terça-feira, 21 de abril de 2020

DAWN - CANDIDA (1971)

Nesta postagem, apresento um compacto duplo de um grupo fictício chamado Dawn que fez muito sucesso no Brasil e no mundo, com a canção Candida, estimulado pela versão nacional da The Fevers. 

A trajetória desse grupo é curiosa, tendo como protagonista o lider Tony Orlando. O início da carreira musical de Tony Orlando ocorreu aos 17 anos, no ano de 1961, após cantar três músicas e chegar ao Hit Parade. Oito anos depois, como backing vocal de estúdio, passou a publicar canções para Blackwood Music, divisão da Columbia Records.

Por acaso, teve em suas mãos a canção Candida, que foi rejeitada por vários produtores e cantores. Inicialmente não pode gravar a música, devido o seu vínculo com o selo Blackwood Music. Por insistência do produtor Hank Medress, lançou a composição pela gravadora Sino Records, como se fosse uma banda e a denominou com “Dawn”, para camuflar a dublagem nos vocais, e assim dificultaria a percepção de que era Tony Orlando.

Os integrantes envolvidos nessa oportunidade que surgiu, ou poderíamos chamar de golpe de sorte, foram as cantoras Sharon Greane, Linda Jay Siegel e Toni Wine, que ajudou melhorar a letra da música. Os arranjos couberam a Norman Bergen. Como resultado final, a canção Candida chegou ao terceiro lugar da Billboard Hot 100 chart e no primeiro lugar na Cash Box Top 100. Em seguida, com uma nova banda gravou a música Knock Three Times, outro grande sucesso.

Considerando que não podia aparecer como Tony Orlando, a Sino Records entrou em pânico, pois precisava que fossem divulgadas as canções da banda Dawn. Em virtude disso, ele entrou em contato com as vocalistas Telma Hopkins e Joyce Vincent Wilson, que trabalharam na Motown Records, para representarem o grupo Dawn. A partir daí, passou a se apresentar com o nome artístico de Tony Orlando & Dawn.

Com o sucesso em crescimento sairam em turnês, com as canções Candida e Knock Three Times, chegando aos primeiros lugares no ano de 1971. Após viagens pela Europa, Telma e Joyce assumiram os vocais de estúdio, acrescentando, também, Pamela, irmã de Joyce. O primeiro single com as novas vozes foi Runaway/Happy Together, lançada em 1972.

No ano seguinte, lançaram o single Tie a Yellow Ribbon Round The Old Oak Tree, que também vendeu muito e virou o single mais bem sucedido do grupo. Na sequência gravaram Say Have Anybody Seen My Gypsy Sweet Pink, que assumiu o terceiro posto na Billboard Hot 100.

Em 1974, a emissora de televisão CBS deu um programa de variedades ao grupo, após o término do contrato de The Sonny and Cher Comedy Hour, ficando no ar até o ano de 1976.

Já em nova gravadora, a Elektra Records, continuaram a série de singles de sucessos, chegando ao Top 10 na Hot 100. Foi dessa época os hits He Not Love You (Like I Love You), remake da canção de Jerry Butler, He´ll Break Your Heart, e Cupid, cover da música de Sam Cooke.

Em 1991, cada um dos integrantes seguiu o seu caminho, com Tony Orlando fazendo turnês. Já as backing vocals Telma Hopkins e Joyce Vincent Wilson investiram na carreira de cantoras, com Telma dividindo tempo com trabalho de atriz. 

Em 2005 saiu um DVD com os maiores sucessos do grupo. No Natal daquele ano foi à primeira vez em que eles apareceram juntos num palco após 14 anos. Em 2009, Joyce uniu se a Scherrie Payne, que participou das Supremes.


Assim, apresentando o compacto lançado no Japão, pela Columbia, com o selo Bell. No Brasil o disco Lp saiu pela gravadora EMI Odeon. As músicas selecionadas para esse disco são as seguintes:

Lado A:
01. Candida;
02. What are you doing Sunday;

Lado B:
03. Knock three times;
04. Rainy day man;

segunda-feira, 20 de abril de 2020

THE AVALONS & REGIANE - CHINA ROCK (1952 - 1960) REPOST

Nesta postagem, reapresentamos uma postagem realizada no dia 18/janeiro/2013, referent a nossa compilação de uma série de três do selo Young, lançado no final dos anos 1950 e inicio dos anos 1960. Vale pela raridade e também, como pioneiros, por fazerem parte da história e do rock brasileiro. 

A primeira seleção foi composta com o conjunto The Avalons e a cantora Regiane, uma vez que a maioria de suas gravações contava com o acompanhamento do grupo. A seguir , algumas informações sobre The Avalons, Regiane e a gravadora Young.  

THE AVALONS

O conjunto The Avalons era de São Paulo e foi um dos pioneiros do rock instrumental no Brasil. A formação do grupo era composta por Francisco Eduardo de Souza Pereira – Dudu (Guitarra solo), Paulo Hermínio de Souza Pereira (Baterista) e Daniel Grizanti (Contrabaixista).

Tudo começou em uma festa, em 1959, quando os dois irmãos Dudu e Paulo conheceram Grizanti e conseguiram convencê-lo a formar um trio instrumental, recebendo o nome Avalons. Tendo projeção e prestígio junto ao público jovem que apreciava música americana, passaram a tocar em shows, festas e programas de TV.

No decorrer dessas apresentações, novo vocalista passou a integrar o grupo, o jovem José Gagliardi Júnior, mais conhecido como Gally Jr e posteriormente em carreira solo passou a se chamar Prini Lorez.

O estilo das músicas do grupo The Avalons era inconfundível. Um fato interessante e curioso é que o maior sucesso do grupo foi a música com vocal, chamada Valentina.

A música Rebel Rouser também foi um sucesso, mas a execução da música China Rock é espetacular, com solo belíssimo de guitarra e o disco é um dos mais raros da época.

Fonte: Laércio Pacheco Martins, O Rock And Roll: origem, mitos e o rock instrumental no Brasil e em outros países, 2001.

REGIANE:

A cantora brasileira Regiane (Célia Regina Bellochi) é uma daquelas raras cantoras de voz privilegiada. Foi uma das pioneiras do rock brasileiro, tendo gravado pelo selo Young, alcançado um breve sucesso final dos anos 1950 e inicio de 1960.

Apesar do preconceito da mídia, em 1960, Regiane ganhou o prêmio Chico Viola, na categoria revelação, pela balada I’m Yours, que segundo ela foi inspirado na versão da cantora Eydie Gorme. Foi sem sombra de dúvida o maior sucesso do selo Young.

Por cantar em inglês costuma abrir os shows internacionais realizados no Teatro Record, ao lado dos seus colegas da Young, sob produção de Miguel Vaccaro Neto.

Segundo o jornalista e crítico da antiga Revista Bizz, “ouvir Regiane é sempre emocionante, puro deleite. A voz encantadora e calorosa tem registro alto. A comparação mais próxima que consegue fazer é com a cantora Timi Yuro e nos tons mais baixos com a cantora Helen Shapiro, não ficando a dever para nenhuma das duas”.

Da mesma forma considero que as releituras de Regiane para as músicas To Know Him is to Love Him, Frankie e Broken Hearted Melody se não são superiores estão em mesma igualdade as versões originais cantadas respectivamente por Teddy Bears, Connie Francis e Sarah Vaughn. Da mesma forma, considero superior as versões das mesmas músicas cantadas por Celly Campello.

Em 1961, Regiane foi contratada pela gravadora Odeon e se esperava que fosse dar o impulso na carreira que levaria a projeção nacional e talvez até uma carreira internacional. Entretanto, não foi isso que ocorreu. 

Chegou a gravar a canção Emotions, uma versão do hit da cantora norte americana Brenda Lee, porém nem chegou a ser editada. Não se sabe o que aconteceu com as matrizes dessa gravação. Meses depois, abandonava a música, encerrando precocemente a carreira e não permitindo que uma das melhores vozes do Brasil proporcionasse uma obra mais extensa.

Fontes: René Ferri e http://brazilianhitparade.blogspot.com.br

YOUNG:

The Young Years foi a fase de músicas gravadas pelo selo Young, criado por Miguel Vaccaro Netto (produtor musical, radialista e jornalista), em parceria com Enrique Lebendiger, da gravadora Fermata do Brasil. 

Ele prospectou jovens músicos paulistas que costumavam participar de programas para a juventude nas rádios Panamericana e Record, de São Paulo. Muitos desses jovens eram estudantes de cursos de inglês, comissários de bordo, secretárias bilinques ou simplemente fãs do rock and roll, surgido no Brasil a partir de 1957.

Assim foram realizadas gravações com interpretações de sucessos norte americanos, principalmente, dos anos de 1958 e 1959. As gravações eram verdadeiras maratonas musicais, que duravam até 48 horas, já que o estúdio da gravadora Continental era alugado para o final de semana e tudo tinha que ser finalizado em fitas magnéticas antes da meia noite do domingo. As músicas gravadas eram em inglês de sucessos americanos e também de de autores brasileiros, só que versadas para o inglês.

O selo (label) Young lançou nomes como Demetrius, Marcos Roberto, Nick Savoia, Hamilton Di Giorgio, The Avalons, Dori Edson, The Teenagers, The Beverlys, Gato, The Rebels, The Youngs, Regiane e outros. 

As músicas desta compilação realizada pelo blog LaPlayaMusic são as seguintes:

1. Valentine my Valentine_The Avalons (1959);
2. China rock_the Avalons (1959); 
3. All the time_The Avalons (1958); 
4.  Rebel Rouser_The Avalons (1958); 
5. Believe me_The Avalons (1959); 
6. Here comes the avalons_The Avalons (1958); 
7. Baby talk_The Avalons (1959); 
8. Come softly to me_The Avalons (1959); 
9. Frankie_Regiane & The Avalons (1959); 
10. To know him is love him_Regiane & The Avalons (1958); 
11. Tum ba lov_Regiane & The Avalons (1959); 
12. Fallin_Regiane & The Avalons (1958); 
13. I'm yours_Regiane (1952); 
14. O dio mio_Regiane (1960); 
15. Broken heart melody_Regiane (1959); 
16. Willie boy_Regiane (1960);

Bônus:

17. Tell me darling_The Avalons (1959)





























 The Avalons com  Prini Lorez (José Gagliardi Jr e depois Gally Jr)






 Cantoria Regiane






Produtor Musical Miguel Vaccaro Neto


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sexta-feira, 17 de abril de 2020

DAVE - OS GRANDES SUCESSOS DE (1976) REPOST

Hoje reapresento um disco compacto duplo do cantor holândes Dave Levenbach ou simplemente Dave, postado neste blog em 09/nov/2011.  Foi lançado no Brasil, em 1976, pela gravadora CBS, pelo selo EPIC. 

Este cantor teve uma seqüência de hits número um nas paradas na Europa, principalmente na França. No Brasil ele também fez sucesso nas radios, na década de 1970, com as canções: Runaway e Sugar Baby Love, ambas cantadas no idioma inglês).

Dave aprendeu a tocar guitarra aos 14 anos de idade e teve influência dos cantores americanos Gene Pitney, Roy Orbison e principalmente pelo Everly Brothers. Em 1968, ele conheceu Eddie Barclay, o executivo de Barclay Records, em Saint-Tropez, que foi responsável pelo lançamento da carreira de Dave no show business. 

Em 1969, ele participa do Songfestival National. O concurso de pré-selecção holandesa para aquele ano era o Festival Eurovisão da Canção, onde esteve com uma música chamada Niets Gaat Zo Snel, mas não ganhou. No Verão de 1969, ele chegou ao Top 40 charts Veronica, pela primeira vez com a canção Nathalie, alacançando a #28 posição.

Em 1974, ele lançou Trop Beau, uma adaptação francesa do hit Sugar Baby Love, música originalmente lançada pelo grupo “The Rubettes” e a música Vanina, que foi uma adaptação de Runaway, do cantor “Del Shannon”, versado para a língua francesa por Patrick Loiseau. 

De 1975 a 1979 lançou vários sucessos na Europa. Apesar da queda de popularidade na década de 1980, ainda tinha uma audiência devido a performances ao vivo de seus hits clássicos. Ainda se mantém na atividade com discos e shows, principalmente na Europa.

Para relembrar, segue as faixas constantes nesse compacto duplo: 

Lado A:
1. Secret love; 
2. Runaway; 

Lado B:
3. Moonlight serenade; 
4. Sugar baby love.
















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quinta-feira, 16 de abril de 2020

JOSE LUIS PERALES - Y TE VAS (1976) REPOST

Após pedidos, reapresento um disco compacto duplo, com o sucesso Y Te Vas, do cantor espanhol Jose Luis Perales, lançado no Brasil, em 1976, pela gravadora Continental, pelo selo Hispavox. A canção Y te Vas, teve várias versões, inclusive por cantores brasileiros. 

José Luis Perales, cantor e compositor, nascido na cidade espanhola de Cuenca, no dia 18 de janeiro de 1945. Seu sucesso começou a partir de sua apresentação no Carnegie Hall, em Nova York e vendeu mais de 50  milhões de discos em todo o mundo, principalmente nos países de língua espanhola.


Seu primeiro disco de ouro o conseguiu na Argentina no ano 1974,  com a música Celos de mi guitarra (Ciúme do meu violão). Desde então,  recebeu mais de 100 discos de ouro e platina. Sua canção ¿Por qué te vas? (Por que você vai?), popularizada pela cantora Jeanette foi cantada por mais de 40 artistas na, na França, Alemanha, Inglaterra, Japão e outros (até o ano de 2004). Só com esta canção vendeu mais de 6 milhões de cópias na Alemanha e Áustria.

Ele começou cedo, tocando o instrumento Alaúde, com apenas 6 anos de idade. Seu despontar para a música se deu  quando estava escutando o rádio e sentiu motivado para compor uma canção, nascendo ali uma de suas primeiras melodias chamada Niebla (Névoa). Assim a música passaria a ser a sua verdadeira dedicação.

Depois de uma interpretação em uma festa alguém ofereceu-lhe gravar e tentar a sorte, que viria mais tarde como compositor, já que como cantor, não foi bem recebido por um diretor de uma gravadora. Para ele, naquele momento, o que importava era poder lançar suas composições de alguma forma. Cantar não era prioritário.

Após conhecer o produtor musical Rafael Trabuchelli, no ano de 1970, que lhe convidou para cantar, sua vida dá um rumo total. Incialmente, motivado por questões familiares não queria ser cantor, mas apenas compositor.

Em seguida, José Luis Perales compôs a canção Por que te vas, sendo um sucesso interpretada pela cantora Jeanette, vendendo no ano, quatro milhões de discos em todo o mundo, sendo incluído no filme de Carlos Saura, intitulado “Criando Cuervos”.

Após esse sucesso o produtor Rafael o convenceu a cantar definitivamente, lançando seu primeiro disco em 1973/1974, intitulado “Mis Canciones”, tendo como destaque a canção Celos de mi Guitarra. Foi sucesso imediato na Espanha e na América Latina.

Tornou-se um dos cantores e compositores mais ativos da indústria fonográfica espanhola, com mais de 450 canções registradas na Sociedade General de Autores y Editores (SGAE). Recebeu mais de 100 discos de ouro e platina.

Além das canções constantes no compacto desta postagem, como bônus, incluí versões das mesmas músicas lançadas posteriormente por Jose Luis Perales em outros formatos, a seguir listadas: 


Lado A:
01. Y te vas;
02. Cancion para un poeta (A Federico Muelas);

Lado B:
03. Nana para mi madre;
04. El Ciego.

Bônus:

05. Y te vas (Versão Alternativa);
06. Cancion para un poeta_A Federico Muelas (Versão Alternativa);
07. Nana para mi madre (Versão Alternativa);
08. El Ciego (Versão Alternativa).



















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quarta-feira, 15 de abril de 2020

JUPITER SUNSET - BACK IN THE SUN (1970)

Em dezembro de 2011, apresentei um o compacto simples da banda belga ou francesa, chamada Jupiter Sunset, que continha a canção Back In The Sun e esperava na sequência obter o álbum Lp. 

Finalmente há tempos atrás eu obtive do site "Ebay",  esse raríssimo álbum, intitulado "Back In The Sun", que acredito não tenha sido lançado oficialmente no Brasil, em nenhum formato. 

A música Back In The Sun, ficou mais conhecida devido a sua versão, chamada Eu e o Sol, gravada em 1971, pela banda brasileira “The Fevers”. 

Sempre me perguntava quem era a banda original. Nesse tempo todo, descobri que há pouca coisa a respeito dessa banda, com relação a sua atuação nos anos 1970. Seu estilo é enquadrado em rock progressivo, com toques de barroco e psicodelia pop.

A  formação da banda Jupiter Sunset era composta por Jose Bartel (Vocal e piano), Jacques Certain (Baixo), Dominique Perrier (Teclados) e François Auger (Bateria). 

Inicialmente, sua inspiração era oriunda de grupos como o The Moody Blues e Procol Harum, que faziam esse estilo. Fizeram muito sucesso na Europa, principalmente na França e Bélgica e figuraram na Billboard por um período. 

Essa banda surgiu por acaso, decorrente de reuniões de amigos, que resolveram criar, de forma despretensiosa, uma canção, surgindo assim a banda Jupiter Sunset. Depois do breve sucesso, o grupo acabou logo em seguida e ressurgiu em 1977, na onda do disco music, com o nome de Jupiter Sunset Disco Band. Mas, já era outra parada, outro estilo.

Para quem não conhece, vale a pena ouvir as canções desse álbum que foi lançado no França, em 1970, pela gravadora EMI, pelo selo Pathé Marconi.

Nesta postagem, além das 10 canções originais do disco, foram incluídas mais 7 canções, lançadas em compactos, entre elas as versões instrumental e em mono de Back In The Sun, a seguir listadas:

01. Novgorod;
02. Starlighter;
03. Highway man
04. Run peeble run;
05. Acre of land;
06. Back in the sun;
07. Monte-Carlo;
08. Don't Slam the Door When You Leave;
09. So long Lorraine;
10. Two castles;

Bônus:

11. Back in the sun (Versão instrumental);
12. A friend;
13. Forgive Me the Bad Things (And the mistakes I've made);
14. Shadows in the moonlight;
15. Don't slam the door when you leave;
16. Over the land;
17. Back in the sun (Versão mono).






 Capa Lp (Front) - Edição France 1970





Contra Capa Lp (Back Cover) - Edição France 1970





  Capa Interna 1 (Inside) Lp Back In The Sun - Edição France 1970





 Capa Interna 2 (Inside) Lp Back In The Sun - Edição France 1970





 Selo (Label) Lp Back In The Sun - Edição France 1970





 Capa EP Back In The Sun - Edição France 1970






  Capa EP Novgorod - Edição France 1970





 Capa EP Two Castles - Edição France 1970

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terça-feira, 14 de abril de 2020

RAY CONNIFF - LATIN ROCK (1960)

A postagem de hoje traz um raro disco compacto simples (EP) da Orquestra e Coro de Ray Conniff, intitulado "Latin Rock", que foi lançado no Japão, em 1960, pela gravadora Columbia. Eu recebi esse material como brinde, quando comprei pela internet, no ano passado, alguns discos de uma loja japonesa.

A seleção do disco traz músicas clássicas do repertório de Ray Conniff e que faz parte do álbum "Say It With Music", lançado nos Estados Unidos, em 1960. Considero esse álbum como um dos melhores da discografia dessa orquestra e coro. Quando tiver oportunidade ouça-o. 

As músicas que compõem o compacto simples são as seguintes:

Lado A:
01. Besame mucho;
02. Too young;

Lado B: 
03. Brazil;
04. NIght and day.





























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quinta-feira, 9 de abril de 2020

ED MACIEL E SUA ORQUESTRA - VOLUME 4 (1967) REPOST

Atendendo a pedido de anônimo, reapresento o álbum "Ed Maciel e Sua Orquestra Vol. 4", do instrumentista, arranjador, compositor Ed Maciel, que foi lançado pela gravadora Odeon, em 1967, pelo selo London. 

Aproveito o momento para solicitar que se identifiquem ao realizar os seus comentários, principalmente aqueles que forem pedidos de repostagem com novos links no blog.

Ed Maciel nasceu em Belo Horizonte, no dia 21/01/1927 e teve os seus melhores momentos nos anos de 1966 e 1967, quando lançou os álbuns da ótima série “Na Onda”, que tinham ritmo dançante e agradavam aos amantes da música instrumental da época.

Ele veio de uma família de músicos ou, mais exatamente, de trombonistas. Seu pai e pelo menos dois de seus irmãos tocaram trombone e seu irmão mais novo, Edson, participou em várias gravações de seus discos.

Acredita-se que tenha formação erudita, pois ao chegar ao Rio de Janeiro tornou-se maestro, arranjador e líder de orquestra e foi o primeiro trombonista da Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal do Rio de Janeiro. 

Praticamente, tocou com quase todos os grandes nomes da Música Popular Brasileira, além de participar nas gravações de vários discos. Faleceu em 04/08/2011, na cidade do Rio de Janeiro.

A seleção organizada para o álbum desta postagem foi composta pelas seguintes canções de sucessos da época:


1. L'important c'est la rose;
2. Clebration;
3. Can't take my eyes off you;
4. The happening;
5. Western Union;
6. Barbarella;
7. There's a kind of hush;
8. C'era un ragazzo che come me amava I Beatles e I Rolling Stones;
9. No milk today;
10. A little bit me, a little bit me;
11. You only live twice;
12. Music to watch girls by.