2016

2016

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

JOHNNY MATHIS - KILLING ME SOFTLY WITH HER SONG - 1973 - REPOST

Após milhares de postagens, é normal constar vários links perdidos. Infelizmente, não há como atualizá-los todos. Dependemos de servidores gratuitos e nem sempre são confiáveis. Mas, mesmo diante dessa dificuldade procuro, por ordem de solicitação, repostar esses links.

Desta vez, coube ao álbum "Killing me softly with her song", do cantor americano Johnny Mathis, que foi lançado no Brasil, em 1973, pela gravadora CBS. 

O disco contém as seguintes músicas:

1. Killing me softly with her song;
2. Aubrey;
3. And I love you so;
4. Break up to make up;
5. Arianne;
6. Neither one of us (Wants to be the first to say goodbye);
7. Wildflower;
8. You are the sunshine of my life;
9. Sing;
10. Good morning heartache;
11. Show and tell.















Capa Versão Fita K7


Links:

domingo, 29 de janeiro de 2017

FELIX SLATKIN - FANTASTIC STRINGS - 1962

Uma das propostas deste blog é resgatar músicas antigas, incluindo as orquestras que foram muito populares nas décadas de 1950 a até 1970. Desta vez, resolvi apresentar uma orquestra que conheci por acaso. Infelizmente, não me esforçava para ouví-la. 

Foi uma surpresa muito positiva, pela qualidade dos arranjos e interpretações. Para quem não conhece segue algumas informações sobre a carreira desse músico.

O violinista e maestro americano Felix Slatkin nasceu em St. Louis, Missouri, em 22 de dezembro de 1915 e morreu precocemente em 8 de fevereiro de 1963.

Felix Slatkin era de uma família judaica originalmente chamada Zlotkin Ele começou a estudar o violino aos nove anos com Isadore Grossman. Começou a trabalhar profissionalmente aos dez anos e ganhou uma bolsa para o Curtis Institute, onde estudou violino com Efrem Zimbalist e regência com Fritz Reiner.

Aos 17 anos ele se juntou à Sinfônica de St. Louis e formou uma orquestra de câmara de jovens músicos. Em 1935 ele ganhou uma competição que incluiu uma aparição solo com a Hollywood Bowl Symphony Orchestra e Jose Iturbi. Por essa época, ele conheceu a violoncelista Eleanor Aller, também de origem judaica russa, que fazia parte do Hollywood String Quartet, com quem se casou mais tarde.

Durante a Segunda Guerra Mundial, ele serviu seu país como músico na Base Aérea de Santa Ana e como um condutor da Orquestra de Comando Tático da Força Aérea do Exército, uma organização que arrecadou mais de 100 milhões de dólares em títulos de guerra.

Ele se instalou em Los Angeles e aceitou o posto de Concertmaster (Spalla) para Twentieth Century Fox Studios, realizando inúmeros solos de violino em filmes como How Green Was My Valley e How to Marry a Millionaire. Em 1939 fundou o aclamado Hollywood String Quartet, que produziu mais de 21 álbuns para a Capitol Records e fez turnês pelos Estados Unidos, Europa, Austrália e Nova Zelândia, incluindo uma aparição especial em 1957 para o Festival de Edimburgo.

Em 1958, o quarteto ganhou um Prêmio Grammy de Melhor Orquestra de Performance Clássica da Academia Nacional de Artes e Ciências da Gravação pelo seu desempenho dos Últimos Quartetos de Cordas de Beethoven.

Sua carreira como maestro  incluiu a fundação da Concert Arts Orchestra e participações com a Hollywood Bowl Symphony Orchestra. Foi o concertmaster/spalla e o regente escolhido por Frank Sinatra na escolha de seleções musicais, durante o seu período no selo Capitol, nos anos 1950.

Fez mais de 25 gravações com estas orquestras, também no selo Capitol, incluindo uma gravação do Gaîté Parisienne de Offenbach (um ballet organizado por Manuel Rosenthal), que ganhou um Grammy Award em 1958.

Ele também fez mais de uma dúzia de gravações para a Liberty Records, estabelecendo "The Fantastic Strings, Fantastic Fiddles, Fantastic Percussion, e Fantastic Brass de Felix Slatkin".

Em 1962, sua gravação intitulada Hoedown ganhou uma indicação ao Grammy. Em 1995, o Quarteto de Hollywood ganhou o Grammaphone de Londres prêmio para sua gravação de Schoenberg 's Verklärte Nacht e Quinteto de Schubert em C Major.

Felix Slatkin morreu precocemente no auge da carreira, de um ataque cardíaco, aos 47 anos. Deixou dois filhos músicos, sendo Leonardo Slatkin, regente da Orquestra Nacional de Washington e da BBC Symphony Orchestra e Frederick Zlotkin (que usa a forma original no sobrenome), que é violoncelista principal do New York City Ballet e violoncelista do Quarteto de Piano Lyric.
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
O álbum que estou postando foi obtido na própria internet, em blog que não me recordo. Peço desculpas de não mencionar o blog. Quanto ao material, verifiquei que tinha problemas de edição e qualidade de áudio (riscos e chiados), tendo sido cortado o final de três faixas (4, 5 e 9). 

Mesmo assim, resolvi postá-lo, mas reeditando e remasterizando o material, com o intuito de resgatá-lo. Também elaborei uma reprodução da contracapa lançada no Brasil, pois não constava no material obtido do blog. Quando obtivermos outra cópia integral, reapresentaremos.

O disco foi lançado originalmente nos USA, em 1962, pela gravadora Liberty. No Brasil, foi editado pela gravadora Discos Copacabana, com o selo United Artists.  As músicas que compõem esse álbum são as seguintes:

1. A left my heart in San Francisco;
2. April in Paris;
3. Unchained Melody;
4. Love is a splendored thing;
5. Hawaiian wedding song;
6. Never on sunday;
7. Theme from a summer place;
8. The days of wine and roses;
9. Exodus;
10. On the street where you live;
11. Autumn in New York;
12. Around the world.



















Links:




sábado, 28 de janeiro de 2017

SABOR DE AMOR - VOLUME 1 - VARIOS - 1994

Nesta postagem, apresentamos mais uma coletânea lançada no Brasil pela gravadora CID - Companhia Industrial de Discos, em 1994. 

Apesar da pouca qualidade gráfica da capa, a seleção traz algumas faixas interessantes, como por exemplo, as canções em duetos interpretadas por Ronnie McDowell, cantor country pouco conhecido do público. Além dessas, há boas músicas dos anos 1970, cantadas por Gilbert O' Sullivan e Righteous Brothers.

As músicas que compõem o disco são as seguintes:

1. Unchined melody - RIGHTEOUS BROTHERS;
2. Blue velvet - RONNIE McDOWELL & BOBBY VINTON;
3. Alone again - GILBERT O' SULLIVAN;
4. If you were my lady - GLEN CAMPBELL & DIANE SOLOMON;
5. I'm coming home - PETER WOODS;
6. You've lost that lovin' feelin' - RIGHTEOUS BROTHERS;
7. Nothing rhymed - GILBERT O' SULLIVAN;
8 Hung on you - RIGHTEOUS BROTHERS;
9. By the time I get to Phoenix - GLEN CAMPBELL;
10. Ebb tide - RIGHTEOUS BROTHERS;
11. I still remember - DUNKIES;
12. More than sympahty - IGNACE;
13. It's only make believe - RONNIE McDOWELL & CONWAY TWITTY;
14. Paralyzed - RONNIE McDOWELL










Links:




=================================================

SE GOSTOU, VEJA TAMBÉM:

 ROMANTIC IN FLASHBACK

ROMANCE IN FLASHBACK (Clique Aqui) 

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

THE BIG SEVEN - É UM BARATO - VOLUME 10 - 1973 - REPOST

Desta vez, atendendo a pedido de amigo anônimo, reapresentamos o álbum "É um Barato - Volume 10", da banda instrumental The Big Seven. Para quem não sabe, esse grupo era formado por integrantes dos conjuntos The Fevers e Renato e Seus Blue Caps, composto exclusivamente para atuar em estúdio, lançando discos instrumentais com sucessos da época.

O álbum foi lançado no Brasil, 1973, pela gravadora CBS, com o selo Okeh. As músicas que compõem esse disco são as seguintes:

1. Lágrimas nos olhos; 
2. Eu quero um xodó; 
3. Skyline pigeon; 
4. Cartas na mesa; 
5. Do you love me; 
6. Music and me; 
7. Se você soubess; 
8. Meu castigo; 
9. Alguem em meu caminho; 
10. Viver a minha vida; 
11. Eu bebo sim; 
12. Vamos sacudir.
















domingo, 22 de janeiro de 2017

GILBERTO REIS - OS GRANDES SUCESSOS DE ROBERTO E ERASMO CARLOS - 1977 - REPOST

O  cantor Gilberto Reis era rotulado pela mídia como imitador do cantor Paulo Sérgio, que por sua vez era considerado o imitador de Roberto Carlos. Foram vários cantores que se espelharam na forma de cantar do rei Roberto Carlos, como por exemplo: Odair José em sua fase inicial, José Augusto, Ricardo Braga, Fernando Mendes, entre outros. Eu acho normal esse comportamento, pois é natural que todo cantor tenha alguma influência no seu início de carreira. A medida que vai tendo mais experiência acaba encontrando o seu próprio estilo musical.

Há pouco material a respeito desse cantor, até porquê sua trajetória de ribalta nas paradas foi relativamente curta. Segundo informações de Antonio Carlos Cabrera, em seu livro "Almanaque da Música Brega", ele iniciou sua carreira, em 1973,  com o lançamento de um compacto duplo, contendo as canções Não Tenho Culpa de Não Gostar de VocêConclusãoSe Eu Não Lhe Encontrar e Jesus Disse. Nesse mesmo ano lançou o álbum LP "Gilberto Reis", pela gravadora Beverly.

Em 1977, lançou o seu último álbum pela gravadora Beverly/Copacabana, intitulado "Os Grandes Sucessos de Roberto e Erasmo Carlos", que apresentamos para os amigos do blog. O destaque do disco são as músicas Meu Grito, que originalmente foi gravada por Agnaldo Timóteo e nunca gravada por Roberto Carlos e Olhando Estrelas, que Roberto Carlos gravou no disco renegado "Louco Por Você".  

O disco contém as seguintes músicas:

1. Detalhes; 
2. Parei na contra mão; 
3. Amada, amante; 
4. O calhambeque (Road Hog); 
5. As curvas da estrada de Santos; 
6. A montanha; 
7. Sentado a beira do caminho; 
8. Meu grito; 
9. Olhando Estrelas (Look for a stars); 
10. Quero que vá tudo pro inferno; 
11. Namoradinha de uma amigo meu; 
12. Como é grande o meu amor por você.








Links:


terça-feira, 17 de janeiro de 2017

FRANCK POURCEL - FRANÇA ROMÂNTICA - 1983 - REPOST

Sempre que posso, venho atendendo os pedidos de repostagem. Desta vez, atendo o amigo Leonardo Brito, que me solicitou que reapresentasse o álbum "França Romântica", que era o segundo volume de uma série de oito discos, intitulada "A Arte Apaixonada de Franck Pourcel", lançada no Brasil, em 1983, pela gravadora EMI.

O destaque desse volume fica por conta dos arranjos para as músicas AlineConcordeLove Me Please Love Me e Merci Cherie. O disco continha as seguintes canções orquestradas:

1. Le premier pas; 
2. She; 
3. L'important c'est la rose; 
4. Aranjuez, mon amour; 
5. La boheme; 
6. Aline; 
7. Concorde; 
8. Love me, please love me; 
9. Et maintenant; 
10. Sous le ciel de Paris; 
11. Au revoir; 
12. Merci cherie.
























EDMUNDO DAMATTA - ISRAEL - 1968 - REPOST

A pedido, estamos respostando o álbum "Israel", do cantor Edmundo Damatta, que foi lançado em 1968, pela gravadora Chantecler. 

Os destaques desse LP são as músicas Israel, Viver por Viver, do francês Francis Lai e uma releitura de Margarida, música de festival, composta por Gutemberg e Guarabira, Django. 

A seleção do disco contém as seguintes canções:

1. Israel;
2. Viver por viver (Vivre pour vivre);
3. Margarida;
4. Por uma mulher (Per una donna);
5. Tiquinho você;
6. Adeus amor, adeus;
7. Farei como queiras (Faró come vuoi);
8. Eu quero estar com você (I gotta be with you);
9. Viver ou morrer (Mourir ou vivre);
10. Django;
11. Coração louco (Cuore matto);
12. Lá vou eu.















sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

LANÇAMENTO DO LIVRO "LINDO SONHO DELIRANTE - 100 DISCOS PSICODÉLICOS DO BRASIL DE (1968-1975)" - 2017

Conforme noticiado no blog Brazilian Nuggets, especializado em musica psicodélica brasileira, está a venda no site da POEIRA ZINE, o livro "Lindo Sonho Delirante - 100 Discos Psicodélicos do Brasil (1968-1975)", de autoria de Bento Araújo, que reúne o que aconteceu de melhor no psicodelismo brasileiro, por meio de resenhas e da arte de cada disco.

O autor Bento Araújo, é jornalista e editor da Revista de música Poeira Zine. É também um pesquisador estudioso e colecionador de discos. Para desenvolver essa obra, ele passou dois anos pesquisando, reouvindo, analisando, compilando e resenhando os álbuns e compactos que compõem o livro, que foi editado em português e em inglês. 

Todo trabalho de resgate da música brasileira é digno de nossa admiração e peço aos amigos do blog que divulguem.







GLORIA GAYNOR - FESTIVAL DE VERÃO SALVADOR - AO VIVO - 2008

Nesta postagem, apresentamos o álbum "Glória Gaynor - Festival de Verão Salvador - Ao Vivo". Apesar do disco ter algumas limitações técnicas, em virtude de ser um show ao vivo, acredito que vale a pena ouvir. Esta cantora se notabilizou na época do estilo "disco", tornando-se a rainha do gênero, com os sucessos Never Can Say Goodbye (1974), Let Me Know (1978), I Am What I (1984) e principalmente I Will Survive (1978).

Em minha opinião, sempre considerei, que pelos seus recursos vocais, ela poderia ter buscado um melhor repertório. Entretanto, se isso ocorresse talvez não tivesse obtido tanto sucesso e nem seria a rainha do gênero. 

Gloria Gaynor, ou melhor, Gloria Fowles, nasceu em Newark, no dia 07/09/1949.  Iniciou sua carreira em um grupo chamado The Soul Satifiers, na década de 1960. Ela foi descoberta em apresentações que realizava em boates com o seu grupo e gravou o seu primeiro singleShe’ll Be Sorry / Let Me Go Baby, mas não obteve sucesso esperado. Seu primeiro sucesso foi Honeybee e finalmente Never Can Say Goodbye, ficando famosa no mundo todo.

Never Can Say Goodbye foi considerada a primeira gravação em Disco Music, tendo sido gravadas versões “extended mix” e sem pausa. Seu maior sucesso da carreira foi I Will Survive, ganhando um Grammy, em 1980, na categoria Disco Music.

Após a fase do Disco Music, Gloria Gaynor continuou lançando álbuns, alguns com releituras de sucesso pop das décadas de 1980 e 1990. Em 2002, lançou o bom álbum “I Wish You Love”. Em 2006, esteve no Brasil, participando no Festival de Verão, em Salvador, onde foi muito bem sucedida, gerando gravação de CD e DVD.

E é justamente esse álbum gravado no Brasil que apresentamos aos amigos do blog.  Ele foi gravado em 2008 e lançado pela gravadora Som Livre. O disco do show contém as seguintes músicas:

1. I am what I am;
2. Never can say goodbye;
3. You're all I need to get by;
4. Just no other way;
5. Just keep thinking about you;
6. Every breath you take;
7. You are the answer;
8. first be a woman;
9. REach out I'll be there;
10. Killing me softly with his song;
11. I never knew;
12. Anybody wanna party;
13. Stop, in the name of love;
14. You'll be mine;
15. I will survive;
16. Can't take eyes off you.


















Links:






===============================================

VEJA TAMBÉM O REPOST DE:

GLORIA GAYNOR - COMPILATION - 2002







quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

HENRY POLLACK - PARA AMAR E RECORDAR - 1997

Em 2011, pela primeira vez, postamos um álbum do violinista Henry Pollack. Para que não sabe, ele era um artista que tocava seu instrumento nas ruas das cidades do Brasil. Fui conhecê-lo em 1998, tocando no centro de Curitiba. Era um tipo diferente, estilo europeu, sempre trajando roupas coloridas, barbudo, de cabelos longos e sempre acompanhado de uma morena esbelta.

O que chamava atenção era a sua capacidade de reunir o povo em volta de seu violino amplificado. Muito animado Henry Pollack convidava a todos para ouvirem o seu show de violino que unia músicas ciganas, clássicos românticos e populares sertanejos. Até a Festa de Peão, sucesso da época da dupla Leandro e Leonardo, ecoou na praça Osório seguida pela melancólica Vou Chorar. Enquanto tocava a morena oferecia os discos do artista de rua.

Segundo a jornalista Marlise Groth, Henry Pollack, 58, era um polonês que aos três anos fugiu da Segunda Guerra com os pais e recebeu abrigo no Uruguai. Apaixonado pela música estudou violino clássico e participou de sinfônicas. Ao sair da universidade de Música, optou pelo popular e montou o grupo Violinos Mágicos que embalou sonhos em diversos países da Europa, Estados Unidos e América Latina, conta. 

Pollack que se orgulhava de já ter sido cumprimentado pessoalmente pelo tenor Luciano Pavarotti e ouvido pelo papa João Paulo 2º, lembrava-se dos tempos em que foi escalado músico oficial de Ieda Maria Vargas, a miss Brasil que chegou a miss Universo. "Eu tocava o violino enquanto ela entrava nos salões. Ela viajava de avião e eu tinha que ir de ônibus", relata.

Nesta postagem, retornamos com mais um disco desse músico de rua, que tanta emoção proporcionou com as suas apresentações ao vivo, nas ruas das principais cidades brasileiras e viveu seus últimos dias em Curitiba.

O disco “Amar e Recordar", gravado em 1997, nos estúdios Isaec e Focus, com arranjos do maestro Wilson Dobbins Barbosa e do próprio  Henry Pollack contém 15 faixas variadas, indo de Love story, Borbulhas de amor, até sucessos sertanejos, sendo:

1. Tudo por amor; 
2. Love story; 
3. Borbulhas de amor; 
4. Fascinação; 
5. Estoy enamorado; 
6. Forever in love
7. Sem medo de ser feliz; 
8. Inesquecível; 
9. Don Juan de Marco; 
10. Eu juro
11. Recuerdos de Ypacarí; 
12. Perhaps love; 
13. Titanic love song
14. Quando um grande amor se faz; 
15. My way; 



 Capa Versão LaPlayaMusic







 Contra Capa Original Cd (Back)



 Selo Original Cd (Label)




Capa Original do Cd
Links:






-------------------------------------------------------------------------------------------------------
VEJA TAMBÉM:

HENRY POLLACK - UM VIOLINO PARA O POVO (Clique Aqui)