sexta-feira, 20 de setembro de 2013

SOM BATEAU - ATACA NOVAMENTE - 1971

Em 07/Agosto/2013, apresentamos o álbum Volume 4, da série de estúdio Som Bateau - Ataca Novamente. Agora resgatamos o Volume 3, lançado no mesmo ano de 1971, pela gravadora Phonogram, com o selo (label) Polydor, com produção de Mazola e arranjos de Waltel Branco.

Neste volume, como sempre, há uma seleção misturada de duas canções em cada faixa, sucessos populares da época. Relembre-os com essa compilação, que tem a participação de vozes de artistas consagrados, porém não identificados no disco. As canções do álbum são:

1. Deixa estar como esta (Put your hand in the hand) / Chocolate;
2. Ovo de codorna / 16 toneladas (Sixteen tons);
3. Mar de rosas (Rose garden) / Copacabana meu amor;
4. Minha senhora / Boêmio demodê;
5. Você mudou demais / Carta de amor;
6. Você não entende nada / Você abusou;
7. Vamos lá prá ver / Só vou criar galinhas;
8. Amada amante / Eu só tenho um caminho;
9. Bye bye (Sing sing Barbara) / Sim baby (Dream baby);
10. Que diabo você tinha / Já faz tempo, não lhe vejo;
11. Só quero / Ana;
12. Menina da ladeira / Mudei de idéia;
13. Balada nº 7 / Não devo mais ficar (Have you ever seen the rain).








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POLY E SEU CONJUNTO - NOITE CHEIA DE ESTRELAS - 1961

Nesta postagem, resgatamos um grande instrumentista brasileiro, eternizado pela som de sua guitarra havaiana. 

Desta vez, apresentamos um belo disco de Poly e seu Conjunto, contendo músicas clássicas regionais, interpretadas de uma forma especial, lançado no Brasil, no ano de 1961, pela gravadora Chantecler e posteriormente relançado em 1989, pelo selo (label) Phonodisc. 

Apesar da limitação do áudio, em virtude das precárias condições do material, vale a pena ouvir e conhecer. (Veja mais detalhes sobre Poly em nossas postagens anteriores):


As músicas do disco são as seguintes:

1. Noite, cheia de estrelas;
2. Tristeza do Jeca;
3. No rancho fundo;
4. Zingara;
5. Nancy;
6. Triste caboclo;
7. Eu só quero é beliscá;
8. Canção do jornaleiro;
9. Cabeça inchada;
10. História triste de uma praieira (Jangadeiro);
11. Folia de santos reis;
12. Que sôdade.







Selo (label) Chantecler - 1961




Selo (label) Phonodisc - 1989
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quinta-feira, 19 de setembro de 2013

BLOW-UP - 1st ÁLBUM - 1969

A banda Blow-Up nasceu na cidade de Santos, no bairro do Macuco, com o nome de The Black Cats. Era formado por amigos de escola, tendo Robson (guitarra), Hélio (bateria), Tivo (baixo e vocal), Zé Luis (vocal), Nelson (teclado e Adalberto (guitarra base).

O som dos rapazes se caracterizava na reprodução fiel de versões dos discos que tinham acesso, oriundos do exterior, por meio do Porto de Santos. Seguindo o movimento Jovem Guarda, começaram a tocar em bares e clubes da região.

A fama logo se espalhou, levando o grupo a se apresentar no programa de Hugo Santana, na extinta TV Excelsior, chamado “Almoço Musicado”. Nesse meio tempo, conheceram o compositor mineiro Zegê, que mais tarde adotaria o nome de Zé Geraldo, que os convidava para acompanha-lo em seus shows. O resultado dessa parceria foi à gravação de dois discos compactos, pela gravadora Mocambo.

Três anos depois, por já existir outra banda Black Cats, inclusive com registro, o grupo foi obrigado a trocar de nome, passando a se chamar Blow-Up, baseado no filme homônimo do cineasta italiano Antonioni.

Em 1969, assinaram contrato com a gravadora Caravelle e gravam o seu primeiro álbum Long Playing – Lp. O disco era composto por uma boa seleção de canções cantadas em português e com versões em inglês, tais como Time of the seasons, do The Zombies, Let me do, de Paul Revere e The Raiders, My Special Angel, do Vogues, entre outras preciosidades.

No ano seguinte, foram convidados para participar do filme “Se Meu Dólar Falasse”, estrelado por Grande Otelo e Dercy Gonçalves. O segundo álbum só foi lançado em 1971, também pela gravadora Caravelle. Apesar de não ter um título específico, o disco também ficou conhecido por “Expresso 21”. Diferente do anterior, esse álbum era composto por composições em português e apresentava mudanças na formação original, onde Lobão assume o vocal, em substituição a Zé Luis.

Atualmente os dois álbuns integram a lista de mais procurados por colecionadores, inclusive internacionais, sendo que o segundo álbum, teve a sua capa publicada no livro “1001 Record Collector Dreams”, do pesquisador austríaco Hans Pokora.

Em 1972, ainda pela gravadora Caravelle, a banda Blow Up lança um disco compacto simples, denominado “Quem Manda Nesse Mundo é o Dinheiro”. O sucesso comercial veio quatro anos depois, quando a banda assina contrato com a gravadora Philips. A canção Rainbow, lançada em disco compacto pela nova gravadora, alcança as paradas de sucesso, entra na trilha sonora da novela “Anjo Mau”, da Rede Globo de Televisão e em virtude disso, conseguem obter a primeira colocação no programa musical “Globo de Ouro”. A faixa também é apresentada especialmente no programa “Fantástico”, todos da mesma emissora.

Ainda em 1976, ganhariam o prêmio de melhor banda de São Paulo, segundo a imprensa especializada, entregue no ginásio do Clube Atlético Juventus. Em 1977, a banda entraria em estúdio para gravar mais um compacto simples, denominado Pamela Poon Tang. Essa faixa fez parte da compilação da série “Sua Paz Mundial - Volume 4”.

Nesta postagem, apresentamos o primeiro álbum da banda Blow-Up, lançado em 1969, pela gravadora Caravelle, contendo as seguintes músicas:

1. Estrela que cai (Good morning sunshine);
2. My special angel;
3. Você não sabe amar (The Grafsman);
4. Ela foi embora;
5. Hush a bye;
6. Cada dia (Everyday with you girl);
7. Deixe-me (Let me);
8. Feliz sem ter você;
9. Os sonhos meus;
10. Prá ter seu carinho;
11. Time of the season;
12. Eu não sei (Don't say why).




























  Links:


domingo, 8 de setembro de 2013

JOSE LUIS PERALES - Y TE VAS - 1976

Nesta postagem trago um cantor espanhol, que tomei conhecimento na época, ao ser presenteado por um amigo, por meio de um compacto duplo. Confesso que no dia não gostei do presente, já que não conhecia quem era o artista. A única coisa que sabia era que ele estava nas paradas de sucesso do Brasil com a canção Y te vas. Posteriormente, ao ouvir com mais calma fui apreciando sua obra. Nesse compacto gostei muito das outras canções, que não fizeram muito sucesso no Brasil.


Estou me referindo a José Luis Perales, cantor e compositor, nascido na cidade espanhola de Cuenca, no dia 18 de janeiro de 1945. Seu sucesso iniciou a partir de sua apresentação no Carnegie Hall, em Nova York e vendeu mais de 50  milhões de discos em todo o mundo, principalmente nos países de língua espanhola.


Seu primeiro disco de ouro o conseguiu na Argentina no ano 1974,  com a música Celos de mi guitarra (Ciúme do meu violão). Desde então,  recebeu mais de 100 discos de ouro e platina. Sua canção ¿Por qué te vas? (Por que você vai?), popularizada pela cantora Jeanette foi cantada por mais de 40 artistas na, na França, Alemanha, Inglaterra, Japão e outros (até o ano de 2004). Só de esta canção vendeu mais de 6 milhões de cópias na Alemanha e Áustria.


Ele começou cedo, tocando o instrumento Alaúde, com apenas 6 anos de idade. Seu despontar para a música se deu  quando estava escutando o rádio e sentiu motivado para compor uma canção, nascendo ali uma de suas primeiras melodias chamada Niebla (Névoa).Ainda que pouco madura, mas que marcaria o princípio de uma trajetória, onde Jose Luis viu claramente o que seria sua verdadeira dedicação durante o resto de seus dias: a música.


Depois de uma interpretação em uma festa alguém ofereceu-lhe gravar e tentar a sorte, que viria mais tarde como compositor, já que como cantor, não foi bem recebido por um diretor de uma gravadora. Para ele, naquele momento, o que importava era poder lançar suas composições de alguma forma. Cantar não era prioritário.


Após conhecer o produtor musical Rafael Trabuchelli, no ano de 1970, que lhe convidou para cantar, sua vida dá um rumo total. Incialmente, motivado por questões familiares não queria ser cantor, mas apenas compositor.


Em seguida, José Luis Perales compôs a canção Por que te vas, sendo um sucesso interpretada pela cantora Jeanette, vendendo no ano, quatro milhões de discos em todo o mundo, sendo incluído no filme de Carlos Saura, intitulado “Criando Cuervos”.


Após esse sucesso o produtor Rafael o convenceu a cantar definitivamente, lançando seu primeiro disco em 1973/1974, intitulado “Mis Canciones”, tendo como destaque a canção Celos de mi Guitarra. Foi sucesso imediato na Espanha e na América Latina.


Tornou-se um dos cantores e compositores mais ativos da indústria fonográfica espanhola, com mais de 450 canções registradas na Sociedade General de Autores y Editores (SGAE). Recebeu mais de 100 discos de ouro e platina.


Para compartilhar, apresento um compacto duplo, lançado no Brasil, em 1976, pela gravadora Discos Continental, com o selo (label) Hispavox, que contém o maior sucesso do cantor no Brasil, com a canção Y te Vas, inclusive regrava em versões por cantores brasileiros. 

Além das canções do compacto original, inclui versões das mesmas canções lançadas posteriormente em outros formatos. As músicas do disco são as seguintes. 

1. Y te vas;
2. Cancion para un poeta (A Federico Muelas);
3. Nana para mi madre;
4. El Ciego.

Bônus Versões Alternativas:
5. Y te vas;
6. Cancion para un poeta (A Federico Muelas);
7. Nana para mi madre;
8. El Ciego.







domingo, 1 de setembro de 2013

HITS OF 73 E 74 - OS GRANDES SUCESSOS - 1992

Nesta postagem resgatamos mais um título da coleção de coletâneas do selo Polydor, denominado "Hits Of". Trata-se do Volume com sucessos dos anos 1973 a 1974, que seria o quinto da série. Infelizmente não tenho todos os títulos da série e nem tampouco consegui obtê-los, por enquanto. 

Assim como os dois outros volumes, que já foram postados aqui no Blog, também foi lançado em 1992, já no formato Compact Disc - Cd. As canções que compõem essa coletânea são as seguintes:

1. People gotta move - Gino Vanelli;
2. You're the first, the last, my everything - Barry White;
3. Hng on in there, baby - Johnny Bristol;
4. You make me feel brand new - The Stylistics;
5. Love's theme - Love Unlimited Orchestra;
6. Daniel - Elton John;
7. Laughter in the rain - Neil Sedaka;
8. Jambalaya - The Carpenters;
9. Sugar baby love - Rubettes;
10. One and one is one - Medicine Head;
11. I've got the music in me - Kiki Dee;
12. Stuck in the middle with you - Stealers Wheel;
13. Ramblin' man - The Allman Brothers Band;
14. I'm just a singer - The Moody Blues;
15. down down - Status Quo;
16. Whiskey in the jar - Thin Lizzy;
17. You ain't seen nothing yet - Bachman Turner Overdrive.










Links: 

OS SUPER QUENTES - VOLUME 3 (1971)

Finalmente o blog LaPlayaMusic obteve uma cópia, mesmo com qualidade limitada, do Volume 3, do grupo de estúdio conhecido como Os Super Quentes. 

Acredito que esse álbum completa a discografia dessa banda da época da Jovem Guarda. Para mais informações sobre essa banda, veja nossas postagens anteriores. 


O volume 3 foi lançado no Brasil, em 1971, pela gravadora CBS, com o selo (label) Entré. A arte da capa foi copiada de um disco orquestral do maestro Percy Faith (abaixo).

As músicas que compõem esse disco são as seguintes:

01. Vem me ajudar (Help get me some help);
02. Vou buscar o meu amor (Co-Co);
03. De noite na cama
04. Meu coração (How can mend a broken heart);
05. Lola (Lola bella mia);
06. Se (If);
07. Butterfly;
08. Lisa;
09. Desacato;
10. Oho-aha;
11. Vim pedir seu perdão (si dios quiere volveras);
12. Só o amor constrói.


























Arte copiado do álbum "A Time For Love" de Percy Faith (USA 1971)


Link:

LUIZ CLAUDIO - MORRE A VOZ DE VELUDO (2013)

No dia 30/08/2013, em Guaratinguetá, São Paulo, calou-se uma das vozes mais belas da música brasileira. A voz de Veludo, como era chamado. Estou me referindo ao excelente cantor e compositor Luiz Cláudio. 

Luiz Cláudio, foi importante compositor e cantor que se destacou no final da década de 1950 até o início dos anos 1980. Nascido em Minas Gerais, Luiz Cláudio ainda menino formou seu primeiro trio vocal. Descoberto por um produtor de rádio, passa a cantar na capital Belo Horizonte. 

A transição aos discos foi rápida e já com suas próprias composições. Acompanhando-se com um violão discreto e cantando de maneira mansa e voz aveludada, Luiz Cláudio teve influência de Lúcio Alves, Dick Farney e Tito Madi, além dos cantores de fox norte-americanos escutados através do rádio. 

Sua música chamou a atenção rapidamente da juventude e se tornou grande sucesso. Atuou em um programa próprio de TV e despontou como cantor romântico de bom gosto e compositor privilegiado, gravando sambas, sambas-canção, bossa nova, toadas, fox, jazz, música regional e até mesmo rock (veja as postagens dos seus álbuns no Blog LaplayaMusic.)

O Blog LaPLayaMusic deixa o registro do grande sentimento pela perda desse grande compositor e cantor. Lembramos que o blog é um dos poucos que resgatou e disponibilizou, praticamente, toda a sua discografia.

A música brasileira faz um minuto de silêncio. Obrigado Luíz Cláudio pelas maravilhas que nos proporcionou.




sábado, 31 de agosto de 2013

PAUL MAURIAT - WILD SPRINGS - 1983

Para encerrar o mês de agosto, vamos postar mais um álbum da extensa discografia da Orquestra de Paul Mauriat. Esse disco já tinha sido postado pelo saudoso e extinto blog LoungeLegends. Aproveito para agradecer todo o acervo que baixei desse blog. Espero que seu responsável tenha criado outro blog e continue resgatando os diversos títulos do estilo Easy Listening.  

Trata-se do álbum "Wild String", lançado em 1983, pela gravadora Phonogram, com o selo (label) Philips. Nesta postagem, estamos incluindo três músicas bônus. As canções do disco são as seguintes:

1. Wild spring;
2. You are;
3. Avant toi;
4. One on one;
5. Your eyes;
6. All the love in the world;
7. Eagle wings;
8. All right;
9. I didn't know;
10. Baby come to me;
11. Taste of sorrow;
12. Up where we belong.

Bônus:
13. Cinderella;
14. I don't need you;
15. Made in France












Links:




Atenção: já estão disponíveis novos links para os álbuns Serenade e Volume 14 


quarta-feira, 28 de agosto de 2013

JOHN DENVER - POEMS, PRAYERS AND PROMISES (1974)

Tenho uma predileção pelo folk music e no blog já resgatamos alguns títulos desse estilo. Dos vários artistas que apreciso, resgato o cantor, compositor, músico e ator americano Henry John Deutschendor Jr, ou melhor, John Denver.

Ele nasceu no dia 31/dezembro/1943, na cidade de Roswell e morreu em  12/outubro/1997, aos 53 anos de idade, na Califórnia, quando pilotava um avião experimental, fabricado em fibra de vidro.

John Denver é mais conhecido por sua balada Annie’s song. Entretanto, lançou vários sucessos, tais como, Take me home, Country Roads, Sunshine on my shoulders, Perhaps love (em dueto com Plácido Domingo), Leaving on a jet plane, Don’t close your eyes tonigh e Come let me look in your eyes. Também era famoso por outras paixões, além da música, tais como aviões, natureza e mulheres.

O gosto por aviões já era dom de família. Seu pai tinha sido oficial da Força Aérea Americana e instrutor de voo. Quando nasceu, seu pai estava em missão e cresceu morando em várias bases aéreas do sudoeste americano.

Sua iniciação à música ocorreu aos 12 anos, quando a sua avó o presentou com um violão acústico, da marca Gibson. Começou tocando em clubes noturnos, enquanto cursava a Universidade, de onde saiu em 1964, ao mudar-se para Los Angeles. Já nessa cidade, formou o “Chad Mitchell Trio”, que abandonou quando era conhecido como “Denver, Boise and Johnson”, para seguir carreira solo, a partir de 1969.

Em 1970, lançaria seu álbum de estréia, chamado “Rhymes and Reasons”. Os três discos seguintes “Whose Garden Was This”, “Take Me to Tomorrow” e “Poems, Prayers and Promises” fizeram dele um dos artistas mais populares nos Estados Unidos.

Além da carreira de cantor, em 1973, compôs a trilha sonora do filme “Sunshine – Um Dia de Sol”, obtendo grande sucesso. Também desenvolveu uma trajetória menor como ator.

Em 1994, escreveu uma autobiografia, chamada “Take Me Home”. John Denver não foi reconhecido apenas pela sua qualidade como músico, mas também por seu trabalho humanitário, em projetos de conservação ambiental, no Alasca, assim como em iniciativas contra a fome na África.

Atuou nas gravadoras RCA e Windstar, tendo gravado 36 discos, nos Estados Unidos e suas canções apareceram com frequência nas trilhas sonoras das novelas brasileiras.

Nesta postagem, resgatamos o álbum “Poems, Prayers and Promises, lançado no Brasil, no ano de 1974, pela gravadora RCA Tenho uma predileção pelo folk music e no blog já resgatamos alguns títulos desse estilo. Dos vários artistas que apreciso, resgato o cantor, compositor, músico e ator americano Henry John Deutschendor Jr, ou melhor, John Denver. 

Ele nasceu no dia 31/dezembro/1943, na cidade de Roswell e morreu em  12/outubro/1997, aos 53 anos de idade, na Califórnia, quando pilotava um avião experimental, fabricado em fibra de vidro.

John Denver é mais conhecido por sua balada Annie’s song. Entretanto, lançou vários sucessos, tais como, Take me home, Country Roads, Sunshine on my shoulders, Perhaps love (em dueto com Plácido Domingo), Leaving on a jet plane, Don’t close your eyes tonigh e Come let me look in your eyes. Também era famoso por outras paixões, além da música, tais como aviões, natureza e mulheres.

O gosto por aviões já era dom de família. Seu pai tinha sido oficial da Força Aérea Americana e instrutor de voo. Quando nasceu, seu pai estava em missão e cresceu morando em várias bases aéreas do sudoeste americano. 

Sua iniciação à música ocorreu aos 12 anos, quando a sua avó o presentou com um violão acústico, da marca Gibson. Começou tocando em clubes noturnos, enquanto cursava a Universidade, de onde saiu em 1964, ao mudar-se para Los Angeles. Já nessa cidade, formou o “Chad Mitchell Trio”, que abandonou quando era conhecido como “Denver, Boise and Johnson”, para seguir carreira solo, a partir de 1969.

Em 1970, lançaria seu álbum de estréia, chamado “Rhymes and Reasons”. Os três discos seguintes “Whose Garden Was This”, “Take Me to Tomorrow” e “Poems, Prayers and Promises” fizeram dele um dos artistas mais populares nos Estados Unidos. 

Além da carreira de cantor, em 1973, compôs a trilha sonora do filme “Sunshine – Um Dia de Sol”, obtendo grande sucesso. Também desenvolveu uma trajetória menor como ator. 

Veja a postagem com a trilha do filme "Sunshine":

Em 1994, escreveu uma autobiografia, chamada “Take Me Home”. John Denver não foi reconhecido apenas pela sua qualidade como músico, mas também por seu trabalho humanitário, em projetos de conservação ambiental, no Alasca, assim como em iniciativas contra a fome na África.

Atuou nas gravadoras RCA e Windstar, tendo gravado 36 discos, nos Estados Unidos e suas canções apareceram com frequência nas trilhas sonoras das novelas brasileiras.

Nesta postagem, resgatamos o álbum “Poems, Prayers and Promises, lançado no Brasil, em 1974, pela gravadora RCA Victor. Em minha opinião, é um dos melhores trabalhos da carreira deste excelente compositor e cantor. As músicas deste disco são as seguintes:

1. Poems, prayers and promises;
2. Let it be;
3. My sweet lady;
4. Wooden indian;
5. Junk;
6. Gospel changes;
7. Take me home, country roads;
8. I guess he'd rather be in Colorado;
9. Sunshine on my shoulders;
10. Around and around;
11. Fire and rain;
12. The box














Links:





JONGO TRIO - 1972

A diversidade da música brasileira sempre me impressiona. As minhas visitas pelas lojas de livros e discos usados tem sido muito instrutivo. Tenho descoberto material muito interessante, tanto no que se refere a livros, quanto a discos.

Recentemente, foi o caso de um disco, cuja capa me atraiu, principalmente pelo seu colorido. O grupo musical era totalmente desconhecido para mim. Tratava-se do grupo Jongo Trio.

Ao pesquisar na internet, por coincidência, constatei que essa experiência tinha acontecido também com a pessoa do blog. Aproveitando as suas informações, o Jongo Trio foi um grupo vocal e instrumental, formado em São Paulo, no ano de 1965, pelo pianista Cido Bianchi, que tocava na Boate Stardust, o contrabaixista Sabá (que liderava um trio na Boate Baiúca) e o baterista Toninho (que acompanhava o pianista Pedrinho Mattar). Foi um dos grupos mais importantes na fase de transição da MPB, entre a bossa nova e os festivais. Tinham grande influência de Jazz, com performances com qualidade e habilidade, lembrando o instrumental do Zimbo Trio e o vocal dos Os Cariocas.

O grupo fez o circuito da Bossa Nova, nos Teatro de Arena, Teatro da Paramount, Boate Cave e o programa de TV, O Fino da Bossa. Em 1965, o trio foi convidado para gravar um álbum em Long Playing – LP, pelo selo gaúcho Farroupilha.

Também acompanhou o violinista Baden Powell, que lhes presenteou com o sucesso Feitinha pro poeta, parceria com Lula Freire e acabou sendo convidado para acompanhar Elis Regina e Jair Rodrigues, no show Dois na Bossa, que virou disco de muito sucesso na época.

Ainda em 1965, saiu o álbum “Jongo Trio”, que além da canção Feitinha pro poeta, contemplava outras músicas que virariam sucesso, tais como, O Menino das laranjas (Théo de Barros), Terra de ninguém (Marcos e Paulo Sérgio Valle), Seu Chopin, desculpe (Johnny Alf) e Arrastão (Edu Lobo e Vinícius de Moraes).

No ano seguinte, os integrantes do Trio Jongo partiram para outros projetos. Já com outra formação, Toninho (bateria), Claiber (baixo) e Paulo Roberto (piano), mudou o nome para Jongo Trio e Companhia e ainda gravaria mais dois álbuns, em 1970 e 1972.

O disco de estréia foi item de colecionador, sendo uma raridade, Em 1998, foi reeditado em formato Compact Disc – CD, pelo selo (label) Mix House, porém com pouca tiragem. Nessa reedição foi incluído como faixa bônus, um medley Dorival Caymmi, com as músicas João Valentão, O mar, A jangada voltou só e Canoeiro.

Nesta postagem, compartilhamos com vocês o álbum lançado em 1972, pela gravadora SOM, com o selo (label) Copacabana. Em minha opinião, o destaque é a música Alô fevereiro, composta por Sidney Miller. As músicas que compõem o disco são as seguintes:

1. Quem vem lá;
2. Cavaleiro de aruanda;
3. Duas contas;
4. O vapor de cachoeira;
5. Encabulada;
6. Águas de março;
7. Cheirando fumaça;
8. Morena boca de ouro;
9. Alô fevereiro;
10. Sandália de prata;
11. Bate barriga;
12. Feitinha pro poeta.













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