2016

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quarta-feira, 28 de maio de 2014

ORQUESTRA DE EXPÓSITO - NOVO ENCONTRO - 1966

Provavelmente muitos dos colegas já tenham em sua biblioteca o álbum desta postagem, que já foi apresentado nos blogs Sintonia Musical e Toque Musical. Entretanto, achei interessante apresentá-lo de novo, com algumas inserções no material já disponibilizado.

O álbum em questão é o "Novo Encontro", da Orquestra de Expósito, lançado no Brasil em 1966, pela gravadora RCA Victor. Assim como os colegas dos outros blogs, fui pesquisar um pouco sobre o maestro Expósito e fiquei surpreso de praticamente não haver informação a seu respeito. 

Obtive as mesmas informações já apresentadas no blog Sintonia Musical, ou seja, que era o maestro argentino Virgílio Hugo Expósito, nascido em 03/maio/1924, na cidade de Zárate, uma província de Buenos Aires e faleceu em 25/outubro/1997. O músico atuou como arranjador e regente ao longo dos anos 1960, nas orquestras da gravadora RCA brasileira. No Brasil deixou uma discografia formada por sete álbuns, incluindo uma coletânea de Bossa Nova, no período de 1963 a 1967.

A seleção desse álbum que estamos postando é constituída das seguintes canções:

1. Preciso aprender a ser só;
2. Red roses for a blue lady;
3. Não quero ver você triste;
4. Sometimes on friday;
5. Walk away;
6. Se piangi, se ridi;
7. Ma vie;
8. Yo che non vivo (sensa te);
9. Garota moderna;
10. Que c'est triste venise;
11. Cominciamo ad amarci;
12. Elle etait si jolie.


















 Versão Selo Azul (Blue Label)



Frente do Envelope do Disco

Links:

domingo, 25 de maio de 2014

FERRANTE AND TEICHER - LOVE IS A SOFT TOUCH - 1975

Já fazia algum tempo que não postávamos nada a respeito do duo de pianistas Ferrante And Teicher, notabilizados pelos arranjos em pianos Baldwin e orquestra. A Última Postagem foi em 20/12/2011, onde apresentamos algumas informações a respeito deles no blog.

Desta vez, resgato um álbum que aprecio muito. É estilo Easy Listening puro. Foi lançado no Brasil em 1975, pela gravadora Som (Discos Copacabana), com o selo (label) United Artists. Apesar das limitações na qualidade do vinyl que obtive, dificultando o processo de digitalização e limpeza dos ruídos e chiados, acredito que vale conhecer. Fica o compromisso futuro para substituição assim que se obtiver uma versão melhor. 

A seleção de músicas que compõem o disco são as seguintes:

1. Magical connection;
2. Love is a soft touch;
3. Let it be;
4. Jean (Main theme);
5. Smile a little for me;
6. Pieces of dreams (From the picture "Pieces of Dreams");
7. Snowbird;
8. Is that all there is;
9. I'll never fall in love again;
10. Bridge over troubled water;
11. Oh to be young again;
12. Paper mache.









Links:





Caso tenha gostado desse álbum veja também o outro postado em 2011, chamado "The Music Lovers", inclusive com atualização do material gráfico, com melhor qualidade.



sábado, 24 de maio de 2014

MASON WILLIAMS - CLASSICAL GAS - 1971

Existem canções que, de uma forma ou de outra, nos marcam. Muitas vezes sem ter algo ligado a ela. Comigo não é diferente. Assim acontece quando ouço a canção instrumental Classical Gas, independente da interpretação. Pode ser o original com Mason Williams, ou no violino com Vanessa Mae ou mesmo no estilo guitarra dos The Ventures. 

Nesta postagem resgato essa canção e um pouco de informação do seu compositor. O guitarrista e compositor americano, Mason Williams, conhecido pela sucesso da música instrumental Classical Gas,  nasceu em 24 de agosto de 1938, na cidade de Abilene , Texas.

Ele também é um escritor de comédia , conhecido por seus escritos sobre a Smothers Brothers Comedy Hour, The Glen Campbell Goodtime Hour e Saturday Night Live. Ele também é um poeta eclético e letrista que já publicou vários livros.

Ele cresceu dividindo seu tempo entre a viver com seu pai em Oklahoma e sua mãe, em Oak Ridge, Oregon. Se formou Northwest Classen High School, em Oklahoma City, no ano de 1956. Foi em Oklahoma que ele começou sua amizade ao longo da vida com o artista Edward Ruscha.

Em 1968, Mason Williams ganhou três prêmios Grammy por seu violão instrumental  em Classical Gas. Junto com Nancy Ames, em 1968, escreveu a canção Cinderela Rockefella , que foi um hit número um para Esther e Abi Ofarim, no Reino Unido.

Em 1970 , Williams fez uma aparição na televisão em um show de variedades, chamado “Just Friends”, que reuniu frequentadores de The Smothers Brothers Comedy Hour. Para criar um elemento visual para seu desempenho, ele usou uma guitarra clássica, construída em plexiglass construído especialmente para ele, por Billy Cheatwood e um designer da American Broadcasting Company - ABC.

Nessa ocasião, de forma inusitada, encheu a guitarra com água e acrescentou um par de peixinhos. Ele então usou a guitarra para tocar o seu maior hit Classical Gas. Essa canção ganhou três Grammys, como melhor instrumental, performance e arranjo, vendendo mais de um milhão de cópias e sendo também premiado com um disco de ouro.

Williams gravou mais de uma dezena de álbuns, cinco no selo (label) Warner Bros e outros por outras gravadoras e escreveu músicas para diversos artistas, tais como Kings Trio, Glen Campbell, Petula Clark, Andy Williams, Dinah Shore, entre outros.

Em 1987, se reuniu com o grupo Mannheim Steamroller para lançar um novo álbum, no selo (label) Gramaphone. O álbum, intitulado Classical Gas , incluiu esse “remake” da canção de 1968. Outra faixa desse álbum foi Country Idyll, que foi indicado em 1988, para o Grammy na categoria de música country, melhor performance instrumental por um solista ou grupo. Em 1991, esse mesmo disco ganhou o disco de ouro.

Nos anos seguintes Mason Williams manteve a rotina de apresentações em vários eventos musicais ou até em programas de televisão, principalmente comédias. Suas composições estiveram em trilhas sonoras de filmes, tais como "The Story of Us", "Cheaper by the Dozen", "The Dish", "The Heidi Chronicles", "Heartbreakers" e da série de televisão "Os Sopranos", além de especiais de TV. Além de compositor atuou também como escritor e roteirista de comédias estilo "stand up".

Nesta postagem, apresentamos o disco compacto duplo, lançado nos USA em 1971, pela Warner Bros Records, com as seguintes canções:

Lado A:
1. Classical Gas;
2. Long time blues

Lado B:
3. Baroque-A-Nova;
4. Wanderlove.




















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terça-feira, 20 de maio de 2014

MAURICE MONTHIER E SUA GRANDE ORQUESTRA - VOLUME 5 - 1972

Em Postagens Anteriores havíamos resgatados os primeiros volumes da Orquestra Maurice Monthier, que nada mais era do que o pseudônimo do esquecido maestro Carlos Monteiro de Souza, prática comum nos anos 1960 a 1970.

Desta vez, apresentamos o raro álbum "Volume 5", lançado em 1972, pela gravadora Odeon, com o selo (label) London, com orquestras de canções populares, sucessos nas paradas da época. 

Apesar da limitação na qualidade do áudio, devido as precárias condições do disco, vale a pena conhecer. A seleção das músicas são as seguintes:

1. Look around (and you'll find me there);
2. Eu nunca mais vou te esquecer;
3. To be the one you love (Tema do filme Anônimo Veneziano);
4. I can't stop loving you;
5. Soley, soley;
6. Alô, alô! taí Carmem Miranda;
7. There's no more corn on the brasos;
8. Lady Rose;
9. Cantata per Venezia;
10. Bendito;
11. Chitarra suona piu' piano;
12. Das 200 para lá.












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BOBBY SHERMAN - LITTLE WOMAN - 1969

Desta vez vou resgatar um compacto simples do cantor, ator e compositor americano Bobby Sherman. Mas antes, preciso divulgar e elogiar os blogs que recém tomei conhecimento, que tem focado exclusivamente o resgate de discos de vinyl, no formato compacto simples e duplo. Estou me referindo aos blogs do Samuel e do Fernando Moreira. Vale a pena acompanhá-los, pois tem muita coisa legal.

Agora quanto a nossa postagem, vamos saber um pouco mais sobre Robert Cabot "Bobby" Sherman, Jr., que nasceu em 22 julho de 1943 e foi um ídolo da juventude, no final dos anos 1960 e início dos anos 1970.

Era formado na Birmingham High School, em Van Nuys, Califórnia e seu gosto pela música começou aos 11 anos, quando aprendeu a tocar trumpete e chegando a tocar até 16 instrumentos musicais. Além de jogar futebol na Birmingham Hight School, se juntou a um grupo de dança e descobriu sua paixão em cantar, tendo a certeza que queria ser um artista, mas não sabia como tornar isso realidade.

Em 1962, o músico Sal Mineo teve Sherman sob sua proteção e escreveu duas músicas para ele, bem como orientou na gravação de músicas. Em 1964, quando foi convidado por Mineo para cantar com sua antiga banda em uma festa de Hollywood (onde havia muitos atores e agentes presentes), proporcionou uma bela impressão que chegou a ser convidado por um agente para participar de um programa na televisão ABC, Shindig!,  como cantor membro regular do elenco do programa. O show durou por dois anos, de 1964 a 1966.

Durante esse tempo, Bobby fez vários registros com a Decca e em outro selo de menor visibilidade, aparecendo em todas as revistas para adolescentes, porém sem conseguir dar o salto esperado na sua carreira. A sorte de Bobby Sherman mudou drasticamente,  no início de 1968, quando, a partir de centenas de atores, ele foi escalado para o papel do tímido e gago, Jeremy Bolt, na série de televisão “Here Come the Brides” (1968-1970 ABC), com Bridget Hanley e seu par romântico, Candy Pruitt . O elenco inclui Robert Brown , David Soul , e Joan Blondell. Ele conseguiu se tornar uma das estrelas do show, bem como um ídolo teen amado no mundo inteiro.

Bobby Sherman também apareceu em um episódio de The Monkees intitulado "Monkees At the Movies", desempenhando um pomposo surfista / cantor chamado Frankie Catalina ao estilo de Frankie Avalon, tocando a música The New Girl in School.

Em sua discografia, Bobby Sherman obteve sete singles de ouro, uma única platina e cinco discos long playing de ouro. Ele teve na carreira um total de sete top 40 hits. Em 1969, seu primeiro single ouro, Little Woman, tornou-se muito popular, alcançando a posição #3, na Billboard Hot 100 chart (#2 no Canadá), passando nove semanas no Top 20.

Com esse single, Little Woman, ele vendeu mais de um milhão de cópias e foi premiado com um ouro da RIAA, em outubro de 1969 . Seus outros sucessos foram Julie - Do Ya Love Me (EUA #5) (Canadá #3) (Austrália #3), Easy Come, Easy Go (EUA #9) (Canadá #6), Jennifer (EUA #60) (Canadá #32), La , La , La (EUA #9) (Canadá n º7 ) e The Drum (EUA #29) (Canadá #7). Algumas dessas canções foram produzidas por Jackie Mills, um produtor musical de Hollywood.

Sherman foi um integrante regular do elenco do programa de televisão Sanchez de Bel Air , em 1986. Em 1998, após uma ausência de 25 anos, os fãs ansiosos se reuniram para vê-lo no "The Teen Idol Tour", que contou com a participação de Peter Noone e Davy Jones (The Monkees).
Ele fez o seu último show como artista solo em Lincoln, RI, no dia 25 de agosto de 2001. Bobby se aposentou da vida pública, mas ocasionalmente faz eventos corporativos e para instituições de caridade.

Devido a gravadora Metromedia ter encerrado suas atividades em 1986, Bobby Sherman nunca recebeu oficialmente o seu disco de platina, pela música Julie Do Ya Love Me. Isso só foi a acontecer no verão de 2010.

Bobby Sherman lançou 107 músicas em 23 singles e 10 álbuns entre 1962-1976.

Fonte: wikipedia, maio/2014

Nesta postagem, apresentamos o disco compacto simples, lançado no Brasil em 1969, pela gravadora Continental, com o selo (label) Metromedia Records e continha no lado A, um dos maiores sucessos do cantor, a música Little woman

Lado A
1. Little woman; 

Lado B
2. One too many mornings.


















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FRANCK POURCEL - MY LOVE - 1973

Muitos álbuns antigos já foram postados na rede. Apesar de alguns não terem a qualidade que gostaríamos, mesmo assim baixamos para conhecê-los ou porque não temos outra opção melhor. 

Sei que já postei material repetido e que você já deve ter em seu acervo. Entretanto, o faço somente quando tenho algo novo para incluir, que pode ser um melhor áudio, ou material gráfico que nas postagens anteriores não disponibilizou.

Assim, seguindo esse princípio, estou repostando o álbum "My Love", da Orquestra de Franck Pourcel, que em postagens anteriores, praticamente, só apresentaram o áudio e a imagem da capa muito precária. Segue um áudio um pouco melhor e um material gráfico mais completo, apesar do disco que obtive não permitir muita qualidade. Mas já foi um avanço do que existia.

Esse álbum foi lançado no Brasil em 1973, pela gravadora EMI Odeon. Nesse mesmo ano, o álbum que continha essa mesma capa, lançada na França, chamava-se "Le Dernier Tango" e continha seis músicas diferentes do repertório do disco brasileiro, que eram Venezuela Suya, Tu te reconnaitras, Las gondolas de Venecia, Quand le soir on se retrouve, La Revolution Francaise (4 Saisons Pour un Amour) e Le temps de ma chanson, que acredito serem mais do gosto dos franceses e europeus

Na versão brasileira, essas canções foram substituídas pelas canções Ben, Che sara, My reason, Speak softly love, Une belle historie e Imagine. 

Confesso que prefiro a seleção do álbum brasileiro, já que constam canções consagradas das paradas de sucesso. As principais canções do disco são as seguintes:

1. My love;
2. Last tango in Paris;
3. Rain, rain, rain;
4. Forever and ever;
5. The world is a circle (Theme from the movie "Lost horizon");
6. Killing me softly with his song;
7. Ben;
8. Che sara;
9. My reason;
10. Speak softly love;
11. Une belle historie;
12. Imagine



 Capa (Front) - Versão Brasil (1973)



 Contra Capa (Back Cover) - Versão Brasil (1973)



 Selo (Label) - Versão Brasil (1973)  - 1ª Edição




 Selo (Label) - Versão Brasil (1973) - 2ª Edição




 Capa (Front) - Versão Francesa (1973)



Contra Capa (Back Cover) - Versão França (1973)
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segunda-feira, 19 de maio de 2014

APOLLO 100 - JOY - VERSÃO USA - 1973

Em 2011, havíamos postado a versão lançada no Brasil do álbum "Joy", do grupo de estúdio Apollo 100 (Ver Postagem Anterior).  Agora, após obter uma versão de áudio melhorada, repostamos as faixas, com material gráfico da versão americana, lançada em 1973, pela Mega Records, possibilitando a substituição daquele material anterior. 

Apesar da beleza da modelo constante na capa do álbum americano, ainda prefiro o design da capa brasileira. As músicas do disco são as seguintes:

1. Joy (Jesu, joy of man's desiring);
2. Mad mountain king (Hall of the mountain king);
3. Mendelssohn's 4th (Second movement);
4. Libido;
5. Jazz Pizzicato;
6. Tamara;
7. Reach for the sky;
8. Evil midnight (Danse macabre);
9. Air for the G string;
10. Exercise in a minor;
11. Classical wind.








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terça-feira, 13 de maio de 2014

MADRUGADA E SEU CONJUNTO - SÓ SUCESSOS - VOLUME 11 - 1970

Há tempos atrás baixei um  material instrumental de uma Orquestra ou grupo chamado Madrugada e Seu Conjunto, que predominavam violinos e base em um órgão. Primeiramente, busquei mais informações para saber quem eram esses músicos e fiquei admirado com o pouco material disponível a respeito.

Do que pude coletar, não há menção de quem fazia os arranjos e nem tampouco dos diversos músicos que faziam parte desse conjunto. Porém, nem tudo foi frustração. Descobri que eram na verdade músicos pertencentes a gravadora CBS. Acredito que seria mais um grupo de estúdio. Não sei.

Alguns até tinham participados dos álbuns da série da Orquestra Brasileira de Espetáculos., que ficou conhecida por interpretar instrumentalmente as músicas de Roberto e Erasmo Carlos.

Na pesquisa que realizei, encontrei uma entrevista do instrumentista Lafayette, para o site www.jovemguarda.com.br, onde o mesmo mencionou que era ele que fazia a base do órgão da maioria dos discos do Madrugada e seu Conjunto.

Para os amigos que ainda não tiveram a oportunidade de ouvir essa série, apresentamos um raro álbum, ainda não disponível na rede. Trata-se do disco "Madrugada e Seu Conjunto - Só Sucessos - Volume 11", editado no Brasil, em 1970, pela gravadora CBS, contendo a seguinte seleção musical:

1. Espera um pouco...um pouquinho mais (La nave del olvido);
2. Eu amo tanto, tanto (Ti voglio tanto bene);
3. Mi viejo;
4. Hoje;
5. Gente humilde;
6. Até amanhã (Sometimes);
7. Fumaça nos olhos (Smoke gets in your eyes);
8. Minha coisas;
9. Adeus meu grande amor (Adieu jolie candy);
10. Largo da igrejinha;
11. Nadita de nada;
12. Te direi te quero (Te diré te quiero).














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domingo, 11 de maio de 2014

NIPPER'S GREATEST HITS - THE 70'S - VARIOS - VOLUME 1 - 1976 / 1989

Recentemente apresentamos uma coletânea interessante dos anos 1960, denominado "Nipper's Greatest Hits - The 60's" (Ver Postagem), que faz parte de uma série. Nela encontramos alguns títulos e interpretes que eram desconhecidos por muitos. 

Desta vez, resgatamos mais um exemplar da série, "Nipper's Greatest Hits - The 70's - Volume 1". Ao ouvirmos o fato do descobrimento se repetiu. Novamente localizei várias faixas e intérpretes que eu desconhecia, tais como, Jerry Reed, The Friends of Distinction, The Jimmy Castor Bunch, The Main Ingredient, Reunion, Vickie Sue Robinson, Dr. Buzzards Original Savannah Band, Odyssey e Evelyn "Champagne" King. 

Talvez para alguns colegas do blog esse desconhecimento não ocorra. Depende do conhecimento de cada um. Entretanto, esse é o ponto interessante do processo de pesquisa. 
Mas, vamos a seleção de músicas lá contidas:

1. Love or let me be lonely (The Friends of Distinction);
2. American woman (Guess Who);
3. Amos Moses (Jerry Reed);
4. It's Impossible (Perry Como);
5. Without you (Harry Nilsson);
6. Troglodyte Cave man (The Jimmy Castor Bunch);
7. Everybodys plays the fool (The Main Ingredient);
8. Burning love (Elvis Presley);
9. My Maria (B.W. Stevenson);
10. Rock the boat (Hues Corporation);
11. You little trustmaker (The Tymes);
12. Life is a rock - but the radio rolled me (Reunion);
13. Lady (Styx);
14. Miracles (Jefferson Starship);
15. Turn the beat around (Vickie Sue Robinson);
16. Cherchez la femme (Dr. Buzzards Original Savannah Band);
17. Rich girl (Hall and Oates);
18. Here you come again (Dolly Parton);
19. Native new yorker (Odyssey)
20. Shame (Evelyn "Champagne" King).








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sábado, 10 de maio de 2014

JAIR RODRIGUES - ANTOLOGIA DA SERESTA - 1979 E TALENTO E BOSSA - 1970

A música brasileira está mais triste. Morre, aos 75 anos, vítima de infarto agudo do miocárdio, o cantor Jair Rodrigues, o grande intérprete  de Deixa isso prá lá, Tristeza Disparada. Não há muito o que escrever. Fica a nossa homenagem pela sua contribuição a música brasileira e ao samba.


Jair Rodrigues nasceu na cidade de Igarapava, São Paulo, no dia 06/fevereiro/1939 e morreu na cidade de Cotia, no dia 08/maio/2014. Na infância, cantava música religiosa em igreja. Antes de ingressar na vida artística, trabalhou como engraxate, mecânico, servente de pedreiro e ajudante de alfaiate. Em 1958, participou pela primeira vez de um programa de calouros, em São Carlos (SP). 

Em seguida, mudou-se para a capital paulista, onde trabalhou na alfaiataria Primor. Seu sucesso na carreira artística iniciou a partir de sua participação com Elis Regina, no programa "O Fino da Bossa". Seu filho Jairzinho também ingressou na vida artística, tendo participado, na década de 1980, do programa infantil da TV Globo "Balão mágico", iniciando, mais tarde, uma bem-sucedida carreira como cantor, já na virada da década de 1990 para o ano 2000.

Infelizmente não tenho material próprio do cantor, em condições para postar. Mas aproveito e replico material que encontrei nos blogs amigos. O primeiro álbum é "Antologia da Seresta, que foi postado pelo blog Bau de Long Playinglançado em 1979, pela gravadora Polygram, com o selo Philips. O outro é um material preparado pelo blog Sintonia Musikal, intitulado "Talento e Bossa de Jair Rodrigues - Tributo Póstumo".

As músicas que compões o disco "Antologia da Seresta" são as seguintes: 

1. Boa noite amor;
2. Três lágrimas / Chuá, chuá / Malandrinha;
3. Lábios que beijei;
4. Última inspiração;
5. A voz do violão;
6. Gente humilde;
7. Eu sonhei que tu estavas tão linda;
8. A última estrofe / Maria Betânia / Minha casa;
9. Chão de estrelas;
10. Patativa;
11. Número um;
12. Ave Maria.








Já o álbum "Talento e Bossa de Jair Rodrigues - Tributo Póstumo", postado no blog Sintonia Musika, foi lançado em 1970, pela Companhia Brasileira  de Discos, que viria a ser a Polygram e  contém as seguintes canções:


01 - Leão de coleira
02 - Alô madrugada
03 - Mundo velho
04 - O morro acordou
05 - Perdoe meu amor
06 - O garimpeiro
07 - Pra lá e pra cá / Último pau de arara
08 - Irmãos Coragem
09 - Versos pra Teresa
10 - Berekete
11 - Isabel
12 - Tá chegando fevereiro
13 - Minha roupa















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LYNN ANDERSON - ROSE GARDEN - 1971 - REPOST

Já estão atualizados os links da postagem do álbum "Rose Garden", lançado no Brasil em 1971, pela gravadora CBS. 

Acesse a Postagem Original, de 06/07/2012, e aprecie o álbum que continha o grande sucesso do ano de 1971, a canção Rose Garden








terça-feira, 6 de maio de 2014

ENSAIO - JOGO DOS PSEUDÔNIMOS - MAURO CALDAS - 2008/2009

Já há algum tempo obtive o ensaio “O Jogo os Pseudônimos”, elaborado por Mauro Caldas, especialmente para o projeto Músicos do Brasil: Uma Enciclopédia, patrocinado pela Petrobras, por meio da Lei Rouanet. Li e achei muito interessante e contributivo para a memória da música brasileira. Tenho utilizado esse material (paper) nas informações que posto no blog LaPlayaMusic Oldies. Mas acho que todo o ensaio merece ser compartilhado com todos que acompanham e se interessam pela música dessa época.

Nas décadas de 1950, 1960 e 1970, gravadoras, maestros, grupos e músicos participaram de uma espécie de jogo com o público. Foi nesse período que, por razões comerciais, contratuais ou até por brincadeira, surgiram personagens musicais fictícios que existiram apenas nos estúdios de gravação e nas capas dos discos. Entre eles, estavam alguns dos mais importantes instrumentistas brasileiros.

A finalidade do ensaio é investigar 50 pseudônimos, sondar os motivos que levaram à sua criação, desvendar quem estava por trás deles, caracterizar seus estilos e relacionar as suas discografias de maneira que os ouvintes atuais possam fazer uma viagem de descoberta musical a um período de grande riqueza na música brasileira.

O autor, Mauro Caldas, é músico amador (contrabaixo), tendo atuação de destaque na cena musical brasileira da década de 1980, participando da pioneira banda punk carioca Coquetel Molotov. Durante mais de 15 anos atuou como consultor em tecnologia da informação nas principais empresas do setor, no Brasil e no exterior. Nos últimos anos, dedicou-se ao estudo e criação de comunidades virtuais em torno da música do Brasil, criando a maior comunidade da música brasileira na Internet, o Loronix, no qual recebe, através de seu personagem zecalouro, milhares de visitantes diários, reunidos em mais de 140 países.

Espero que apreciem esse material e manifestem as suas opiniões ou discordâncias e contribuam para que possamos ampliar esse leque de pseudônimos. Pretendo levantar se existem mais pseudônimos na música instrumental e orquestral das décadas de 1950 a 1980. Caso saiba de mais pseudônimos, por favor, me repasse para que eu possa posteriormente compila-los e adicionar nesse ensaio.

Para finalizar, quero deixar os meus parabéns pelo trabalho do Mauro Caldas.




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