2019

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segunda-feira, 29 de abril de 2019

FLEETWOOD MAC - GREATEST HITS (1988)

Fleetwood Mac é uma banda anglo-americana de rock, formado em Londres, no ano de 1967. Em mais de 50 anos de carreira, o grupo vendeu mais de 100 milhões de cópias no mundo, sendo uma das bandas de maior sucesso comercial no mundo.

Em 1998, alguns integrantes foram introduzidos no "Rock and Roll Hall of Fame". Além disso, o conjunto foi premiado pelo "Brit Awards" por sua contribuição à história da música e, em 2018, declarado MusiCares Person Of The Year.

Apareceram pela primeira vez no British National Jazz & Blues Festival, em agosto daquele ano, com o nome de Peter Green's Fleetwood Mac, assinando em seguida com o empresário/produtor de blues Mike Vernon, do selo Blue Horizon.

Peter Green já era conhecido como cantor de blues e guitarrista, e o Fleetwood Mac, como passou logo a ser chamado, tornou-se pioneiro no movimento de blues na Inglaterra, tendo sucesso imediato.

O grupo conteve várias formações. A inicial, caracterizada pela participação do guitarrista e compositor Peter Green, o guitarrista Jeremy Spencer, o baterista Mick Fleetwood e o baixista John McVie, com a qual gravaram seu álbum de estreia em 1968.

Por vários anos ocorreram várias mudanças de formação, enquanto o som do grupo sofreu mudanças do blues até ao pop rock, algo marcado pela entrada de Bob Welch e Christine McVie em substituição de Green e Spencer. Em 1974, após uma mudança do grupo para os Estados Unidos e o lançamento do disco Heroes Are Hard to Find, Welsh saiu do grupo.

No final de 1968, Peter Green introduziu no grupo seu protegido, o jovem guitarrista Danny Kirwan, sendo substituído por Bob Weston (guitarrista) em 1972 (e demitido em 1974). O Fleetwood Mac se tornou assim, a única banda com três guitarristas, sendo eles capazes de criar e tocar seu próprio repertório. Estavam entre os maiores sucessos da Grã-Bretanha, embora ainda não conseguissem atingir o mercado norte-americano.

Em 1969, o estilo de Peter Green começou a revelar um afastamento do puro blues e, em maio de 1970, num acesso de misticismo, ele resolveu deixar o grupo e a vida musical. Com sua estrutura profundamente abalada, o Fleetwood Mac se afastou por alguns meses, voltando no fim do ano com o álbum "Kiln House", que seria o trampolim para seu futuro sucesso nos EUA.

No ano seguinte, foi a vez de Jeremy Spencer: durante uma turnê pelos EUA, ele desapareceu em Los Angeles, sendo encontrado dias depois num templo da seita Meninos de Deus, disposto a ficar por lá e abandonar a carreira musical. Sua decisão fora tomada após ter sido abordado na rua por um membro da seita, e era mais surpreendente devido ao fato dele ser um verdadeiro humorista de palco, fazendo memoráveis sátiras de Elvis Presley e Buddy Holly, e normalmente alheio à religiosidade.

Depois de novo afastamento devido a este último golpe, o grupo voltou. Mas devido também às muitas alterações ocorridas na formação e o fracasso dos álbuns LPs lançados então, chegou novamente à dissolução.

Foi nessa época, em 1972, que o empresário Clifford Davis criou um outro Fleetwood Mac, sem nenhum dos integrantes originais, para substitui-los. Mas John McVie entrou com uma ação na justiça contra o grupo falso e ganhou.

A partir daí, novos ventos sopraram sobre o verdadeiro grupo: o casal Nicks e Buckingham se associou ao grupo e, com nova formação (Christine McVie nos vocais e teclados, Mick Fleetwood na bateria, John McVie no baixo, Stevie Nicks nos vocais e Lindsey Buckigham na guitarra), o grupo voltou a ocupar seu lugar nas paradas de sucesso e a ganhar discos de ouro e platina.

A formação mais famosa do grupo se iniciou ainda em 1974, quando o baterista Mick Fleetwood conheceu um duo de folk rock formado por Lindsey Buckingham e Stevie Nicks. Os dois novos integrantes, juntamente com Christine McVie, estruturaram em definitivo o pop rock como principal gênero do grupo.

Nesta época, a banda lançou os álbuns "Fleetwood Mac (1975)" e "Rumours (1977)", este último um sucesso mundial. Apesar da formação ter se mantido até 1987, com o álbum "Tango in The Night", a banda foi caracterizada por crises, hiatos, abuso de drogas e brigas internas entre os integrantes. Naquele ano, Buckingham deixou o grupo e os membros clássicos retornaram em apenas em 1997, com o projeto ao vivo "The Dance".

Desde 1998, a banda passou por outras mudanças. Christine McVie deixou o grupo naquele ano, tornando o Fleetwood Mac um quarteto. Sob esta configuração, foram lançados os projetos Say You Will (2003) e Extended Play (2013).

Com o retorno de McVie em 2014, a tecladista se juntou com Buckingham para um futuro disco da banda. Com a recusa de Stevie Nicks em participar, Lindsey Buckingham Christine McVie foi lançado em 2017 como obra solo dos músicos. Em 2018, Lindsey Buckingham foi expulso do grupo e substituído por Mike Campbell e Neil Finn.

Stevie Nicks tem uma carreira solo, com vários álbuns lançados. Mick Fleetwood e Lindsey Buckingham em 1982 também lançaram LP's individuais: "The Visitor", e "Law And Order", respectivamente.
Formação atual do grupo:
·        Mick Fleetwood – bateria, percussão (1967–1995, 1997–atualmente)
·       John McVie – baixo, backings (1967–1995, 1997–atualmente)
·         Christine McVie – vocal, teclado (1970–1995, 1997–1998, 2014–atualmente)
·         Stevie Nicks – vocal, pandeiro (1975–1991, 1997–atualmente)
·         Mike Campbell – guitarra solo, vocais (2018–atualmente)
·         Neil Finn – vocal, guitarra base (2018–atualmente).

O álbum desta postagem traz os principais sucessos do Fleetwood Mac, da sua fase mais contemporânea pop. Futuramente, postarei uma seleção da fase inicial da banda, onde predominava canções com forte influência de blues, principalmente na fase do guitarrista Peter Green.

O disco foi lançado em 1988, em vários países, pela gravadora Warner Music. O disco em formato Lp continha 13 canções e no formato Compact Disc - Cd incluia mais 4 canções, a seguir listadas:

01. Rhiannon;
02. Go Your Own Way;
03. Don't Stop;
04. Gypsie;
05. Everywhere;
06. You Make Loving Fun;
07. Big Love;
08. As Long As You Follow;
09. Say You Love Me;
10. Dreams;
11. Little Lies;
12. Oh Diane;
13. Sara;
14. Tusk;
15. Seven Wonders;
16. Hold Me;
17. No Questions Asked.




















































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quinta-feira, 18 de abril de 2019

As 14 PRÁ FRENTE - VOLUME 9 (1970)

Finalmente consegui finalizar a recuperação de mais um disco antigo, tendo como base um disco vinyl em péssimas condições, mas que no final consegui resgatar seu conteúdo.

Trata-se da compilação "As 14 Prá Frente - Volume 9", lançada em 1970, pela gravadora Continental, que fazia parte de uma série de discos de coletâneas da gravadora e se caracterizava em editar sucessos das paradas, interpretadas por artistas e bandas do seu próprio cast

Neste volume, por exemplo, constam alguns desconhecidos, tais como Cliff Parker e Orquestra e The Dizzy Five, sem contar com outros de menor expressão tais como: Aquarius Band e Aladdin Band.

Quando ouvi o disco e certamente você também irá perceber, eu estranhei o inicio da faixa 1 - Airport love Theme (com Cliff Parker e Orquestra), que começa dando a impressão que houve algum corte. Mas é assim que está no vinyl que disponho. Pode até ser falha da própria gravadora. Já vi disco com dois lados iguais, com lados diferentes, mas com selos iguais e até tenho dois vinys de temas iguais que contem faixas diferentes.

Das releituras que ouvi, não gostei da Marie Jolie (Aladdin Band), com um inglês meia boca. Em compensação gostei das versões de Flash e Cherry red (Aladdin Band),  I.O.I.O (The Dizzy Five), Hoje (Joelma) e achei ótima a versão de Everybody's talkin, com Dave Gordon.

A compilação deste álbum aqui postado era composta das seguintes canções e intérpretes:

01. Airport love theme (Cliff Parker & Orquestra);
02. Hoje (Joelma);
03. Marie Jolie (Aladdim Band);
04. Mi viejo (Aquarius Band);
05. Cherry red (Aladdin Band);
06. Reflection of my life (The Dizzy Five);
07. Foi um rio que passou em minha vida (Pocho & Orquestra);
08. Everybody's talkin (Dave Gordon);
09. I.O.I.O (The Dizzy Five);
10. Todo mundo vê (Joelma);
11. Consigo ajudarme a viver - El triste (Francisco Egydio);
12. Flash (Aladdin Band);
13. Espera um pouco - La nave del olvido (Wilma Bentivegna);
14. A diligência (Sergio Murillo).















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segunda-feira, 15 de abril de 2019

NEIL DIAMOND - TOUCHING YOU, TOUCHING ME (1969) REPOST

Atendendo a pedidos, reapresentamos o álbum "Touching you, Touching me", do cantor americano Neil Diamond, lançado em 1969, nos Estados Unidos,  pela gravadora MCA Records, com o selo Uni e no Brasil, em 1970, pela gravadora Chantecler,  com o selo da MCA Records. A produção do disco foi de Tom Catalano e Tommy Cogbill e arranjos de Lee Holddrige. 

Desse disco, eu destaco as músicas Everybody's Talkin', Mr Bojangles (também gravada por Sammy Davis Jr. e Nina Simone) e Holly Holy. Para maiores detalhes da biografia do cantor, veja nossas postagens anteriores. 

A seleção do disco é composta de apenas nove canções. Como bônus, incluímos mais duas canções, a seguir listadas:

1. Everybody's talkin'; 
2. Mr Bojangles; 
3. Smokey lady; 
4. Holly holy; 
5. Both sides now; 
6. And the singer sings his song; 
7. Ain't no way; 
8. New York; 
9. Until it's time for you to go.

Bônus: 

10. La bamba; 
11. Oh, no no.





Capa (Front) do álbum versão Brasil -  Chantecler 1970





 Contra Capa (Back cover) do álbum versão Brasil -  Chantecler 1970





(Label) do álbum versão USA -  Uni 1969




 (Label) do álbum versão England -  Uni 1969




 (Label) do álbum Cd versão USA -  MCA Records




 (Label) do EP versão USA - MCA Records





K7 do álbum versão USA -  MCA Records 1969

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quinta-feira, 11 de abril de 2019

UM BARZINHO, UM VIOLÃO - JOVEM GUARDA - VÁRIOS (2005)

A trajetória da Jovem Guarda foi curta, porém marcante, uma vez que a sua lembrança  se mantém viva ao longo dos anos, com resgates, tributos e releituras de suas músicas.

Desta vez, apresentamos um tributo atualizado de várias canções da época, com predominância de músicas da dupla Roberto e Erasmo Carlos. intitulado "Um Barzinho, Um Violão - Jovem Guarda".

Esta compilação, foi lançada no Brasil, em 2005, com produção de de Guto Graça Mello e direção artística de Max Pierre, pela gravadora Universal. Os intérpretes dessas releituras são artistas contemporâneos e apresentaram as seguintes canções:

01. Só vou gostar de quem gosta de mim (Rossini Pinto) - Caetano Veloso;
02. Esqueça / Forget him (Mark Anthony / Rossini Pinto) - Daniela Mercury;
03. Pensando nela (Graham Gouldman / Rossini Pinto) - Roupa Nova;
04. Coração de papel (Sérgio Reis) - Luiza Possi;
05. Lobo mau / The wanderer (E. Marasco / Hamilton Di Giorgio) - Sideral;
06. O ritmo da chuva / Rhythm of the rain (Joh C. Gummoe / Demetrius) - Fernanda Takai & Rodrigo Amarante;
07. Quando (Roberto Carlos) - Babado Novo;
08. Se você pensa (Roberto Carlos / Erasmo Carlos) - Pedro Mariano;
09. Vem quente que eu estou fervendo (Eduardo Araujo / Carlos Imperial) - Wilson Simoninha;
10. Coqueiro verde (Erasmo Carlos / Roberto Carlos) - Zeca Pagodinho;
11. Erva venenosa / Poison Ivy (Jerry Leiber / Rossini Pinto) - Sandra de Sá;
12. Vendedor de bananas (Jorge Ben) - Ney Matogrosso;
13. O vagabundo / Giramondo (Gianfranco Reverberi / Michele Scommegna / Rossini Pinto) - Engenheiros do Hawai;
14. Voce pediu e eu já vou daqui (Antonio Marcos / Zairo Marinoso) - Nando Reis.
15. Sentado a beira do caminho (Erasmo Carlos / Roberto Carlos) - Fernanda Porto;
16. Namoradinha de um amigo meu (Roberto Carlos) - Biquini Cavadão





















 Caetano Veloso





 Claudia Leite (Babado Novo) / Fernanda Takei & Rodrigo Amarante / Pedro Mariano / Daniela Mercury





 Roupa Nova / Sideral / Wilson Simoninha / Sandra de Sá / Zizi Possi / Fernanda Porto / Ney Matogrosso / Biquini Cavadão






 Nando Reis / Engenheiros do Hawai






 Zeca Pagodinho












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terça-feira, 9 de abril de 2019

TRIBUTO AO QUEEN - OS MAIORES NOMES DO ROCK LATINO (1997)

Aproveitando o momento de resgate da banda Queen, principalmente em função do filme ganhador de Oscar, apresento uma coletânea tributo, em espanhol, contendo os principais nomes do rock latino. Confesso que não conhecia a maioria dessas bandas, exceto o cantor brasileiro Paulo Ricardo,  o argentino Fito Paez, Soraya e Molotov.

Trata-se do álbum "Tributo ao Queen", lançado no Brasil, em 1997, pela gravadora Polygram, sob o selo Hollywood Records.

As músicas do Queen e respectivos intérpretes que realizam o tributo e que compõem esse disco são as seguintes:

01. Another one bites the dust (Illya Kuryaki & The Valderramas);
02. Play the game (Aterciopelados);
03. We are the champions (Lá Unión);
04. We will rock you (El General);
05. These are the days our lives (Antonio Vega);
06. Some day, one day (Soda Stereo);
07. Save me (Soraya);
08. Bohemian rhapsody (Molotov);
09. All dead, all dead (Fito Paez);
10. I want to break free (Ketama);
11. Under pressure (Fobia);
12. Love my life (Paulo Ricardo);
13. Crazy little thing called love (Pablo Dagnino);
14. Somebody to love (Aleks Syntek & La Gente Normal).















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segunda-feira, 8 de abril de 2019

THE BRASS RING - THE NOW SOUND OF THE BRASS RING - FEATURING PHIL BODNER (1968)

Certamente, o álbum desta postagem não é novidade para os amigos do blog, pois o mesmo já foi postado várias vezes. Como já comentamos anteriormente, sempre que postamos algum material já conhecido, procuramos adicionar algo mais no conteúdo da postagem.

O The Brass Ring foi um grupo de músicos americanos de estúdio liderados pelo saxofonista e arranjador Phil Bodner. Sediados em New York, seu estilo misturava The Tijuana Brass, do Herb Alpert com Billy Vaughn.

Trata-se do disco "The Now Sound of The Brass Ring - Featuring Phil Bodner", da orquestra The Brass Ring.  O material foi uma cortesia do amigo Eldo Bastos que doou vários discos para serem publicados no blog. 

O álbum em questão foi lançado nos Estados Unidos, em 1968, pela gravadora Dunhill.  Na Venezuela e Brasil foi lançado pela gravadora RCA Victor. Nesta postagem, incluímos material gráfico editado na Venezuela.

A seleção do disco é composta de sucessos populares tais como:

01. Sunny;
02. Up, up & away;
03. The look of love;
04. Georgy girl;
05. Don't sleep in the subway;
06. Love in the open air;
07. Monday, monday;
08. Amy's theme;
09. Carrot top;
10. I love, I live, I love;
11. All;
12. The now sound.





Capa (Front) - Edição USA (1968)





 Envelope - Edição USA (1968)





 Contra Capa (Back Cover) - Edição USA (1968)





Selo (Label) - Edição USA (1968)





 Capa (Front) - Edição Venezuela





  Contra Capa (Back Cover) - Edição Venezuela





Selo (Label) - Edição Venezuela

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TRIO IRAKITAN - EU TE AMO, TE AMO, TE AMO (1968) REPOST

Atendendo a pedidos, reapresento a postagem de novembro de 2012, referente ao álbum "EuTe Amo, Te Amo, Te Amo, do Trio Irakitan, lançado no Brasil, em 1968, pela gravadora Odeon.

O Trio Irakitan, foi um conjunto vocal e instrumental criado em 1950, por Edison Reis França, juntamente com Edinho, Paulo Gilvan Duarte Bezerril (conhecido no meio artístico como Paulo Gilvan) e por João da Costa Neto (conhecido como Joãozinho). Eram oriundo da cidade de Natal, no Rio Grande do Norte, Brasil. Ao longo de sua longa trajetória, o Trio Irakitan teve várias formações.

O primeiro nome foi Trio Muirakitan e foi dado por Luís Câmara Cascudo, em 1951, que significava  Pedra Verde, em tupi-guarani. Por incrível que pareça, como na época tinha outro trio com esse mesmo nome, o trio foi rebatizado de Trio Irakitan, que segundo Paulo Gilvan, significa mel verde, ou numa linguagem poética, doce esperança.

A fase áurea do Trio Irakitan ocorreu nos anos 1950 e 1960, quando era comum a existência de vários trios, tais como, Trio Nagô, Trio de Ouro, Trigêmeos Vocalistas, Trio Madrigal, Trio Dó-Ré-Mi, Trio Ases e um Curinga, sem mencionar outros grupos musicais como Conjunto Farroupinha, Os Cariocas, Demônios da Garoa, entre outros.

A afinação e harmonia vocal eram os destaques desse trio e o seu repertório predominou de músicas no estilo de boleros. A formação original seguiu até 1965, com a morte de Edinho. O integrante que o substituiu chamava-se Tony e pertencia ao trio cearense Os Guaranis. Com o passar dos anos o trio teve várias formações e em algumas vezes com perda da qualidade vocal original.

O grupo fez sucesso em outros países antes de ser conhecido no Brasil. Estiveram na Venezuela, Colômbia, Caribe e México, onde desenvolveram a técnica de vocalizar, que se tornou uma característica forte do trio. Em 1954, retornaram ao Brasil e logo foram contratados pela Rádio Nacional, que era a mídia de sucesso da época. Nos anos 1970, diversificaram um pouco a área de atuação, gravando um disco de carimbó, ritmo do norte do Brasil, outros de samba e de estilos variados, sucessos da época.

Participaram de vários filmes e gravaram mais de 50 discos Long Playing vinyl e Compact Disc. Uma formação atual ainda se apresenta em shows e eventos, cantando principalmente músicas românticas, porém sem o brilho de antes.

O raro álbum desta postagem se destaca pela seleção de músicas populares da época, mas que não eram comuns no repertório do trio, tais como canções de Roberto e Erasmo Carlos (Eu Te Amo, te amo; Eu Já Nem Sei), Carlos Imperial (O Maior Amor do Mundo), Paul Mauriat (Noturno) e Carlos Roberto (Última Canção). As músicas consideradas mais tradicionais eram Contigo Aprendi e Só Pode Ser Você, de Jair Amorim e Evaldo Gouveia. 

As músicas que compõem a seleção do disco são as seguintes:

1. Eu te amo, te amo, te amo; 
2. Contigo aprendi; 
3. Dalila; 
4. Só pode ser você; 
5. Kalôa; 
6. Viva Maria; 
7. Eu já nem sei; 
8. Última canção; 
9. Perigo; 
10. Noturno; 
11. Kalina; 
12. O maior amor do mundo.





















Trio Irakitan - Na origem

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