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terça-feira, 5 de março de 2024

BARGS - EXPLOSIVOS BARGS (1967)

A postagem do dia, apresenta uma contribuição do amigo Rafael Molive, da Radio Alta Frequência., que sempre nos prestigia e colabora com o blog. 

Trata-se de um raro compacto duplo do grupo Bargs. O disco foi lançado no Brasil, em 1967, pela desconhecida gravadora Leão Discos. 

Os Brags foi um sexteto paulista de rock instrumental e vocal, liderado pelo escaletista e crooner Lindemberg Monteiro. Os demais integrantes eram Fladimir Monteiro, José Carlos Monteiro da Silva, José Lázaro de Moraes, João Roberto Martinez e Luiz Carlos Martinez.

O grupo gravou um compacto com as instrumentais Green star e Snack, de autoria dos membros da banda. 

A seguir, as músicas que do disco postado:

Lado A:
01. Green star;
02. O céu e o amor;

Lado B:
03. Snack;
04. O louco.










Links:

BARGS - EXPLOSIVOS BARGS (Mp3)


LEÃO DISCOS - BRASIL 1967 (Flac)

 

sábado, 15 de abril de 2023

LUIZ CLAUDIO - REPORTAGEM (1975) REPOST

Nesta postagem, reapresentamos o álbum "Reportagem", do cantor mineiro Luiz Cláudio, que foi lançado no Brasil, em 1975, pela gravadora Odeon. 

A proposta do disco é apresentar no início de cada música uma pequena entrevista com o autor da canção, citando algo sobre a sua criação. As  músicas selecionadas foram lançadas anteriormente por outros cantores, porém não obtiveram o sucesso esperado.

O álbum  contém as canções de Antonio Carlos Jobim, Caetano Veloso, Dorival Caymmi, Chico Buarque de Hollanda, João de Barro (Braguinha), Milton Nascimento, Cartola, Nelson Cavaquinho, Tito Madi, Roberto Menescal e Sérgio Ricardo.

As músicas tiveram orquestrações de Wagner Tiso e Marcos de Castro, juntamente com o grupo Som Imaginário. A produção executiva do disco ficou por conta de Aloysio de Oliveira.

A seguir, as músicas que fazem parte da seleção do disco:

01. Esperança perdida (Tom Jobim); 
02. Lua Cheia (Chico Buarque); 
03. Matando o tempo (Braguinha); 
04. Cantiga (Dorival Caymmi); 
05. Poema azul (Sérgio Ricardo); 
06. Há empre um amanhã (Tito Madi); 
07. Rugas (Nelson Cavaquinho); 
08. Se pelo menos você fosse minha (Roberto Menescal); 
09. Onde eu nasci passa um rio (Caetano Veloso); 
10. Tarde (Milton Nascimento); 
11. Canção da saudade (Cartola).






















































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terça-feira, 12 de abril de 2022

O PANTANAL - TRILHA SONORA NACIONAL DA NOVELA (1990) REPOST

Aproveitando a releitura da telenovela "O Pantanal", na Rede de TV Globo, reapresento a trilha sonora da primeira versão dessa novela, que ocorreu na Rede de TV Manchete. 

Nesta postagem, apresento essa excelente trilha Volume 1, lançado em 1990, pela gravadora Bloch Discos. Os destaques ficam por conta da sua seleção musical, principalmente  das  canções No mundo dos sonhos (Pepperland), interpretado por Robertinho de Recife, uma composição de George Martin, produtor dos Beatles e Amor Selvagem, composição e interpretação de Marcus Viana.

O Pantanal foi uma telenovela brasileira produzida pela extinta Rede Manchete TV e exibida originalmente às 21h:30min, de 27 de março a 10 de dezembro de 1990, em 216 capítulos. 

A telenovela foi escrita por Benedito Ruy Barbosa e dirigida por Jayme Monjardim, Carlos Magalhães, Marcelo de Barreto e Roberto Naar.

A trama apresentou os atores Claudio Marzo, Jussara Freire, Antonio Petrin, Cristiana Oliveira, Marcos Winter, Luciene Adami, Marcos Palmeira, Paulo Gorgulho, Sérgio Reis, Almir Sater e Angelo Antonio nos papeis principais.

A novela conta a história de José Leôncio, um peão de comitiva que chegou com o Pai Joventino ao Pantanal, onde compraram uma fazenda e começaram a criar gado de corte. José Leôncio e seu pai caçavam Marruás um tipo de boi selvagem que vivia solto pelas matas da região aumentando assim seu rebanho na fazenda. 

Certo dia Zé Leôncio viajou com os peões em comitiva e pediu para que seu pai não fosse caçar Marruá sozinho, entretanto o velho Joventino acabou indo caçar e desapareceu na imensidão do Pantanal. Zé Leôncio voltou de viagem e procurou pelo pai sem sucesso.

Nesse dia ele prometeu que ia trazer um Marruá no laço todos os dias só para ter a esperança de encontrar o pai. Passado algum tempo, Zé Leôncio se tornou um fazendeiro rico e foi para o Rio de Janeiro cobrar uma dívida, onde conheceu e se apaixonou por uma jovem fútil e mimada, de nome Madeleine. 

A família de Madeleine era da alta classe carioca, porém seu pai era viciado em jogo, acabando aos poucos com o status da família e os deixando perto da falência. Antero, pai de Madeleine, aceita que José Leôncio se case com sua filha, recebendo dele um bom dinheiro para tentar resgatar o status da família. 

Ele a leva para o Pantanal e a engravida. Mulher da cidade grande, Madeleine não se adapta ao mundo rural, à rude vida pantaneira e à rotina de peão do marido. Durante uma das viagens de Zé Leôncio em comitiva, levando gado para a venda, ela foge com o amigo Gustavo que vai buscá-la no pantanal e o filho de poucos dias, para a cidade do Rio de Janeiro.

Amargurado, Zé Leôncio tenta em vão recuperar o menino, que acabara de nascer, mas acaba concordando em deixá-lo com a mãe na cidade grande. Passa a viver então com Filó, sua empregada, que já tinha um filho, Tadeu. 

Ele reconhece Tadeu como seu afilhado considerando ele seu filho. Vinte anos depois, o filho legítimo, Jove (Joventino), finalmente decide ir conhecer o pai. Mas o choque cultural é grande e os dois têm sérias dificuldades para se entender.

Sentindo-se rejeitado pelo pai, que acha que o filho é afeminado, e ridicularizado pelos peões por causa de seu jeito de moço da cidade, Joventino decide retornar ao Rio, mas leva consigo Juma Marruá, moça criada como selvagem pela mãe até a morte desta, assassinada por encomenda numa trama paralela de vingança entre posseiros de terras e vítimas de grilagem. 

Tal como a mãe, comenta-se no Pantanal que Juma se transforma em onça pintada. Passado um tempo no Rio, onde o choque cultural é agora sofrido por Juma, Joventino retorna ao Pantanal para não ter que se separar de sua "onça" amada. Desta vez, ele está disposto a se adaptar ao estilo de vida local. Jove começa a se acertar com o pai e com Juma e vai se transformando num autêntico peão pantaneiro, surpreendendo a todos continuamente.

A história tem ainda um lado sobrenatural, baseado no fascinante folclore da região Pantaneira: os principais personagens, com exceção de José Leôncio, frequentemente se deparam com uma figura conhecida como "O Velho do Rio", um curandeiro idoso que cuida das pessoas atacadas pela Jararaca Boca-de-Sapo, uma cobra venenosa, ou que simplesmente se perdem na extensão do Pantanal. 

Todos comentam que o Velho do Rio é o Pai de todas as sucuris, que ele se transforma em sucuri também sendo ele a maior de todas. O povo acredita que O Velho do Rio se trate do pai de José Leôncio, o desaparecido peão Joventino, de quem o neto Jove herdou o nome. Além do Velho do Rio e da história de Juma Marruá como onça pintada, uma terceira trama sobrenatural enriquece a novela: a figura do misterioso peão Trindade, que teria um pacto com o diabo, ou seria ele próprio a encarnação do diabo.

No decorrer da trama, José Leôncio descobre a existência de um terceiro filho seu, na verdade o primeiro dos três: José Lucas de Nada, fruto do primeiro relacionamento sexual dele com a prostituta Generosa, em um prostíbulo de Goiás para o qual fora levado pelo pai ao completar quinze anos de idade a fim de "mostrar que era macho". O sobrenome de José Lucas era De Nada, pois o mesmo não tinha pai para lhe dar um sobrenome, assim que Zé Leôncio o reconheceu como filho ele passou a ser chamar José Lucas Leôncio.

A saga da família Leôncio inclui, finalmente, o complicado relacionamento com o fazendeiro vizinho, Tenório, cujo passado como grileiro de terras o liga às tragédias familiares de Juma e seus pais, bem como de outros peões e agregados tanto da fazenda de José Leôncio como do próprio Tenório. 

O mau-caratismo deste e sua inclinação a vinganças covardes colocará em risco em diversas circunstâncias a família de José Leôncio. Por sua vez, Tenório também estará na mira de forasteiros que vieram de longe em busca de vingança contra o homem que destruiu a vida e os bens de seus pais.

A curiosidade é que durante anos, a novela ficou engavetada na Central Globo de Produções, à espera de uma decisão se seria produzida ou não. Em 1990, a Manchete contrata seu escritor, Benedito Ruy Barbosa, que finalmente realiza seu sonho, obtendo estrondoso sucesso e superando a até então imbatível Rede Globo. 

Além disso, a Manchete contrata também uma grande leva de atores globais, como Cláudio Marzo, Cássia Kiss, entre outros e mistura com revelações da teledramaturgia brasileira, como Cristiana Oliveira e Marcos Winter.

Depois de provar que suas histórias também mobilizavam a audiência no horário nobre, o autor Benedito Ruy Barbosa, que na TV Globo só recebia o horário das 18h, retornou a casa em 1993 para escrever, finalmente, uma novela das oito global: Renascer, outro grande sucesso.

Uma das atrizes do elenco não queria atuar na novela. Carolina Ferraz só foi atuar na novela após ser ameaçada de demissão pela emissora. Como em todas as novelas o roteiro sempre muda no meio da exibição, Ítala Nandi havia pedido ao autor uma licença para atuar em um filme, e ele resolveu matar a sua personagem, Madeleine. Já Almir Sater saiu para protagonizar a novela Ana Raio e Zé Trovão. A atriz Adriana Esteves esteve cotada pra fazer a personagem Juma, assim como também a atriz Debora Bloch

A novela foi exibida originalmente no Brasil pela extinta Rede Manchete entre 27 de março e 10 de dezembro de 1990 às 21h30. A novela Pantanal foi reapresentada em duas ocasiões: às 19h30, de 17 de junho de 1991 a 18 de janeiro de 1992, e às 21h30 na íntegra, de 26 de outubro de 1998 a 14 de julho de 1999. 

Esta segunda reprise tem uma particularidade interessante: entrou no ar em substituição à novela Brida, que acabou com os recursos da emissora. A Rede Manchete seria vendida pouco depois dessa reestréia de Pantanal, tendo essa reprise concluída pela RedeTV!.

A exemplo do que já havia sido feito com Xica da Silva, o SBT comprou as fitas da novela arrematadas no leilão da massa falida da Manchete e passou a reapresentar Pantanal às 22h desde o dia 9 de junho de 2008 à 13 de janeiro de 2009.  A Rede Globo contestou a reprise, pois detinha os direitos do texto, adquiridos do autor Benedito Ruy Barbosa.

O SBT não anunciou a novela com antecedência. A emissora só anunciou como sendo sua "Arma Secreta". Também foram exibidas enquetes sobre as novelas preferidas pelo público e, curiosamente, na edição, Pantanal era a preferida do público. 

A emissora de Silvio Santos só começava a exibir a novela Pantanal quando a então novela das oito da Rede Globo A Favorita, acabava. A emissora paulista chegou a exibir chamadas apelando para o público dizendo: "Quando acabar a novela da Globo, A Favorita, troque de canal e veja a novela Pantanal.

O SBT exibiu a trama de segunda a sábado, na faixa das dez da noite. Nesta reexibição foi apresentada na íntegra, ou seja, o SBT conseguiu apresentar a telenovela Pantanal completa em 187 capítulos, uma vez que, no seu início, o SBT apresentava três capítulos completos em um, apresentando a novela em full time. 

Também foi criada uma nova abertura, e nesta quem aparecia nua era a modelo Glenda Santos. A apresentadora Nani Venâncio, na época modelo, aparece nua se metamorfoseando em onça na abertura da novela.

Alguns atores da novela já faleceram. São eles: João Alberto Carvalho Pinheiro, Rômulo Arantes, Luiz Armando Queiroz, Flora Geny, Rubens Correa, Alexandre Lippiani, Xandó Batista,Jofre Soares, Buza Ferraz e o diretor Marcelo de Barreto.

Fonte: Wikipedia, 2014

A novela teve três trilhas sonoras, sendo: volumes 1 e 2 (pela TV Manchete), O melhor do Pantanal (reexibição SBT) e o instrumental Pantanal Suite Sinfônica, com músicas compostas e regidas por Marcus Viana.

A seleção do álbum é composta pelas seguintes canções:

01. No mundo dos sonhos – Pepperland (Robertinho de Recife);
02. Quem saberá perder (Ivan Lins);
03. Apaixonada (Simone);
04. Divinamente nua, a lua (Orlando Morais);
05. Amor selvagem (Marcus Viana);
06. Estrela natureza (Sá e Guarabira);
07. Pantanal (Sagrado Coração da Terra);
08. Memória da pele (João Bosco);
09. Castigo (Leo Gandelman);
10. Um violeiro toca (Almir Sater);
11. Triste berrante (Solange Maria e Adauto Santos);
12. Comitiva esperança (Sérgio Reis).

































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terça-feira, 14 de setembro de 2021

SAMBALANÇO - VOLUME 1 - VARIOS (2010)

Nesta postagem, apresento uma ótima coletânea de música brasileira, dos anos 1960 a 1970, intitulada "Sambalanço - Volume 1", lançada no Brasil, em 2010, pela gravadora EMI.

A seleção foi projeto e pesquisa de Carlos Alberto Sion e Tárik de Souza, resgatando canções do acervo da gravadora Odeon. 

Em minha modesta opinião, vale a pena ouvir esses clássicos perdidos no tempo, tais como teleco-teco n° 2, com Elza Soares e Bolinha de sabão, uma composição de Orlandivo e linda interpretação do Trio Esperança, na voz da cantora Evinha. 

A compilação do volume 1 é composta das seguintes canções e intérpretes:

01. Teleco-teco n° 2 (Elza Soares);
02. O que eu gosto de você (Pery Ribeiro);
03. Moeda quebrada / Leilão (Miltinho);
04. Onde anda o meu amor (Bossa Três);
05. Palhaçada (Isaura Garcia & Walter Wanderley);
06. Vou rir de você (Elza Soares);
07. Murmúrio (Luiz Bonfá);
08. Toque balanço, moço (Golden Boys);
09. Cheiro de saudade (Walter Wanderley);
10. Desse jeito não tem jeito (Doris Monteiro);
11. Boato (Elza Soares);
12. Bolinha de sabão (Trio Esperança);
13. Na cadência do samba - Que bonito é (Waldir Calmon);
14. Dor de cotovelo (João Roberto Kelly)














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sexta-feira, 27 de novembro de 2020

TAMBA TRIO - 2 EM 1 - AVANÇO & TEMPO (1963 / 1964) REPOST

Como mencionei na minha postagem de maio de 2012, quando apresentei o segundo e terceiro álbum do grupo Tamba Trio, é que sempre apreciei os os grupos vocais e instrumentais dos anos 1960, tanto da Jovem Guarda, quanto da Bossa Nova. 

O Tamba Trio foi um grupo musical formado no Rio de Janeiro, na década de 1960. Era composto originalmente por Luiz Eça (piano, vocal e arranjos), Bebeto Castilho (contrabaixo, flauta, sax e vocal) e Hélcio Milito (bateria, percussão e vocal).

O trio começou a tomar forma ao acompanhar a cantora Maysa e depois a cantora Leny Andrade em uma temporada na Boate Manhattan, atuando ao lado de Luiz Carlos Vinhas (piano) e Roberto Menescal (violão).

A partir de 1967, com a entrada do baixista Dório Ferreira, Bebeto passaria a atuar apenas como flautista, transformando assim o trio no quarteto Tamba 4. Dois anos depois, com a saída de Luiz Eça, que formaria o seu grupo "A Sagrada Família", o pianista Laércio de Freitas entra em seu lugar. O quarteto duraria até 1970.

Só em 1971, o Tamba Trio retorna com os três integrantes originais, gravando dois discos pela gravadora RCA. Em 1976, mais um intervalo, e quatro anos depois, o grupo retorna, fazendo apresentações e gravando o álbum em Long Playing "Tamba Trio 20 Anos de Sucessos", lançado em 1982.

A partir de 1989, o baterista Rubens Ohana, que já tinha feito parte do Tamba Trio, se reintegra a este conjunto, substituindo Hélcio Milito. O grupo continuou até 1992, quando Luiz Eça veio a falecer. 

O trio também acompanhou artistas como Carlos Lyra, Edu Lobo, Nara Leão, Sylvia Telles, Quarteto em Cy, João Bosco e Simone. Lançaram discos nos EUA e México, pela gravadora A&M Records.

Para homenagear esse excelente grupo, postamos o segundo e terceiro álbum, lançados respectivamente em 1963 e 1964, pela gravadora Philips.

O disco com os álbuns é apresentado em formato “2 em 1”, incluindo tres canções bônus, extraídas do primeiro álbum do trio. A seleção desses discos é composta das seguintes músicas:

Avanço – 1963
01. Garota de Ipanema; 
02. Mas, que nada; 
03. Negro; 
04. Mania de Maria; 
05. Vento do mar; 
06. Sonho de Maria; 
07. Só danço samba; 
08. O samba da minha terra; 
09. Moça flor; 
10. Rio; 
11. Tristeza de nós dois; 
12. Esperança.

Tempo – 1964
13. Borandá; 
14. Nuvens; 
15. Se eu pudesse voltar; 
16. Barumbá; 
17. Pregão; 
18. Danielle; 
19. Berimbau; 
20. O amor em paz; 
21. Morte de um deus sal; 
22. Yansã; 
23. Consolação; 
24. Moto contínuo;

Bônus – 1962
25. Ah! se eu pudesse;
26. Batida diferente;
27. Influência do jazz. 






















terça-feira, 17 de novembro de 2020

MADE IN DEPENDENTE BRASIL (1994) REPOST

Reapresento um álbum que foi postado em setembro de 2011 e que aprecio muito, ouvindo-o seguidamente. Trata-se do ótimo disco "Made In Dependente Brasil", lançado em 1994, pela gravadora independente Luz do Sol, com produção de Helio Santos. 

A música brasileira é de uma diversidade e riqueza sem precedentes. Em todos os cantos do Brasil encontramos músicas e músicos diversos de grande talento e que infelizmente nem sempre são conhecidos pelo público em geral.

O álbum desta postagem é um fragmento dessa diversidade, com músicas, compositores e intérpretes enquadrado, por alguns, como "Música da Terra" ou de apenas "Música Regional". 
Para ser sincero, não gosto de estigmatizar a música colocando rótulos. Já não chega o rótulo "brega" que gera preconceito para músicos e músicas, sendo que todas são músicas e com público para todas elas. Isso já aconteceu com o "sertanejo", na década de 1960 e 1970.

O disco da postagem é uma raridade, produzida de forma independente e margeia as produções das grandes gravadoras, contendo ótimas músicas de autores e intérpretes, tais como, Juraíldes da Cruz, Dércio Marques, Paulinho Pedra Azul, Elomar, Rubinho do Vale, Adauto Oliveira, Sérgio Souto, Nilson Chaves, Henrique Abreu, João Omar, Dilson Pinheiro, Nonato Luiz, Xangai, Eudes Fraga, Saulo Laranjeira e Amaro Penna. 

A seleção do álbum é constituída das seguintes canções e respectivos intérpretes:

01. Dodói (Juríldes da Cruz);
02. Anjos da terra (Dércio Marques & Paulinho Pedra Azul);
03. Campo branco (Elomar);
04. Amanheceu (Rubinho Vale);
05. Natureza oculta / Arco íris (Dércio Marques);
06. Remo de Iaiá (Adauto Oliveira);
07. Minha aldeia (Sérgio Souto);
08. Coração sonhador (Nilson Chaves);
09. Passageiro do tempo (Henrique Abreu);
10. Vagamundo (Adauto Oliveira);
11. Diserança João Omar;
12. Recado para um amigo solitário (Paulinho Pedra Azul);
13. Tudo que toca na terra é o tempo todo tocando (Dilson Pinheiro);
14. Cantiga (Juraíldes da Cruz);
15. Baião cigano (Nonato Luiz);
16. O quintal de Consuelo (Xangai);
17. Feitos para o mundo (Eudes Fraga);
18. Seresta sertaneja (Saulo Laranjeira);
19. Meu padim (Amaro Penna).  




















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