2016

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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

FRANCK POURCEL - SIMPATHY - VOLUME 12 - 1971 - REPOST

A pedido do Leonardo Brito, segue a reapresentação do álbum Volume 12, da Orquestra de  Franck Pourcel, que foi lançado no Brasil em 1971, pela gravadora EMI/Odeon. 
 
O mesmo disco foi lançado na Europa contém as mesmas músicas, porém em uma sequência diferente. Em minha opinião, os destaques desse disco ficaram por conta das músicas Um Rayo de Sol e Snowbird
 
O álbum contém as seguintes músicas:

1. Yellow River (L'Amerique); 
2. The Long and winding road; 
3. Close to you (Comme moi); 
4. Lady D'Arbanville; 
5. Raindrops keep fallin' on my head; 
6. Wand'rin' star; 
7. Um rayo de sol; 
8. Bridge over troubled water; 
9. Na na hey kiss him goodbye; 
10. Borsalino; 
11. Snowbird; 
12. Sympathy.













 
 
 

sábado, 20 de fevereiro de 2016

CARLOS ALBERTO - O REI DO BOLERO - 1996

O cantor, pianista e compositor Carlos Alberto (Nuno Soares), nasceu em Astolfo Dutra, Minas Gerais. Aos 9 anos foi para Petrópolis-RJ e aos 18 para Três Rios-RJ. Em Três Rios começou a cantar em bailes sendo até crooner de um grupo. Lá se casou, e em 1963 veio para o Rio de Janeiro pelas mãos do amigo Maurício Farah.

No mesmo ano gravou seu primeiro disco Long Playing - LP onde cantava o sucesso Sabe Deus, versão do bolero Sabrá Dios, de Alvaro Carrillo. Chamado de o Rei do Bolero na década de 1960, é apontado como o cantor que mais gravou boleros no Brasil. Em sua carreira lançou mais de 60 discos.

Lançou em 1965 , pela gravadora CBS o álbum Carlos Alberto canta para enamorados”, com acompanhamento da orquestra de Alexandre Gnattali, interpretando entre outras, as músicas Raiva de ti, de Evaldo Gouveia e Jair Amorim, O nosso amor está morrendo, de Raul Sampaio e Benil Santos, Não sei não, de Othon Russo e Niquinho, Pense em mim", de Antônio Maria, e Tu me abandonastes, de Nuno Soares, Wilson Mussauer e José Silva, além de versões de Clóvis Mello para os boleros Cinzas, de Wello Rivas, Tu, onde estás, de Gabriel Ruiz e Ricardo López Méndez, e Menos que nada, de Chucho Martinez.

Em 1971, lançou disco pela gravadora CBS, que trazia seu nome como título e que teve direção artística de Rossini Pinto, apresentando como principal destaque a canção Rasguei o teu retrato, de Cândido das Neves, e incluiu ainda músicas como Só fiquei com o seu adeus, de Odair José, Perdoa-me, de Rossini Pinto e Álvaro Menezes, Melhor sorrir do que chorar, de Othon Russo e Niquinho, e Eu sou a solidão, de Toso Gomes e Antonio Correia.

No ano seguinte, passou a gravar pela gravadora Continental e lançou disco no qual interpretou Vingança, de Lupicínio Rodrigues, O amor só tem tristeza pra me dar e Eu só conheço a palavra perdoar, de Chico Xavier e Tito Mendes, Amor livre, de Pepe Ávila, e Razão de nossas vidas, de Renato de Oliveira e Ivan Reis.

Em 1977, gravou pela gravadora Som Livre o álbum Esta casa foi nossa”, música título de Roberto Livi com versão de Célio Roberto, e que contou com arranjos e regências de Waltel Branco e Orlando Silveira, incluindo ainda as músicas Recusa, de Herivelto Martins, Encruzilhada, Corre trem, Você é diferente e Basta, de Nuno Soares, Confiança traída, de Waltel Branco e João Melo, Meu pecado, de Lupicínio Rodrigues e Felisberto Martins, e Tango, de Chico Anysio e e Raymond.

Em 1979, voltou a gravar pela gravadora CBS e gravou disco com arranjos e regência do maestro Pachequinho no qual interpretou O que fizestes com as flores, Nem se despediu de mim, A única solução e Conclusão, de Nuno Soares, Instantes, de Alemão e Elzo Augusto, Disfarces, de Ivan Cardoso, Castelo de amor, de Nenzico, Creone e Barrerito, além do clássico tango Mano a mano, de José Razzano, Carlos Gardel, Esteban Flores e G. Ghiaroni, entre outras.

Em 1986, lançou pela gravadora CID o álbum Música e romance” no qual registrou clássicos do repertório romântico como Ronda, de Paulo Vanzolini, Negue, de Adelino Moreira e Enzo de Almeida Passos, Nervos de aço, Nunca, e Loucura, de Lupicínio Rodrigues, Quem há de dizer, de Lupicínio Rodrigues e Alcides Gonçalves, A noite do meu bem, de Dolores Duran, Minha rainha, de Rita Ribeiro e Lourenço Cavalcante, e Quase, de Mirabeau e J. Gonçalves, além do clássico tango Caminito, de J. D. Filiberto e G. G. Peñaloza.

Em 2000, ainda pela gravadora CID lançou o álbum, já em formato Compact Disc, intitulado Minha rainha e outros sucessos”,  com música título de Rita Ribeiro que incluiu ainda sucessos como Ronda, de Paulo Vanzolini, Negue, de Adelino Moreira e Enzo de Almeida Passos, Nervos de aço, de Lupicínio Rodrigues, A noite do meu bem, de Dolores Duran, Talismã, de Michel Sullivan e Paulo Massadas, e Memórias, de Leonardo, entre outras.

Em 2006, apresentou-se no programa Sílvio Santos interpretando a canção Talismã, sucesso da dupla Leandro e Leonardo. Reside atualmente em Petrópolis-RJ e Rio de janeiro, mas não se esquece de sua cidade natal nem de Três Rios que o acolheu com muito carinho e deu a ele o título de "Cidadão Três Rios". Morando em Petrópolis, em 2005, continuou fazendo shows pelo Brasil.

Em sua longa carreira, obteve várias premiações em programas de rádio e televisão, tais como o Troféu Discoteca do Chacrinha e o Troféu Chico Viola. Os prêmios são provas de sua dedicação à música brasileira. Pelas suas interpretações e estilo musical de suas músicas, com ênfase no bolero, até hoje é reconhecido como O Rei do Bolero.

Para homenagear a carreira e o artista Carlos Alberto, resgatamos o álbum “O Rei do Bolero”, lançado no Brasil em 1996, pela gravadora Companhia Industrial de Discos – CID, que apresenta uma seleção que inclui a releitura, em bolero, de canções mais populares, tais como, Agonia (Mongol), Prá você (Silvio Cesar) e Coração vagabundo (Caetano Veloso). Vale a pena conhecer.
Além disso, a seleção inclui uma jóia nacional do bolero, chamada Tortura de amor, composição de Waldick Soriano.

As músicas que compõem essa seleção são as seguintes:

1. Lama;
2. E por isso estou aqui;
3. Atiraste uma pedra;
4. Agonia;
5. A flor e o espeinho
6. Meu dilema;
7. Prá você;
8. Coração vagabundo;
9. Existe alguém;
10. Brigas;
11. Estranha loucura;
12. Franqueza;
13. Tortura de amor.










 Links:







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 Ver Posagem Original de 10/jan/2014






sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

JOÃO LUIZ - ANTOLOGIA - 2013



O cantor e compositor João Luiz (João Luiz Wildner), dos tempos da Jovem Guarda e dos anos 1970 e 1980, posteriormente utilizando o nome Wildner, nasceu em Curitiba – Paraná gravou 11 temas de novelas em três idiomas, lançou mais de 21 discos e continua realizando shows em navios e casas de espetáculos.

Nos anos 1990, se dedicou por um longo período a criações e produções de shows temáticos: arábe, italiano, hawaiiano e internacional, tanto como diretor, quanto como cantor.

O início da carreira de João Luiz ocorreu precocemente, em 1966, em plena efervescência da Jovem Guarda e da Beatlemania, pelas mãos do famoso diretor João Araújo, ex-presidente da Som Livre e pai do cantor Cazuza, com o compacto simples, da Polydor, contendo as músicas Cara de pão e Não chores por mim.

Porém, foi a canção Gina, do seu segundo disco que obteve a maior projeção no cenário artístico da época.
Outras canções de sucesso da época, que citadas são Pode fechar seu guarda chuva e Tanto amor sem ter ninguém pra dar, ambas da compositora e cantora Elizabeth.

Em sua discografia constam algumas curiosidades, como as gravações de Nesta noite, Tão só, versão de Are you lonesome tonight?, Ah, aquela flor era mulher, versão de F...comme femme, de Adamo e Estou feliz, mais conhecida pela gravação do cantor mirim Ed Carlos.

Em 1972, chegou a participar como ator da Rede Globo na telenovela “O Primeiro Amor”, de Walter Negrão, cuja trama revelou a dupla Shazan (interpretado por Paulo José) e Xerife (Flávio Migliaccio), que após a novela acabou ganhando um seriado na emissora. Foi também nessa novela o último trabalho do saudoso e talentoso ator Sérgio Cardoso.
Na trama, João Luiz pertencia à chamada Turma do Rafa, da qual faziam parte também os atores Marcos Paulo, Angelo Antônio e Sérgio Mansur . O cantor integrou a trilha sonora da novela e na sequência voltou a repetir a dose em “Selva de Pedra (1972)”.

Além dessas duas novelas, João Luiz esteve presente nas trilhas nacionais das novelas “Nino, o italianinho (1970)”, “O julgamento (1977)”, “O profeta (1977)”, “Cinderela 77 (1977)”, “Dinheiro vivo (1978)”, “O direito de nascer (1978)”, “Como salvar meu casamento (1979)” e nas trilhas internacionais de “Tchan, a grande sacada” e “O Profeta”.

O cantor também foi presença marcante no quadro “Os Galãs Cantam e Dançam aos Domingos”, do programa Silvio Santos e atuou em algumas fotonovelas, um sucesso editorial no período.

Durante a fase em que artistas e grupos brasileiros passaram a cantar em inglês, tais como, Chriystian, Terry Winter, Michael Sullivan, Os Pholhas, Mark Davis (Fabio Jr.), Tony Stevens (Jessé), Dave Maclean, Paul Jones, entre outros, João Luiz adotou o nome artístico de Wildner, que acabou ficando em forma definitiva em suas apresentações.

O álbum desta postagem é uma coletânea preparada pela LaPlayaMusic Blog, de sucessos gravados, principalmente, no período dos anos 1960 e 1970. A seleção é composta das seguintes canções:

1. Cara de pão
2. Estou feliz (puppet on string)
3. Gina
4. Não chores meu amor
5. Dê uma rosa
6. Por seu amor (pedro)
7. A turma (tell the boys)
8. Hoje ainda mais (ora piu che mai)
9. Minha amada (watashi dukano amata)
10. Feriado (holiday)
11. Daniela
12. Suzaninha
13. Se faz verão (on days like these)
14. Pode fechar seu guarda chuva
15. Tanto amor sem ter ninguém pra dar
16. Zingara
17. Nesta noite tão só (are you lonesome tonight)
18. Ah! aquela flor era mulher (f...comme femme)
19. Eu quero alguem pra amar (i wish i had somebody to love)
20. Não faz sentido você me deixar
21. Você crê em mim (she believes in me)
22. Aquela paixão
23. Eu amo tanto tanto (ti voglio tanto bene)
24. Vou me libertar
25. Oh! meu bem, responda sim (oh! babe what would your say)
26. Super mulher
27. Sambaré
28. Quem é você (this one’s for you)





















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