravadora era lançar álbuns comerciais com covers.

A banda não sobreviveu muito tempo e encerrou suas atividades, levando os seus integrantes seguir caminhos diferentes. Deixaram como legado um raro compacto e um álbum Long Playing – LP anônimo.
Apesar deste já ter sido resgatado por outros blogs, tais como o Brazilian Nuggets, de onde tiramos grande parte dessas informações, resolvi recuperar este álbum, melhorar o áudio e refazer o material gráfico. O disco foi lançado pela gravadora Paladium, em 1967 e continha as seguintes canções:

1. Eu não sabia que você existia;
2. Tema para jovens namorados (instrumental);
3. Chapeuzinho vermelho;
4. Meu bem não me quer;
5. Secret agente men;
6. Só para jovens;
7. Gatinha manhosa;
8. Listen people;
9. Vem quente que estou fervendo;
10. Black is black;
11. California dream;
12. Vai











Links:

segunda-feira, 22 de abril de 2013

OS SELVAGENS - 1976

Desta vez, apresentamos o quarto álbum da banda Os Selvagens. Os dois primeiros já foram postados aqui no Blog LaPlayaMusic (Dias 06 e 20/Agosto/2012) e o terceiro álbum, de 1974, foi postado no Blog Sintonia Musikal.

Este álbum tem uma seleção tipicamente Pós Jovem Guarda e em minha opinião, é o mais fraco da discografia da banda. Acredito que essa seleção foi por imposição da gravadora, com uma linha mais popular, visando ser mais comercial. Fato que não aconteceu como esperado.
Para os amigos que ainda não conhecem a banda, vou transcrever o que já mencionei na minha primeira postagem da banda:

"Ao vento do Movimento Jovem Guarda, muitas bandas surgiram de forma meteórica e não se firmaram no contexto musical da época. Uma desses grupos foi Os Selvagens, que surgiu no Rio de Janeiro no final dos anos 1960, no Pós Jovem Guarda, sob a produção de Rossini Pinto. Provavelmente se tivesse surgido alguns anos antes poderia ter tido melhores oportunidades. Outro fato que foi manifestado em publicações do ramo, foi quanto a falta de esforços da gravadora na divulgação do grupo.

A sua proposta inicial visava realizar uma fusão de estilos do Pop com o Soul, o que não ocorreu na prática, ficando no pop jovem guarda da época e posteriormente para um estilo bem popular, que alguns taxaram de "brega". Sua formação original era composta por Marcos (vocal), Antonio (guitarra), Ciro (órgão), Afonso (baixo), Tinho (sax e vocal) e Ivo (bateria). Também fizeram parte do grupo Hildon Souza e Michael Sullivan."

O álbum desta postagem foi lançado no Brasil, em 1976, pela gravadora CBS, com o selo (label) Epic, sob a produção de Rossini Pinto. As canções que compõem o disco são:

1. Você me entende;
2. Dina, Dina, Dina;
3. Você é tudo que eu quero;
4. Pobre da velhinha;
5. Algo novo em tua vida;
6. Sobrinhos de morte;
7. Salve a nossa festa;
8. O vendedor;
9. Eu me apaixonei;
10. Meu primeiro amor;
11. Pobre menina rica;
12. Eu tenho um amor.









Links:

domingo, 21 de abril de 2013

ORQUESTRA BRASILEIRA DE ESPETÁCULO - A CIGANA - 1973

A pedido do amigo do blog "Wonderful Melodies World", estou compartilhando o álbum da Orquestra Brasileira de Espetáculos, intitulado "A Cigana", lançado no Brasil, em 1973, pela gravadora CBS. Brevemente, postarei mais dois álbuns dessa orquestra. No momento eu estou digitalizando o material e melhorando a parte gráfica dos mesmos.
Este álbum já foi postado anteriormente pelo amigo Chico, do fantástico Blog Sintonia Musikal. Na época em que ele postou, eu já estava digitalizando o mesmo álbum. Entretanto, por mais que eu trabalhasse na melhoria da qualidade do áudio, verifiquei que a versão do Chico estava bem melhor. Assim eu aproveitei o áudio postado pelo Sintonia Musikal e  a parte gráfica que eu já tinha preparado (Capa, Contracapa e Selo). Por isso, os meus agradecimentos ao Blog Sintonia Musikal.
Para quem não conhece a Orquestra Brasileira de Espetáculos, vou aproveitar e repetir o que já escrevi sobre a orquestra, na postagem do dia 30/dez/2011.

"Durante quase uma década, entre 1967 a 1975, a Orquestra Brasileira de Espetáculos, formada por músicos de estúdio da gravadora CBS/Columbia, lançava para cada novo disco do cantor Roberto Carlos, uma versão instrumental orquestrada, com as mesmas músicas do Rei, com arranjos suaves e a base de cordas, com predominância de violinos.
Há quem diga que esses arranjos, em algumas gravações são as mesmas dos discos do cantor Roberto, apenas com a retirada de sua voz e em substituição a colocação de cordas e metais. Outro fato interessante é que nunca se soube quem eram os músicos que acompanhavam a Orquestra Brasileira de Espetáculos. Fica o desafio para pesquisarmos sobre esses nomes..."
As músicas deste álbum que agora compartilhamos são:
1. O Homem;
2. Atitudes;
3. Amigos, amigos;
4. Palavras;
5. O Show já terminou;
6. Sonho lindo;
7. A Cigana;
8. El dia que me queiras;
9. Rotina;
10. Não adianta nada.











Links:

sexta-feira, 19 de abril de 2013

FÓRMULA 7 - VOLUME 3 - 1969

Para fechar a série de álbuns do grupo Fórmula 7, compartilho agora o Volume 3, lançado no Brasil em 1969, pela mesma gravadora Odeon, com o selo (label) Parlophone. Em minha opinião, eu considero esse disco o mais fraco da série, pois prefiro a fase deles totalmente instrumental. Já nesse volume há vocalizações na maioria das canções. Isso não quer dizer que o disco é ruim. É apenas uma questão de preferência. Eu ainda destaco as composições nacionais de Antônio Adolfo, Marcos e Paulo Sérgio Valle e Don Salvador. Além disso, a seleção contempla duas composições internacionais de Jimmy Webb - Up Up and Away e do do grupo Classics V and Dennys Yost, com Não Chore (Stormy).  As canções do disco são:

1. Psiu;
2. Tio Macrô;
3. A tartaruga de bermuda;
4. Sambaloo;
5. Mustang cor de sangue;
6. Up up and away;
7. A maçã;
8. Sonhando com você;
9. Não chore (Stormy)
10. Nova esperança;
11. O janota;
12. Os dentes brancos do mundo.








Links:


segunda-feira, 15 de abril de 2013

FORMULA 7 - VOLUME 2 - 1968

Segue outra beleza de álbum do grupo Fórmula 7, comentado em nossa postagem anterior. Desta vez, compartilhamos o Volume 2, lançado pela Odeon, com o selo (label) Parlophone. Tenho certeza que para aqueles que apreciaram o primeiro volume, certamente também gostarão deste disco. As minhas canções prediletas são Life for life (Vivre Pour Vivre) e Peter Gunn. As músicas que compõem o esta obra são:
1. Work song;
2. Andança;
3. Formulation;
4. Recit de cassard (Watch what happens);
5. Live for life (Vivre pour vivre);
6. The look for love;
7. Sack o'woe;
8. Eleanor rigby;
9. Goin' out of my head;
10. Anna (Baião de Ana);
11. Peter Gunn;
12. Canção do amanhecer.


Links:

domingo, 14 de abril de 2013

FÓRMULA 7 - SOM PSICODÉLICO - VOLUME 1 - 1968


Apesar de já ter sido postado anteriormente na rede e pelo fato de que muitas dessas postagens já não permitem o acesso ao material, achei interessante repostar o álbum do grupo Fórmula 7, volume 1, editado no Brasil, em 1968, pela gravadora Odeon, com o selo (label) Parlophone Nova Fase.

O Fórmula 7 foi um grupo muito conhecido e respeitado especificamente no meio musical do Rio de Janeiro, principalmente no período de 1965 a 1968. Sua formação foi composta por músicos com influência de jazz, tendo na primeira formação, Cláudio Caribé (bateria), Sérgio Herval (trompete), Gerson Ferreira (saxofonista), Helio Celso (tecladista) e o maestro Nelsinho (trombonista).

Na sequência do grupo, a formação se alterou, com Hugo Bellard (maestro) assumiu os teclados. Pedrinho foi para a bateria. Nessa formação o grupo diminuiu o número de trompetes, passando a buscar o estilo “Soul Music” e agregando um vocalista. Já nessa fase a formação era Marcio Montarroyos (trompete), Sérgio Herval (trompete), Hugo Bellard (teclado), Luizão Maia (baixo), Pedrinho (bateria), João Luis (guitarra) e Gerson King ou Betinho como vocalistas. Outro nome que também participou do grupo foi Hélio Delmiro. O grupo também tocava no estilo “Tijuana Brass”, do grupo de Herb Alpert, que fazia muito sucesso nos Estados Unidos.

O Fórmula 7 se apresentava para um público mais sofisticado da Zona Sul do Rio de Janeiro, apesar de também tocar em outras regiões. Destacava-se por um repertório que contemplava as obras de Stevie Wonder, O.C, Smith, James Brown, Kool and The Gang, The Beatles e outros similares que apontassem nas paradas, porém sempre procurava incluir uma releitura com arranjos próprios.

O Fórmula 7m gravou apenas três álbuns, sendo que o primeiro o blog LaPlayaMusic está compartilhando. As músicas desse disco são:

1. Watermellon man;
2. Pata pata;
3. Ponteio;
4. Call me;
5. Bond street;
6. Simplesmente;
7. Suck um up;
8. You only live twice;
9. Alegria, alegria;
10. Rossana;
11. I’m believer;
12. Batman.














 Links:


sábado, 13 de abril de 2013

CLAUDIO NUCCI - 1981

Nesta postagem resgatamos o primeiro álbum do cantor, compositor, violonista e produtor musical brasileiro Cláudio Nucci (Cláudio José Moore Nucci), que nasceu em Jundiaí, São Paulo, em 09 de junho de 1956.
Integrou a primeira formação do grupo vocal Boca Livre, que era composta por Zé Renato, Maurício Maestro e David Tygel. Participou do primeiro álbum, de título homônimo ao grupo, lançado em 1979, de forma independente. O disco foi recordista de vendas, até então para um trabalho lançado e distribuído desta forma no Brasil.
O álbum possuia clara influência e ecos do "Clube da Esquina". A vendagem expressiva para um trabalho independente e os sucessos Toada, Quem Tem a Viola e Mistérios chamaram a atenção do mercado "oficial" da música e a gravadora Polygram (atual Universal Music), que mais tarde viria a comprar os direitos e relançar novas tiragens, bem como contratar o grupo e em seguida lançar o terceiro disco, denominado "Folia (1982)” e quarto (também homônimo/1983) trabalhos, nunca relançados em CD.
O segundo álbum “Bicicleta/1980”, também foi lançado de forma independente e apresentou formato luxuoso para os padrões dos indepedentes da época (capa dupla e belo trabalho gráfico). Teve algumas de suas músicas também relançadas em CD pela Polygram/Universal Music e em coletâneas.
Claúdio Nucci saiu do grupo ainda no primeiro trabalho, não integrando o "Boca Livre" quando do lançamento dos três álbuns citados e dos demais lançados pelo grupo em diversas gravadoras. Partiu para carreira-solo na gravadora EMI/Odeon onde lançaria seus três primeiros discos: "Claúdio Nucci (1981)”, onde destaca-se a música Acontecências; "Volta e Vai (1983)” onde destacam-se as músicas Amor Aventureiro e Para Colorir e "Melhor de Três (1984)”, que não teve nenhuma de suas músicas tocadas em rádio ou TV, mas onde destacam-se as músicas As Coisas e Melhor de Três.

Em 1985, gravou o disco "Pelo Sim Pelo Não", pela gravadora (CBS/Sony Music) em duo com Zé Renato (com quem voltaria a compor após sua saída do "Boca Livre"), embalado pelos sucessos das músicas Pelo Sim Pelo Não e A Hora e a Vez, presentes na trilha-sonora da novela "Roque Santeiro", da Rede Globo de Televisão.
Participou de diversos projetos isolados - músicas feitas por encomenda para novelas Garça Branca, para a novela "Pantanal"; Ciranda do Sassá, para a novela "O Salvador da Pátria", em participações de compilações temáticas e inéditas e festivais de música, como o "Som das Águas", da extinta Rede Manchete.
Em 1995, gravou o álbum, no formato Compact Disc – CD, intitulado "Ê Boi", com músicas temáticas e folclóricas sobre o animal e a natureza que o cerca, incluindo desde sucessos consagrados como outras belas canções menos conhecidas, tais como, Correnteza, de Luiz Bonfá e Tom Jobim, O Menino da Porteira - sucesso na voz de Sérgio Reis - Vide, Vida Marvada, de Rolando Boldrin, Boiadeiro - sucesso na voz de Luiz Gonzaga, dentre outras, com o grupo vocal "Nós e Voz", lançado pela gravadora independente Atração Fonográfica. Infelizmente teve pouca distribuição comercial.
Voltou aos discos de carreira com o disco "Casa da Lua Cheia" (independente/1999), que inclui regravações de sucessos de sua autoria, nunca gravados por ele, tais como, Sapato Velho (gravado pela banda Roupa Nova) e Meu Silêncio (gravado por Nana Caymmi, com quem fora casado), regravações de sucessos do Boca Livre e outros (como Alegre Menina, de Dori Caymmi, feita originalmente para a trilha-sonora da novela "Gabriela", tendo Djavan como intérprete da 1ª versão) e inéditas também de sua autoria.
Em 2004, lançou pela gravadora independente Lua Music, até então seu último disco de carrreira: "Ao Mestre com Carinho", somente com músicas de autoria de Dorival Caymmi.

Como curiosidade, possui um trabalho lançado pelo IEB (Instituto Escola Brasil) em 2001 - patrocinado pelo Banco Real, com tiragem e distribuição limitadas e lucro das vendas destinadas ao Instituto - mais uma vez como integrante do Boca Livre (substituíndo Zé Renato na formação do grupo à época), só com músicas inéditas e ainda a luxuosa participação da cantora, violonista e compositora Joyce (que fora a compositora da melodia da música "Mistérios" - com letra de Maurício Maestro - já citada como um dos sucessos do primeiro trabalho do grupo e que a própria Joyce também gravou em seu LP "Feminina" de 1980).
Fonte: Wikipedia, 2013
O álbum compartilhado nesta postagem foi o primeiro da carreira solo do cantor Claudio Nucci. Foi lançado em 1981, pela gravadora EMI/Odeon, com as seguintes canções:

1. Levezinho;
2. Santo protetor;
3. Acontecência;
4. Valsa dos casais;
5. Prece;
6. Luz do dia;
7. Vontade de viver;
8. Asas a voar;
9. Gosto de mim;
10. Buscando o amor. 


















Links: