sexta-feira, 12 de agosto de 2011

O MELHOR DO BANG BANG A ITALIANA - VARIOUS ARTISTS (1978)

Na década de 1970, assisti muitos filmes de faroeste. Nessas películas, os destaques foram os filmes de bang bang italianos, também conhecidos como "faroeste spaguetti". 

O que mais me atraia nesses filmes eram as trilhas sonoras, principalmente quando eram arranjos do grande Ennio Morricone. Muitas dessas trilhas são veneradas até os dias de hoje.

Nesta postagem, apresento um álbum de 1978, intitulado "O melhor do Bang Bang a Italiana", editado pela gravadora RCA Victor, que contém doze faixas de músicas clássicas do faroeste italiano, sendo cinco faixas do excelente maestro Ennio Morricone. Além dessas selecionados no inclui mais cinco faixas bônus, a seguir listadas:

01. One silver dollar (Maurice Renet & Orchestra);
02. The good, the bad and the ugly (Hugo Montenegro); 
03. Per chalche dollaro in piu (Ennio Morricone & Orchestra);
04. I giorni dell'ira (Riz Ortolani & Orchestra);
05. All'ombra di una colt (Willy Brezza & Orchestra)
06. Theme from "A few dollars more" (Murice Renet & Orchestra);
07. Johnny guitar (Nico Fidenco);
08. Titoli - Per un pugno di dollarri (Ennio Morricone);
09. Hang'em high (Hugo Montenegro & Orchestra);
10. C'era una volta il west (Ennio Morricone I Cantore Moderni Di Alessandroni);
11. Django (Maurice Renet & Orchestra);
12. Trinity (Annibale & Orchestra de Gianfranco Penizio);

Bônus: 
13. Lonesome Billy (Ennio Morricone & Orchestra);
14.  Ringo, dove vai (Bobby Solo);
15. Santa Fé Express (Ennio Morricone & Orchestra);
16. Occhio per occhio (Maurizio Graf);
17. Una pistola per Ringo (Ennio Morricone & Orchestra).


















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PAULO MOURA - QUARTETO / HEPTETO - 1968/1969

Aproveitando o lançamento do livro "Paulo Moura: um solo brasileiro", da autora Halina Grynberg, editora Casa da Palavra, editado em 2011 e com o preço de capa de R$ 55,00. 

O livro conta a trajetória da consolidação do músico como solista em entrevistas à sua esposa, a escritora e psicanalista Halina Grynberg. No livro consta a última obra autoral do músico, o CD "Fruto Maduro", realizado em parceria com  o guitarrista e amigo André Sachs, com 10 músicas inéditas, que passeiam entre samba, choro e erudita. 

Devemos sempre homenagear esse espetacular musico saxofonista, maestro, arranjador e compositor. Fez arranjos para músicos consagrados, além de trilhas para tv, teatro e cinema.
Paulo Moura nasceu em 15/07/1932, na cidade de São José do Rio Preto/SP e faleceu de câncer linfático, em 12/07/2010, no Rio de Janeiro/RJ.
Sua profissão de vida sempre foi em dedicar-se à própria música, onde considerava o palco um lugar sagrado. Deixou uma obra extensa e de muita qualidade, composta por mais de 40 discos e um Grammy de 2000.
Aproveitamos para postar uma compilação de duas dessas obras, editados respectivamente em 1968 e 1969, denominados como "Paulo Moura Hepteto" e "Paulo Moura Quarteto", lançada pela gravadora Phonoplay. Nessa coletânea destacamos várias músicas, tais como:
1. Eu e a brisa; 
2. Aos pés da Santa Cruz; 
3. Sá Marina; 
4. Retrato de Benny Carter; 
5. Feitio de oração; 
6. Aquarela do Brasil; 
7. General da banda; 
8. Samba de orfeu; 
9. Filgueiras; 
10.  Tema dos deuses; 
11. Terra; 
12. Travessia; 
13. Bonita; 
14. No brilho da faca;
15. Homem do meu mundo; 
16. Wave; 
17. Das tardes mais sós.



  

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

ACOUSTIC GUITAR - ADVENTURES IN MUSIC SAMPLER 51 - 1992

Nos anos 1990 existiam inúmeras revistas de música, tanto nacionais (Bizz, Som Três, Pop) quanto americanas (Music Review, CD Player, entre outras). Em 1994, eu adquiri uma dessas revistas americanas e me deparei com um anúncio de duas páginas, denominada "Adventures in Music", que apresentavam vários lançamentos de discos independentes. 

Mas o legal era que você podia comprar algumas edições de cds com várias faixas dos diversos discos lançados, agrupados por estilos. Obtive vários e a maioria me serviram para conhecer vários autores e músicos de talento.  

A postagem de hoje é justamente um desses discos. A seguir as canções instrumentais e seus respectivos intérpretes selecionadas no disco, acrescidas de 4 faixas bônus selecionadas pelo blog LaPlayaMusic:

1. Ivory Coast – Joe Muller (cd West Coast Music for Guitar);
2. Spanish Fantasy – Jef Workman (cd Hidden Territories);
3. In Your Arms – Laurence Juber (cd Solo Flight)
4. Crazy Horse – John Roth (cd Small Wonders)
5. Ecos de Amor – Hector Ivan Garcia (cd Ecos de Amor)
6. Campanas Del Alba – Michael Newman (cd Guitar Plesasures)
7. Luna – Obo & Jorge (cd Sol y Luna)
8. Razamataz – Bruce Bec Var (cd Rhythms of Life)
9. Mood Rub a Dub – Michael Gulezian (cd Distant Memories & Dreams)
10. Allegra’s Ballerina Song – Larry Coryell (cd Twelve Frets to One Octave)
11. A Window, A Room, A Voice – Carl Weingarten / Joe Venegoni (cd Critical Path)
12. Glad Tidings – Jamie Findlay (cd Wings of Light)
13. Not Alone for Mighty Empire – El McMeen (cd Of Soul & Spirit)
14. Nanci – Adrian Legg  (Guitar of Mortals)
15. The Searching’s Not for You – Martin Simpson (cd When I Was on Horseback)
16. When I’m 64 – Neil Hogan (cd a Beatles Collection)

Bônus:
17. A step away - Steve Micele;
18. Broceliande - Peter Ratzembeck;
19. Classical gas - Mason Williams;
20. Angie - Bert Jansch.











terça-feira, 9 de agosto de 2011

ACOUSTIC ALCHEMY - BACK ON THE CASE - 1991

Foi em 1994, que tive o prazer de conhecer a banda Acoustic Alchemy, por meio disco "Back on the Case". Lembro que o escutei intensamente naquele período.

Para quem não conhece, o Acoustic Alchemy é um grupo instrumental britânico, de "Smooth Jazz"(*) ou Jazz Contemporâneo. Foi formado em 1981 e seu toque se baseia em duetos de violões, tendo a frente os violonistas Nick Webb (que já faleceu de câncer, em 1998, aos 43 anos) e Simon James, fazendo os solos e bases. Recebeu três nomeações do Grammy.

O disco "Back on the Case" é de 1991 e foi lançado na Alemanha pela gravadora GRP Records. Tem como destaque as seguintes músicas:

1. The alchemist; 
2. Jamaica heartbeat; 
3. Georgia peach; 
4. Playing for time; 
5. When the lights go out; 
6. Clear air for miles; 
7. Fire of the heart; 
8. Freeze frame; 
9. On the case; 
10. Break for the boxer.

(*) O Smooth Jazz nada mais é do que um desdobramento natural do fusion, que dominou a cena do jazz durante os anos 70. Hoje em dia, o Smooth Jazz ou Jazz Contemporâneo é um dos gêneros que mais cresce dentro do jazz. Apesar de ser odiado pelos puristas, o Smoth Jazz tem nomes de peso entre seus seguidores, como por exemplo, Kenny G, George Benson, David Sanborn, Lee Ritenour e Earl Klugh




















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EDU DA GAITA - ELDORADO - VOLUMES I e II - 1979

Edu da Gaita, foi um dos grandes instrumentistas do Brasil e tocava como poucos, os vários tipos de harmônicas (gaitas de boca). Seu nome de batismo era  Eduardo Nadruz e nasceu em 13/10/1916, na cidade de Jaguarão/RS e faleceu no Rio de Janeiro em 23/08/1982.

Até hoje esse instrumento é considerado exótico e de poucos recursos técnicos. Entretanto, Edu da Gaita mostrou a sua virtuose e colocou outros patamares para  a música instrumental. O ponto alto da sua carreira foi a execução na íntegra do "Moto Perpétuo" de Paganini, compositor italiano de música clássica em violino. Necessitou de onze anos de estudos para finalizar o arranjo da obra e poder executá-la em tempo recorde de 3 minutos e 21 segundos.

Neste blog, estamos homenageando a sua obra e resgatando a memória desse grande instrumentista, que foi "EDU da GAITA". A obra que apresentamos se refere aos dois volumes editados pela gravadora Eldorado, em 1979, produzidos pelos maestros Leo Peracchi, Theo de Barros e Edson José Alves, onde se destacavam as seguintes composições: 

1. Primeiro amor, 
2. Tenebroso, 
3. Por um beijo, 
4. Banzo, 
5. Melodias brasileiras (Linda flor / Brasil / Carinhoso / Apanhei-te cavaquinho)
6. Numa seresta,
7. Batuque nº 1,
8. Disparada,
9. Rosa,
10. Murmurando,
11. Capricho nortista (Baião / Asa branca / Pé da serra / Mangarativa / Juazeiro / Serido)
12. Gaitinha gaúcha,
13. Brasileirinho,
14. A voz do violão,
15. Rapsodia portuguesa,
16. Velhos tempos,
17. Uma gaita sobe o morro,
18. Valsa do minuto,
19. Serra da boa esperança,
20. Cafundó,
21. Feitiço da vila.



 















 






 
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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

ANTONIO ADOLFO - CRISTALINO - 1977

Antonio Adolfo, pianista, conteporâneo de Carlos Lira, Vinicius de Moraes, entre outros, se destacou em 1967, em dupla com o letrista Tibério Gaspar, pelas músicas "Sá Marina" e "Juliana". Participou dos grupos Samba a Cinco, Trio 3D e Brazucas. Com esse último grupo, os Brazucas, modernizou a musica por meio do pop da época, "Teletema", "Ana Cristina" e a abrasiva "BR3" que sacudiu festival. Integrou a banda de Elis Regina.

Em 1977, de forma corajosa e pioneira  lançou o disco "Feito em Casa" em seu próprio selo "Artezanal", que posteriormente se tornou uma tendência em produções independentes, indo em rumo contrário das grandes gravadoras. Desde 1985, Antonio Adolfo vem se dedicando a sua escola de música, o "Centro Musical Antonio Adolfo", além de participar de eventos internacionais como músico e educador. Recebeu dois prêmios Sharp por seus trabalhos Antonio Adolfo e Chiquinha com Jazz.

O disco homenageado, é de 1989, lançado pela gravadora Chorus, com distribuição pela gravadora Som Livre e era denominado "Cristalino". Uma grande obra para se conhecer. Como destaques as músicas:
1. Agitadinho; 
2. Trem da serra; 
3. Floresta; 
4. Bom dia; 
5. Cristalina; 
6. 1999;
7. Cromático; 
8. Balada; 
9. J.P. Saudações e 
10. Sá Marina.









WERNER MULLER - CLAIR - 1973

A orquestra de Werner Muller foi outra que brilhou na Europa dos anos 70. Lançou inúmeros discos com arranjos de musicas pop (easy-listening). O maestro Werner Muller nasceu em 1928, na cidade de Berlin e em 1948 iniciou na RIAS-Tanzorchester (Radio in the American Sector). 
O álbum que estamos apresentando é uma edição alemã, de 1973, lançado pela gravadora Decca Records, da série Phase 4, cujo título principal "Clair", se refere a uma canção de muito sucesso da época, composta por Gilbert O' Sullivan e que é lembrada pelo riso de uma criança no final da canção.

Dos vários sucessos desse Long Playing, destacamos: 

Clair, Bachianas brasileiras, American patrol, Sinfonia nº 40 de Mozart, A whiter shade of pale, Arranjuez mon amour, Banana boat, In the mood, Once upon a time in the west, You are my lucky star, a string of pearls,


quinta-feira, 4 de agosto de 2011

TCHAIKOVSKY - 1812 OVERTURE - 1970

A primeira vez que ouvi Tchaikovsky, foi a versão de "1812 Overture", tocada pela The London Festival Orchestra, da série Phase 4, lançada em 1970, pela gravadora Decca Records, com o selo London. Fiquei maravilhado, principalmente pelo andamento, pela sequência e sem  dúvida pelos carilhões e canhões de verdade que surge no decorrer da peça musical. A partir daí, ouço todas as versões de Tchaikovsky. Porém, essa eu considero especial.. A seguir mais detalhes do Long Playing - LP.:

Tchaikovsky - Original Version for Orchestra Military Band, Bells and Cannons
London - 1970 - The London Festival Orchestra and Band, com condução do maestro Robert Sharples
Faixas do disco: 

01-1812 Overture, op. 49; 
02-Miniature Overture; 
03- March; 
04- Dance of the sugar plun fairy; 
05- Russian dance; 
06- Arab dance; 
07- Chinese dance; 
08- Dance of the flutes; 
09- Waltz of the flowers












quarta-feira, 3 de agosto de 2011

WALDO DE LOS RIOS - CLÁSSICOS - 1994

Na década de 1970, o argentino Osvaldo Nicolau Ferrara, conhecido como Waldo de Los Rios, pianista, compositor, arranjador e regente se destacou pela sua capacidade de transformar músicas clássicas em música pop. 

Ficou famoso pelo arranjo da Sinfonia nº 40 de Mozart, gravado com a orquestra Manuel de Falla, alcançando o sucesso em vários países da Europa e também no Brasil. Ele nasceu em Buenos Aires, no dia 07/09/1934 e morreu em Madri no dia 28/03/1977, aos 43 anos, por suicídio

Outro sucesso foi o arranjo que realizou para a Nona Sinfonia de Beethoven, conhecida como Hino da Alegria.

Nesta postagem apresentamos um álbum contendo o melhor de sua obra. Em minha opinião essa coletânea sintetiza o melhor de Waldo de Los Rios. O disco foi lançado na Holanda, em 1994, pela gravadora BR Music, com licença da EMI Music, contendo as seguintes músicas:

1. Sinfonia nº 40 en sol menor (Mozart);
2. Eine kleine nachtmusic (Mozart);
3. Novena sinfonia en re menor (Beethoven);
4. octava sinfonia en si menor incompleta (Schubert);
5. Tercera sinfonia en fa mayor (Brahms);
6. Sinfonia nº 9 opus  95 muevo mundo (Dvorak);
7. Sinfonia de los juguettes do mayor (Haydn);
8. Cuarta sinfonia en la mayor italiana (Mendelsssohn);
9. Sinfonia nº 1 in C,  opus 21 (Beethoven);
10. Sinfonia nº 5 in D, opus 107 reformation part 3 (Mendelssohn);
11. Sinfonia nº 101, in D (Haydn);
12. Sinfonia nº 6 in F, opus 68, pastorale part 5 (Beethoven);
13. Aida (Verdi);
14. Nabucco Va...pensiero (Verdi);
15. Elixir de amor (Donizetti);
16. El barbero de Sevilla (Rossini);
17. Rigoletto (Verdi);
18. La traviata (Verdi).










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segunda-feira, 1 de agosto de 2011

LYRIO PANICALI - ITALIANO - 1966

Hoje eu vou homenagear um grande músico, instrumentista, arranjador, compositor, maestro e diretor musical. Foi a base de várias obras de diversos artistas brasileiros, tais como: João Dias, Cauby Peixoto, Sérgio Murilo, Carlos José, Peri Ribeiro e diversos outros artistas do "cast" da EMI Odeon. 

Trata-se de Lyrio Panicalli (1906-1984). A forma como tratou a musica e como realizava os arranjos das melodias merece a nossa admiração. Entre tantas obras, cito "Nova Dimensão" e "Italiano".

O disco LP Italiano foi lançado em 1966, pela EMI Odeon, com o selo Fênix e era um tributo as suas origens italianas. 

Neste disco, ele preparou arranjos especiais para as musicas:


1. L'ultima telefonata, 
2. Nessumo mi puo giudicare, 
3. Il mondo,  
4. Comiciamo ad amarci, 
5. Ho capito che ti amo, 
6. Dio come ti amo, 
7. Io ti daro di piu, 
8. Una casa in cima al mondo, 
9. Nessuno di voi, 
10. Se piangi se ridi, 
11. Se fa sera, 
12. Se non avessi piu te.