2017

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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

THE WALKERS - THERE'S NO MORE CORN ON THE BRASOS - 1972

O grupo The Walkers foi formado por Jean Innemee em 1964, na cidade de Maastricht (província de Limburgo), na Holanda, originado do grupo The Skiffle Mosan, que atuava desde 1960, quando venceram um concurso de jovens talentos na Holanda. O vice campeão desse mesmo concurso foi Maddy Bleize e Seus Cometas. A união desses dois grupos gerou o The Walkers.

Seus integrantes originais eram Fred Limpens (Freddy Cash), Jean Innemee, Leo Steinbusch, Maddy Bleize, Conny Peters e Rene Innemee. Posteriormente incluiu John Coenen e Jan Frossen, nos lugares de Jean e Maddy. Em 1976, juntou a banda Michel Nita e em 1978, Walter Nita.

O grande sucesso do grupo foi a canção There's No More Corn On The Brasos, composição de Jean Innemee e Hoes, que inclusive foi regravada em disco solo de Ian Gillian, vocalista da banda de rock Deep Purple. 

No Brasil só foram lançados 2 compactos singles e posteriormente um álbum Lp pela gravadora Top Tape. Essa música foi um sucesso de vendas, sendo uito tocada nas rádios brasileiras. O estilo musical do The Walkers passeia pelo folk, country music e rock. 

O grupo se destacava pela utilização de exóticos instrumentos musicais, tais como: bouzouki (uma espécie de alaúde grego), Kazuo (tubo oco com uma membrana em uma extremidade), bem como o banjo usual, acordeão, saxofone, clarinete Pan flauta, - um conjunto de paralelo-montadas, mantidas juntas longitudinal único flautas de diferentes tamanhos, um piano, trombone, e tubulações.


The Walkers atuou com diversas formações até 1979. Em 1980, eles retornaram para o palco, sob o nome de “The Press”, seguindo com esse nome a partir dessa data. É preciso não confundir The Walkers com a banda argentina Los Walkers, pois são bandas distintas.  Outra confusão desse grupo com a banda americana The Walkers Brothers, que também atuou nos anos 1960 e fez muito sucesso no Reino Unido.

Para completar, com colaboração do nosso amigo Sérgio, informa que esse compacto também foi editado em uma versão capa amarela. Também destaca que essa música teve versões no Brasil, tais como Eu Acho que vou chorar, de Reginaldo Rossi, as sertanejas Marcas de Amor, com João Viola (cuja parte instrumental está pavorosa) e Vento no amanhecer, com Itamaracá e José Nilton.

Para resgatarmos essa banda, apresentamos aos amigos do blog as canções lançadas em vinyl compacto simples, em 1972, pelas gravadoras Top Tape e posteriormente pela Companhia Industrial de Discos - CID, com o selo (label) Red Bird Records.

As músicas do disco são as seguintes:

Lado A:
1- There no more corn on the brasos

Lado B:
2- The ballad of the fisherman











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terça-feira, 28 de janeiro de 2014

RAY CONNIFF - GREAT CONTEMPORARY INSTRUMENTAL HITS - 1971

Segue mais um resgate de uma obra da Orquestra de Ray Conniff, intitulada  "Great Contemporary Instrumental Hits", lançada no Brasil em 1971, pela gravadora CBS. 

Em minha opinião, os melhores álbuns dessas orquestras, tais como Paul Mauriat, Franck Pourcel e Ray Conniff, já postadas aqui no blog, foram lançadas na década de 1970. Esse não é diferente. Há belas canções, com aquele típico arranjo com coro e orquestra. 

Ouça e faça uma viagem pelo que há de melhor no estilo "Easy Listening". Aprecie também as outras postagens anteriores de Ray Conniff.

As músicas que compõem esse álbum são as seguintes:

1. Happy together;
2. It's too late;
3. I don't know how to love him;
4. A taste of honey;
5. Never can say goodbye;
6. Conniff's dance of the hours (Adaptação de Ray Conniff para "La Gioconda" de Ponchielli);
7. Tijuana taxi;
8. Put your hand in the hand;
9. I want to hold your hand;
10. Delilah;
11. Superstar (Tema Rock Opera "Jesus Cristo Superstar").




 Capa Edição CBS / Brasil



 Contra Capa Edição CBS / Brasil



 Selo (label) Edição CBS / Brasil



Capa Edição Columbia / USA




Selo (label) Edição Columbia / USA


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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

ALACRAN - ALACRAN - 1971

O grupo espanhol Alacran surgiu da inquietação musical do baterista e guitarrista Fernando Arbex, que começou a compor músicas novas, pensando em uma formação de "trio". Assim, convidou Ignacio Egaña (baixista/vocalista) e Oscar Lasprilla (tecladista), ex-integrante do grupo Los Brincos, para compor o grupo. 

Animados com a ideia, começam a trabalhar no que seria seu único álbum Lp, intitulado Alacran (escorpião em espanhol) e a faixa de abertura, Sticky, foi seu único compacto, tendo obtido sucesso considerável, basicamente sem nenhuma promoção.

Após a saída de Oscar Lasprilla, o grupo se desfez e com nova formação, deu origem ao famoso grupo Barrabás.


Nesta postagem, apresentamos o raro álbum Alacran, lançado na Espanha em 1969 e no Brasil em 1971, pela gravadora CBS, com o selo (label) Epic. É importante ressaltar que esse disco foi todo produzido e gravado nos estúdios da Columbia Records, nos Estados Unidos. As músicas que compõem esse álbum são as seguintes:

01 - Sticky
02 - Son (America, America)
03 - My Soul
04 - San Francisco (California)
05 - Take A Look Around You, Baby
06 - Will You Keep My Love Forever




Capa (Front) Versão Long Play - Lp



Contra Capa (Back) Versão Long Play - Lp






Capa (Front) Versão Compact Disc - Cd




Contra Capa (Back) Versão Compact Disc - Cd




Capa Interna (Inside) Versão Compact Disc - Cd

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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

YOUR LOVE - COLETÂNEA INTERNACIONAL - 2005

Tenho um hábito obtido dos tempos das fitas cassetes (k7), que considero muito prazeroso, que consiste em preparar seleções de preferências musicais para ouvir em momentos distintos, principalmente quando estou viajando por um longo tempo. Já saíram muitas coletâneas, algumas solicitadas por amigos.

Uma dessas minhas coletâneas preferidas, que tenho ouvido de forma despretensiosa, resolvi compartilhar com os amigos do blog. Trata-se de uma seleção de músicas pop românticas, que na época foi intitulado "Your Love", em referência a canção de mesmo nome da banda The Outfield. Espero que apreciem e opinem. Segue a lista das canções que compõem essa coletânea:

1. Still she cries (Journey);
2. Back for good (Take That);
3. Fall in love again (Eddie Money);
4. Wonderfull life (Tony Hadley);
5. Fields of gold (Sting);
6. Donna (Noel);
7. First of may (Tony Hadley);
8. Blue moon (The Mavericks);
9. Somebody (Double You);
10. Spanish steps (A-ha);
11. Thank you (Simply Red);
12. The day you want away (Soul Family);
13. When man a loves a woman (Art Garfunkel);
14. Your love (The Outfield);
15. I will (Alisson Krauss);
16. La mia storia (Gianluca Grignani).







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sábado, 18 de janeiro de 2014

CARLOS ELY - O SOLITÁRIO - ANTOLOGIA - 1959 A 1968

Para quem aprecia as músicas da pré Jovem Guarda e mesmo o próprio movimento irá lembrar o cantor Carlos Ely.  Nesta postagem resgatamos os seus principais sucessos em uma coletânea intitulada "O Solitário - Antologia", do período de 1959 a 1968. 

Ao ouvirmos essas músicas é possível distinguir bem os vários momentos de sua carreira. Em minha opinião a melhor fase é justamente aquela do período pré Jovem Guarda. Em algumas canções é possível identificar variações na sua voz. De voz potente a voz mais suave, no estilo parecido com o cantor Wanderley Cardoso.

Gostaria de poder contar um pouco mais sobre a carreira desse excelente cantor. Entretanto, pelas limitações de material, não consegui obter nada. Até faço um apelo aos amigos do blog para que complementem essas informações. É importante resgatarmos esse artista. 

Verificamos que já havia sido postado um material sobre Carlos Ely, mas sem nenhuma informação sobre o artista. O blog LaPlayaMusic compilou os principais sucessos lançados pelas gravadora CBS, RCA e Chantecler. As músicas destas seleção são as seguintes:

1. Estes teus olhos;
2. Queria;
3. Ya ya;
4. Cinderela;
5. Meu primeiro amor;
6. Terra de amor;
7. Gina;
8. Não sei explicar;
9. A noite que chorei;
10. O solitário;
11. Fica comigo;
12. Te peço que me guies;
13. Teu mundo irreal;
14. Eu hei de achar;
15. Garotas;
16. Nuvem branquinha;
17. Se é por falta de adeus, até log;
18. Depois da tempestade;
19. Anuncio de jornal;
20. Não me prendas;
21. Por amar demais;
22. Não vou perdoar.
















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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

JOHN ILLSLEY - GLASS - 1988

Nesta postagem, apresentamos John Illsley (nascido em 24 de junho de 1949 , Leicester, Inglaterra ), que é um músico Inglês, que ganhou fama como o baixista da famosa banda de rock “Dire Straits” . Como um dos membros da banda de fundação, com os irmãos e guitarristas David e Mark Knopfler e o baterista Pick Withers , Illsley desempenhou um importante papel no desenvolvimento do som dos Dire Straits.

Quando David Knopfler deixou a banda, no início de 1980, Illsley não só perdeu um companheiro de banda, mas como também um companheiro de quarto e amigo antigo. No momento em que o grupo se desfez em 1995, com mudanças dos seus integrantes, Illsley e o vocalista Mark Knopfler foram os dois únicos membros originais da banda que restaram.

John Illsley é considerado um músico de perfil discreto, apesar das suas habilidades como músico e compositor. Ele produziu dois álbuns de sua autoria com Mark Knopfler, sendo músico convidado, e tem auxiliado em projetos a instituições de caridade pessoais de Knopfler. Ele lançou mais dois álbuns, com influência da banda Cunla baseada no Celtic. Ele lançou um total de quatro álbuns solo, sendo que dois tiveram uma influência celta.

Suas memórias de infância incluem passagens com os amigos no rio Jordão, em Little Bowden. Ele participou Bromsgrove School, Worcestershire e uma escola de formação contínua perto de Kettering, antes de começar a trabalhar como estagiário de gestão para uma empresa madeireira. Ele então estudou Sociologia atGoldsmiths College, Universidade de Londres e abriu uma loja de discos com a namorada.

Enquanto em Londres , ele dividia apartamento com David Knopfler, foi apresentado ao irmão mais velho de David , Mark , que tinha acabado de passar por uma separação conjugal e estava tocando música nos bares nas proximidades.

David Knopfler fez questão de começar uma banda e convidou o seu companheiro de quarto. Illsley, que já tocava baixo e tinha o mesmo interesse em constituir o grupo. Convencidos de que eles poderiam se dar bem, incluíram Mark Knopfler como guitarrista e vocalista, onde David tocava guitarra ritmo, Illsley no baixo, e Pick Withers , um amigo, como baterista. Estava assim formada a banda “Dire Straits”, que teve esse nome justamente por eles terem desistido de seus trabalhos rotineiros e todos estavam em dificuldades financeiras.

Além de tocar baixo em todas as gravações do Dire Straits , Illsley também contribuiu no backing vocals, com David Knopfler, tendo um papel muito importante nos arranjos dos dois primeiros álbuns de estúdio da banda.

Durante um período em que a maioria das grandes gravadoras exigia que as bandas para desenvolvesse e gravassem de 1 a 2 álbuns por ano, bem realizassem uma turnê para divulgação e apoio às vendagens, as tensões internas do grupo cresceram entre o irmão mais novo, David Knopfler, e seu irmão mais velho, Mark Knopfler, que escrevia quase quase todas as músicas, foi o vocalista da banda, e era virtuoso na guitarra.

Durante as sessões de gravação de seu terceiro projeto e na realização de vídeo clip, a tensão entre os irmãos Knopfler, depois de gravações intensas, turnês, e publicidade teve seus efeitos sobre a banda, e David deixou a banda por diferenças criativas com o seu irmão, que tinha assumido o papel de líder de facto.

A banda rapidamente contratou um novo integrante, Hal Lindes, para substituir o irmão mais novo Knopfler, tendo ficado com a banda por cinco anos. Embora a formação da banda continuasse a mudar continuamente, teclados também foram adicionados. Illsley permaneceu em seu papel de baixista, harmonizando nos backing vocals com os outros companheiros de banda .

Assim, Illsley e Mark Knopfler eram os únicos membros fundadores a permanecer na linha de Dire Straits, de 1977 até a dissolução do grupo em 1995. Illsley tentou sem sucesso convencer Mark Knopfler para reformar o grupo em outubro de 2008 , mas sem sucesso.

Antes da banda Dire Straits encerrar, Illsley lançou dois álbuns solo de sua autoria, “Never Told a Soul” (1984) e Glass (1988). Em ambos, Mark Knopfler contribuiu em algumas das partes de guitarra.
Em março de 2005 , em um pub em Leicestershire, Illsley tocou com um grupo de rock celta da Irlanda, chamado “Cunla”. Pela primeira vez desde 1993, ele subiu ao palco e tocou vários números do Dire Straits com a banda. Posteriormente, com a banda Cunla tocou em uma festa de verão, quando estava hospedado em Hampshire.

Em 23 de Setembro de 2006, a banda Cunla tocou na Cathedrale d' Imagem em Les Baux de Provence, França., sendo gravado com lançamento posterior de um álbum, em 2007. Com Illsley , tocaram músicas Dire Straits , em um estilo irlandês , com Johnny Owens.

Em outubro de 2008, Illsley lançou um álbum , Beautiful You, e embarcou em uma turnê da Irlanda com o cantor e compositor Greg Pearle. Este seria o quarto álbum solo de Illsley, e o segundo lançado sem a ajuda de Mark Knopfler.

Illsley agora vive em Hampshire, com sua segunda esposa Stephanie e seus quatro filhos. Ele é dono de um pub local, o "East End Arms", que foi classificado pela crítica como um dos "Cinquenta Melhores Pubs pela Grã-Bretanha", localizado na aldeia de East End entre Lymington e Beaulieu. Ele também tem negócios com dois hotéis próximos: de The Master Builder Casa Hotel, perto de Beaulieu e The George Hotel, na Ilha de Wight.

Além de músico e compositor Illsley é também um pintor, tendo a sua primeira exposição de seu trabalho mostrado no Nevill Keating McIlroy Gallery, Pickering Place, Londres, no ano de 2007.

Assim, para quem não conhece o trabalho de John Illsley, apresentamos o seu segundo álbum solo, lançado no Brasil em 1988, pela gravadora Polygram, com o selo (label) Vertigo, com produção do próprio John Illsley e de Albert Boekholt. È visível a grande influência do Dire Straits, nas canções desse álbum solo. As músicas que compõem o disco são as seguintes:

1. High stakes;
2. I want to see the moon;
3. Papermen;
4. All I want is you;
5. The world is made of glass;
6. Red turns to blue;
7. Let's dance;
8. She wants everything;
9. Star for now.
























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HELIO MENDES - E SEU TRIO VAGALUME - NA BOSSA - 1963

Há álbuns que foram gravados, são bons e infelizmente não tiveram maiores oportunidades de divulgação. É claro que devemos considerar que sendo um disco instrumental, a dificuldade acaba sendo maior, devido a resistência do público para essas obras. 

Um desses discos, cito o álbum denominado "Na Bossa", do pianista Helio Mendes e seu Trio Vagalume, que era composto poe Mauricio Oliveira (guitarra), Betinho (bateria) e Edilio (baixo). Foi lançado em 1963, pela desconhecida gravadora chamada Representações Sul Americana de Discos, com o selo (label) Musiplay. Posteriormente, o trio virou um conjunto, com a incorporação de Cícero Ferreira (trumpete), Moacyr Barros (sax e clarinete), Marinho (acordeão) e Moacyr Lima (percussão).

Há poucas informações sobre o pianista e organista Helio Mendes. Mas seu estilo se aproxima da forma interpretativa de Walter Wanderley. Espero que os amigos do blog possam contribuir com mais informações e assim possamos incluí-las aqui na postagem.

Nesta postagem compartilhamos o resgate do álbum "Na Bossa", apesar das limitações da qualidade do áudio, em decorrência das condições do material obtido. Contém as seguintes músicas:

1. Mas que nada;
2. Menina feia;
3. Vagamente;
4. Influência do jazz;
5. Moça flor;
6. Vai de vez;
7. O sapo;
8. Bossa na praia;
9. Balãozinho;
10. Amor de nada;
11. Ela é carioca;
12. Rio.











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sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

RONNIE ALDRICH AND HIS TWO PIANOS COM THE LONDON FESTIVAL ORCHESTRA - DESTINATION LOVE - 1970

Agora é a vez de resgatarmos um mestre na arte de orquestração, tendo como solo a utilização de dois pianos. Estou me referindo a Ronnie Aldrich.

Ronald Frank Aldrich nasceu em 15 de fevereiro de 1916, em Erith, no condado de Kent, Inglaterra e faleceu em 30 de setembro de 1993, na ilha de Man. Foi um dos precursores do estilo musical chamado “Easy Listening”, ou atualmente denominado “Lounge Music”). Assim como Franck Pourcel, Tony Bennett, Frank Sinatra, Paul Mauriat, entre outros.

Foi pianista de jazz, regente, compositor e fez arranjos musicais. Filho único de um gerente de loja começou a tocar piano aos três anos de idade. Ele estudou em Harvey Grammar School, Folkestone, e ensinou violino em Guildhall School.

Antes da Segunda Guerra Mundial, Aldrich foi para a Índia tocar jazz e ganhou fama nos anos 40 como líder do “The Squadronaires”, até que foi dissolvido em 1964. Ele se notabilizou ao desenvolver gravações tocando dois pianos, lançados pela gravadora Decca Records, na famosa série denominada “Decca Phase 4 Stereo”.

Ele gravou para a Decca Record Company, nos anos 60 e 70, mudando para Seaward Ltd (sua própria companhia) licenciada nos anos 1980 para a gravadora EMI. Ronnie Aldrich transmitiu na BBC Radio 2 com sua própria orquestra, bem como com a BBC Radio Orchestra e a BBC Scottish Radio Ochestra, com sede na BBC Glasgow.

Aldrich também gravou faixas especiais que foram lançadas pela Reader's Digest. Posteriormente, foi nomeado diretor musical da Thames Television e, portanto, amplamente conhecido como o diretor musical do programa de televisão “The Benny Hill Show”. Ele morreu de câncer de próstata aos 77 anos.

Para esta postagem, compartilhamos um álbum lançado no Brasil, em 1970, pela gravadora Odeon, com o selo London, com o acompanhamento da The London Festival Orchestra. Na verdade esse álbum foi lançado na Inglaterra e outros países da Europa, em 1969, pela gravadora Decca Records. 
Esse álbum fazia parte de uma série de álbuns com qualidade de som destacada, chamada de Phase 4 Stereo. Em minha opinião, o que mais aprecio ao ouvir os discos dessa época é justamente a seleção de músicas da época, que me proporciona uma felicidade extrema de poder ter vivido essa época. 
As músicas do disco são as seguintes: 

1. My cherie amour;
2. Aquarius;
3. Midnight cowboy;
4. Classical gas;
5. Quentin's theme;
6. Wichita Lineman;
7. Baby I love you;
8. The windmills of your mind;
9. Theme from in the dark;
10. Love me tonight;
11. Love theme from Romeo and Juliet;
12. Good morning starshine




 Capa (Front) - Edição Brasil - 1970



 Contra Capa (Back) - Edição Brasil - 1970




 Contra Capa (Back) - Edição Europa - 1969




 Selo (Label) London - Edição Brasil 1970




  Selo (Label) Decca - Edição Espanha 1969




 Ronnie Aldrich - 1969
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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

NELSON NED - SELEÇÃO DE OURO - 1997

O cantor Nelson Ned, de 66 anos, morreu na manhã deste domingo, dia 5 de janeiro de 2014, no Hospital Regional de Cotia, em São Paulo. Ele estava internado desde sábado com pneumonia.

Cantor e compositor, Nelson Ned D' Ávila Pinto nasceu em Ubá, no estado de Minas Gerais, em 2 de março de 1947. É talvez o único cantor anão do Brasil e o mais famoso da América Latina.

Deu os primeiros passos na música com o auxílio da mãe. Foi tentar a sorte no Rio de Janeiro no início dos anos 1960. Lá, encontrava-se frequentemente com os irmãos Lô e Márcio Borges, no apartamento deles, local também frequentado por Milton Nascimento, Beto Guedes e o pessoal do Clube da Esquina.

Gravou o primeiro compacto em 1964, com as músicas Eu sonhei que tu estavas tão linda e Prelúdio à volta. Seu primeiro LP tinha o curioso título de “Um show de noventa centímetros”, uma referência à sua estatura. O nome do LP não era inédito, já que Nelson apresentou um programa de televisão com esse nome em Belo Horizonte anteriormente.

O que irritou Nelson foi não só o nome do disco, mas a capa que tinha sua foto ao lado de uma fita métrica que media os 90 centímetros do título. Só que o título era uma "forçada de barra" da gravadora, já que Nelson media, naquele momento, 1 metro e 12 centímetros. Apesar de todo o esforço da gravadora em chamar a atenção do público, o disco não fez sucesso.

No mesmo ano ganhou o prêmio máximo no "1° Festival de La Canción", em Buenos Aires, Argentina, com a música Tudo passará (" ... mas tudo passa / tudo passará / e nada fica / nada ficará ... "). A partir daí, sua carreira internacional decolou, fazendo shows em diversos países da América Latina e do Norte.

A canção Será/ será fez sucesso em 1969 e Se eu pudesse conversar com Deus, em 1970. Nessa época, Nelson Ned já era conhecido como"o pequeno gigante da canção", apelido que carrega até hoje. Para as crianças, Nelson gravou Deus abençoe as crianças (" ... Deus abençoe as crianças / as crianças do Brasil / pra que elas tragam ao mundo / o amor que jamais existiu ... ").

Mas a carreira no exterior dava mostras de melhor reconhecimento de público e crítica do que em seu próprio país, onde insistiam em vê-lo como uma curiosidade pela sua altura e não pelas qualidades vocais e de compositor. Isso deprimia Nelson profundamente, e, não demorou muito, envolveu-se com drogas, bebidas e mulheres. Quanto mais sucesso Nelson alcançava, mais se afundava em vícios e más companhias. Até que na década de 1990 descobriu a religião e entregou-se de corpo e alma a Jesus. A partir daí, abandonou as drogas, a bebida e a vida mundana, dedicando-se fervorosamente a cantar a palavra de Deus em suas músicas. Nelson tornou-se um cantor gospel de sucesso. Esteve em programas de televisão expondo seu sofrimento e repulsa pelos anos de perdição, reafirmando sua fé.

Em sua carreira de sucesso vendeu mais de 32 milhões de discos e no exterior se apresentou várias vezes no Carnegie Hall e Madison Square Garden. Quantos artistas brasileiros tiveram essa oportunidade?

Em 2003, o cantor sofreu um acidente vascular cerebral. Desde então, vivia no Recanto São Camilo, na Granja Viana, em Cotia, sob a guarda e cuidados de Neuma. O AVC afetou sua parte vocal, assim como memória. Ned foi casado duas vezes e teve três filhos com Marly, sua segunda esposa: duas filhas, de 32 e 33 anos, e um filho, que mora no México.

Fontes: Livro "Almanaque da Música Brega", de Antonio Carlos Cabrera e Jornal "O Globo".

Para homenagearmos o pequeno grande cantor Nelson Ned, compartilhamos uma coletânea, já lançada em formato Compact Disc – CD, pela gravadora Copacabana Discos. Produzido por Paulo Rocco e arranjos de José Paulo Soares (Zezinho), Otavio Basso, Antonio Porto Filho (Portinho) e Elcio Alvares. Em minha opinião, nesta seleção constam as principais canções do artista, gravadas, nas décadas de 1960 e 1970. As músicas do disco são as seguintes:

1. Tudo passará;
2. Ninguém irá te amar mais do que eu;
3. Meu ciúme;
4. Daria tudo pra você estar aqui;
5. Que pena, que pena;
6. Esquece coração esquece;
7. Se as flores pudessem falar;
8. Domingo a tarde;
9. Deus abençoe as crianças;
10. A canção que dedico a você;
11. Antes que seja tarde;
12. Eu também sou sentimental.

















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