2019

2019

sexta-feira, 24 de maio de 2019

PUSSYCAT - FIRST OF ALL (1977)

Nesta postagem, apresentamos a banda pop Pussycat, sendo o primeiro grupo da Hollanda a fazer sucesso no mercado internacional mundial no início dos anos 1970.

Foi criado pelas três irmãs Kowalczyk, que eram as cantoras Toni Willé, Betty Drastra e Marianne Hensen e os outros integrantes eram o baterista Theo Coumans, o baixista Theo Wetzels e o guitarrista John Theunissen.

Em 1975, a banda ficou mundialmente conhecida pelo single de sucesso Mississippi, que no Brasil ocupou o primeiro lugar das paradas e permaneceu entre as mais tocadas por 129 semanas. É bom lembrar que essa canção é sempre citada nas coletâneas e playlists da época

As irmãs Toni, Betty e Marianne eram conhecidas em Limburgo, onde cresceram, como as Zingende Zusjes ("Irmãs Cantoras") e tinham um repertório em alemão, depois acrescentaram uma baterista feminina e ficaram conhecidas agora como BG's from Holland (BG significa Beat Girls), numa tentativa de tornarem seu nome nacional e seguirem o movimento que fazia sucesso no país. Em 1973, com o nome de Sweet Reaction, gravaram em um single —Tell Alain, que entretanto não fez o sucesso esperado.

No começo do ano de 1975 contrataram o baterista Coumans, o baixista Wetzels e o guitarrista Theunissen; o grupo sofreu uma nova mudança de nome, ao trocarem a gravadora Telstar pela poderosa EMI, passando a se chamar Pussycat, tendo o arranjador da EMI, Eddy Hilberts, como seu produtor.
Gravaram, no mesmo ano, a composição de Werner Theunissen, Mississippi, que no ano seguinte tornou-se o hit mais tocado na Holanda e foi por quatro semanas o primeiro lugar das paradas da Inglaterra e foi primeiro em mais de trinta países de todos os continentes. Naquele ano vendeu mais de quatro milhões de cópias no país, sendo o mais vendido na Alemanha, e no resto do mundo outros cinco milhões foram vendidos.O sucesso de Mississippi foi seguido por Smile, que ficou em segundo lugar, na Holanda) e Georgie (quarta posição em 1976) e Hey Joe (em 1978).

Em 05/Janeiro/1977 o grupo fora premiado com o “Conamus Export Prize” pelo embaixador britânico nos Países Baixos por ter sido o primeiro grupo daquele país a atingir a primeira posição nas paradas, com Mississippi.

A carreira na Europa durou mais de uma década e incluiu cerca de dezessete álbuns. Em 1978, Hans Lutjens substituiu Coumans na bateria, e a banda continuou a lançar álbuns e fazer turnês, viajando a todos os lugares como Africa do Sul.

Durante a década de 1980, as irmãs encontram cada vez mais dificuldade de financiar excursões com tantos músicos e substituíram a banda de apoio por músicas gravadas e assim, Pussycat mudou a sua imagem mais uma vez. Em meados dessa década o grupo se desfez. Em 19 de novembro de 2015 o guitarrista John Theunissen morreu, aos sessenta e seis anos de idade.

Nas décadas seguintes, a vocalista Toni Kowlczyk se apresentou por diversas vezes com músicos próprios, porém que não representavam a banda como um todo.

O álbum do grupo Pussycat selecionado para esta postagem é o "First of All", lançado em 1976, na Hollanda, pela gravadora EMI. No Brasil, foi lançado em 1977, pela gravadora Chantecler. Para quem gosta de ter este material gravado em cd, incluímos material gráfico, obtido do Luiz Alberto Gomes (Bugrim), em uma de suas postagens no blog Só Musica.

A seleção do disco é composta das seguintes canções:

01. Georgie

02. Pasadena
03. Boulevard De La Madeleine
04. What Did They Do To The People
05. Mexicali Lane
06. Take Me
07. Mississippi
08. Delaney
09. Do It
10. Help Me Living On
11. Just A Woman
12. Bad Boy






 Capa (Front) - Edições Holland 1976 / Brasil 1977 / Germany 1976 / USA 1977 / e outros





 Contra Capa (Back Cover) - Edição Brasil 1977




Selo (Label) - Edição Brasil 1977






Contra Capa (Back Cover) - Edição USA 1976





 Contra Capa (Back Cover) - Edição India 1977





Contra Capa (Back Cover) - Edição Holland 1976





 Selo (Label) - Edição Germany 1976





Selo (Label) - Edição Holland 1976




 Selo (Label) - Edição USA 1976




 Pussycat - As Irmãs Kowalczyk





 A banda Pussycat





Toni Kowalczyk apresentando-se em 2008

Links:






quinta-feira, 23 de maio de 2019

ELIZETH CARDOSO - O INVERNO DO MEU TEMPO (1979)

A cantora brasileira Elizeth Moreira Cardoso, nasceu na cidade do Rio de Janeiro, no dia 16 de julho de 1920 e faleceu no dia 07 de maio de 1990. Era conhecida como “A Divina” e é considerada uma das maiores intérpretes da musica brasileira, além de uma das mais talentosas cantoras de todos os tempos, reverenciada pelo público e pela crítica nacional e internacional.

A vida de Elizeth começou a mudar aos 16 anos, quando ela teve sua primeira festa de aniversário. Nessa época sua família havia se mudado para uma pequena casa na Rua do Rezende, nº 87, Centro do Rio. Com difíceis condições financeiras, a família foi morar de favor com a tia Ivone e o marido dela, Pedro. Sua festa fora realizada nesta casa. Para a festa, foram convidados vários amigos de seu pai e de seu tio, também músicos: Pixinguinha, Dilermando Reis, Jacob do Bandolim. Seu tio Pedro a apresentou a Jacob, que pediu que a jovem cantasse para todos na festa, e mesmo muito tímida, concordou, e todos gostaram muitíssimo. Jacob, impressionado com a voz da adolescente, que mesmo sem aula já era uma voz sem erros, profissional, resolveu convidá-la para fazer um teste na Rádio Guanabara e ver se o dono aprovava. Elizeth fora no dia seguinte, e com louvor, conseguira passar na prova e eliminar diversas candidatas: venceu a prova em primeiro lugar, e assim sua carreira deslanchou. Com apenas um disco gravado, começou a ganhar um bom dinheiro e ajudar mais sua família.

Seu pai era contra a exposição da filha, e não queria que ela se tornasse profissional, mas Elizeth tinha um gênio muito forte e uma vontade de realizar seus sonhos maior ainda, e então, mesmo contra a vontade dele, realizou sua primeira apresentação, em 1936, no Programa Suburbano”, ao lado de Vicente Celestino, Araci de Almeida, Moreira da Silva, Noel Rosa e Marília Batista. Na semana seguinte foi contratada para um programa semanal na rádio e a partir daí, nunca mais parou de fazer sucesso, gravando um disco atrás do outro.

Apesar de ter viajado o mundo, e cantado em todos os países, só faltava um, que era seu sonho: conhecer o Japão. No fim dos anos 1970 o viu pela primeira vez e ficou encantada. Passou a cantar lá com frequência, e passou a viajar a turismo, visitando diversas cidades.

Em 1987, recebeu o convite para uma excursão musical no Japão. Após o término dos espetáculos, ficou algumas semanas passeando pelo país e quando estava em seu hotel, Elizeth se sentiu muito mal, com tonteiras, dores estomacais, até que vomitou sangue e desmaiou. Um dos funcionários do hotel a achou caída, e a cantora acabou sendo internada às pressas. Rapidamente, após uma endoscopia, os médicos japoneses diagnosticaram um câncer no estômago, ou seja, um carcinoma gástrico, que obrigou a cantora a uma cirurgia emergencial, para conter o sangramento e diminuir o tumor.

Seus filhos foram visitá-la, e após algumas semanas internada, pôde voltar ao Brasil, acompanhada deles. Ela passou a se tratar com um gastroenterologista. Apesar tomar medicamentos e fazer os mais avançados tratamentos contra a doença, o tumor havia diminuído, mas pouco tempo depois havia crescido mais, e se espalhado, e Elizeth passou os últimos três anos de vida a base de muitos medicamentos, havia sofrido muita perda de peso, além de fortes dores estomacais e abdominais, mas não deixava se abater, apesar de descansar mais, se alimentar melhor e cancelar muitos shows, não conseguia ficar longe do que amava: a música.

Quando conseguia ter forças para andar, com ajuda, subia ao palco e fazia shows, e muitas vezes não conseguia ir até o final, mas o público era compreensivo. Não suportando mais tanto sofrimento, e já internada, a cantora faleceu às 12h28min, do dia 7 de maio de 1990, na Clínica Bambina, no bairro de Botafogo. Elizeth Cardoso foi velada no Teatro João Caetano, onde compareceram milhares de fãs. Foi sepultada, ao som de um surdo portelense, no Cemitério da Ordem do Carmo, no Caju, Rio de Janeiro..

Além do choro, Elizeth consagrou-se como uma das grandes intérpretes do gênero samba-canção (surgido na década de 1930), ao lado de Maysa, Nora Ney, Dalva de Oliveira, Ângela Maria e Dolores Duran. O gênero, comparado ao bolero, pela exaltação do tema amor-romântico ou pelo sofrimento de um amor não realizado, foi chamado também de dor de cotovelo ou fossa. O samba canção antecedeu o movimento da bossa nova (surgido ao final da década de 1950).

Elizeth migrou do choro para o samba-canção e deste para a bossa nova gravando, em 1958, o álbum Lp “Canção do Amor Demais, considerado fundamental para a inauguração deste movimento, surgido em 1957. O antológico disco trazia ainda, também da autoria de Vinícius de Moraes e Tom Jobim, as canções Chega de Saudade, Luciana, As Praias Desertas e Outra Vez. A melodia ao fundo foi composta com a participação de um jovem baiano que tocava o violão de maneira original, inédita: o jovem João Gilberto.

Em 1960, gravou o jingle para a campanha vice-presidencial de João Goulart. Nos anos 1960 apresentou o programa de televisão “Bossaudade”, na TV Record, Canal 7, São Paulo. Em 1968 apresentou-se num espetáculo que foi considerado o ápice da carreira, com Jacob do Bandolim, Época de Ouro e Zimbo Trio, no Teatro João Caetano, em benefício do Museu da Imagem e do Som (MIS - Rio de Janeiro). Considerado um encontro histórico da música popular brasileira, no qual foram ovacionados pela platéia; Desse show foram lançados álbuns em edição limitada pelo MIS.

Em abril de 1965 conquistou o segundo lugar na estreia do I Festival de Música Popular Brasileira (TV Record) interpretando a canção Valsa do amor que não vem, de Baden Powell e Vinícius de Moraes; o primeiro lugar foi da novata Elis Regina, com a música Arrastão, de Edu Lobo. Serviu também de influência para vários cantoras que viriam depois, sendo uma das principais a cantora Maysa.

Elizeth Cardoso lançou mais de 40 LPs no Brasil e gravou vários outros em Portugal, Venezuela, Uruguai, Argentina e México.

Para homenagear essa grande cantora brasileira, apresentamos o ótimo álbum intitulado “O Inverno do Meu Tempo”, lançado em 1979, pela gravadora Som Livre. Este disco contou com a participando de grandes nomes.

Os arranjadores ficaram por conta de Radamés Gnatalli, Sivuca, Sérgio Carvalho, Geraldo Vespar e Antonio Adolfo. Já no instrumental os destaques são Zé Menezes, Waltel Branco, Helio Capucci, Neco, Dino 7 Cordas, Raphael Rabello, Baden Powell, Wilson das Neves, Marçal, Ed Maciel, entre outros.

A seleção do disco é composta das seguintes canções, respectivos compositores e participações especiais:

01 - Mulata Faceira (João Nogueira / Paulo César Pinheiro) with João Nogueira
02 - Queixa (Baden Powell / Vinicius de Moraes)
03 - No Tempo dos Quintais (Sivuca / Paulinho Tapajós)
04 - Unhas (Dona Ivone Lara / Hermínio Bello de Carvalho)
05 - Mar de Vermelho e Branco (Silvio César / Haroldo Costa)
06 - O Inverno do Meu Tempo (Cartola / Roberto Nascimento)
07 - Primavera/outono (Sergio Carvalho / Silvio César)
08 - Voltar (Delcio Carvalho)
09 - Migalhas (Paulo Valdez / Sergio Santana)
10 - Por Quase Nada (Tavinho Bonfá / Ivan Wrigg)
11 - Velho Amigo (Baden Powell / Vinicius de Moraes) with Baden Powell
12 - De Repente (Silvio César)
13 - Bachianas Brasileiras Nº 5 - 1ª Parte da Ária (Cantilena) (Villa-Lobos / David Nasser)





































Links:







terça-feira, 21 de maio de 2019

THE PLASTIC COW - MUSICA ELETRÔNICA (1970) REPOST

Muitos acham que a música eletrônica foi introduzida a partir dos anos 1960. Entretanto, se enganam, uma vez que a história da música eletrônica iniciou em 1920, pelo russo Leon Theremin, com a invenção de uma espécie de adaptação do rádio, que emitia sons nunca ouvidos antes, de afinação que variava de acordo com o movimento das mãos do executante em relação a uma antena.

Esse processo foi chamado de Theremin. Nos anos 1950, esse processo já era utilizado em trilhas de filmes de terror (como “O Dia em Que a Terra Parou”, do diretor Robert Wise) e mais tarde foi aplicado como algo excêntrico por bandas de rock, tais como Beach Boys, Led Zepelin e Os Mutantes.

Vendendo kits do Theremin, nos anos 1960, o estudante de física norte americano, Robert Moog, obteve receita e experiência para criar, no ano de 1965, o primeiro instrumento eletrônico de sucesso de massa, o “Moog”, reconhecido atualmente como o pioneiro dos sintetizadores. Era monofônico, ou seja, tocava uma nota de cada vez e vinha com um incrível filtro que podia gerar timbres parecidos com cordas, metais e até voz. Não há como se lembrar da música dos anos 1960, sem citar o sintetizador Moog. Podemos afirmar que a criação de Robert Moog foi determinante para a nova realidade eletrônica da música, gerando posteriormente uma legião de músicos eletrônicos.

Assim nesta postagem apresentamos uma versão dessa nova realidade, com o trabalho do tecladista Mike Melvoim, que aproveitou essa revolução para transformar em diversão com o álbum The Plastic Cow Moog Synthesizer, tocando sucessos de rock do final dos anos 1960, com a sua banda The Plastic Cow.

Esse álbum foi lançado no Brasil, em 1970, pela gravadora RGE, com o selo ABC Dot, com uma capa diferente, séria e mais bonita, do que aquela lançada nos USA, que tinha uma vaca na capa. O disco foi um sucesso, principalmente com as músicas Lady Jane, do Rolling Stones e Lay Lady Lay, de Bob Dylan, em formato de música eletrônica. Essas canções foram muito utilizadas em propagandas e em vinhetas de rádio e TV.

Mike Melvoim era oriundo do jazz e acreditava que o novo teclado poderia ser utilizado para elaborar um disco consistente. Excelente músico soube tirar muito do instrumento ao lado de bons acompanhantes, como o guitarrista Dennis Budimir e os bateristas Paul Humphrey, Earl Palmer e Colin Bailey.

Para lembrar e/ou conhecer melhor a banda The Plastic Cow, compartilhamos o compacto duplo lançado no Brasil, contendo as seguintes músicas:

Lado A:
01. Lady Jane; 
02. One man, one volt;

Lado B:
03. Lay lady lay; 
04. Tomorrow, tomorrow






















 Capa Edição USA




 Mike Melvoim
Links:







quarta-feira, 15 de maio de 2019

RUSER - YOU KONOW MY DREAMS (EP 1972)

Desta vez, apresento um compacto simples que contém uma música balada que aprecio muito. Trata-se da canção You know my dreams, do cantor Ruser, que foi lançado em 1972, pela gravadora Polydor. 

Na época que foi lançado, achei que era uma canção dos Bee Gees, lembrando a voz de Robin Gibb. Esta música sempre é lembrada em coletâneas românticas dos anos 1970. O que chama a atenção é falta de informação do intérprete desse disco. Acredito que o cantor seja europeu e até quem diz que é alemão. Quem souber de mais informações, por favor, nos compartilhe.

O disco é composto das seguintes músicas:

Lado A:
01-You Know my dreams

Lado B:
02-Open Your Heart























Links:







segunda-feira, 13 de maio de 2019

LES 4 CADILLACS - EXODUS - (EP 1961)

Nesta postagem, apresentamos o raro compacto duplo, intitulado "Exodus", do grupo Les 4 Cadillacs, lançado em 1961, pela gravadora Musidisc, que era liderado pelo instrumentista Ed Lincoln e produzido por Nilo Ségio.

As músicas que compõem esse compacto foram extraídas do álbum "Doucement Novamente", também lançado pela mesma gravadora, em 1961.  

As canções instrumentais são as seguintes:

Lado A:
01.  Prefixo Sweet melody / Exodus  / I could have danced all night;
02. Canção de amor cubano / Cubanacan;

Lado B: 
03. Moritat - Liechtensteiner polka;
04. Olhos negros - Noites de Moscou.
















Links:







terça-feira, 7 de maio de 2019

LIVRO - MEMÓRIAS DO BATERISTA CANHOTO - THE ANGELS, THE YOUNGSTERS E A JOVEM GUARDA

Olá, amigos do blog. Acabei de ler o livro "Memórias do Baterista Canhoto: The Angels - The Youngsters e a Jovem Guarda", lançado em 2016, pela editora Scortecci, escrito pelo protagonista Romir Andrade (Canhoto)

De acordo com o autor o livro é mais uma crônica de memória da época. Relata a história da banda The Angels, que posteriormente passou a se chamar The Youngsters, sendo uma das pioneiras do Rock Nacional, ainda antes da onda Jovem Guarda.

O conjunto, como era chamado na época foi co-responsável pela formatação (arranjos e gravações) das 40 músicas lançadas pelo Roberto Carlos de 1963 a 1965. Romir Andrade nos relata as peculiaridades das gravações dos discos “Parei na Contramão”, "É Proibido Fumar”. “Roberto Canta Para a Juventude”, “Jovem Guarda”. 

Também comenta sobre as gravações próprias da banda e de outras gravações com outros artistas famosos “Making Of” das gravações - Descrição dos cenários dos músicos e boêmios dos anos 60 – Bares, Tv’s, Gravadoras , Instrumentos, etc..

Para quem quer conhecer um pouco mais da história dessa época recomendo a leitura deste livro, que apesar das poucas páginas, nos traz revelações interessantes e resgata, de forma oportuna a memória do The Angels e The Youngsters, que infelizmente são esquecidos pela mídia, quando se fala na Jovem Guarda. O livro faz este resgate importante, mas infelizmente ele é difícil de ser encontrado, já estando esgotado em várias livrarias.

Valeu Romir. Obrigado.















Romir Andrade (Canhoto) - Gravação Lp Celia Vilela





 The Angels





 The Youngsters






 Roberto Carlos & The Youngsters  - Sessões de gravação Lp "Jovem Guarda"


Opções de Links para compra:

Opção 1: Travessa. com

Opção 2: Estante Virtual


segunda-feira, 6 de maio de 2019

THE FOUR ACES - LOVE IS A MANY SPLENDORED THING (1955)

Nesta postagem, apresento um compacto duplo vinyl lançado no Brasil, do grupo The Four Aces. O disco foi editado em 1955, ainda em 45 rpm, pela gravadora Companhia Brasileira de Discos, futura Phonogram, com o selo Decca Hi Fi. Os destaques do compacto eram as músicas sucessos Love is a splendored thing e Stranger in paradise.

The Four Aces foi um quarteto masculino americano popular desde a década de 1950. Ao longo do último meio século, o grupo acumulou vários discos de ouro. Suas músicas venderam milhões de discos e incluem Love is a many splendored thing, Mr Sandman, Stranger in paradise, Dream, Three coins in the fountain, Tell Me Why, Woman in Love, Perfidia, entre outras.

De sua discografia, acredito que a clássica seja Love is a many splendored thing, que foi tema do filme de mesmo nome, de 1955, conhecido no Brasil como “Suplício de Uma Saudade” e que tinha como protagonistas William Holde e Jennifer Jones.

A formação original do grupo Al Alberts, Dave Mahoney, Lou Silvestri, e Rosário "Sod" Vaccaro. Tudo começou com Al Alberts que foi para o sul Philadelphia High School, da Universidade Temple, e na Marinha dos Estados Unidos, onde conheceu Mahoney.

Originalmente, Al Alberts cantou com Mahoney e depois eles adicionaram Vaccaro no trompete e Silvestri na bateria. Eles tocaram localmente na área de Filadélfia, e Alberts iniciou sua própria gravadora, Victoria Records, mas não conseguiu encontrar um distribuidora para lançar seu primeiro disco, mas mesmo assim obteve boas vendas. Em seguida assinaram contrato com a Decca Records e as vendagens se concretizaram de forma consistente.

Al Alberts saiu do grupo em 1958 para tentar carreira como um solista, mas nunca alcançou os objetivos de estar nas paradas de sucesso. Ele foi substituído como vocalista Diodati por Fred, que tinha atendido South Philadelphia High School poucos anos depois de Alberts.

Após algumas mudanças em sua formação, o grupo se manteve com Fred Diodati, Joe Giglio, Harry Heisler, e Danny Colingo. Esses membros cantaram todas as músicas do grupo original, mantendo a agenda de shows.

Em 1975, um tribunal atribuiu Diodati, Alesi, Giglio e Heisler o direito ao nome de uma ação judicial em que os membros originais tentaram restabelecer o seu direito . O tribunal permitiu que os membros fundadores a turnê de "The Four Original Aces, Featuring Al Alberts ", o que fizeram, finalmente, arquivar o processo em 1987.

Fred Diodati, Joe Giglio, Harry e Danny Colingo Heisler, continuaram a usar legalmente o nome de The Four Aces e executar as canções que tornaram o original The Four Aces popular e famoso.

O vocalista original, Al Alberts, morreu de causas naturais em 27 de novembro de 2009. Ele tinha 87 anos de idade. Alberts foi o primeiro membro do grupo a morrer.

As músicas que compõem o compacto duplo são as seguintes:

Lado A:
01. Love is a splendored thing;
02. Mr. Sandman;

Lado B:
03. A woman in love;
04. Stranger in paradise.








































Links: