sábado, 11 de novembro de 2017

BRENDA LEE - 10 GOLDEN YEARS (1970) - REPOST

Brenda Mae Tarpley, mais conhecida por Brenda Lee, nasceu no dia 11 de dezembro de 1944, em Atlanta, USA. Cantou rockabilly, pop e country. Teve 37 hits de sucesso na década de 1960, um número superado apenas por Elvis Presley, The Beatles, Ray Charles e Connie Francis.

Ela é mais conhecida pelos hits Jambalaya (1956), Rockin' around the christmas tree (1958) e I'm sorry (1960).

Com apenas 1,44m de altura, ela recebeu o apelido, em 1957, de “Little Miss Dynamite”, após gravar a canção Dynamite, e foi um dos primeiros astros da música pop a ter uma importante carreira contemporânea internacional.

Como muitos da época do rockbilly, a popularidade de Brenda Lee diminuiu no final dos anos 1960, principalmente porque sua voz amadureceu, mas ela continuou fazendo uma carreira musical de sucesso, retornando às suas raízes como uma cantora de música country, com uma sequência de hits nas décadas de 1970 e 1980.

Brenda Lee era considerada uma garota prodígio, a voz, o seu rosto bonito e as suas apresentações nos palcos começaram a despertar a atenção de todos a partir dos seus 5 anos de idade. Aos 6 anos, ela ganhou um concurso de canto patrocinado por um estabelecimento de ensino fundamental local. A recompensa foi uma aparição ao vivo em um programa de rádio de Atlanta, chamado “Starmakers Revue”, onde ela voltou a se apresentar no ano seguinte.

Com a morte de seu pai morreu, em 1953, e, já aos 10 anos, ela tornou-se a principal fonte de sustento de sua família por cantar em programas radiofônicos locais e apresentações em televisão.

Seu grande sucesso no show business veio em fevereiro de 1955, quando ela ganhou $30 para aparecer em uma estação de rádio Swainsboro para ver Red Foley e uma unidade de turnê promocional do seu programa TV ABC Ozark Jubilee, em Augusta.

O DJ Foley foi convencido a ouvi-la cantar antes do show. Foley ficou tão surpreso, como todas as outras pessoas que ouviram a potente voz da pequena menina, que imediatamente concordou em deixá-la cantar Jambalaya. A plateia irrompeu em aplausos e se recusou a deixá-la sair do palco até que ela tivesse cantado mais 3 músicas.  Em 31 de março de 1955, aos 10 anos de idade, ocorreu a sua estreia na rede Ozark Jubilee, em Springfield, Missouri. Apesar de o seu contrato com o show ser de 5 anos, ele foi interrompido por causa de uma ação judicial movida em 1957 por sua mãe e pelo seu empresário, onde ela fez aparições regulares no programa ao longo de sua execução.

Menos de dois meses depois, em 30 de julho de 1956, a Decca Records lhe ofereceu um contrato, e seu primeiro disco foi um Vinyl, 7", Single, 45 RPM, Jambalaya, apresentando no lado 'B' Bigelow 6-200. O segundo Single de Lee apresentou duas músicas de Natal: I'm gonna lasso Santa Claus e Christy Natal.

Embora ela já tivesse completado 12 anos de idade em 12/dezembro/1956, os créditos de seus 2 singles distribuídos pela Decca Records falavam em “Little Brenda Lee" (9 anos)." Sua primeira edição foi em 1957.

A canção One step at a time, se tornou um hit em ambos os campos, pop e country. Seu hit seguinte, Dynamite, sendo apelidada de “Little Miss Dynamite”, devido ao seu tamanho de 1,44m de altura.

Em 1960, gravou sua composição I'm sorry, que foi número 1 nas paradas de sucesso. Foi seu primeiro disco de ouro individual e foi indicado para um Grammy. Mesmo não tendo sido lançada como uma canção "country" ela foi um dos primeiros grandes sucessos indicando o que viria a ser a som em Nashville.

Seu último single entre os dez mais das paradas pop em 1963, foi Losing you, ficando em sexto lugar, enquanto ela continuava a ter outras canções entre as primeiras, como em 1966, Coming on strong e Is it true?. Esta última, contou com Jimmy Page na guitarra, pois foi gravador em Londres, sendo produzido por Mickie Most.

No início da carreia, Brenda Lee era muito popular no Reino Unido. Ela visitou o país em 1959, antes de conseguir o reconhecimento pop nos Estados Unidos. Ela desfruta de uma distinção única entre os cantores americanos, tendo um ato de abertura de show de uma tour, em 1960, no Reino Unido, que foi realizado pelo então pouco conhecido grupo beat, de Liverpool, The Beatles.

Nas décadas seguintes, Brenda Lee se estabeleceu como uma artista country e pop, apresentando-se em duetos, tais como, Dolly Parton, Kris Kristofferson, Willie Nelson, George Jones, Charley Pride,  Willie DeVille, entre outros.

Comemorando 50 anos de carreira, em setembro de 2006, ela foi a segunda vencedora do Meador-Walker Lifetime Achievement Award Jo, pela Fonte da Fundação em Nashiville.

Em 2007, ela foi introduzida no Country Music Hall of Fame e incluída como membra da Rockabilly Hall of Fame. Ela também é membra da Rock and Roll, Country Music e Rockabilly Hall of Fame, e atualmente vive em Nashiville, no Estado do Tenesse.

Em 2008, sua gravação de Rockin' around the christmas tree marcou 50 anos e em fevereiro de 2009, a National Academy of Recording Arts and Sciences proporcionou a Brenda Lee um Lifetime Achievement Grammy.

No Brasil, a música Weep no more my baby ficou conhecida por ser utilizada pelo programa “Pânico”, na TV Bandeirantes, em que a tocava no momento da chamada da  "Dança dos Políticos", nas imitações de políticos.

Nesta postagem, apresentamos o álbum "10 Golden Years", que foi lançado nos Estados Unidos em 1967, pela Decca Records, com os selos (labels) Decca e Coral. No Brasil, foi lançado no início dos anos 1970, com o selo Decca.

O disco contém 10 principais sucessos do início da carreira de Brenda Lee, no período de 1956 a 1965. Nele se encontra a primeira versão, que considero a melhor, da canção Jambalaya, que posteriormente seria regravada e essa segunda versão, onde a voz da cantora está mais adulta, é a que prevalece em muitas compilações da artista.

A seleção do álbum é composta pelas seguintes canções e respectivos anos de lançamento:

1. Jambalaya (1956);
2. Dynamite (1957);
3. Bill Bailey, won't you please com home (1958);
4. Sweet nothin's (1959);
5. I'm sorry (1960);
6. Fool # 1 (1962);
7. Dum, dum (1962);
8. All alone am I (1963);
9. As usual (1964);
10. Too many rivers (1965). 











































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quinta-feira, 9 de novembro de 2017

LENO - BRASIL JOVEM GUARDA - (1991) - REPOST

A pedido, hoje resgato o álbum "Brasil Jovem Guarda", do cantor Leno, que foi inicialmente apresentado no blog LaPlayaMusic em 20/janeiro/2012. 

O cantor, compositor e guitarrista  brasileiro Gileno Osório Wanderley de Azevedo, ou simplesmente Leno, nasceu em Natal / RN, no dia 25/04/1949

Iniciou sua trajetória musical no período do movimento Jovem Guarda. Após participar de alguns grupos, foi descoberto por produtores da gravadora CBS, atual Sony BMG e juntamente com a cantora Lilian Knapp, formou um dupla famosa “Leno & Lilian”, que teve vários sucessos, entre eles, as músicas Pobre Menina e Devolva-me.

A dupla teve muitos desentendimentos durante a sua curta existência, levando Leno a lançar alguns trabalhos solos, em 1968 e 1969. Nesse mesmo período compunha para diversos artistas da época, principalmente o grupo “Renato e Seus Blue Caps”.

Em 1971, se destacou com uma gravação, em 8 canais, que era inovação no Brasil, chamada “Vida e Obra de Johnny McCartney, que contou com a produção do até então desconhecido compositor baiano Raul Seixas e do cantor e compositor Luís Vagner, além da colaboração do letrista Arnaldo Brandão. 
Porém, na época foi lançado apenas em um compacto duplo com quatro canções do álbum, não sendo sucesso comercial. O álbum completo só viria a ser lançado no Brasil em 1995 e relançado nos Estados Unidos em 2008.

No ano de 1972, retomou a parceria com a cantora Lilian e voltara ao cenário musical. Porém a dupla tinha perdido o brilho de outrora. Em 1976, lança o disco “Meu Nome é Gileno”, contendo composições próprias, incluindo a regravação da música Grilo City, do disco de 1971 e regravações tais como Luar do Sertão (do poeta Catulo da Paixão Cearense) e Me Deixe Mudo (do compositor e músico experimentalista Walter Franco).

A partir dos anos 90, ficou na ativa lançando alguns discos pela própria gravadora “Natal Records” e participando da série de homenagens realizadas à Jovem Guarda, ao lado de ex-companheiros do movimento. (Fonte: wikipedia, 2011)

O disco desta postagem, foi lançado em 1991, pela gravadora CBS, com o selo Columbia, intitulado “Brasil Jovem Guarda”, que era o volume 2 de uma série de onze discos chamada “Academia Brasileira de Música”. 

O disco é interessante pela interpretação do cantor em músicas da jovem guarda, muitas não gravadas por ele e pela panorâmica de sucessos da época da Jovem Guarda. Também contou com a participação especial de Erasmo Carlos, Golden Boys, Trio Ternura e Renato e Seus Blue Caps. 

A seleção deste álbum conta com as seguintes músicas:

1. É proibido fuma / Pega ladrão / Negro gato; 
2. Eu não sabia que você existia / Coração de papel; 
3. Tijolinho / Alguém na multidão / Pra nunca mais chorar; 
4. Custe o que custar / Sentado a beira do caminho; 
5. Foi assim / Te amo / Gatinha manhosa; 
6. Vem quente que estou fervendo / Veja se me esquece / Você fala demais; 
7. Parei na contra-mão / Rua Augusta; 
8. Primeira lágrima / A irmã do meu melhor amigo; 
9. A volta / Eu daria a minha vida / O caderninho; 
10. A festa dos meus quinze anos / A pobreza; 
11. Devolva-me / Só vou gostar de quem gosta de mim; 
12. Minha fama de mau / Terror dos namorados.
























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quarta-feira, 8 de novembro de 2017

ERLON CHAVES & BANDA VENENO - INTERNACIONAL VOLUME 2 (1973)

O pianista, arranjador, maestro e cantor brasileiro Erlon Chaves nasceu em São Paulo,  no dia 09 de dezembro de 1933 e morreu em 14 de novembro de 1974, aos 40 anos, em consequência de um infarto fulminante, quando discutia (dizem que defendia) com um grupo, de forma emocionada, a polêmica em torno dos acontecimentos com o cantor Wilson Simonal.

Iniciou sua carreira de cantor apresentando-se em um programa infantil da rádio Difusora de São Paulo, atuando quando era muito menino. Foi ator mirim no filme Quase no céu.

Começou seus estudos de música no Conservatório Musical Carlos Gomes se formando em piano no ano de 1959. Estudou canto e harmonia, sendo orientado pelos maestros Luís Arruda Paes, Renato de Oliveira e Rafael Pugliese. Já na década de 1950, Erlon Chaves ingressou na carreira musical como pianista de casas noturnas, onde conheceu diversos músicos e desenvolveu sua veia "jazzística".

Com a versão do calipso Matilda do cantor Harry Belafonte, fez sucesso no final dos anos 1950. Na televisão trabalhou na TV Excelsior - canal 9, de São Paulo e em 1965, foi para a cidade do Rio de Janeiro, indo para a TV Tupi - Canal 6 e a TV Rio - canal 13.

Foi diretor musical da TV Rio, sendo um dos responsáveis e autor, em 1966, do Hino do FIC, música de abertura do Festival Internacional da Canção. Em 1968 acompanhou a cantora Elis Regina, que iria se apresentar no Olympia, de Paris.

Em 1970, durante o V FIC, transmitido pela TV Globo, regeu um coral de quarenta vozes, que mais tarde passou a chamar-se Banda Veneno, que acompanhou Jorge Bem, posteriormente chamado de Jorge Bem Jor. Cantou a canção Eu também quero mocotó, que estava fazendo muito sucesso; e foi acusado de assédio moral após uma cena em que é beijado por diversas loiras em apresentação na etapa internacional.

Com a Banda Veneno gravou seis discos até a sua morte em 1974. Nesses discos mesclava sucessos internacionais com nacionais. Erlon Chaves também lançou inúmeras músicas em trilhas de novelas e filmes como no libidinoso Soninha Toda Pura, ítem valiosíssimo de colecionador.

Sua discografia e participação em outros trabalhos:

§  1959 - Em tempo de Samba - Erlon Chaves e sua orquestra;
§  1965 - Sabadabada;
§  1965 - Alaíde Costa - participação como arranjador;
§  1966 - O Sheik de Agadir, da TV Globo, autor da música tema.
§  1966 - Eu Compro esta Mulher - música tema.
§  1970 - Novela Pigmalião TV Globo. Na trilha sonora da novela consta a participação de Erlon Chaves e orquestra, nas músicas Tema de Cristina, Tema de Nando e Candinha e Povos, todas de autoria do maestro
§  1971 - Banda Veneno
§  1972 - Erlon Chaves e sua Banda Veneno Internacional, Vol. 1
§  1973 - Erlon Chaves e sua Banda Veneno Internacional, Vol. 2
§  1973 - Erlon Chaves e sua Banda Veneno Internacional, Vol. 3
§  1973 - Filme  Aladim e a lâmpada maravilhosa, com Renato Aragão e Dedé Santana.
§  1973 - As dez canções medalha de ouro - Erlon Chaves e Paul Mauriat. Gravação feita só com músicas brasileiras, escolhidas pelo público no programa do apresentador Flavio Cavalcanti.
§  1974 - Erlon Chaves e sua Banda Veneno Internacional, Vol. 4
§  1974 - Erlon Chaves e sua Banda Veneno Internacional, Vol. 5
§  1999 - Millennium: Erlon Chaves - Universal Music - reedição de suas gravações.
§  2002 - Erlon Chaves - Sabadabada (1965, Continental/Warner Remaster)

Fonte: Wikipedia/november/2017

Para homenagear o músico Erlon Chaves, no mês dos 43 anos do seu falecimento, postamos o álbum, de 1973, com a Banda Veneno, intitulado “Internacional Vol. 2”, que foi lançado pela gravadora Phonogram, com o selo Fontana.

As músicas que compõem a seleção são as seguintes:

01. All my love is for you;
02. Tears in my eyes;
03. Listen to the music / Woman;
04. I’d love you to want me / Philosopher;
05. Superman / I’m on fire;
06. You are the sunshine of my life / Where’s your love;
07. Carly & Carole;
08. Why can’t we live together / Clair;
09. Listen / When I’m a kid;
10. Don’t say goodbye / don’t turn around.


















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terça-feira, 7 de novembro de 2017

MÚSICA LIGEIRA - MÚSICA LIGEIRA (2003) REPOST

O álbum desta repostagem, do trio Música Ligeira é cultuado e estava há muito tempo esquecido. A primeira vez que postamos no blog LaPlayaMusic foi em nosso primeiro ano de existência, exatamente em 17/agosto/2011. É tempo.

Apesar de não serem conhecidos da maioria do público brasileiro, o trio que já atuava desde 1990, era formado por Mario, Rodrigo e Fabio e foram felizes e inspirados ao gravarem o disco de um show ao vivo, em 1994, no Teatro Crowne Plaza, em São Paulo. 

O Música Ligeira apresentava-se apenas mediante convites e costuma lotar os espaços pequenos, tais como o Teatro Crowne Plaza, o Bar Baretto, Teatro do Sesc, entre outros. O grupo conseguia a façanha de reunir uma platéia diversa, com figuras ilustres e fãs confessos, que voltavam várias vezes para ver o show numa mesma temporada.

O registro é uma obra eclética e muito agradável de se apreciar, com muita qualidade na interpretação das canções, constituídas em sua totalidade por músicas brasileiras e apenas três são internacionais. 

Vale a pena ouvir o trio Musica Ligeira, que era muito versátil e seus membros tocavam inúmeros instrumentos.. 

A banda era formada por:  Mario Manga (Bandolin, Violões, Violoncelo e Voz); Rodrigo Rodrigues (Voz, Percussão, Violão, Sax e Gaita) e Fabio Tagliaferri (Viola, Violão, Violoncelo, Violaxo e Voz)

O disco  foi lançado em 2003, pela gravadora independente Tinitus e hoje é uma raridade encontrá-lo, assim como o dvd do show.

Em 2006, o trio encerrou as suas atividades com a morte do vocalista Rodrigo Rodrigues, por leucemia, aos 44 anos de idade e selou definitivamente a carreira do Musica Ligeira. Posteriormente, foi lançado mais um álbum, que atualmente é muito raro. 

A seleção musical foi composta das seguintes canções:

01. Quatorze anos; 
02. Deus nasceu foi no Brasil; 
03. Desafinado; 
04. Fifty ways to leave your love; 
05. Chicletes com banana; 
06. You're going to lose that girl; 
07. Here's tomorrow; 
08. Qui nem giló; 
09. Pesadelo; 
10. O máximo; 
11. Amor proibido; 
12. Sebastiana; 
13. Fenômeno; 
14. Besta é tu; 
15. Aquele abraço.














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FRIENDS AND LOVERS - SONGS OF BREAD - VARIOUS ARTISTS (2005) - REPOST

Sei que muita gente fica chateada por eu não repostar todos os títulos que me solicitam. Infelizmente, após mais de 1050 postagens e do pouco tempo que disponho, não tenho como atendê-los.

Assim, vou reapresentando gradativamente, tentando seguir uma ordem de chegada. Agora o álbum da vez é "Friends and Lovers - Songs of Bread", que foi postado originalmente em 10/junho/2012. 

Trata-se de um disco tributo da banda Bread, do vocalista David Gates, cujas canções românticas, sucessos nos anos 1960, ainda são lembradas, tais como If, Guitar man, The goodbye girl, Make it with you, Everything I own, Sweet surrender, Aubrey, Baby I want you, entre outras.

O que me chamou mais a atenção foram os intérpretes desta coletânea, praticamente desconhecidos para mim e acredito para a maioria dos nossos amigos do blog.

A compilação desta postagem, foi lançada nos USA, em 2005, pela Badman Recording Co., e contém as seguintes canções e respectivos intérpretes:

 1. It don't matter to me (Josh Rouse); 
2. Baby I'm a want you (Call and Response); 
3. Games of magic (Jon Auer); 
4. The guitar man (Cake); 
5. Friends and lovers (Erlen Oye); 
6. Everything I own (Paula Frazer); 
7. Down on my knees (Ken Stringfellow); 
8. make it with you (Oranger); 
9. I use the soap (Dave Derby); 
10. Last time (Holy Sons); 
11. Too much love (Emily Sparks); 
12. Look at me (The Moore Brothers); 
13. If (Rachel Goswell); 
14. The goodbye girl (Eric Shea & Bart Davenport).









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ACOUSTIC - AID - VARIOUS ARTISTS (1992)

Esta compilação que apresentamos é mais uma das coletâneas acústicas que foram lançadas na década de 1990. Foi uma época em que houve um mercado crescente para discos e compilações em versões acústicas. 

Desta vez, o álbum intitulado "Acoustic AID" foi lançado apenas no formato Compact Disc, no ano de 1992, nos Estados Unidos e Canadá, pela desconhecida gravadora Oxymdron. 

O disco foi uma iniciativa da SF AIDS Foundation e Radio Kome 98,5 FM, com o intuito de arrecadar fundos para o combate a doença AIDS, tendo sido dedicado para o vocalista Freddie Mercury, da banda Queen.

A seguir, a seleção das canções e respectivos interpretes desse álbum;

1. Is this the world we created (Queen);
2. To be with you (Mr. Big);
3. Melissa (The Almann Brothers);
4. Blood & Roses (Pat Dinizio);
5. Bouree (Jethro Tull);
6. When I'm gone (MSG);
7. From the beginning (Greg Lake);
8. Prove it every nigh (Eddie Money)
9. Keith don't go (Nils Lofgren);
10. she talks to angels (The Black Crowes);
11. Tuesday Afternoon (Justin Hayward);
12. Lunatic fringe (Tom Cocharane);
13. Hands of time (Y&T);
14. Rad gumbo (Little Feat);
15. Your love (The Outfield);
16. Turn, turn, turn (Roger McGuinn. 
























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segunda-feira, 6 de novembro de 2017

AGNALDO RAYOL - AGNALDO RAYOL (1994) - REPOST

Atendendo ao pedido do amigo Rafael, reapresentamos o raro álbum lançado em 1994, pelo cantor Agnaldo Rayol, lançado pela gravadora e editora PCR.  Por ser lançado por uma gravadora independente, com limitações de divulgação e distribuição, o disco teve pequena tiragem.

Considero Agnaldo Rayol, como detentor de uma das mais belas vozes do Brasil. Ainda faz um estilo que vigorou até o início dos anos 1950, que ditava que um bom cantor se caracterizava pela força da voz. Atualmente por meio dos ajustes computacionais, tudo mundo fica com uma boa e afinada voz.

A seleção é composta por regravações de antigos sucessos, que em minha opinião são inferiores as gravações originais e de novas composições que achei interessantes. Destaco a versão da música Skyline Pigeon, sucesso original no Brasil por Elton John e as interpretações de Granada, Ave Maria e The Phanton Of Opera. 

As canções que compõem esse álbum são as seguintes:
1. Falaram tanto; 
2. Acorrentados (Encadeados); 
3. Ciúme fatal; 
4. Deixa eu cuidar de mim; 
5. Por timidez; 
6. A praia (La Playa); 
7. Tive um sonho; 
8. Meu fantasma; 
9. Bolero de pasion; 
10. Granada; 
11. Ave Maria; 
12. Fruto da imaginação;   
13. Em nome do amor; 
14. Amor voltando; 
15. Pombo mensageiro (Skyline pigeon); 
16. The Phanton of the opera (O fantasma da opera).




Capa (Front) - Edição Lp 1994






 Contracapa (Back) - Edição Lp 1994






Capa (Front) - Edição Cd 1994





Contracapa (Back) - Edição Cd 1994 




 Label - Edição Lp 1994




Label - Edição Cd 1994


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