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quinta-feira, 24 de maio de 2018

DUDU FRANÇA - FESTA PRONTA (1997)

Depois que já tinha pesquisado, organizado e montado a postagem, fui descobrir que o Chico postou esse mesmo álbum, no dia 28 de março de 2018, no blog SintoniaMusikal. Para não perder o que tinha realizado, estou repostando e quero ressaltar que não é o material do Blog SintoniaMusikal. Espero que o amigo Chico não fique chateado. Em todo caso incluí o link do blog dele.

Dudu França ou Eduardo França, nomes artísticos de José Eduardo França Pontes, é um músico, cantor e compositor brasileiro. Ele nasceu e cresceu no bairro de Pinheiros, São Paulo.

Tendo estudado engenharia, arquitetura e publicidade, sempre conjugou os estudos tradicionais com o aprendizado musical, tendo estudado piano, violão, flauta, bateria e orquestração.

O músico Marcos Maynard, que foi membro do grupo “Lee Jackson”, que fez sucesso nos anos 1970, em depoimento, relembra a história dos grupos de Jovem Guarda "Colt 45" e "Memphis", nos quais Dudu França participou como baterista e cantor:

Era o fim da década de 1960 e os Beatles trouxeram em suas canções uma revolução cultural e de comportamento. Interessados em montar um conjunto musical, Marcos Maynard e seu primo Can (Antonio Carlos Macedo) convidaram Zeca (Zacarias José da Conceição) para passar férias com eles em Itanhaém, no litoral Sul de São Paulo, onde combinaram criar uma banda.

Da bossa nova em moda na época migraram para o rock, momento em que Dudu França estava tocando bateria. “Fomos então até a casa do Dudu, em Pinheiros (bairro da Zona Oeste de São Paulo) e pela primeira vez vimos uma bateria. Era uma Gope amarela. Que coisa mais linda! Aí o Dudu mostrou que era bom na bateria e no violão também. Foi convidado e aceitou fazer parte da nossa banda. Eu era cantor e guitarrista-base, o Dudu, baterista, o Can, guitarrista-solo e o Zeca era nosso contrabaixista”, relembra Maynard.

A banda estava formada, mas as condições técnicas do grupo eram precaríssimas. Havia um microfone muito ruim amarrado a um cabo de vassoura, que era o pedestal.

Os primeiros amplificadores foram comprados na loja Pirani, no bairro do Brás, em são Paulo e foram pagos em 24 prestações, tendo o tio do Maynard (Carlos) como o heroico avalista.

“A primeira denominação da banda foi Bumbles Bees, que foi logo descartada, pois o principal apresentador da televisão da época, Julio Rosember (lider de audiência com seu programa musical “Na Crista da Onda”), não conseguia pronunciar direito o nome do grupo. Estreamos no programa cantando a canção Yellow Submarine e logo depois mudamos o nome do grupo para Colt 45.”

Em 1967, gravaram uma ‘demo’ com duas canções, de um lado, Poor Side of Town, com a voz de Dudu França, e no verso Maynard cantando, Don't Bring Me Down. “Mas só tenho o lado que eu gravei. Um dia fui limpar o acetato e, acidentalmente desgravei o lado do Dudu.”

Um dia, um maestro amigo de seu pai assistiu os ensaios da banda e disse ao professor Alceu que o cantor deveria ser o Dudu. Imediatamente, Maynard passou a ser a segunda voz do grupo.
“Achamos que deveríamos ter um órgão na banda”. Meu primo disse que poderia tocar. Compramos um Diatrom, que era o máximo. Foi quando conhecemos um guitarrista chamado Xilo. Estreamos com ele no Clube Círculo Militar, numa domingueira.

Nesta fase, o grupo foi contratado por Abelardo Figueiredo (diretor musical do Beco, principal casa de espetáculos de São Paulo, nos anos 1960) para substituir o grupo “Beat Boys” (conjunto argentino que fazia muito sucesso na época).

“O Abelardo achava que o Dudu, que era o cantor da banda, não devia ficar na bateria. Queria que ele ficasse à frente da banda. Concordamos com ele, contratamos outro baterista e com ele fomos fazer no canal 13 o programa Pernas, a Hora e a Vez, produzido pelo Abelardo e cujas estrelas eram Aizita Nascimento e Norma Bengell.

O programa era ao vivo e em nossa primeira apresentação houve um problema. Ao final do nosso número, o baterista ao invés de ir abaixando o som, como havíamos ensaiado, iniciou um longo solo de bateria. O Abelardo mandou demitir o músico e o Dudu, no mesmo dia, voltou para a bateria”.

As músicas de Johnny Rivers faziam muito sucesso e compunham o repertório do Colt 45. Quando ele veio se apresentar em São Paulo, numa festa ficou conhecendo os integrantes da banda e ensinou-os a tocar Summer Rain, uma canção de seu novo disco que ainda não havia sido lançado.

“Lembro que nós cantávamos esta música antes dela ser conhecida no Brasil. No nosso repertório incluíamos também Era um garoto que como eu amava os Beatles e os Rolling Stones, em italiano.

O Dudu França foi o primeiro cantor a interpretar essa música no Brasil, no programa "Os Incríveis" (banda), e o sucesso foi tão grande que eles gravaram a música em português, tornando-se o maior sucesso da carreira deles.

O Colt 45 se apresentava em todos os programas de televisão e Roberto Carlos comandava, na TV Record, o mais exitoso de todos os programas, “Jovem Guarda”, que era dominical e ao vivo.

“Fomos apresentados como os novos amigos de Roberto Carlos, e lá no programa foi cantado a música Nobody But Me. Nesta mesma época, um amigo de meu pai, Brás Bacarin, convidou-nos para gravar um compacto simples, na gravadora Chantecler, no ano de 1967, com as músicas: I've Been Loving You Too Long e Gimme Some Lovin´. Foi gravado apenas esse disco e logo em seguida a banda acabou”.

Um detalhe curioso ocorreu com o Colt 45. A banda nunca havia tocado nos clubes Pinheiros e nem no Paulistano e seus integrantes não sabiam o motivo porque não eram convidados para se apresentar nestes clubes. Um dia, Maynard conversando com Polé (campeão pan- americano e o melhor jogador de pólo aquático que o Pinheiros teve em todos os tempos), pediu que ele intercedesse junto ao diretor social do clube.

Foi quando Polé, revoltado, descobriu que a banda não tinha espaço no Pinheiros porque o Zeca era negro e havia preconceito racial no clube. Por imposição do atleta, o Colt 45 passou a tocar no Pinheiros e, em seguida, no Paulistano.

Com o fim do conjunto Colt 45, o jovem Dudu França e o menino Marcão (como já era conhecido Marcos Maynard nas febris rodas do rock paulistano) convidaram Nescau (Marco Antonio F. Cardoso - baixista), Cláudio Callia (tecladista), Niccoli (Alberto Niccoli Jr.- baterista) e Xilo (Juvir M. Moretti - guitarrista) para formar outra banda de rock. Assim nasceu o Memphis, que em 1968 estreou no Clube Militar e Dudu era o cantor e Maynard, guitarrista.

“Eu já era amigo do Seu Alfredo (Alfredo Santos Filho, diretor social do Clube Círculo Militar) e consegui que ele nos convidasse para tocar nas famosas e concorridas domingueiras do clube. Foi lá que fomos descobertos pelo Cesar Benvenutti, o grande produtor na época de música jovem em Inglês.

Ele nos levou a um estúdio e começamos a gravar compactos simples para um selo chamado “Mammuth”. Foram gravados vários discos com diferentes nomes de bandas, tais como, “Joe Bridges”, “Kris Kringle”, “Beach Band”, “Baby Joe”, entre outros. Foi quando o Toninho Paladino nos levou para a gravadora RGE, onde finalmente a banda gravou (usando seu próprio nome) a música Sweet Daisy, em compacto simples.”

Antes das gravações com Cesare, o organista Callia saiu da banda e Maynard, em apenas uma semana, aprendeu os primeiros acordes do instrumento para substituí-lo num grande show que seria realizado no Clube Pinheiros, com a participação das cinco principais bandas de rock em inglês de São Paulo. No lugar de Callia, para as sessões de gravação de Sweet Daisy, entrou Otávio Augusto, que ficaria famoso em carreira-solo como Pete Dunaway.

“Mas eu não estava satisfeito com o esquema do Memphis, diz Maynard. “As namoradas atrapalhavam nossa carreira e resolvi sair da banda”. Havíamos gravado também com o nome de "Lee Jackson". Aí eu disse aos integrantes da banda que queria ficar com o nome, pois tentaria formar outro conjunto, já que a música Oh, Oh, La, La, La estava tocando muito nas rádios.”

Com a onda da ‘disco music’, a porta dos clubes se fechou para os conjuntos. Dudu França então procurou outros caminhos indo para a carreira solo como cantor de discoteca.

Descoberto pelo produtor artístico Carlos Imperial, começou a fazer sucesso no no final dos anos 1970 e início dos 1980, intensificando sua carreira nos mercados latino-americanos.

Muitas de suas músicas viraram faixas de trilhas de novelas da televisão. Seu primeiro grande hit, foi em 1978, quando a música Grilo na Cuca estourou em todas as rádios e foi incluída na trilha da novela “Marrom Glacê”. Também freqüentava o programa de auditório de Carlos Imperial, chamado de "Os Embalos de Sábado".

No início dos anos 1980, Dudu ainda emplacaria muitos hits, tais como, Eu e ela e Fim de Semana, Geração saúde, Me leva e Foge comigo . Em 1982, ele foi o grande vencedor do Festival Internacional de La Cancion de Viña Del Mar, com a música Dime, amor, composta por ele e por Morris Albert, autor da canção Feelings.

Considerado "rei da geração saúde" nos anos 1980, Dudu também foi conhecido apresentador de TV: Apresentou um quadro do programa “Globo de Ouro”, chamado “Geração 80”, na TV Globo.

Entre 1981 e 1985, ele foi um dos apresentadores do programa de auditório para jovens "Vamos Nessa", na TV SBT. Em cada programa uma cantora apresentava junto com Dudu, e a cantora Cláudia Telles foi a primeira delas. A música-tema do programa acabou virando hit também, sendo executada nas pistas de dança. Também passou a atuar como ator na TV SBT.

Na sequência da sua carreira, virou compositor e produtor de jingles de sucesso, na área publicitária.

(Fonte: wikipedia 24/mai/2018)

Nesta postagem, apresentamos o álbum “Festa Pronta, lançada em 1997, pela gravadora Fieldzz Discos, contendo releituras de grandes sucessos dos anos 1960 e 1970. O grande destaque deste disco é a qualidade da interpretação dessas canções, mostrando todo o talento vocal do cantor Dudu França. Vale a pena ouvir. É show...

As canções que compõem a seleção são as seguintes:

1. Medley: You’ve lost that loving feeling / Twist and shout / La bamba / Footloose;
2. My pledge of love / I’ve been hurt;
3. Yellow river;
4. Long train running;
5. Mrs. Robinson;
6. I’m a believer;
7. Memphis;
8. Judy in disguise;
9. Secret agent man;
10. Sunny;
11. Call me;
12. The more I see you;
13. There’s a kind of hush;
14. Can’t take eyes off of you;
15. It’s too late;
16. Proud Mary;
17. Natal medley: We wish you a merry Christmas / Jingle bells.

























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terça-feira, 11 de dezembro de 2018

DUDU FRANÇA - LISTEN TO THE MUSIC (2000)

Em maio deste ano, postamos um álbum do cantor brasileiro Dudu França que vários amigos do blog elogiaram a performance do artista. 

Nesta semana, ao organizar a minha coleção de discos, no formato Compact Disc - Cd, me defrontei com outro disco desse mesmo cantor, que foi lançado no Brasil, em 2000, pela gravadora Abril Music e que apresenta uma melhor qualidade na produção e na seleção da compilação de músicas dos anos 1960 e 1970.

Já não lembrava mais do disco e ao ouví-lo novamente, me chamou a atenção a versão da música Help, composição de Lennon & McCartney, apresentada de forma diferente e vibrante. Também destaco as diversas versões de músicas famosas daquela época, que fatalmente me fez ter boas recordações.

Ouçam e comentem a sua opinião do disco. As músicas que fazem parte desta seleção são as seguintes:

01. Baby I need your loving;
02. Nobody but me;
03. A whiter shade of pale;
04. Yellow river;
05. Feelings;
06. Evil ways;
07. Light my fire;
08. Poor side of town;
09. Help;
10. Listen to the music;
11. California dreamin'
12. It's too late;
13. Hey girl;
14. My pledge of love.





























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sexta-feira, 17 de julho de 2020

THE CLOCKS - THE CLOCKS (1973)

Nesta postagem, apresento o único e raro álbum do grupo The Clocks, lançado no Brasil em 1973, pela gravadora Som Livre, pelo selo Sigla. Foi lançado com o objetivo estritamente comercial, porém sem muita divulgação. Posteriormente, o disco acabou sendo procurado por colecionadores e apreciadores de covers e de música dos anos 1970.

Nas informações disponíveis na internet, há menção de que o The Clocks era mais um grupo de estúdio e que era na verdade o ótimo grupo Memphis, que costuma animar os domingos de clubes paulistanos. Era formada por Dudu França-Joe Bridges (bateria e vocal), Carlinhos-Charlie (vocal, sax, guitarra) e Osvaldo Rizzo-Oswald Smile (percussionista), Juvir Moretti-Xilu (guitarra solo), Nescau (baixo) e Otavio/Claudio Callia (teclados).

O disco é muito interessante e de ótima qualidade sonora, considerando os recursos utilizados na época no Brasil. O lado A do disco contém músicas autorais e um ótimo cover dos Beatles, a canção I saw her standing there, que se destaca pelos solos de guitarra que permeiam a interpretação. Também gostei muito da sonoridade psicodélica do órgão Hammond em várias canções. 

A cover da música Jesus (do original de Jeremy Faith), entrou na trilha sonora da novela "Selva de Pedra", da TV Globo, lançado em 1972. Mas, o interessante é que na trilha não saiu com o nome de The Clocks e sim como o nome de Billbox Group.

A seleção que compõem o álbum "The Clocks" são as seguintes:

01.Charlie’s Song
02.I Saw Her Standing There
03.Smoke and Dancing
04.Sunshine You
05.Jesus
06.Devil’s Answer
07.Love Potion Number Nine
08.Teach Me
09.To Cry You a Song
10.Happiness
11.Rock and Roll












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terça-feira, 12 de agosto de 2014

CLAUDIA - JESUS CRISTO - 1971

Em minha opinião, o Brasil sempre gerou grandes cantoras. Porém, nem todas obtiveram o sucesso comercial que deveriam em sua carreira. Os motivos são inúmeros, tais como, gravadoras mais simples, empresários despreparados, escolha de repertório inadequado, divulgação ineficaz, falta de maturidade das próprias cantoras e outros motivos que podem ser considerados como motivos.

Minha lista pessoal de cantoras que poderiam ter mais sucesso é vasta. Cito as duas primeiras da minha lista, Leny Eversong e Cláudia. E é justamente a cantora Cláudia o motivo da nossa postagem. Antes de comentar sobre o álbum da postagem, seria interessante comentarmos um pouco sobre a trajetória da cantora, que obtivemos do site www. cantorasdobrasil.com.br

Maria das Graças Rallo é o nome da cantora Cláudia (posteriormente trocou o “i” por “y”). Ela nasceu no Rio de Janeiro, em 10/05/1948 e foi criada em Juiz de Fora (MG). Começou a cantar aos oito anos de idade, participando de um programa de calouros na Rádio Sociedade de Juiz de Fora.

Aos 13 anos, atuou como crooner do conjunto Meia-Noite, que se apresentava em festas e bailes daquela cidade. Iniciou sua carreira profissional na década de 1960, participando do programa "O Fino da Bossa" (TV Record), de onde foi definitivamente banida por Elis Regina, preocupada com a competição de Cláudia, que foi considerada de cara uma cantora tão boa quanto ela. A cantora Elis Regina sempre foi uma cantora excepcional, porém, as vezes gerava conflitos com o seu comportamento.

Recebeu, logo no primeiro ano de sua carreira, o troféu Roquete Pinto, como cantora revelação. Viajou para o Japão, onde se apresentou com o saxofonista Sado Watanabe. Ficou nesse país durante seis meses, apresentando-se em clubes, hotéis, boates e teatros. Gravou um LP em japonês, que atingiu a tiragem de 200 mil cópias.

De volta ao Brasil, classificou em 1º lugar a canção Razão de paz para não cantar, composição de Eduardo Lage e Alézio de Barros, no I Festival Fluminense da Canção, realizado em 1969, em Niterói (RJ). Ainda nesse ano, classificou a mesma música em 4º lugar no IV Festival Internacional da Canção (TV Globo), recebendo o prêmio de melhor intérprete.

Em 1970, representou o Brasil no XI Festival da Canção, no México, tendo sido contemplada com quatro medalhas de ouro, inclusive a de melhor intérprete. Em 1971, gravou o álbum Long Playing - Lp "Jesus Cristo", com destaque para a faixa-título, de Roberto e Erasmo Carlos, e Com mais de 30, canção de Marcos e Paulo Sérgio Valle, esta também com grande êxito.
Ainda nesse ano, participou da IV Olimpíada da Canção, na Grécia, defendendo a canção Minha voz virá do sol da América, mais uma composição de Marcos e Paulo Sérgio Valle, ganhando os prêmios de melhor intérprete, melhor arranjo, melhor letra e melhor música.

Em 1972, representou o Brasil no Festival de Hola Nueva, na Venezuela, tendo recebido o prêmio de melhor intérprete. No ano seguinte, lançou o álbum Lp "Deixa eu dizer", que registrou canções de sua autoria como Noite de verão (com Raul Telles) e Agora quem sorri sou eu (com Cristiê), além de músicas de outros autores, como Esse cara (Caetano Veloso) e a faixa-título, de Ivan Lins e Ronaldo Monteiro de Souza.

Em 1975, participou do Festival da Espanha, em que se destacou como a melhor cantora. Ainda nesse ano, apresentou-se com o violonista Baden Powell na França e na Itália. Em 1979, gravou o álbum Lp “Pássaro imigrante”, em que registrou composições próprias como Morena de Uganda e Boiadeiro, em parceria com Chico Medori.

No ano seguinte, lançou o álbum Lp "Cláudia", incluindo canções de sua autoria como Baião agressivo e Brasileirinho multinacional, ambas com Chico Medori, e músicas de outros autores, como Canção de quem se espera, de Sivuca e Glorinha Gadelha e Me deixa em paz, composição de Monsueto e Airton Amorim, entre outras.

Em 1982, foi convidada para estrelar o musical "Evita", seu maior sucesso de público e crítica. O espetáculo ficou em cartaz durante seis meses em São Paulo e quase dois anos no Rio de Janeiro. Em 1986, gravou o álbum Lp "Sentimentos", com destaque para a versão de Victor Berbara Não chores por mim, Argentina, composição de A.L.Webber e Tim. Rice, seu maior sucesso, e Quero que vá tudo pro inferno, de Roberto e Erasmo Carlos.

Em 1992, lançou o álbum em Compact Disc – CD, "A estranha dama", que incluiu as canções Podres poderes, de Caetano Veloso, O bem e o mal, de Danilo Caymmi e Dudu Falcão e É, de Gonzaguinha, entre outras.
Dois anos depois, gravou um excelente disco (em CD) com o Zimbo Trio, intitulado “Entre amigos", interpretando músicas como Beatriz, de Edu Lobo e Chico Buarque, De frente pro crime, de João Bosco e Aldir Blanc, Cantiga por Luciana, de Edmundo Souto e Paulinho Tapajós e Domingo no parque, de Gilberto Gil, entre outras.

Em 1998, lançou o magnífico álbum CD "Claudya canta Taiguara", contendo as canções Hoje, Universo no teu corpo e Teu sonho não acabou, entre outras. Em 2005, gravou o álbum CD "A Lua Luará", onde canta músicas do compositor finlandês Heikki Sarmanto, letradas por Fernando Brant.
Em 2011 Cláudia volta a gravar através da gravadora Jóia Rara, do DJ Zé Pedro, com o álbum CD "Senhor do Tempo - Canções Raras de Caetano Veloso".


Nesta postagem, a pedido do amigo do blog, Fred, da cidade de Campos de Jordão, apresentamos o álbum intitulado “Jesus Cristo”, lançado em 1971, pela gravadora Odeon. Sem dúvida, os destaques desse álbum, que considero um dos melhores da carreira dela, são as canções Jesus Cristo, Mudei de Ideia e Com mais de 30. As músicas do disco são as seguintes:

1. Jesus Cristo;
2. Amigo;
3. Ossain (Bamboxê);
4. Frente fria;
5. Seresta no castelinho;
6. Mudei de idéia;
7. Mais que perfeito;
8. Moeda, reza e cor;
9. Baobá;
10. A voz do violão;
11. Com mais de 30.









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