2019

2019

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

ROY BUDD - PLAYS THE MUSIC OF GILBERT O' SULLIVAN (1973)

O pianista e compositor britânico de jazz Roy Budd (Roy Frederick Budd) nasceu em 14 de março de 1947, em South Norwood, no sul de Londres e morreu em  7 de agosto de 1993. Era conhecido pela realização de várias trilhas sonoras de filmes, incluindo “Get Carter” e “The Wild Geese”.

Roy Budd começou a se interessar por música desde cedo e começou a tocar piano quando tinha dois anos de idade, inicialmente de ouvido e copiando várias melodias que ouvia do rádio.

Quando ele tinha seis anos, dois especialistas em música austríaca o visitaram em casa e depois de vários testes, descobriram que ele tinha o tom perfeito. Em 1953, ele fez sua estreia no concerto público no London Coliseum. Com a idade de oito anos, ele tocava o órgão Wurlitzer e quatro anos depois ele apareceu na televisão no London Palladium. Embora amplamente considerado um pianista autodidata, ele também recebeu lições de piano de uma senhora chamada Sax, que também morava em Mitcham.

Em 1950 e 1951, ele apareceu no show Carroll Levis no rádio e também venceu uma competição de talentos em um programa de televisão apresentado por Bert Weedon em 1952. Ele cantou algumas músicas de Jerry Lee Lewis quando tinha onze anos com seu irmão Peter e um amigo no Sutton Granada, sob o nome de The Blue Devils.

Ele formou o Roy Budd Trio com o baixista Peter McGurk e seu primo, o baterista Trevor Tomkins, antes de deixar a escola e embarcar em uma carreira como pianista de jazz. Roy mais tarde reformou o trio, com Tony Archer ou Jeff Clyne no baixo e Chris Karan na bateria. Clyne foi depois substituído por Pete Morgan, criando um line-up que foi mantido até a sua morte.

Ele conheceu o compositor Jack Fishman enquanto trabalhava no clube Bull's Head, em Londres. Em 1965, Fishman conseguiu assinar com Pye, que lançou o primeiro e único single Birth of the Budd.

Em 1967 lançou o álbum “Pick Yourself Up”, com Peter McGurk no baixo e orquestra e Dave Holland no baixo nas quatro faixas com o trio sem orquestra. Chris Karan estava na bateria e Tony Hatch e Johnny Harris organizaram as faixas orquestrais. Em suas anotações, Hatch menciona o desempenho de Budd no programa de David Frost, na televisão, em fevereiro de 1967, tocando a composição de Frank Loesser, I’ve never been in love before, que está no álbum.

Na mesma época, ele também gravou um álbum chamado simplesmente “Roy Budd” apresentando Ian Carr no trompete; Dick Morrissey no sax tenor; Trevor Tomkins na bateria; e com o colega pianista Harry South fazendo os arranjos.

A carreira cinematográfica em trilhas sonoras de Roy Budd é extensa. Em 1967, Budd forneceu a música tema para a série Mr. Rose, da TV Granada, estrelada por William Mervyn. Em 1970, Budd fez sua estreia no cinema para o diretor Ralph Nelson, que estava à procura de um compositor inglês para seu polêmico filme, o americano “Soldier Blue”.

Budd gravou uma fita de sua própria interpretação da música dos compositores Jerry Goldsmith, John Williams, Max Steiner, Dimitri Tiomkin e Lalo Schifrin. O “Soldier Blue” foi filmado principalmente no México e se baseou, em uma batalha que aconteceu em Sand Creek em 1864, quando centenas de índios Cheyenne foram brutalmente mortos. Apesar de ser pretendido como um 'antiviolência' ocidental, o filme foi fortemente criticado por sua violência. Além do tema principal, baseado no hit de Buffy Sainte-Marie com o mesmo título, compôs toda a música necessária para o filme e conduziu a Royal Philharmonic Orchestra nessa empreitada.

Em 1971, ainda com vinte e poucos anos, compôs uma de suas melhores obras conhecidas, a música do filme “Get Carter’. Escrito e dirigido por Mike Hodges, Get Carter estrelou Michael Caine, John Osborne e Ian Hendry. Nesta trilha tocava piano elétrico e cravo ao mesmo tempo. Nos anos 1970, gravou álbuns para a gravadora Pye.

Em 1981, a Liga Humana cobriu o tema de Get Carter em seu álbum multimilionário Dare. Mais tarde, trabalhou para o produtor Euan Lloyd em filmes, incluindo “Paper Tiger (1975)”, “The Wild Geese (1978)”, “The Sea Wolves (1980)”, “Who Dares Wins (1982)” e “Wild Geese II (1985)”. Ele também forneceu as adaptações para a versão cinematográfica de 1971 de Kidnapped e para o ocidental Yul Brynner, de Catlow.

Budd foi convidado por Ralph Nelson para compor a música para Flight of the doves, estrelando Ron Moody, Jack Wild e Stanley Holloway. Budd trabalhou com Dana, que cantou o tema do filme. Em 1972, Budd gravou a partitura para Fear is the key, baseada no romance de Alistair MacLean. Enquanto gravava a partitura, Budd foi influenciado por Ronnie Scott, Tubby Hayes e Kenny Baker, dando à música um tema de jazz. Scott tocou o saxofone para a sequência de perseguição de carros, que aconteceu ao longo do rio Mississippi. Nos anos 1980, seu trabalho incluiu as variações para o filme Mama Drácula.

Fonte: Wikipedia/Fev. 2019

Nesta postagem, apresentamos o álbum solo instrumental “Plays The Music of Gilbert O’ Sullivan”, lançado na Inglaterra, em 1973, pela gravadora Pye, pelo selo AD Series. 

A seleção do disco é composta das seguintes canções:

01. I hope you'll stay;
02. In my hole;
03. Alone again (naturally);
04. Ooh-wakka-doo-wakka-day;
05. What could be nicer?;
06. Too much attention;
07. Nothing rhymed;
08. Clair;
09. Who was it;
10. Matrimony;
11. No matter how I try;
12. Get down.





















Links:






sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

CRISTIANO - CRISTIANO VOLUME 2 (1972) REPOST

Há algum tempo que eu queria repostar o álbum "Cristiano - Volume 2", do cantor paranaense Cristiano, lançado no Brasil, em 1972, pela gravadora Chantecler, que foi postado originalmente em novembro/2011.

Atendendo a pedido e como recentemente foi repostado o volume 1, resolvi reapresentar com algo a mais. Nesta versão, incluímos 6 bônus, referentes aos compactos (singles) lançados pela gravadora RCA, em 1973 e 1974, com o pseudônimo de Cris McClayton e  três bônus dos compactos do início da carreira na gravadora Astor, com o nome de Pedro Luis (1964 e 1966).

Dos bônus incluídos, destaco os seus maiores sucessos que foram as canções Descendo o Rio e Bye Bye Rose Marie e Bye Bye Rose Marie, compostas por Ciro Aguiar e Luiz Roberto.  Uma coisa interessante que descobri, decorrente do pouco conhecimento desse cantor pelo público atual é que há na internet menção equivocada de que essas duas músicas são cantadas por Ciro Aguiar, o que não é verdade. Inclusive é citada em vídeo, postado no "Youtube".

No disco "Cristiano - Volume 2" há a participação especial da cantora Ellen Blanco, em quatro faixas. As músicas seguem o mesmo padrão do primeiro volume (Ver Postagem de 06/Fev/2019), com versões de Fred Jorge. Para resgatar a trajetória de Cris McClayton, os jornalistas Antonio Carlos Domingues e Ulisses Iarochinski, produziram o documentário que foi lançado em 07/nov/2014, no Cine Guarani, em Curitiba.

Inicialmente pensada para ser contada num curta-metragem, a história do cantor acabou virando um longa, como explica Antonio Carlos: “durante as pesquisas e coleta dos depoimentos acabamos tomando contato com um personagem muito maior do que imaginávamos. Como exemplo, acabamos descobrindo que o Cris gravou o que é considerado o primeiro disco de rock do Paraná, um compacto simples com a música Você mentiu pra mim, de autoria de Dirceu Graeser”.

A trajetória do cantor - Batizado como Pedro Luis Schoemberg, o cantor iniciou a carreira com o nome artístico de Cristiano. Trilhou praticamente o mesmo caminho da maioria dos artistas nacionais. Começou cantando para os amigos, passou por programas de calouro, gravou disco e ganhou projeção nacional ao ir cantar na noite paulistana.

Em São Paulo, a convite do apresentador Antonio Aguillar, participou da sensação televisiva do momento, o programa “Reino da Juventude”. Depois de ter gravado uma música num disco de coletâneas da gravadora Copacabana, gravou seu primeiro álbum Long playing - Lp pela Chantecler.

Logo depois foi contratado pela gravadora RCA Victor, e em seguida foi para BMG, companhia em que gravou, já como Cris McClayton, o compacto que estourou nacionalmente com a música Bye Bye Rose Marie. E no lado B, a música Descendo o Rio, ambas composições de Cyro Aguiar e Luiz Roberto.

Após forte desilusão amorosa, Cris abandonou o cenário nacional e retornou a Curitiba. Na opinião do jornalista Luiz Augusto Juk, amigo de infância do cantor, ele era um artista completo. “O Pedro tinha tudo para fazer sucesso nacional. Ele possuía uma voz única, cantava muito bem, tinha presença de palco, estava no local certo (São Paulo), no momento certo, e abandonou tudo de uma hora para outra, para vir cantar num restaurante dançante em Curitiba. Acho que a personalidade conflitante do ‘Pedro Loco’, que era assim que ele era conhecido em Harmonia (distrito de Telêmaco Borba), ajuda a explicar um pouco”, finaliza o jornalista. Pedro Luis Schoemberger (Pedro Luis, Cristiano, Cris McClayton, Bill Diamond ou Gene Edwards),  faleceu em 15 de maio de 2012.

As músicas que compõem o álbum "Cristiano - Volume 2" e os bônus são as seguintes:


01. Eu, Maria (I did what for Maria);
02. Eu, sem ninguém (I am...I said);
03. É bom sonhar (Co-co);
04. Não vai morrer (Don't le it die) - com Ellen Blanco;
05. Se eu fosse um rei (When you are a king);
06. Lady Rose;
07. Se chover não faz mal (Me and you and a dog named Boo); 
08. Minha mãe zangou (Chyrpy Chyrpy Cheep Cheep) - com Ellen Blanco;
09. Vou fugir do teu amor (I'm gonna run away from you) - com Ellen Blanco;
10. Branco e preto (Black and white);
11. Eu sei quem você é (Pied piper);
12. Banner man - com Ellen Blanco;

Bônus:

13. Bye bye Rose Marie (como Cris McClayton);

14. Descendo o rio (como Cris McClayton);
15. Rock das quebradas (como Cris McClayton);
16. Longe de você (como Cris McClayton);
17. Coração de peão (como Cris McClayton);
18. Selva de pedra (como Cris McClayton);
19. Vou mentir (como Pedro Luis);
20. Agora é tarde (como Pedro Luis);
21. Estação do amor (como Pedro Luis);










































 Cartaz - Documentário "Procurando Cris McClayton)





Pedro Luis (Cristiano) - em 1966




Documentário Curta - Youtube

Links:




quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

ORQUESTRA MILIONARIOS DEL RIO - AMORE SCUSAMI (1965)

Nesta postagem, apresentamos mais um álbum instrumental de autores brasileiros que utilizavam pseudônimos. Trata-se da Orquestra Milionários Del Rio. O álbum intitulado "Amore Scusami" foi lançado no Brasil, em 1965, pela gravadora Copacabana Discos, com o selo Star. Na capa do Long Playing - Lp ilustrava a foto de uma cena do filme "A Noviça Rebelde", da 20th Century Fox, cujo título original era "The Sound of Music".

Normalmente os álbuns lançados naquele período continham pouco ou quase nenhuma informação sobre os músicos que participaram do trabalho. Neste disco em particular, os arranjos ficaram por conta de Geraldo Vespar, Delano na guitarra e com produção de Nazareno de Brito, também conhecido por realizar letras para versões de músicas da Jovem Guarda. 

A boa seleção de canções instrumentais era constituída das seguintes faixas:

01. Amore scusami;
02. La Playa;
03. Louisa's theme (do filme da Fox - "A Senhora e Seus Maridos");
04. The fall of love (do filme da Paramount - "A Queda do Império Romano");
05. Make the world go away;
06. Theme from "Rhino" (do filme da Metro Goldwin Mayer - "Rhino");
07. Raining in my heart;
08. Dear heart;
09. Fais attention;
10. Climb every mountain;
11. Trois fois rien;
12. Where love has gone (do filme da Paramount - "Escândalo na Sociedade").

















Links:






quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

ANARCHIC SYSTEM - ROYAL SUMMER (1973)

A banda francesa Anarchic System foi formada no início dos anos 1970. Seus integrantes faziam parte de outros grupos do cenário do norte da França. Eles eram amigos e acabaram se reunindo quando tiveram a oportunidade de gravar a música Popcorn, oferecida a eles por Paul de Senneville da AZ Records, em 1972.

A escolha deles se deu devido a incrível habilidade de C. Lerouge em usar um Minimoog. Sucesso comercial imediato com 700.000 cópias vendidas em pouco tempo do single em compacto, deu à banda a oportunidade de lançar dois outros singles, denominados Carmen Brasilia e Royal Summer, antes mesmo de assinarem oficialmente o contrato, em 1973.

A formação da banda originalmente era composta por Gilles Devos (vocais), Jacques Deville (vocal e guitarra), Patrick Verette (baixo), Christian Lerouge (teclados e Minimoog) e Michel Dhuy (bateria). Além deles, houve a participação dos músicos Gilles Devos (vocais em Try Again) e Jacques Deville (violão em Les Lynx).

As músicas da banda são principalmente atribuídas à música eletrônica devido à presença de um teclado na música Popcorn, Carmen Brasilia e a versão longa de Generation. No entanto, outros singles são influenciados pelos gêneros rock.

No Brasil a banda é pouco conhecida e fez pouco sucesso. Porém, certamente todos irão se lembrar da versão da música Cherie sha la la realizada pelos The Fevers, no Brasil, intitulada Querida.

Algumas de suas canções foram escritas por P. De Senneville e O. Toussaint para os primeiros singles (incluindo Generation), então eles mudaram para C. Gordanne, C. Van Loo e I. Wira para o lançamento seguinte, conseguindo apenas impor sua próprias canções no lançamento "Goody Lady", em 1977.

Nesta postagem apresentamos o compacto simples contendo a música Royal summer, em versão cantada e instrumental. O disco foi lançado na França e Europa, em 1973, pela gravadora AZ Disc. 

Lado A:
01-Royal summer (versão cantada);

Lado B: 
02-Royal summer (versão instrumental)





Capa (Front) - Edição Holanda - 1973





Capa (Front) - Edição France - 1973





Capa (Front) - Edição Portugal - 1973




Selo (Label) - Edição Holanda - 1973

Links:




segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

ROCKY BURNETTE - THE SON OF ROCK AND ROLL (1979) REPOST

Hoje vamos reapresentar mais uma postagem de 2012. Desta vez o álbum "The Son of Rock and Roll", do cantor Rocky Burnette. O disco foi lançado no Brasil em 1979, pela EMI-Odeon com produção de Bill House e Jim Seiter.

O cantor e músico norte americano de rock and roll, Rocky Burnette (Jonathan Burnette) nascido em 12 de junho de 1953, na cidade de Memphis, Tenesse, é filho do músico de rock and roll Johnny Burnette e tornou-se parte do revival rockabilly que surgiu nos anos 1980. Ele é mais conhecido por seu hit de 1980, Tired of toein' the line, que ele co-escreveu com Ron Coleman, que anteriormente escreveu, gravou e tocou com os irmãos Grim e The Everly Brothers.

Ele lançou seu primeiro álbum, The Son of Rock and Roll, na EMI America em 1979. No verão de 1980, seu single Tired of toein' the line tornou-se o hit pop número 8 nos Estados Unidos. A canção também foi popular internacionalmente, tornando-se o hit número 1 na Austrália, alcançando o terceiro lugar na África do Sul e sucesso no Brasil. Chegou ao número 58 no UK Singles Chart.

Os problemas financeiros da EMI America interferiram nos esforços de promoção para os singles de acompanhamento (vários dos quais se tornaram sucessos em outros países), e o segundo álbum de Burnette, Heart Stopper, não teve sucesso esperado.

Em 1981, Burnette excursionou pela Europa com a versão final do Rock and Roll Trio de seu falecido pai. Ele também usou a banda em seu próximo álbum, Get Hot or Go Home! na Enigma Records. Como as vendas foram um fracasso total, a gravadora Enigma o descartou, juntamente com o trio.

Burnette trabalhou com Rosie Flores e Dwight Twilley em meados dos anos 1990, e também contribuiu com os vocais e com o original "Trouble Is I'm in Love With You" para o filme de Paul Burlison, 1997, "Train Kept A-Rollin". Em 1996, Burnette lançou o álbum “Tear It Up” na Core Records.

Burnette co-escreveu o hit europeu You got away With love para Percy Sledge em 1997, produzido por Saul Davis & Barry Goldberg. Ele ainda continua realizando shows de rockabilly.

Fonte: Wikipedia, fevereiro de 2019.

A seleção do álbum é composta das seguintes canções:

01. Tired of toein the line; 
02. Anywhere your body goes; 
03. Fallin' love; 
04. Angel in Chambrey; 
05. Bertha Lou; 
06. Because of you; 
07. Boogle man; 
08. Baby tonight; 
09. Youre so easy to love; 
10. A woman in love; 
11. Clowns from outer space; 
12. Roll like wheel; 
13. Tired of toein' the line.





 Capa (Front) - Lp Edição Brasil 1979




 Contra Capa (Back cover) - Lp Edição Brasil 1979





Selo (Label) - Lp Edição Brasil 1979





 Selo (Label) - Lp Edição Sweeden 1979




 Capa (Front) - Compacto Edição USA 1979




  Capa (Front) - Compacto Edição Brasil 1979





Rocky Burnette  1979





Rocky Burnette





Vídeo canção: Tired of toein the line


Links:






domingo, 17 de fevereiro de 2019

FRANCK POURCEL - A ARTE APAIXONADA DE - FRANÇA ROMÂNTICA - VOLUME 2 (1983) REPOST

Estamos reapresentando o belo álbum "A Arte Apaixonada de - França Romântica", da Orquestra de Franck Pourcel, que foi postado em fevereiro de 2012, incluindo mais três bônus de canções francesas. 

O disco foi lançado no Brasil, em 1983, pela gravadora EMI Odeon e era o volume 2, da série "A Arte Apaixonada de Franck Pourcel". O material de áudio desta postagem foi ripado em 320 kpbs, enquanto que a postagem anterior estava em 256 kbps. Também foi substituído o material gráfico da capa, contracapa e selo.

A seleção das músicas francesas que compõem o álbum e bônus incluídos pelo blog LaPlayaMusic são as seguintes:

01. Le premier pas;
02. She;
03. L' important c'est la rose;
04. Aranjuez, mon amour;
05. La boheme;
06. Aline;
07. Concorde;
08. Love me, please love me;
09. Et maintenant;
10. Sous le ciel de Paris;
11. Au revoir;
12. Merci cherie;

Bônus:
13. Is Paris burning;
14. Je t'aime moi non plus;
15. Un homme et une femme.



























Links:






quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

HENRY JEROME - METAIS EM BRASA - VOLUMES 1 E 2 (1961 - 1962) REPOST

Mais uma vez informo aos amigos que não viram as nossas últimas postagens, que não tenho conseguido atualizar os links das postagens antigas do blog, em decorrência da perda em dezembro de 2018, do meu HD externo, onde constava todas as minhas postagens e mais conteúdo inédito que eu estava finalizando para postá-los. Felizmente, com a ajuda de alguns amigos e de alguns backups perdidos em pens drives, eu estou resgatando esse material. Mas infelizmente, para alguns conteúdos terei retrabalho em refazê-los extraindo-os dos Lps.

Pela felicidade de ter o material em cd e atendendo a alguns pedidos para atualizá-lo, estou repsotando a compilação dos dois primeiros volumes da orquestra de Henry Jerome, que ficou conhecido pela série de discos, denominada "Metais em Brasa". 

Vou repetir o texto que fiz na minha primeira postagem, pois esses dois discos me remete a minha infância e vou contar a minha passagem novamente.

Quando eu era garoto costumava ir ao cinema do bairro, principalmente nos sábados, não somente para assistir a algum filme ou seriado, mas sim para trocar gibis e figurinhas. Era um momento sempre esperado durante a semana. Após a realização de uma boa troca, principalmente dos gibis, era vez do cinema. Como já estava por lá, eu normalmente entrava cedo na sala do cinema. Enquanto se esperava era comum tocarem um som ambiente, constituído de músicas orquestradas e instrumentais. Foi ali que tive a oportunidade de ouvir várias das orquestras famosas da época e que hoje aprecio. Uma dessas orquestras que me chamava a atenção nessas matinadas era a de Henry Jerome

Para quem não conhece, o trompetista Henry Jerome nasceu em Nova York, USA, no dia 12/11/1917 e formou a sua orquestra em 1932. O grupo de dez integrantes ganhou alguma notoriedade nas transmissões da boate Green Room, do Edison Hotel. Logo encontraram trabalho nos salões de danças locais, no final dos anos 1930 e 1940.

Em 1944, a orquestra apresentava arranjos estilo “Bop”, mas apesar de agradar os críticos, não era nada comercial, causando a dissolução daquela orquestra. A partir desse momento Henry Jerome passa a ser o diretor musical da gravadora Decca Records. Nesse período, com orquestra formada em estúdio lançou uma série de álbuns, denominados “Brazen Brass”, que foram chamados no Brasil de “Metais em Brasa”.

Em 1955, o filme “The Man With The Golden Arm - O Homem do Braço de Ouro” obteve três indicações ao prêmio Oscar, incluindo uma de melhor ator para Frank Sinatra, cujo tema musical foi regravado por Henry Jerome e obteve imediatamente boa aceitação. O filme, de Otto Preminger, é interessante pelo seu enredo, que abordava frontalmente o tema das drogas.

Em 1959, Henry Jerome trabalhou como diretor da gravadora Coral Records, onde produziu alguns dos primeiros grupos de rock and roll, como o Rock and Roll Trio, de Johnny Burnett e Lenny Dell and Dimensions. Durante os anos 1960 viria a gravar mais um álbum, sem muita repercussão, na gravadora United Artists.

Nesta postagem apresentamos os álbuns Volumes 1 e 2, que foram lançados no Brasil, o primeiro em 1961 e o segundo em 1962. Os Volumes 1 e 2 foram lançados pela Companhia Brasileira de Discos, com o selo Decca Records. Posteriormente, o Volume 1 foi lançado em 1979, em uma edição econômica pela gravadora Polygram e o Volume 2 foi relançado pela gravadora Ariola, com o selo MCA Coral, em data não informada. 

Para quem obteve a versão da nossa primeira postagem em  2013, informo que o material atual tem mais qualidade de áudio e estava compactado em 320kbps, enquanto que a primeira postagem era 256 kpbs. 

Além da bela interpretação das canções, vale o destaque pela seleção das músicas constantes nesses dois álbuns. As músicas desses dois volumes são:

Volume 1:

1. Around the world;
2. Moonglow and the from “PicNic”;
3. Three coins in the fountain – Cha Cha;
4. High Noon (Do not forsake me);
5. Gigi;
6. Main title;
. The third man theme;
8. The song from Moulin Rouge (Where is your heart);
9. Tammy – Cha cha cha;
10. Theme from “A Summer Place”;
11. Love is a many splendored thing;
12. Coronel Bogey;

Volume 2:

13. In the mood;
14. You made me love you;
15. Sonf of India;
16. Sentimental journey;
17. The dipsy doodle;
18. Sing sing sing (Luiz Ruma);
19. Begin the beguine;
20. Moonlight serenade;
21. Woodchopper’s ball;
22. I can’t get started;
23. Theme from “Brazen Brass”;
24. Cherokee (Indian love song).





 Capa (Front) - Volumes 1 e 2 - Edição CD - Brasil 2008




 Contra Capa (Back Cover) - Volumes 1 e 2 - Edição CD - Brasil 2008




 Capa (Front) - Volume 1 - Edição LP - Brasil 1961





 Capa (Front) - Volume 1 Edição LP - Brasil 1979





 Capa (Front) - Edição Econômica Lp - Brasil 1979





  Contra Capa (Back Cover) - Volumes 1 - Edição Lp - Brasil 1961




 Capa (Front) - Edição LP - Brasil 1961





 Capa (Front) - Volume 2 - Edição LP - Brasil 1979





Contra Capa (Back Cover) - Volume 2 - Edição LP - Brasil 1979




  Selo (Label) - Volume 2 - Edição LP - Brasil 1979





  Capa (Front) - Volumes 1 a 4 - Edição CD Jasmine - USA





Capa (Front) - Volumes 1 e 2 - Edição Alternativa CD - Brasil 2010

Links: