2019

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segunda-feira, 30 de abril de 2018

THE BIG SEVEN - OS SUCESSOS NUM SUPER EMBALO - VOLUME 1 (1968) REPOST

Atendendo a vários pedidos, reapresento o álbum "Os Sucessos Num Super Embalo - Volume 1", do grupo The Big Seven, que foi lançado no Brasil, em 1968, pela gravadora CBS, pelo selo Okeh, com produção de Evandro Ribeiro.

Foi postado pela primeira vez na internet pelo blog LaPlayaMusic Oldies em 08/Dezembro/2011 e há algum tempo estava com os links desativados. Agora aproveitamos a oportunidade para melhorar a qualidade da compactação Mp3 de áudio e do material gráfico. 

Como era costume na época, The Big Seven foi mais um dos grupos instrumentais de estúdios, criados pelas gravadoras, com intuito apenas mercadológico. No caso da CBS, o selo Okeh era destinado para essa finalidade e para artistas populares.  

A banda era formada por músicos dos grupos The Fevers e Renato & Seus Blue Caps, cujas gravações predominavam os solos de guitarras básicas e teclados, clara influência dos The Shadows e The Ventures. 

Participavam desses discos em estúdio os seguintes músicos: Scarambone, Mauro Motta e Cleudir Telles (nos teclados); Renato, Carlinhos, Almir, Pedrinho da Luz e Paulo César (nas guitarras); Paulo César e Liebert (no baixo); Tony, Gelson e Lécio (nas baterias) e Cid Chaves (na percussão). 

A seleção do álbum apresenta as seguintes músicas instrumentais:

1. Pra Nunca Mais Chorar; 
2. Olha O Que Você Me Fez; 
3. Tempestade Num Copo d'agua; 
4. Molambo; 
5. Parabéns Querida; 
6. A Pobreza; 
7. Soy Loco Por Ti America; 
8. Eu Sou Terrível; 
9. Prova de Fogo; 
10. Vesti Azul; 
11. Bilhetinho Apaixonado; 
12. Quando.





















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sexta-feira, 27 de abril de 2018

GOTTSCHALK - ORQUESTRA SINFÔNICA DE BERLIN - GRANDE FANTASIA TRIUNFAL SOBRE O HINO NACIONAL BRASILEIRO (1985) REPOST

Há algum tempo estava querendo repostar o álbum “Grande Fantasia Triunfal Sobre o Hino Nacional Brasileiro”, de Louis Moreau Gottschalk e isso acabou acontecendo pela solicitação do amigo Audo Alves. Acredito que esse resgate é oportuno, nesta época, em que há pouco patriotismo e exercício de valores no Brasil.

Esta obra de Gottschalk teve a participação da Orquestra Filarmônica de Berlim, com  regência de Samuel Adler, piano de Eugene List e da Orquestra da Ópera do Estado de Viena, com a regência de Igor Buketoff. Também participaram os maestros Donald Hunsberger e Hershy kay na reconstrução das obras. 

Cabe ressaltar que esse trabalho é uma ao Hino Nacional do Brasil, realizada por um norte-americano chamado Louis Moreau Gottschalk (1829-1869).

Segundo texto de Roberto Muggiati, publicado no álbum lançado no Brasil em 1985, pela gravadora Companhia Industrial de Discos – CID, com o selo Vox, o compositor, pianista e regente Gottschalk foi um dos primeiros artistas estrangeiros a empolgar o público brasileiro, na época do imperador D. Pedro II. 

Compositor dedicado a diversos gêneros e tendo apresentado em vários países, inspirou-se notavelmente nos ambientes musicais locais, tendo escrito peças alusivas, entre outras dedicadas a Cuba e ao Uruguai.

Sua Grande Fantasia Triunfal com Variações sobre o Hino Nacional Brasileiro é um grande sucesso no repertório de pianistas brasileiros e também de outros países. A música baseada no original de Francisco Manoel da Silva foi dedicada à Condessa d’Eu, a Princesa Isabel, filha de D. Pedro II que, que assinou a Lei Áurea, acabando com a escravidão no Brasil.

A estréia dessa peça musical baseada no hino nacional ocorreu no Rio de Janeiro, em 1869, em um grande concerto executado por 650 músicos. Segundo a carta que escreveu para os seus amigos nos EUA, Gottschalk afirmou “Os meus concertos no Brasil são um verdadeiro furor...O imperador, a família imperial e a corte não perderam um só dos meus concertos e a minha Fantasia Triunfal agradou a D. Pedro II. Cada vez que me apresento, tenho que tocar essa obra...”

Grande Fantasia Triunfal com Variações sobre o Hino Nacional Brasileiro é uma das mais empolgantes exaltações musicais de brasilidade e foi utilizada como prefixo do partido político PDT em seu horário de propaganda política da televisão. 
Também foi utilizada como fundo musical no funeral de Tancredo Neves. Foi por meio dessa composição que o espírito polêmico de louis Moreau Gottschalk se prolongou até os dias atuais.

Em 1973, uma consulta de origem desconhecida à Comissão Nacional de Moral e Civismo, ameaçou por algum tempo de proibição a peça de Gottschalk. O processo seguiu por alguns anos até que, graças principalmente ao parecer do musicólogo Alfredo Melo, que esclareceu devidamente a diferença entre “arranjo” e “variação”, e condenou a interdição como um “crime de lesa cultura” e assim a música foi liberada. 

Em 07/setembro/1981, sob a regência do maestro Isaac Karabtchevsky, junto ao monumento do Ipiranga, ela foi executada em apoteose para 800 mil pessoas, no melhor estilo “Gottschalkiano”.

Louis Moreau Gottschalk faleceu no Rio de Janeiro em 1869, supostamente de overdose de quinino, que usava para combater a malária que contraíra´.

Esse belo disco contém as seguintes músicas:

1. Grande fantasia triunfal sobre o hino nacional; 
2. The Union concerto paráfrase sobre Arias nacionais norte americanas; 
3. Marcha solene brasileira para orquestra e banda militar; 
4. Grande tarantela para piano e orquestra.





 Capa (Front cover) - Edição Brasil Lp 1985





  Capa (Front cover) - Edição Brasil Cd 1996




Contracapa (Back cover) - Edição Brasil Lp 1985





 Contracapa (Back cover) - Edição Brasil Cd 1996





 Encarte (Inlay cover) - Edição Brasil Cd 1996




 Selo (Label) - Edição Brasil Lp 1985




  Selo (Label) - Edição Brasil Cd 1996





 Louis Moreau Gottschalk (1829-1869)




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SYLVIA TELLES - O AMOR EM HI FI (1960 / 1996) REPOST

A pedido, reapresentamos uma das mais antigas postagens do blog LaPlayaMusic Oldies, datada de 03/ novembro/2011, agora em uma nova versão de melhor qualidade, tanto de áudio, quanto de material gráfico. Para quem baixou na postagem original, poderá substituí-la.

Trata-se do excelente álbum "Amor em Hi-Fi", cantora brasileira de Bossa Nova, Sylvia Telles, lançado no Brasil, em 1960, pela Companhia Brasileira de Discos, que depois viria a ser a Polygram, pelo selo Philips. Nesse disco, predomina canções de Antonio Carlos Jobim.

Acho oportuno comentar novamente sobre a curta carreira artística de Sylvia Telles. Ela nasceu em 27/08/1934, no Rio de Janeiro e foi uma das grandes intérpretes pioneiras da Bossa Nova. 

Segundo matéria publicada em “O Globo” e assinada por João Máximo: "Sylvinha foi uma das melhores intérpretes da moderna música brasileira, que estendia em canções com o cantor Dick Farney até as canções que Tom e Vinícius fizeram depois de Orfeu da Conceição".

Em 1954, Billy Blanco, amigo da família, notou o talento de Sylvinha e apresentou-a a amigos músicos. Nas reuniões que eles organizavam, ela conheceu os grandes nomes do rádio da época, obtendo ajuda, no inicio de carreira, para se apresentar em boates e assim seguir a sua carreira profissional. Nessa época, conheceu seu primeiro namorado, o cantor e violonista João Gilberto, amigo de seu irmão.

Em 1958, em reuniões no apartamento de Nara Leão, começou a ter contato com os músicos Ronaldo Boscoli, Carlos Lyra, Roberto Menescal, entre outros. Foi no show "Carlos Lyra, Sylvia Telles e os seus Bossa nova", que a expressão "Bossa Nova" foi divulgada pela primeira vez.
  
Sylvia Telles chegou a fazer turnês em outros países, tais como Estados Unidos, Suíça, França e Alemanha.  Em 1963, casou-se com o produtor musical Aloysio de Oliveira, separando-se no ano seguinte. 

Precocemente, aos 32 anos de idade, Sylvia Telles morreu em um acidente de automóvel na rodovia Amaral Peixoto, na cidade de Maricá, Rio de Janeiro, em companhia de seu namorado.

A maioria de seus discos está fora de catálogo, dificultando o seu conhecimento pelas gerações recentes. A seleção do repertório do álbum da postagem é composto das seguintes faixas:

1. Samba torto; 
2. All the way – The boy next door – They can’t take that away from me; 
3. Corcovado; 
4. Tetê; 
5. Se é tarde me perdoa; 
6. Chora tua tristeza; 
7. Dindi; 
8. Oba-la-la; 
9. Samba de uma nota só; 
10. Gardez moi pour toujours (por causa de você); 
11. Não gosto mais de mim.





Capa (Front Cover) - Edição Brasil Lp 1960 - Edição Cd 1996




 Contracapa (Back Cover) - Edição Brasil Lp 1960





 Contracapa (Back Cover) - Edição Brasil Cd 1996





Selo (Label) - Edição Brasil Lp 1960




 Selo (Label) - Edição Brasil Cd 1996



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quarta-feira, 25 de abril de 2018

BOB FLEMING - BOB FLEMING (1961)

O nome artístico de Bob Fleming não expressa um músico, mas um personagem, talvez o mais conhecido entre todos os grupos instrumentais e orquestras denominadas por meio de pseudônimos. 

Essa orquestra foi criada em 1958, pelo produtor Nilo Sérgio, diretor da gravadora Musidisc e produziu mais de 20 álbuns, todos com vendagem expressiva e apreciado até a atualidade.

Nilo Sérgio tinha a liberdade de selecionar e contratar o músico que interpretaria Bob Fleming. Foram vários músicos que participaram desse projeto. No entanto, dois deles foram destaques ao longo dos lançamentos, sendo Moacyr Silva, responsável pela gravação dos três primeiros discos e Zito Righi, que provavelmente gravou todos os outros discos do Bob Fleming.

A motivação era claramente comercial, pois era a forma de concorrer com os lançamentos estrangeiros, que culturalmente tinham maior receptividade do público. O repertório era de canções internacionais, boleros e sucessos do hit parade da época. Todos os discos estão fora de catálogo e ainda nos dias de hoje são disputados por colecionadores.

Nesta postagem apresentamos mais um raro e excelente álbum lançado em 1961, com o título de “Bob Fleming”, lançado pela gravadora Musidisc. Neste disco o saxofonista é Moacyr Silva. As músicas que compõem esse disco são as seguintes:

1. O nosso amor / Fechei a porta;
2. É luxo só / Teleco teco nº2;
3. Meditação / Cheiro de saudade;
4. A noite do meu bem / Fim de caso;
5. Ideias erradas / E daí;
6. Mundo mau / Hô ba lá lá;
7. Rio de janeiro / Cidade maravilhosa;
8. Dizem por aí / O amor e a rosa;
9. Se acaso você chegasse / Agora a cinza;
10. Chora tua tristeza / Ri;
11. Carinho e amor / Menina moça;
12. O nosso olhar / Exemplo.




















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THE BOSSA NOVA EXCITING JAZZ SAMBA RHYTHMS - THE RARE TUNES CONNECTION (2015)

Para quem gosta de bossa nova, nesta postagem apresentamos um álbum que resgata esse estilo, sendo interpretado por artistas nacionais e internacionais.

O disco foi lançado na Italia, em 2015, pela pelo selo Rare Groove Recordings. A compilação é composta das seguintes músicas:

01. Influencia Do Jazz - Roberto Menescal
02. Mas Que Nada - Odell Brown & The Organizers
03. Berimbau - Os Cincos Pados
04. Agua de Março (Waters of March) - Jongo Trio
05. Agua de Beber (Water to Drink) - Quarteto Em Cy Com Tamba Trio
06. Samba Pro Pedrinho - Pedrinho Mattar Trio
07. Bamba Samba - Charlie Byrd & Woody Herman
08. A Felicidade - Breno Sauer Quinteto
09. Lamento - Nelson Riddle And Orchestra
10. To Live Happily (Pra Viver Feliz) - Zimbo Trio
11. Os Grilos (Cricket Sing for Anamaria) - Os Catedraticos
12. Samba de Uma Nota So' (One Nota Samba) - Lalo Schifrin and Orchestra
13. Chora Tua Tristeza - Geraldo Trio
14. Canto de Ossanha - Bossa Jazz Trio
15. Cheiro de Saudade - Os Cobras
16. String of Pearls - The Continentals
17. Batucada - Joao Meirelles & His Bossa Kings
18. The Face I Love - Chris Montez
19. Exotique Bossa Nova - Martin Denny
20. Boss Tres Bien - Quartette Tres Bien (Bônus)









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WILMA BENTIVEGNA - AS MAIS BELAS CANÇÕES DE AMOR (1968) REPOST

A pedido do blog "Estação Saudade", hoje vamos reapresentar um álbum que foi aqui postado  em 07/Dezembro/2011, ou seja a praticamente 6 anos e meio atrás. Foi uma das nossas primeiras postagens.

Trata-se do disco lançado em 1968, pela gravadora Continental, intitulado "As Mais Belas Canções de Amor", da esquecida cantora Wilma Bentivegna.

Vamos aproveitar e comentar um pouquinho sobre a sua trajetória artística. A cantora, atriz e apresentadora, Wilma Bentivegna nasceu na cidade de São Paulo, no dia 17 de julho de 1929 e faleceu em Mogi das Cruzes - São Paulo, no dia 2 de julho de 2015. 

Pela sua baixa estatura era conhecida pelos amigos como Wilminha, em virtude de sempre ter uma aparência de menina. Sua afinação e sua emoção conquistavam todos os que a ouviam.

Iniciou sua carreira aos nove anos, cantando no programa “Clube do Papai Noel”, de Homero Silva, na Rádio Difusora e em seguida no teleteatro na rádio Tupi, sob a direção de Otávio Gabus Mendes, fazendo papeis infantis. Posteriormente foi a primeira cantora a se apresentar na extinta TV Tupi, cantando junto com os “Garotos Vocalistas”.

Foi apresentadora de “O Mundo é das Mulheres”, ao lado de Hebe Camargo, Lourdes Rocha e Eloísa Mafalda. Mas, o grande destaque na sua carreira foi mesmo a música, com o sucesso Hino ao Amor, de Edith Piaf, que foi criado e lançado pela cantora no teleteatro “Um Filho Para Sua Alteza” (Teledrama Três Leões, da TV Paulista). Também, participou, em 1952, do filme “Custa Pouco a Felicidade”, de Geraldo Vietri.

Wilma se mudou para a cidade de Suzano, em São Paulo, para ficar mais próxima da mãe e com isso reduziu as suas atividades artísticas. Após o falecimento da mãe, firmou raízes na cidade, passando a trabalhar na prefeitura da cidade e com isso só passou a cantar eventualmente. Sempre será lembrada pelos seus fãs, pela sua ternura e jeito meigo de ser, sem contar com a sua voz, um presente de Deus.

A seguir a relação das músicas que compõem esse álbum, acrescidas de mais três canções bônus:

1. Hino ao amor (L’Hymne a L’amour); 

2. Você é o meu mundo (My Way of life); 
3. Serenata do Adeus; 
4. Doce amargura (Ti guardero nel cuore); 
5. Cartas de amor (Love letters); 
6. É tão sublime o amor (Love is a splendored thing); 
7. Amo (Lover); 
8. Chove lá fora; 
9. Suave é a noite (Tender is the night); 
10. A noite de meu bem; 
11. Tarde demais para esquecer (An affair to remember); 
12. Pot-pourri: Amor verdadeiro (True love) – Valsa da despedida – Boa noite amor; 

Bônus:


13. És meu amor (My love for you); 
14. Noite de amor; 
15. Marcelinho pão e vinho


























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VEJA OUTRA A COMPILAÇÃO LANÇADA PELA GRAVADORA REVIVENDO POSTADO NO BLOG "SINTONIA MUSIKAL "(Clique Aqui)





terça-feira, 24 de abril de 2018

HITS OF 69 E 70 - COLETÂNEA INTERNACIONAL ANOS 1960 POLYDOR (1992) - REPOST

Antes de iniciarmos o texto desta postagem, gostaria de solicitar para os amigos que comentam as nossas postagens, para que se identifiquem, pois me sinto desconfortável ter que responder para "anônimos".

Em todos, atendendo a um pedido anônimo, estou repostando o álbum de coletânea, intitulado "Hits Of 69 e 70", lançado pela gravadora Polygram, contendo uma compilação de sucessos do selo Polydor, do final dos anos 1960 a inicio dos anos 1970. 

Esse disco  é o volume 3 de uma série de 13 álbuns que retrata cronologicamente os sucessos desse selo naquele período até os anos 1980. 

A propósito, normalizamos o volume de áudio das faixas, que na postagem de 18/08/2013, estava heterogênea. A seleção é composta pelas seguintes canções:

1. Something in the air - Thunderclap Newman;
2. Mendocino - Sir Douglas Quintet;
3. Na na hey hey kiss him goodbye - Steam;
4. My baby loves lovin - White Plains;
5. Reflections of my life - The Marmalade;
6. Don Juan - Dave Dee, Dozy, Beaky, Mick and Tich;
7. Montego bay - Bobby Bloom;
8. Sex machine - James Brown;
9. Je t'aime...moi non plus - J. Birkin and S. Gainsbourg;
10. Don't forget to remember - Bee Gees;
11. Saved by the bell - Robin Gibb;
12. All kinds of everything - Dana;
13. Close to you - Carpenters;
14. The walls fell down - The Marbles;
15. Groovin' with Mr. Bloe - Mr. Bloe;
16. Question - Moody Blues;
17. Well allright - Blind Faith;
18. Badge - Cream;
19. Neanderthal man - Hotlegs.




















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quinta-feira, 19 de abril de 2018

GENERUS - FLASHBACK (2002)

Olá, amigos do blog. Muito trabalho e pouco tempo. Em virtude disso, hoje ficaremos restrito a uma compilação dos anos 1960, lançada no Brasil, em 2002, pela gravadora BMG/RCA.

Apesar de ser uma boa coletânea, ainda faço restrições ao posicionamento míope das gravadoras que insistiam em colocar no mercado discos com poucas músicas. Neste caso, em específico, são apenas 14 canções, em um espaço de disco que caberiam, no mínimo umas 20 a 25 músicas, já que essas músicas costumavam ser curtas, para poderem ser tocadas nas emissoras de rádio.

Das canções constantes neste disco, gosto muito de The lion sleeps tonight, Son of my father, Black is black, Lonely e Without you.

As canções do álbum desta postagem são as seguintes:

1. The lion sleeps tonight (The Tokens);
2. Banana boat song (Harry Belafonte);
3. Breaking up is hard to do (Neil Sedaka);
4. The letter (The Box Tops);
5. Son on my father (Giorgio Moroder);
6. The talk of all the USA (Middle Of The Road);
7. Black is black (Los Bravos);
8. Candida (Dawn);
9. Goodbye media man (Tom Fogerty);
10. Irresistiblement (Sylvie Vartan);
11. Silver moon (Michael Nesmith & The First National Band);
12. Ruby tuesday (Melanie);
13. Lonely (The Lovin' Spoonful);
14. Without you (Harry Nilsson)













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terça-feira, 17 de abril de 2018

SURF MUSIC - TRIBUTE SERIES - DEL-FI (1999)

Nesta postagem, apresento uma rara coletânea intitulada "Surf Music - Tribute Series", lançada no Brasil em 1999, pela Abril Music, com o selo Del-Fi.

Provavelmente, para muitos, as bandas que interpretam as músicas desse álbum são completamente desconhecidas. Somente os mais aficionados pela música do rockabilly e rock baladas dos anos 1950 e 1960 é que conhecem esses músicos.

Conforme o título, a totalidade das canções são tributos covers extraídos do cast do selo Del-Fi e o que chamou a atenção é o vigor demonstrado nessas interpretações, que são muito boas. 

Em minha opinião, o destaque dessa coletânea, além da escolha das músicas, foi a qualidade e a interpretação das canções Hippy hippy shake, com The Liquor Giants,  Come on, let's go, com Russell Scott & His Red Hots, valorizando a composição de Richie Vallens, Our favourite martini, com Davie Allan & The Arrows (ótima) e Donna, com Elliot Kendall. 

O ponto negativo foi a parte gráfica na elaboração da capa e contracapa, que considerei sem graça e pouco colorida.

A compilação é composta das seguintes faixas:

01-Hippy hippy shake - The Liquor Giants;
02-Yo yo's pad - Man Or Astroman;
03-The slauson shuffle - The Tiki Tones;
04-My lovin' baby - Single Bullet Theory;
05-Hitch hiker - Neil Mooney;
06-Come on, let's go - Russell Scott & his Red Hots;
07-Things will work out fine - Cloud Eleven;
08-Full moon - Wondermints;
09-An afternoon affair - Mello Cads;
10-Bullwinkle P. II - Elliot Easton's Tiki Gods;
11-All in the run of a day - Baby Lemonade;
12-Our favourite martini - Davie Allan & The Arrows;
13-Surf rider - Los Straitjackets;
14-Donna - Elliot Kendall.






















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