2020

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domingo, 29 de setembro de 2019

BILLY VAUGHN - SE MEU APARTAMENTO FALASSE... (1961)

Aproveitando que estava ouvindo algumas músicas instrumentais e orquestrais, para complementar a postagem anterior, apresento o disco compacto EP, da Orquestra de Billy Vaughn, intitulado "Se Meu Apartamento Falasse", que na época foi tema do filme de mesmo nome no Brasil e originalmente era chamado "The Apartment". Para mais detalhes sobre Billy Vaughn, veja nossa postagem anterior.

O disco foi lançado no Brasil, em 1960, pela gravadora RGE e continha 4 temas de filmes, a seguir listadas:

Lado A:
01. Se meu apartamento falasse (Tema do filme "The Apartment");
02. All the way (Tema do filme "Chorei por você");

Lado B: 
03. Look for a star (Tema do filme "O Circo dos Horrores");
04. Tammy (Tema do filme "A flor do pântano").
















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sexta-feira, 27 de setembro de 2019

BILLY VAUGHN - GRANDES SUCESSOS DE (EP 1983)

Todos nós temos uma mania. A minha mania é garimpar e adquirir disquinhos compactos (EP) de orquestras, lançados no Brasil, principalmente nos anos 1960 a 1980.  A princípio se pensa que foram lançados muitos discos. Na verdade a musica instrumental e orquestral, apesar de ter vendido muito bem nessa época, ainda era uma minoria que a consumia.

Para esta postagem, eu resgato um EP da Orquestra de Billy Vaughn. O disquinho foi lançado no Brasil, em 1983, pela gravadora RGE, licenciada pela RCA Victor, do Japão. Nele estão contidos os sucessos instrumentais da orquestras, das décadas de 1960 e 1970. Desse disco destaco as canções La paloma e Summer place


Para quem está chegando agora e não conhece, o maestro e arranjador Billy Vaughn nasceu no dia 12/04/1919, em Glasgow, Kentucky, e entrou na cena musical em 1952, organizando um grupo vocal chamado "Hilltoppers". Tornou-se diretor musical da DOT Records trabalhando com artistas famosos da época, como Pat Boone, Storm Gale, The Sisters Fontaine, entre outros.

Em 1954, montou a sua própria orquestra e de imediato chegou ao numero 2, nos Estados Unidos com a canção Melody of love.  Já no segundo álbum "The Sands Whispering Shifting" conquistou o mundo, ficando 15 semanas consecutivas nas paradas americanas. 


Mas a fama e a fortuna veio definitivamente quando Billy Vaughn gravou uma seleção de músicas com saxofone Twin. Gravou uma infinidade de álbuns e tornou clássicas alguns arranjos para músicas conhecidas. Faleceu de câncer, em 26/09/1991.


As músicas que compõem a seleção deste disco são as seguintes:

Lado A:
01. La paloma;
02. Summer place (1ª version);

Lado B:
03. Quando Setembro Vier (Come September);
04. Crepúsculo (Twilight Time).


















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domingo, 22 de setembro de 2019

MIDDLE OF THE ROAD - THE BEST OF (1998) REPOST

Atendendo a pedidos, reapresentamos uma postagem de maio de 2012, do álbum "The Best Of", da banda escocesa Middle Of The Road, que fez muito sucesso na década de 1970 e na época era um dos meus grupos preferidos. 

Middle Of The Road, foi um grande sucesso na Europa e na América Latina, principalmente no Brasil. Para quem não conhece, a banda colocou cinco singles no topo das paradas, recebendo disco de ouro da gravadora. As músicas eram Chirpy Chirpy Cheep CheepTweedle Dee, Tweedle Dum e Soley Soley.

A banda foi fundada em abril de 1970 e era composta pela vocalista Sally Carr, o baterista Ken Andrew, o guitarrista Ian McCredie e seu irmão baixista Eric McCredie.
Após dificuldades iniciais no Reino Unido, foram para a Itália em 1970 e conheceram o produtor musical italiano Giacomo Tosti, que enfatizou na banda o estilo de som característico com realce para a voz de Sally Carr. A partir desse momento iniciou uma promissora carreira internacional.

O primeiro sucesso de estréia ocorreu justamente no Reino Unido, com o single Chirpy Chirpy Cheep Cheep, que alcançou o número um das paradas, em junho de 1971, se estendendo para outros países da Europa.

Em 1974, o guitarrista  Neil Henderson, membro do grupo Bay City Rollers se  juntou a banda, sendo autor e co-autor de várias canções. Já no final dos anos 70, o grupo perdia força na carreira, com poucos lançamentos de músicas inéditas e se restringindo a shows.

O álbum desta postagem, foi lançado em 1998, pela gravadora RCA Victor, em formato Compact Disc - CD. Na versão aqui postada incluímos como bônus, a faixa Will you still love me tomorrow.

A seleção desta compilação é composta das seguintes canções:

1. Soley soley; 
2. Queen bee; 
3. Sacramento; 
4. Yellow river; 
5. Samson and Delilah; 
6. Bottoms up; 
7. I can’t tell the bottom from the top; 
8. Chirpy chirpy cheep cheep; 
9. On this land; 
10. Tweedle dee, tweedle dum; 
11. Kailakee, kailakoo; 
12. Honey no; 
13. Love sweet love; 
14. Yellow boomerang; 
15. To remind me; 
16. The talk of all the USA.

Bônus:

17. Will you still love me tomorrow.




https://laplayamusic.blogspot.com.br















 Selo (Label) - Edição Lp  Germany 1973 






  Capa (Front - Edição Alternativa











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sexta-feira, 20 de setembro de 2019

CARLOS MONTEIRO DE SOUZA - AMADA, AMANTE E OUTROS SUCESSOS (1971) REPOST

Nesta postagem, resgatamos uma postagem de janeiro de 2013, onde apresentamos, pela primeira vez, o raríssimo álbum "Amada, Amante e Outros Sucessos", do instrumentista, maestro, arranjador e compositor Carlos Monteiro de Souza, lançado no Brasil, em 1971, pela gravadora CBS.

Esse maestro que protagoniza esta postagem teve atuação destacada no meio musical, durante décadas, principalmente nos estúdios das gravadoras do Brasil. Apesar disso, não teve o destaque da mídia como mereceria e também há pouca informação sobre a sua formação e carreira. Tanto que, se pesquisarmos seu nome na internet, não acharemos informação e nem tampouco fotos, o que é lamentável.

Carlos Monteiro de Souza, nasceu em Niterói, Rio de Janeiro, em 1916 e faleceu na mesma cidade em 1975. Apesar da pouca informação, sabe-se que iniciou sua carreira na década de 1930, ainda como acadêmico e que surgiu como arranjador na década de 1950, no Rio de Janeiro. 

Foi um dos criadores do grupo vocal e instrumental “Os Quatro Diabos”, com o qual gravou três discos, além de realizar apresentações em rádios, como a Mayrink Veiga e em filmes, como “Alô, Alô, Brasil”, de Wallace Downey.

Era primo do compositor Ronaldo Monteiro de Souza, estudou na Faculdade de Direiro no Rio de Janeiro e em Conservatório de Música. Foi arranjador da gravadora Odeon, Companhia Brasileira de Discos, posteriormente Phonogram e da CBS.

Na gravadora Odeon lançou, em 1972, sete álbuns com o pseudônimo de Maurice Monthier e Sua Grande Orquestra. Outro álbum de destaque foi “Metais em Brasa Bossa Nova”, seguindo a onda do maestro americano Henry Jerome. Outros álbuns foram: “A Saudade é Mulher”, “Duas Notas”, “Em Outubro Vou Pagar”, “Férias de Julho”, “Não”, “Ouve Meu Amor”, “Prá Frente”, “Amada Amante”, entre outros.

Ao se ouvir o álbum desta postagem, imediatamente os seus arranjos e vocais nos remeterá  ao inconfundível criado pela Orquestra e Côro de Ray Conniff, só que cantadas em português. 

Destacam-se além do repertório, os arranjos e coros aplicados nas canções. A seleção das músicas do disco são constituídas das seguintes faixas:

1. Tarde demais (It’s to late); 
2. História de Amor (Love Story); 
3. De tanto amor; 
4. Você abusou; 
5. Não vejo a hora (L’ ora giusta); 
6. Prá começo de assunto (La, la, la); 
7. Se (If)
8. O fim (The end); 
9. Amada amante; 
10. Menina da ladeira; 
11. Bye bye (Sing sing Barbara);
12. Anonimo veneziano.




https://laplayamusic.blogspot.com.br




















Carlos Monteiro de Souza (1916-1975)

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quinta-feira, 19 de setembro de 2019

THE BLACK MUSTANGS - 18 TEMAS EM BRASA (1967)

Na postagem de hoje, resgatamos o único álbum "18 Temas em Brasa", do desconhecido grupo instrumental The Black Mustangs, do Rio de Janeiro, que a princípio eu achava que era mais uma banda de estúdio. 

O disco foi lançado no Brasil, em 1967, pela gravadora Companhia Brasileira de Discos, posteriormente Phonogram, pelo selo Fontana e contém 18 músicas, distribuídas em 6 faixas, sendo que cada uma das faixas contém 3 canções.

A seleção abrange 5 faixas de sucessos internacionais, tocadas nas rádios da época e 1 faixa nacional, contemplando composições de Roberto Carlos e Erasmo Carlos, da Jovem Guarda, a seguir listadas:

01. Winchester catedral / Listen people / Keep on running;
02. I've got you under my skin / Les parapluies de cherbourg / Guantanamera;
03. See you in sepetember / Sunny / Gina;
04. Opus 17 / I saw her again / Come on home;
05. Querem acabar comigo / Eu te darei o céu / Namoradinha de um amigo meu;
06. Angelique / Frag den win / Un homme et une femme.



















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quarta-feira, 18 de setembro de 2019

DÉO RIAN - GRANDES SUCESSOS DE ROBERTO CARLOS (1978)

Nesta postagem, apresentamos um álbum instrumental pouco conhecido, que traz um tributo aos músicos e compositores Roberto Carlos e Erasmo Carlos, que tem como diferencial a sua refinada interpretação em estilo de "Choro", predominando o seu principal instrumento que é o bandolim.

O disco da postagem, intitulado "Os Grandes Sucessos de Roberto Carlos", foi lançado no Brasil, em 1978, pela gravadora Companhia Industrial de Discos - CID. Entretanto, essa mesma seleção já tinha sido lançada, em 1974, pela mesma gravadora CID, só que com outro títulos, denominado "Déo Rian Toca Para o Rei Roberto Carlos".

O músico, compositor e bandolinista brasileiro Déo Cesario Botelho, conhecido como Déo Rian, nasceu no Rio de Janeiro, em Jacarepaguá, no dia 26 de fevereiro de 1944.

Sua notoriedade se iniciou em 1969, com o falecimento de Jacob do Bandolim, sendo o seu sucessor no conjunto de choro Época de Ouro, que Jacob tinha liderado.

Na família de Déo Rian a música sempre esteve presente. Seu pai cantava, seu tio-avô tocava cavaquinho e os tios de sua mãe, no começo do século XX, tocavam bandolim e faziam em casa rodas de choro.

Déo começou com o cavaquinho aos cinco anos de idade, instrumento que, logo depois, trocaria pelo bandolim. Tinha 15 anos quando passou a estudar teoria musical com Moacir Arouca.

Desde muito cedo começou a frequentar reuniões de serestas e choro, inclusive as que se realizavam no Retiro da Velha Guarda, também em Jacarepaguá, onde Pixinguinha e Luperce Miranda compareciam e para onde Déo, mais tarde, levou Jacob do Bandolim.

Em 1961, Déo conheceu Jacob do Bandolim, seu vizinho em Jacarepaguá, e dele se tornou amigo. Frequentava assiduamente sua casa e se tornou merecedor de sua confiança. Exigente ao extremo, com todos e consigo mesmo, Jacob só permitia que uma pessoa assistisse aos seus ensaios: o jovem Déo Rian.

Em 1962, com 18 anos, tocou pela primeira vez como profissional, na Rádio Mauá, no Regional de Darly do Pandeiro, no programa “Samba e Outras Coisas”. Em 1969, o músico e compositor Dalton Vogeler ouviu-o tocar e não teve dúvidas de que se tratava de uma revelação no instrumento. O falecimento de Jacob pouco depois, em agosto do mesmo ano, fez com que Dalton se lembrasse de Déo para preencher a vaga deixada por Jacob na gravadora RCA Victor.

Entusiasmado, Dalton sugeriu o nome artístico “Déo Rian”, e o apresentou a Romeu Nunes, diretor-artístico da gravadora RCA Victor, que, após um teste, autorizou a gravação de um álbum no formato Long Playing - LP. O lançamento deste LP, em 1970, com composições de Ernesto Nazareth, fez com que o público logo constatasse que, de fato, o jovem Déo Rian podia ser considerado o sucessor do genial Jacob do Bandolim.

Em 1971, Déo passou a ser o solista do Conjunto Época de Ouro, que Jacob havia formado na década de 1960. Em 1973, Déo participou do histórico espetáculo “Sarau”, com Paulinho da Viola, Época de Ouro e Sergio Cabral e em seqüência gravou oito álbuns LPs.

Em 1977, Déo formou seu próprio conjunto, o “Noites Cariocas”. No ano de 1980, com o próprio conjunto gravou o álbum LP “Inéditos de Jacob do Bandolim”, por meio do selo Eldorado. Ainda nesse ano, seu álbum LP “Ernesto Nazareth” foi lançado no Japão, abrindo caminho para que para lá excursionasse

Em 1991, com apresentações em Tóquio, Osaka, Kioto, Kobe e Nagoya, no Japão gravaou o álbum no formato Compact Disc – CD, intitulado “Déo Rian”, com choros e modinhas, sendo acompanhado por músicos japoneses, mas que, infelizmente, não foi lançado no Brasil.

Em 1993, gravou o álbum CD “Raphael Rabello e Déo Rian”, pela gravadora BMG Ariola, contendo apenas músicas clássicas. Nos anos seguintes excursionou ao Chile (Santiago) e posteriormente retornou pela terceira vez em terras japonesas, apresentando-se em Tóquio, Tsukuba e Yasato.

Com mais de 40 anos de carreira, o instrumentista Déo Rian é um dos mais respeitados músicos solistas do Brasil. Já se apresentou nas principais cidades de todas as regiões brasileiras e participou de todos os grandes projetos musicais do nosso país, tais como:
ú  Projeto Pixinguinha;
ú  Série Instrumental da FUNARTE;
ú  Série Seis e Meia do Teatro João Caetano;
ú  Projeto Viva o Rio da Secretaria Municipal de Educação / RJ;
ú  Projeto Interior – Dia BANERJ;
ú  Série Segundas Instrumentais da RIOTUR;
ú  Série Instrumental do Espaço Cultural Sérgio Porto;
ú  Projeto Palco Sobre Rodas da Secretaria Municipal de Cultura do RJ;
ú  Projeto Brahma Extra - Série Grandes Músicos, do Centro Cultural Cândido Mendes;
ú  Série Sábados Musicais do Museu Villa-Lobos;
ú  Projeto Recordando do RIOARTE;
ú  Projetos do SESC; SESI; BNDES; CCBB; UERJ;
ú  Projeto Pró-Música da Secretaria de Cultura de Florianópolis/ SC; Festival “Chorando Alto” SESC / SP,
ú  Entre outros projetos e programas já realizados.

Segundo críticos musicais, Déo Rian é dono de uma das mais belas sonoridades de toda a história de nossa música popular, se mantendo na ativa com shows que valorizam a música brasileira e aumentam cada vez mais o número de admiradores.

Em 2002, participou da criação do Instituto Jacob do Bandolim, assumindo a presidência da entidade em 2012

As músicas que compõem essa seleção de releituras em estilo choro de Roberto Carlos e Erasmo Carlos são as seguintes:

01 - Eu disse adeus (Erasmo Carlos, Roberto Carlos)

02 - A distância (Erasmo Carlos, Roberto Carlos)
03 - Amada amante (Erasmo Carlos, Roberto Carlos)
04 - E por isso estou aqui (Erasmo Carlos, Roberto Carlos)
05 - Não quero ver você triste (Erasmo Carlos, Roberto Carlos)
06 - Proposta (Erasmo Carlos, Roberto Carlos)
07 - Detalhes (Erasmo Carlos, Roberto Carlos)
08 - De tanto amor (Erasmo Carlos, Roberto Carlos)
09 - Frustrações (Erasmo Carlos, Roberto Carlos)
10 - O show já terminou (Erasmo Carlos, Roberto Carlos)





 Capa (Front) Lp CID 1978 - Brasil





 Contra Capa (Back Cover) Lp CID 1978 - Brasil





 Selo (Label) Lp CID 1978 - Brasil






 Capa (Front) K7 CID 1978 - Brasil






 Capa (Front) Lp CID 1974 - Brasil






 Contra Capa (Back Cover) Lp CID 1974 - Brasil






Déo Rian

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RAY CONNIFF - I CAN SEE CLEARLY NOW (1973) REPOST

Atendendo o pedido do amigo Alex e de outros, reapresentamos o álbum "I Can See Clearly Now, da Orquestra e Coro de Ray Conniff, que foi originalmente postado pela primeira vez no blog LaPlayaMusic Oldies.

O disco é recheado com versões de sucessos pop da época e é muito agradável de se ouvir. Destaco as  músicas BenClair e Sleepy Shores. Desse disco o que é interessante, é que em algumas versões lançadas em outros países, não constou a música Sleepy Shores

O disco foi lançado no Brasil, em 1973, pela gravadora e selo CBS e contém as seguintes canções:

1. I can see clearly now; 
2. You don't know me by now; 
3. It never rains in southern California; 
4. Ben; 
5. Summer breeze; 
6. Clair; 
7. I believe in music; 
8. if I could reach you; 
9. Something wrong with me; 
10. I am woman; 
11. I'd love you to want me; 
12. Sleepy shores.






















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segunda-feira, 16 de setembro de 2019

BILLY VAUGHN - TRUE GRIT (1969)

Há alguns dias atrás, postamos uma coletânea da Orquestra de Billy Vaughn em dupla com Henry Mancini, que foi muito apreciada pelos amigos do blog.

Assim para satisfazê-los, desta vez, apresentamos o raro álbum "True Grit", lançado nos Estados Unidos, em 1969, pela DOT Records / Paramount, cujo Lp doado foi uma cortesia do amigo Eldo Bastos.

O maestro e arranjador Billy Vaughn nasceu no dia 12/04/1919, em Glasgow, Kentucky, e entrou na cena musica em 1952, organizando um grupo vocal chamado Hilltoppers. Tornou-se diretor musical da DOT Records trabalhando com artistas famosos da época, como Pat Boone, Storm Gale, The Sisters Fontaine, entre outros.

Em 1954, montou a sua orquestra e de imediato chegou ao numero 2 nos Estados Unidos como a canção "Melody of Love".  Já no segundo álbum "The Sands Whispering Shifting" conquistou o mundo, ficando 15 semanas consecutivas nas paradas americanas. Mas a fama e a fortuna veio definitivamente quando Billy Vaughn gravou uma seleção de músicas com saxofone Twin. Faleceu de câncer, em 26/09/1991.

A selação das musicas instrumentais que compões este álbum são as seguintes:

01. True grit (From The Paramount Picture "True Grit"; *
02. Odds and ends (Off a beautiful love affair); **
03. Quentin's theme; *
04. Love me tonight; *
05. The days of sand and shovels; *
06. On days like these (From The Paramount Picture "The Italian Job"; *
07. Sweet Caroline (Good times never seemed so good); *
08. Put a little love in your heart ; *
09. Everybody's talkin'; **
10. Without her; *
11. Color it cool; **
12. (Sittin' on) The dock of the bay. **

* Produção e Arranjos de Billy Vaughn 
** Arranjo de Milt Rogers.





Capa Lp (Front) - Lp - USA 1969







 ContraCapa Lp (Back Cover) - Lp - USA 1969





 Selo 1 (Label) - Lp - USA 1969





Selo 2 (Label) - Lp - USA 1969





Selo (Label) - EP - USA 1969




 Tape - USA 1969




K7 Tape - USA 1969





 K7 Tape - USA 1969

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domingo, 15 de setembro de 2019

WALDO DE LOS RIOS - SINFONIAS (EP 1971)

Waldo de Los Rios, foi o pseudônimo de Osvaldo Nicolau Ferrara, pianista, compositor, arranjador e regente argentino, nascido em Buenos Aires (Argentina), em 7 de setembro de 1934 e faleceu em Madri em 28 de março de 1977, aos 43 anos, de suicídio.
                   
Nasceu no seio de uma família musical: seu pai foi um músico e sua mãe uma conhecida cantora de música folclórica. Ele estudou composição e arranjo no Conservatório Nacional de Música com Alberto Ginastera e Teodoro Fuchs.

Ele se inspirou em uma gama eclética de música e formou uma banda chamada Los Waldos (Waldo de Los Rios, Cesar Gentili, Alberto Carbia, Willy Roberto Rubio e Stella), que cruzou a música folclórica com sons eletrônicos.

Em 1958, mudou-se para os Estados Unidos e, em seguida, para a Espanha, no ano de  1962. Waldo de Los Rios trabalhou com composições na área cinematográfica, sendo ouvidas no filme Wild Pampa (Pampa Salvaje), de 1967, na qual recebeu um prestigioso prêmio da Associação Cinemagrafica Argentina.

Certamente, Waldo de Los Rios será sempre lembrado por sua grande capacidade de divulgar e transformar a música clássica em música pop, acessível a ouvintes não acostumados com músicas eruditas.

Em 1970, ele já tinha chegado no topo das paradas de suceso na Europa e na América com o Hino à Alegria da Nona Sinfonia, de Ludwig van Beethoven, que ele arranjou e regeu para o cantor Miguel Rios.

Em 1971, fez o grande arranjo da Sinfonia nº 40 de Mozart, gravado com a orquestra Manuel de Falla, alcançando o 1º lugar na lista de sucessos na Holanda e entrou com força entre os top 10 em outros países da Europa. No Brasil, não foi diferente, sendo muito tocada em rádios que propagavam os sucessos da época.

Para resgatar as músicas que fizeram célebre esse grande arranjador, apresentamos o compacto simples, lançado no Brasil, em 1971, pela gravadora Discos Continental, pelo selo Hispavox, contendo as adaptações de Waldo de Los Rios para dois clássicos de Mozart e Brahams, dirigindo a Orquestra Manuel de Falla.

O disco contém as seguintes faixas;

Lado A:
01.   Sinfonia nº 40 en sol menor k. 550 (Mozart);

Lado B:
02.  Terceira sinfonia en fa mayor – 3º movimento (Brahams).
























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