Be welcome. Music is present in our lives, forming soundtracks. Every moment, place or person reminds us of a song. This blog aims to promote artists, albums, songs and curiosities that are forgotten by time. Sharing is what matters, regardless of style, era or language. Music is universal.
Nesta postagem, apresentamos o raro compacto duplo, intitulado "Exodus", do grupo Les 4 Cadillacs, lançado em 1961, pela gravadora Musidisc, que era liderado pelo instrumentista Ed Lincoln e produzido por Nilo Ségio.
As músicas que compõem esse compacto foram extraídas do álbum "Doucement Novamente", também lançado pela mesma gravadora, em 1961.
As canções instrumentais são as seguintes:
Lado A:
01. Prefixo Sweet melody / Exodus / I could have danced all night;
Olá, amigos do blog. Acabei de ler o livro "Memórias do Baterista Canhoto: The Angels - The Youngsters e a Jovem Guarda", lançado em 2016, pela editora Scortecci, escrito pelo protagonista Romir Andrade (Canhoto)
De acordo com o autor o livro é mais uma crônica de memória da época. Relata a história da banda The Angels, que posteriormente passou a se chamar The Youngsters, sendo uma das pioneiras do
Rock Nacional, ainda antes da onda Jovem Guarda.
O conjunto, como era chamado na época foi co-responsável pela formatação (arranjos e gravações) das 40
músicas lançadas pelo Roberto Carlos de 1963 a 1965. Romir Andrade nos relata as peculiaridades das gravações dos discos “Parei na Contramão”, "É Proibido Fumar”. “Roberto Canta Para a Juventude”, “Jovem
Guarda”.
Também comenta sobre as gravações próprias da banda e de outras gravações com outros
artistas famosos “Making Of” das gravações - Descrição dos cenários dos músicos
e boêmios dos anos 60 – Bares, Tv’s, Gravadoras , Instrumentos, etc..
Para quem quer conhecer um pouco mais da história dessa época recomendo a leitura deste livro, que apesar das poucas páginas, nos traz revelações interessantes e resgata, de forma oportuna a memória do The Angels e The Youngsters, que infelizmente são esquecidos pela mídia, quando se fala na Jovem Guarda. O livro faz este resgate importante, mas infelizmente ele é difícil de ser encontrado, já estando esgotado em várias livrarias.
Nesta postagem, apresento um compacto duplo vinyl lançado no Brasil, do grupo The Four Aces. O disco foi editado em 1955, ainda em 45 rpm, pela gravadora Companhia Brasileira de Discos, futura Phonogram, com o selo Decca Hi Fi. Os destaques do compacto eram as músicas sucessos Love is a splendored thing e Stranger in paradise.
The Four Aces foi um quarteto masculino americano popular desde a
década de 1950. Ao longo do último meio século, o grupo acumulou vários discos
de ouro. Suas
músicas venderam milhões de discos e incluem Love is a many splendored thing, Mr Sandman, Stranger in
paradise, Dream, Three coins in the fountain, Tell Me Why, Woman in Love, Perfidia,
entre outras.
De sua discografia, acredito que a clássica seja Love is a many splendored thing, que foi
tema do filme de mesmo nome, de 1955, conhecido no Brasil como “Suplício de Uma
Saudade” e que tinha como protagonistas William Holde e Jennifer Jones.
A formação original do grupo Al Alberts, Dave
Mahoney, Lou Silvestri, e Rosário "Sod" Vaccaro. Tudo começou com Al
Alberts que foi para o sul Philadelphia High School, da Universidade Temple, e
na Marinha dos Estados Unidos, onde conheceu Mahoney.
Originalmente, Al Alberts cantou com Mahoney e
depois eles adicionaram Vaccaro no trompete e Silvestri na bateria. Eles
tocaram localmente na área de Filadélfia, e Alberts iniciou sua própria
gravadora, Victoria Records, mas não conseguiu encontrar um distribuidora para
lançar seu primeiro disco, mas mesmo assim obteve boas vendas. Em seguida
assinaram contrato com a Decca Records e as vendagens se concretizaram de forma
consistente.
Al Alberts saiu do grupo em 1958 para tentar carreira
como um solista, mas nunca alcançou os objetivos de estar nas paradas de
sucesso. Ele foi substituído como vocalista Diodati por Fred, que tinha
atendido South Philadelphia High School poucos anos depois de Alberts.
Após algumas mudanças em sua formação, o grupo se
manteve com Fred Diodati, Joe Giglio, Harry Heisler, e Danny Colingo. Esses
membros cantaram todas as músicas do grupo original, mantendo a agenda de
shows.
Em 1975, um tribunal atribuiu Diodati, Alesi, Giglio
e Heisler o direito ao nome de uma ação judicial em que os membros originais
tentaram restabelecer o seu direito . O tribunal permitiu que os membros
fundadores a turnê de "The Four Original Aces, Featuring Al Alberts
", o que fizeram, finalmente, arquivar o processo em 1987.
Fred Diodati, Joe Giglio, Harry e Danny Colingo
Heisler, continuaram a usar legalmente o nome de The Four Aces e executar as
canções que tornaram o original The Four Aces popular e famoso.
O vocalista original, Al Alberts, morreu de causas
naturais em 27 de novembro de 2009. Ele tinha 87 anos de idade. Alberts foi o
primeiro membro do grupo a morrer.
As músicas que compõem o compacto duplo são as seguintes:
A pedidos, reapresento o raro álbum instrumental lançado em 1971, pelo selo Beverly AMC, da gravadora Copacabana Discos (Som Eletrônica), do grupo The Royal Band, intitulado “Juventude em Stereo”.
O grupo The Royal Band era mais um pseudônimo dos grupo Os Carbonos e era um espelho da época, em que os sucessos “gringos” davam as cartas, sendo comum lançarem grupos que interpretavam músicas em inglês, começando pelo próprio nome das bandas. Segundo o autor musical Laércio Pacheco Martins, a banda lançou 3 álbuns, no período de 1971 a 1974.
O disco era o tipo álbum dançante, bem apropriado para os bailes da juventude do início dos anos 1970 e até mesmo para as festas de formatura, aniversários ou casamento. Neste disco em especial há alguns dos maiores hits internacionais da época, desses que tocavam sem parar nas rádios Difusora (São Paulo), Mundial (Rio de Janeiro) e demais rádios do país.
Como por exemplo, Rainand Tears (do grupo Aphrodites Child, cujo vocalista era o grego Demis Roussos), Don't LetMe Die (Hurricane Smith), Butterfly (Daniel Gerard), The End (Earl Grant, que morreria nessa mesma época em acidente automobilístico) e Rose Garden (Lynn Anderson), que aliás, tem famosa versão brasileira gravada pelos The Fevers, por Celly Campelo, Cristiano, Os Carbonos, entre outros.
Em minha opinião o destaque do disco é a primeira faixa, intitulada You Notice Me, sucesso do brasileiro que cantava em inglês, Terry Winter. As músicas que compõem a seleção desse álbum são as seguintes:
01. You’ll notice me; 02. Don’t let it die; 03. Rain and tears; 04. Butterfly; 05. Rose garden; 06. The end; 07. Funny funny; 08. Thoughts; 09. Top; 10. Honey believe
Na semana passada postamos um antigo álbum do cantor americano Neil Diamond. Desta vez, repetimos a postagem do cantor, com a inclusão do álbum "Rainbow", lançado no Estados Unidos, em 1973 pela MCA Records, com os selos MCA.
No Brasil foi editado em 1979, pela gravadora Polygram, com o selo MCA Records. Como complemento, adicionamos alguns "releases" gráficos de lançamentos ocorridos em outros locais.
Aprecio muito esse disco, pelas releituras personalizadas que foram apresentadas das canções Everybody's talkin, Suzanne, Mr. Bojangles, If you go away e He aint' heavy ..he's my brother.
A lista completa das canções, por ordem, são apresentadas a seguir:
Ainda homenageando a cantora e sambista brasileira Beth Carvalho, apresentamos um raro disco onde ela integrava o grupo musical "Conjunto 3D", lançado no Brasil em 1967, pela gravadora Copacabana Discos e posteriormente pela EMI-Odeon.
O grupo era formado por Beth Carvalho (vocal), Eduardo Conde (vocal), Hélio Delmiro - Helinho (guitarra), Antonio Adolfo (piano), Gusmão (contra-baixo), Nelsinho (bateria). Também contava com a participação dos ritmistas Rubens Bassini e Jorginho Arena.
A seleção do disco contava com músicas de grandes compositores internacionais e nacionais, a seguir listadas:
01. When the saints go marching in (Tradicional, com arranjos de Ray Anthony);
02. Un homme et une femme (Francis Lai / Pierre Barouh);
03. É preciso cantar (Marcos Valle / Paulo Sérgio Valle);
04. Patruíra samba (Antonio Adolfo);
05. Roda (Gilberto Gil / João Augusto);
06. I've get you under my skin / Night and day (Cole Porter);
07. See you in september (S. Waine / S. Edwards);
08. Noite dos mascarados (Chico Buarque de Hollanda);
09. Watermellon man (Hancock / Hendricks);
10. Winchester cathedral (Geoff Stephens);
11. Canto ou fuga (Roberto Menescal / Ronaldo Boscoli);
12. Sonho de lugar (Marcos Valle / Paulo Sérgio Valle).
A cantora e compositora Beth Carvalho, conhecida como a
Madrinha do Samba e um dos maiores nomes da história do gênero morreu no Rio de
Janeiro, nesta terça-feira, dia 30, aos 72 anos. Ela estava internada no
Hospital Pró-Cardíaca, em Botafogo, Zona Sul da cidade, desde o início de 2019.
A causa da morte foi infecção generalizada, informou o hospital, em comunicado.
Em nota, o empresário da artista, Afonso
Carvalho, disse que ela morreu às 17h33 desta terça "cercada de amor por
seus familiares e amigos". O velório está marcado para começar às 10h
desta quarta-feira (dia 1º), no salão nobre do Botafogo, time para o qual Beth
torcia. Às 16h, o cortejo, com carro do Corpo de Bombeiros, deve partir para o
Crematório do Caju.
Com mais de 50
anos de carreira, dezenas de discos gravados e sucessos como Andança e Coisinha do pai, Beth Carvalho era considerada madrinha de artistas
como Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz e Jorge Aragão – daí o apelido.
Já fazia bastante tempo que a cantora
tinha um problema de coluna. Em 2009, chegou a cancelar sua apresentação no
show de réveillon, na Praia de Copacabana, por causa de fortes dores. Em 2012,
submeteu-se a uma cirurgia na coluna.
No ano seguinte, foi homenageada pela
escola de samba Acadêmicos do Tatuapé, no carnaval de São Paulo, mas não
participou do desfile por motivos de saúde. Lu Carvalho, sobrinha de Beth, foi
quem representou a artista na ocasião.
Em 2018, com a mobilidade cada vez mais
reduzida pelos efeitos do problema na coluna, Beth fez um show histórico. Ao
lado do grupo fundo de Quintal, mostrou sua força ao cantar
deitada seus sucessos no show Beth Carvalho encontra Fundo de Quintal –
40 anos de pé no chão.
Ao longo de sua internação no início de
2019, Beth teve de reduzir a quantidade de visitas. A informação foi
compartilhada por sua filha, Luana, após um vídeo mostrar a cantora debilitada
cantando deitada na cama do hospital.
Elizabeth Santos Leal de Carvalho nasceu
no Rio, em 5 de maio de 1946. O site oficial da artista informa que o contato
com a música foi incentivado pela família, ainda na infância. Aos 8 anos,
surgiu o gosto pela dança – na mesma época, ganhou dos avós o primeiro violão.
Após a prisão do pai no início da ditadura, em 1964, Beth passou a dar aulas de
música. No ano seguinte, gravou o seu
primeiro compacto simples, com a música Por
quem morreu de amor, de Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli. Seu grande
sucesso, Andança, é o título de seu
primeiro álbum Lp, lançado em 1969.
Beth participou de quase todos os
festivais de música da época. Em 1968, conquistou a terceira posição no
Festival Internacional da Canção - FIC, justamente com Andança. A partir de 1973,
passou a lançar um disco por ano e emplacou vários sucessos como 1.800 Colinas, Saco de Feijão, Olho por Olho,
Coisinha do Pai, Firme e Forte e Vou Festejar.
Também gravou composições de Cartola, como As rosas não falam, e Folhas
Secas, de Nelson Cavaquinho.
A cantora era apaixonada pela Mangueira,
sua escola de samba do coração, e pelo bloco Cacique de Ramos, onde conheceu
muitos de seus apadrinhados. Beth era inquieta e não esperava que as coisas chegassem
indo buscar nas melhores fontes. Pagodeira, ela conhece a fertilidade dos
compositores do povo e, mais do que isso, conhecia os lugares onde estavam,
onde viviam, onde cantavam como cantavam e como tocavam, descreve a biografia
em seu site oficial. Em 1979, Beth se casou com o jogador de futebol Edson de
Souza Barbosa e, dois anos depois, deu à luz sua única filha, Luana Carvalho.
A cantora fez
inúmeras apresentações em cidades ao redor do mundo, subiu ao palco do Carnegie
Hall, em Nova York, e até teve sua música representada no espaço sideral. Em
1997, a música Coisinha do pai foi
programada pela engenheira brasileira da Nasa, Jacqueline Lyra, para
“despertar” um robô em Marte.
Em junho de 2002, recebeu das mãos de
Dona Zica, viúva de Cartola, o Troféu Eletrobrás de Música Popular Brasileira,
no Teatro Rival do Rio de Janeiro. Seu 26º disco, “Pagode de mesa 2” (2000),
concorreu ao Grammy Latino na categoria melhor disco de samba.
Em 2004, ela gravou seu primeiro Dvd,
“Beth Carvalho, a Madrinha do Samba”, que lhe rendeu um DVD de Platina. O Compact
disc - Cd, que teve lançamento simultâneo ao Dvd, recebeu Disco de Ouro e foi
também indicado ao Grammy Latino de 2005, na categoria “Melhor Álbum de Samba”.
Beth Carvalho foi homenageada na edição
2009 do Grammy Latino, em Las Vegas. Na ocasião, a cantora foi a primeira
sambista a receber um dos reconhecimentos mais importantes da cerimônia, o
prêmio Lifetime Achievement Awards.
Há alguns anos atrás postamos os dois primeiros álbuns do harmonista Paco Gaitista, também conhecido como Gaitista Paco Joe e muitos amigos do blog o elogiaram.
Desta vez, apresento o Volume 4, já que ainda estou atrás do volume 3. O disco é uma produção independente, gravado em 2013, na FC Estúdio Produção de Áudios, com o patrocínio de várias empresas locais.
O brasileiro Paco Gaitista é da cidade de União da Vitória, no Estado do Paraná e está disponível para shows. Para contatos: (42) 9933-0261 e 35224563
A seleção instrumental do Volume 4 é composta por sucessos da música contemporânea, a seguir listadas:
01. Home (original gravada por Phillips Phillips);
02. When the stars go blue (original gravada por The Coors & U2);
03. Just be a reason (original gravada por Pink);
04. Only teardrops (original gravada por Emmelie De Forest);
05. Glad you came (orginal de The Wanted);
06. The one that got away (original de Katy Perry);
07. Set fire to the rain (original de Adele);
08. Paradise (original de Coldplay);
09. No freedom (original de Dido);
10. Let her go (original de Passenger);
11. 93 million miles (original de Jason Mraz);
12. Titanium (original de David Guetta Ft. Sia);
13. Rhythm of love (original de Plain White T's);
14. Ho hey (original de The Lumineers);
15. Chattahooche (original de Alan Jackson);
16. Ghost riders in the skay (original de Johnny Cash).