2020

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segunda-feira, 6 de abril de 2020

HENRYK SZERYNG - INTERPRETA FRITZ KREISLER (1967)

Nesta postagem apresento e resgato o raro e excelente álbum instrumental intitulado "Interpreta Fritz Kreisler", do violinista, pedagogo, filantropo e diplomata da Polônia e posteriormente cidadão mexicano, Henrik Szeryng, lançado no Brasil em 1967, pela gravadora Companhia Brasileira de Discos, pelo selo Philips. 

Para quem não o conhece, Henryk Szeryng nasceu em Varsóvia, no ano de 1918 e faleceu na cidade de Kassel, em 1988. foi um renomado violinista, pedagogo, filantropo e diplomata da Polônia, tendo-se tornado mais tarde cidadão mexicano.

Era filho de um rico industrial e com três anos já começava a ter lições de piano de sua mãe. Com sete anos escolheu o violino como seu instrumento. Seu primeiro professor foi Maurice Frenkel, assistente de Leopold Auer. 

Depois, influenciados por Bronislaw Huberman, seus pais o levaram para estudar com Carl Flesch em Berlim. Ele venceu o Concurso Carl Flesch em 1931 e prosseguiu seus estudos em Paris com Jacques Thibaud e Gabriel Bouillon no Conservatório de Paris, recebendo o Primeiro Prêmio em 1937, o que o inseriu definitivamente na escola francesa de violino. 

Também estudou composição com Nadia Boulanger, e através dela conheceu figuras importantes como Heitor Villa-Lobos, Alfred Cortot, Manuel Ponce, Igor Stravinsky e Maurice Ravel.

Na II Guerra Mundial foi alistado pelo governo polonês no exílio como oficial de ligação e intérprete, dando mais de 300 concertos para as tropas aliadas na Europa, África e América. Em 1942 encontrou-se com o premier polonês, refugiado no México, que buscava asilo para mais de 4 mil poloneses. Sensibilizado pela acolhida mexicana aos refugiados, voltou ao México em 1943, quando o governo local lhe ofereceu o posto de diretor do departamento de cordas da Universidade Nacional do México, a fim de que reorganizasse a escola mexicana de violino. 

Por seu trabalho cultural recebeu a cidadania mexicana em 1948, foi indicado em 1956 como Embaixador da Cultura, e em 1970 Conselheiro Musical Especial da delegação permanente do México junto à UNESCO, sendo o primeiro artista a viajar com passaporte diplomático. Dominava oito idiomas.

Foi um dos violinistas que mais deixaram gravações. Redescobriu a partitura do terceiro concerto de Paganini e foi o primeiro a registrá-lo em disco. Diversos compositores escreveram peças para ele, incluindo Manuel Ponce, Camargo Guarnieri, Xavier Montsalvatge e Julian Carrillo. Seu repertório ia de Bach até os contemporâneos. 

Recebeu vários prêmios por suas gravações, entre eles o Grand Prix du Disque (seis vezes), o Grammy Award, o Wiener Flötenuhr, o Prêmio Edison e o Golden Record. Entre os títulos recebidos se contam a Ordem da Polónia Restituta da Polônia, o grau de Comendador da Ordem da República Italiana, o de Oficial da Ordem da Coroa da Bélgica e da Ordem Nacional da Legião de Honra da França, o de Comandante da Ordem de Alfonso X o Sábio, da Espanha, e da Ordem de São Carlos, de Mônaco.

Seus instrumentos também eram célebres, e os doou quase todos, retendo apenas o Guarnerius Leduc e o Pierre Hel 1935, uma cópia do Guarnerius Le Roi Joseph. Possuiu o Stradivarius Hercules que pertencera a Eugene Ysaye, e depois o doou à cidade de Jerusalém para que fosse usado nos concertos da Filarmônica local; doou seu Stradivarius Villaume, uma cópia do Stradivarius Messias, ao príncipe Rainier III de Mônaco, e seu Guarnerius Sancta Theresia foi dado de presente à cidade do México, e outros instrumentos foram deixados para seus alunos.

O álbum é dedicado ao músico, violinista e compositor Fritz Kreisler, nascido em Vienna, Aústria, em 1872 e falecido em Nova York, USA, em 1962. Como legado, Kreisler escreveu várias peças para o violino, incluindo solos para bis, como "Liebesleid" e "Liebesfreud". 

Algumas das composições de Kreisler eram pastiches ostensivamente no estilo de outros compositores. Eles foram originalmente atribuídos a compositores anteriores, como Gaetano Pugnani, Giuseppe Tartini e Antonio Vivaldi e, em 1935, Kreisler revelou que foi ele quem escreveu as peças. 

Quando os críticos se queixaram, Kreisler respondeu que eles já consideravam as composições dignas: "O nome muda, o valor permanece", disse ele. Ele também escreveu operetas, incluindo Apple Blossoms, em 1919 e Sissy, em 1932, um quarteto de cordas e cadenzas, incluindo as do Concerto para Violino de Brahms, o Concerto para Violino D maior de Paganini e o Concerto para Violino de Beethoven. Suas cadenzas para o concerto de Beethoven são as mais frequentemente tocadas pelos violinistas hoje.

Ele escreveu a música para o filme de 1936, "The King Steps Out", dirigido por Josef von Sternberg, baseado nos primeiros anos da imperatriz Elisabeth da Áustria. Kreisler apresentou e gravou sua própria versão do primeiro movimento do Concerto para Violino em D maior de Paganini. O movimento é resgatado e, em alguns lugares, re-harmonizado, e a introdução orquestral é completamente reescrita em alguns lugares. O efeito geral é de uma obra do final do século XIX.

Fonte: Wikipedia/Abril 2020.

A seleção do álbum da postagem é composta pelas seguintes músicas de Fritz Kreisler, interpretadas por Henryk Szeryng e com Charles Reiner ao piano:

01. Capricho Vienense;
02. Bela Rosamaria;
03. Tristeza de Amor;
04. Alegrias de Amor;
05. Recitativo e Scherzo-Capricho (Para solo de violino);
06. Tempo de Minueto (No estilo de Gaetano Pugnani);
07. Prelúdio e Allegro (No estilo de Gaetano Pugnani);
08. Canção Luis XIII e Pavana  (No estilo de Louis Couperin);
09. Tamborim Chinês;
10. Minueto (No estilo de Nicola Porpora);
11. Velho Refrão;
12. Rondino Sobre Um Tema de Beethoven;
13. Allegretto (No estilo de Luigi Boccherini).





 Capa (Front) Edição Brasil - Philips 1967





  Contra Capa (Back Cover) Edição Brasil - Philips 1967






  Selo (lLabel) Edição Brasil - Philips 1967






Capa (Front) Edição US - Mercury 1963





 Contra Capa (Back Cover) Edição US - Mercury 1963





 Selo (Label) Edição US - Mercury 1963




  Selo (Label) Edição Promocional US - Mercury 1963





 Selo (Label) Edição UK - Philips 1963





Henryk Szeryng - Apresentação


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quinta-feira, 2 de abril de 2020

SALENA JOONES - LET IT BE (1988)

Hoje apresento um álbum  que foi postado no blog LaPlayaBeatles, em 09/fevereiro/2017 e que já estava com os links desativados. O disco se refere a um tributo aos Beatles, intitulado "Let It Be", da cantora Salena Jones, que foi lançado no Japão, em 1988, pela JVC Records. No Brasil ele foi lançado em 1991, pela gravadora RGE.

Descendente direta de Crazy Horse, a guerreira Sioux indiana, Joan Shaw (nome de nascimento de Salena Jones) nasceu em Newport News, Virgínia, e começou a cantar na igreja e na escola antes de fazer sua estréia nos palcos mais importantes da vida.

Quando muito jovem, a carreira de Joan Shaw começou em Nova York nos clubes de Manhattan e seguiu para o Apollo Theatre do Harlem, quando ganhou a noite amadora cantando a música September song.

Joan cresceu em Nova York na companhia de músicos que se tornariam as lendas: Miles Davis, Charlie Parker, Dizzie Gillespie, Bud Powell, Wes Montgomery, Chico Hamilton e Stan Getz. Ela conheceu todas essas pessoas, tocando com alguns deles e começou a fazer discos de demonstração para artistas como Peggy Lee, Brenda Lee e Lena Horne, antes de conseguir seu próprio contrato de gravação.

Com sede em Nova York, com sua própria "Blues Express Orchestra", Joan fez uma grande turnê pelos EUA com "King" Curtis em sua banda (a quem ela nomeou), também trabalhando com Johnnie Ray, Laverne Baker, Arthur Prysock e Frankie Lyman.

Esse período do ritmo 'n' blues foi o precursor do rock 'n' roll e é evidente que Joan Shaw é hoje reverenciada por aficionados daquela época importante, fazendo 15 singles aos 15 anos (o primeiro foi lançado em aos onze anos), muitos podem ser ouvidos hoje por meio canal do You Tube.

Joan então trabalhou regularmente nos famosos locais do Village Vanguard, Minton's Playhouse e Wells Supper Club. Leonard Feather, destacado crítico de jazz da revista "Downbeat", que nomeou Joan Shaw como uma de suas escolhas como "os mais promissores recém-chegados", juntamente com "Peggy Lee, Ella Fitzgerald e Mel Torme".

Glamourosa e bonita, com sua voz distinta e estilo descontraído, ela já havia conhecido e cantado com uma variedade de grandes nomes do jazz. Seu álbum de fotos mostra seu braço dado com todo mundo, de Betty Carter a Cab Calloway, Billy Eckstine, Vic Damone e Lena Horne.

No entanto, querendo expandir seus horizontes e preocupada com o racismo em seu país natal, Joan Shaw comprou uma passagem de ida para Madri, onde cantou uma música no "Whisky and Jazz Club", na mesma noite em que chegou a Espanha. , ela foi imediatamente contratada para cantar todas as noites com Dexter Gordon. Mas Londres telefonou e, chegando em 1965, sua gerência recomendou uma mudança de nome e Salena Jones nasceu!

Logo ela foi contratada para aparecer pela primeira vez no programa Ronnie Scott por duas semanas, mas a reação da plateia a reteve por mais uma semana e depois outra: finalmente apareceu por sete semanas consecutivas - ainda é um considerado recorde no local.

Salena abriu seu próprio clube de jazz em Londres em 2001. Nas últimas cinco décadas, Salena Jones tem sido uma figura central na cena do jazz britânico e, a partir de sua base aqui, conquistou o mundo. Salena tocou em todos os lugares, do Canadá, na Europa, África do Sul, América do Sul, EUA e Ásia, onde é uma artista amada (e aparece no Japão pelo menos anualmente desde 1978).

Salena cantou com Louis Armstrong, Hank Jones, Ray Brown, Sarah Vaughan, Maynard Ferguson, Mark Murphy, Lionel Hampton, Kenny Burrell, Dudley Moore, Roy Budd e Toots Thielemans, Tom Jones, Antonio Carlos Jobim, BBC Big Band e Orquestra Filarmônica Real.

A carreira de gravadora de Salena refletiu sua capacidade de escolher um repertório variado e também de ir além dos limites do jazz. Ela fez 43 álbuns solo e 22 singles ao longo de um período de 50 anos no ramo.

A seleção do disco é composta por uma lista de clássicos dos Beatles, a seguir apresentadas:

01. Let It Be
02. Norwegian Wood ( This Bird Has Flown)
03. Here Comes The Sun
04. The Long And Winding Road
05. Got To Get You Into My Life
06. If I Fell
07. Something
08. Get Back
09. Hey Jude
10. Don't Let Me Down
11. The Fool On The Hill
12. Here, There And Everywhere

























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terça-feira, 31 de março de 2020

OSMAR NAVARRO - SUCESSOS DOS ANOS 60 (1976)

Hoje complemento a postagem de 08/Dezembro/2019, referente ao compacto duplo do cantor e compositor brasileiro Osmar Navarro, cuja canção principal era o seu grande sucesso intitulado Quem É.

Trata-se de uma nova versão daquela mesma música, que foi lançada no Brasil, em compacto duplo,  pela gravadora RCA Victor, em 1976. 

Apesar de novo arranjo eu ainda prefiro a versão original de 1959. As canções que compõem esse compacto duplo são as seguintes:

Lado A:
01. Quem é (Versão 76);
02. Ternura é isso;

Lado B:
03. Creia;
04. Cravo branco.




























 Links:








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OUÇA A VERSÃO DA MÚSICA  Quem É 1959 (CLIQUE AQUI)





domingo, 29 de março de 2020

JOHN CHRIST BAND - EXPLOSÃO TOTAL (1973)

Após afastado do blog por motivos particulares, finalmente retornei as postagens. Aproveitando o tempo que disponho agora, decorrente desse problema que aflige o mundo, vou aproveitar para digitalizar antigos discos que estavam na fila há algum tempo.
Para começar, trago o raríssimo álbum do grupo John Chris Band, intitulado "Explosão Total", que foi lançado no Brasil, em 1973, pela gravadora Rozenblit, pelo selo New Sound. Infelizmente, não encontrei nenhuma menção a respeito desse grupo, não se sabendo se era nacional ou estrangeiro.

O disco é instrumental, com interpretações interessantes de sucessos da época. A seleção é composta das seguintes canções:

01. Aquarela;
02. Wild safari;
03. Rainbow rocking chair;
04. Summer breeze;
05. In search of love;
06. Don't misundestanding;
07. I believe in music;
08. What am I crying for;
09. Bicycle ride;
10. Sea side shuffle;
11. To whom it may concern;
12. Don't want to say goodbye.


  















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quinta-feira, 5 de março de 2020

O SUCESSO PELO MUNDO - NÚMERO 4 (1967)

Na postagem de hoje, reapresento uma compilação intitulada "O Sucesso Pelo Mundo - Número 4", lançado em 1967, pela gravadora Companhia Brasileira de Discos, pelo selo Philips.

Esse álbum já foi postado na rede pelo antigo blog SintoniaMusikal, fornecida pelo acervo do amigo Geraldo e Chico. Realizei algumas melhorias no material gráfico. Esta postagem é oferecida para aqueles amigos do blog LaPlayaMusic que não tiveram a oportunidade de acessar o acervo do excelente blog SintoniaMusikal.

A seleção do disco é composta das seguintes canções e respectivos intérpretes:

01. Cheveux longs et idées courtes (Johnny Halliday) - Hit parade França/Bélgica;
02. Sunny (Bobby Hebb) - Hit parade Inglaterra/Estados Unidos;
03. Etrangers dans la nuit (Herve Vilard) - Hit parade Holanda/Argentina/França /Australia;
04. Ring, ring, I've got to sing (Ferre Grignard) - Hit parade Estados Unidos;
05. Tema (I Giganti) - Hit parade Italia;
06. Sag Warum (Ronaldo) - Hit parade Alemanha;
07. Não deixe só - I only want to be with you (Maritza Fabiani) - Hit parade Brasil;
08. Gina (Wayne Fontana) - Hit parade Brasil/Inglaterra;
09. La Fisarmonica (Claudio Faissal) - Hit parade Brasil/Italia;
10. Opus' 17 - Don't you worry 'bout me (The 4 Seasons) - Hit parade Inglaterra/Brasil /Estados Unidos;
11. Bangue, bangue (Maritza Fabiani) - Hit parade Brasil/França;
12. Keep on running (The Spencer Davis Group) - Hit parade Inglaterra;
13. Ma pecchè (Iva Zanicchi) - Finalista XIV Festival de Nápoles - Hit parade Italia;
14. Merci, cherie (Paul Mauriat Orchestra) - 1º Grande Premio Eurovisão 1966 - Hit parade Brasil/França.


















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terça-feira, 3 de março de 2020

RONNIE ALDRICH - PLAYS THE BEATLES (2019)

Para finalizar as postagens do dia, apresento uma compilação realizada pelo extinto blog "Instrumental World", contendo as interpretações das canções dos Beatles realizadas e lançadas pelo maestro e pianista Ronnie Aldrich, em sua extensa discografia, na gravadora Decca, pelo selo London.

A seguir as canções dos Beatles contidas nesta compilação, com material gráfico adicionado pelo blog LaPlayaMusic:

01. What is life;
02. Because;
03. Michelle;
04. Something;
05. My sweet lord;
06. The fool on the hill;
07. Yesterday;
08. The long and winding;
09. Hey Jude;
10. Lucy in the sky with diamond;
11. Imagine;
12. Let it be.














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EMI GOLD - GREATEST HITS 0F 78 (1978)

Nesta postagem, apresento uma coletânea pop interessante da gravadora EMI, intitulada "EMI Gold - Greatest Hits Of 78", que foi lançada no Brasil em 1978 e contém as seguintes canções:

01. Wuthering heights (Kate Bush);
02. San Francisco nights (Harpo);
03. If you can't give me love (Suzi Quatro);
04. Copacabana (Barry Manilow);
05. Burnin' (Carol Douglas);
06. (If you think it's over) Fool (Chris Rea);
07. Emotion (Samantha Sang);
08. We're all alone (Rita Coolidge);
09. Let's all chant (Michael Zager Band);
10. All for a reason (Alessi Brothers);
11. Kiss you all over (Exile);
12. You (Rita Coolidge);
13. Beatles disco (Cafe Creme);
14. Dancer, dance (Pussyfoot);
15. I'm a man (Macho);
16. Self pity (Lucifer).

















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domingo, 1 de março de 2020

ANDRE PREVIN AND HIS ORCHESTRA - MISTY (1965)

Nesta postagem, apresento o excelente álbum "Misty", de Andre Previn, lançado nos Estados Unidos, em 1965, pela gravadora Columbia, pelo selo Harmony.  Aproveito para agradecer a doação em Lp deste material, pelo amigo Eldo Bastos.

Andre Previn (Andreas Ludwig Priwin), nasceu em Berlin, Alemanha, no dia 06 de abril de 1929 e faleceu na cidade de Nova York, Estados Unidos, no dia 28 de fevereiro de 2019, aos 89 anos de idade.

Ele foi um  compositor, pianista, arranjador e mestre, tendo recebido três nomeações para o Prêmio da Academia de Musica e vencido por quatro vezes Oscares da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, pela categoria "Banda Sonora Original".

André Previn nasceu com o nome Andreas Ludwing Priwin em uma família judaica em Berlim, Alemanha. Seu irmão foi o diretor Steve Previn (1925-1993). Com sua família, em 1939, ele emigrou para os Estados Unidos para escapar do regime da Alemanha nazista.

Em 1943, Previn tornou-se cidadão naturalizado dos Estados Unidos e cresceu em Los Angeles. No verão de 1946, ele se formou na Escola de Beverly Hills e começou a tocar um musical com Richard M. Sherman: tocar piano, acompanhar Sherman, tocar flauta. Por coincidência, 21 anos depois, ambos os compositores ganharam ou Óscar por diferentes filmes.

Em 1967, tornou-se diretor musical da Orquestra Sinfônica de Houston. No ano seguintes, Previn tornou-se o principal maestro da Orquestra Sinfônica de Londres, até o ano de 1979. Durante seu mandato na Sinfônica de Londres, ele e uma orquestra apareceram no programa de televisão chamada Noite da Música de André Previn.

De 1976 até 1984, Previn foi o diretor musical da Orquestra Sinfônica de Pittsburgh e apareceu em outro programa de televisão: “Previn and the Pittsburgh”. Também foi o mestre principal da Orquestra Filarmônica Real.

Em 1984 foi nomeado diretor musical da Orquestra Filarmônica de Los Angeles, ficando à frente da orquestra, oficialmente até 1985.

Previn realizou muitas gravações com a Orquestra Sinfônica de Londres, incluindo três balés completos de Tchaikovsky (O Lago dos Cisnes, A Bela Adormecida e O Quebra Nozes), e como sinfonias completas de Raplh Vaughan Williams. Com a Orquestra Filarmônica de Los Angeles, ele fez gravações de obras de Sergei Prokofiev, Antonín Dvorak, William Kraft, John Harbison e Harold Shapero.

Em 2001, foi agraciado com o título de Cavaleiro do Império Britânico (KBE), uma das mais altas honras conduzidas pela rainha Elizabeth II e nascidas para o Reino Unido.

A ótima seleção do álbum "Misty" é composta das seguintes canções orquestrais:

01. Misty;
02. What's new;
03. P.S. I love you;
04. Gone with the wind;
05. Over the rainbow;
06. Stormy weather;
07. I've got the world on a string;
08. One for my baby (And one for the road);
09. When the sun comes out;
10. Lost in the stars.





 Capa (Front) Edição Harmony - USA 1965 





  Contra Capa (Back Cover) Edição Harmony - USA 1965 





 Selo (Label) - Edição Harmony - USA 1965 





 Selo (Label) - Edição Harmony - Canadá 1965 





 Capa (Front) Edição CBS - Germany 1965 





Contra Capa (Back Cover) Edição CBS - Germany 1965 





 Selo (Label) - Edição CBS - Germany 1965 





Andre Previn 

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sábado, 29 de fevereiro de 2020

NICK DE CARO AND ORCHESTRA - HAPPY HEART (1969)

Nesta postagem apresento o álbum "Happy Heart", de Nick de Caro e sua Orquestra, que foi lançado no Brasil em 1969, pela gravadora Odeon, sob o selo A&M Records.

Nick de Caro é pouco conhecido no Brasil, seu nome verdadeiro era Nicholas Joseph de Caro. Foi um talentoso e respeitado arranjador, produtor, músico, compositor e artista de gravação. Ele nasceu em 23 de junho de 1938 e faleceu aos 53 anos anos de idade, no dia 04 de março de 1992.

Lançou e produziu vários álbuns e artistas, nas décadas de 1970 e 1980, sendo muito popular no Japão. Um dos seus melhores trabalhos como arranjador foi o álbum "Home Of The Brave”, de Bonnie & The Treasures, do selo Phi-Dan de Phil Spector.

A seguir a lista das músicas que compõem o disco desta postagem, com a inclusão de duas faixas bônus que foram lançadas na versão original americana:

01. Happy heat;
02. Lullaby from Rosemary's baby;
03. Hey Jude;
04. I'll forget you;
05. Quiet sunday;
06. Ob-la-di, Ob-la-da;
07. Lonely (Amy's theme);
08. Love is all;
09. A man and a woman;
10. If I only had time;

Bônus:
11. I'm gonna make you love me;
12. Caroline no.






 Capa (Front) - Edição LP Brasil 1969






  Contra Capa (Back Cover) - Edição LP Brasil 1969





  Selo (Label) - Edição LP Brasil 1969





  Capa (Front) - Edição LP USA 1969





   Contra Capa (Back Cover) - Edição LP USA 1969






   Selo (Label) - Edição LP USA 1969





  Selo (Label) - Edição EP USA 1969





 Nick de Caro - Song "Happy Heart"





Nick de Caro


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