2017

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sábado, 18 de novembro de 2017

O.C. SMITH - CANTA SUCESSOS DO HIT PARADE - FOR ONCE IN MY LIFE (1969) - REPOST

A pedido do amigo Adilson Caetano, nesta postagem reapresentamos o álbum "O.C. Smith Canta Sucessos do Hit Parade - For Once in My Life", do cantor americano O.C. Smith (Ocie Lee Smith).

O.C. Smith nasceu na cidade de Mansfield, em Louisiana, em 21/junho/1932 e morreu em 23/novembro/2001. Em sua trajetória musical o seu grande destaque foi a gravação da canção Little green apples, que chegou a número 2, na parada da "Bilboard Hot 100", no ano de 1968 e vendeu mais de um milhão de cópias do disco.

Após morar com seus pais em Little Rock, Arkansas, mudou-se com sua mãe para Los Angeles, Califòrnia, após o divórcio dos seus pais. Ao completar um curso de psicologia na Universiade de Southern, se juntou a Força Aérea e serviu em todo os EUA, Europa e Ásia. 

Nesse período, começou a entrar em concursos de talentos e excursionou com Horace Heidt. Após a sua dispensa da Força Aérea, em julho de 1955, Smith entrou na música Jazz, com o principal objetivo de se sustentar, ou seja, pelo menos pagar as suas contas.

Ele ganhou a sua primeira chance como cantor com Sy Oliver e fez uma aparição no “Talents Scouts”, de Arthur Godfrey. Seu sucesso no programa o levou a um contrato de gravação com a gravadora Cadence Records. 

Sua estréia foi com um cover de Little Richad, com a música Tutti-Frutti, em dezembro de 1955. A experiência não gerou um hit, mas convenceu a gravadora MGM a lhe conceder um contrato solo, resultando em mais três lançamentos, que não chegaram a ser grandes sucessos.

Em 1961, o cantor O.C. Smith foi recrutado pela Count Basie, para ser seu vocalista, cargo que ocupou até 1965. Independente dessa atividade, continuou a gravar em diferentes selos, mas a geração de um sucesso ainda era incógnita. 

Em 1968, a gravadora Columbia Records estava pronta para dispensá-lo, quando ele entrou pela primeira vez nas paradas com a canção Son of Hickory Holler's Tramp, que alcançou o número 2 no UK Singles Chart (Inglaterra) e também chegou ao Top 40 nos Estados Unidos. Em 1976, Kenny Rogers reviveu esse sucesso em estilo country.

Em seguida, com a mudança do seu nome, passando a ser escrito O. C. Smith, gravou a canção Little Green Apples, que finalmente estourou e foi numero 2, na Bilboard Hot 100, ganhando os prêmios Russell 1969 e o Grammy de canção do ano. Além disso, recebeu um disco de ouro do R.I.A.A. (órgão americano de música), por vender um milhão de cópias.

Após esse sucesso, continuou sua carreira com destaques no lançamento das canções Daddy's little man; Friend, lover, woman, wife; Me and you e Love To Burn. Voltaria as paradas UK Singles, em 1977, com a música Together, alcançando a 30ª posição, Dreams come true e Watcha gonna do.

Posteriormente tornou-se pastor e fundador da igreja The City Of Angels, em Los Angeles, Califórnia, onde ele praticou por 16 anos. Uma de suas últimas gravações foi Save the last dance for me, que alcançou a posição de numero 1, na Rhythm n’ Beach Top 40.

Pouco depois de sua morte, o governador Jim Hodges proclamou em 2002, que o dia 21/junho seria denominado OC Smith Day, no Estado da Carolina do Sul. Foi eleito postumamente para o Carolina Beach Music Hall of Fame, em novembro de 2002.

Para o amigo do blog que não conhece o cantor O.C. Smith, resgatamos um álbum chamado “O.C. Smith Canta Sucessos do Hit-Parade”, lançado no Brasil, em 1969, pela gravadora CBS. 

Entretanto, na versão originalmente lançada nos USA, em 1968, pelo selo Columbia, não continha a mesma seleção de músicas, apesar de ser a mesma capa.

Esse disco contém os dois primeiros grandes sucessos do cantor, sendo The son of Hickory Holle’rs Tramp e Little green apples. A capa do disco é a mesma lançada no mercado americano, apenas com outro nome “For Once in My Life”. 

As músicas que compõem esse raro disco são as seguintes:

1. For once in my life;
2. Stormy;
3. Wichita Lineman;
4. Hey Jude;
5. Main street mission;
6. Ain’t the worryin’ kind;
7. Little green apples;
8. By the time I get to Phoenix;
9. Sitting on the dock of the bay;
10. Honey;
11. Promises;
12. The son of Hickory Holler’s Tramp.






 Capa (Front) - Edição CBS Brasil 1969





Capa (Front) - Edição Columbia USA 1968





 ContraCapa (Back Cover) - Edição CBS Brasil 1969




  Selo (Label) - Edição CBS Brasil 1969





  Selo (Label) - Edição Columbia USA 1968





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sexta-feira, 17 de novembro de 2017

GRUPO TOM DO PAGODE - PAGODE COM BOSSA (1996)

Nesta postagem, apresentamos algo diferente. São releituras de canções da Bossa Nova em estilo Pagode, executadas pelo desconhecido "Grupo Tom do Pagode". 

Apesar de não fazer muito o meu estilo, pois prefiro o samba mais tradicional, a tentativa foi válida. De acordo com o encarte do disco, os músicos que fizeram parte deste trabalho foram: Agostinho Silva, Bival Ferreira, Cesão, Serginho Alcântara, Leandro Jr., Naldo do Cavaco, Ivan Milanez, Américo Silva, Francinete, Pedrinho Lopes, Claudia Janaina, Mirinha Moraes, Rafael Queiroz e Kiko.  

O álbum foi lançado no Brasil, em 1996, pela gravadora Movieplay, com o selo Brasis, tendo com direção artística, Jorge Gambier, produção de Talmo Scaranari e os técnicos de gravação, Nilo Sérgio e Carlos Signorelli.

As músicas e respectivos compositores que compõem esta seleção são as seguintes:

1. Samba do avião (Composição de Tom Jobim);
2. Samba da minha terra (Composição de Dorival Caymmi);
3. Samba de verão (Composição de Marcos Valle / Paulo Sérgio Valle);
4. Corcovado (Composição de Tom Jobim);
5. Águas de março (Composição de Tom Jobim);
6. O barquinho (Composição de Roberto Menescal / Ronaldo Boscoli);
7. Garota de Ipanema (Composição de Tom Jobim / Vinicius de Moraes);
8. Wave (Composição de Tom Jobim);
9. O pato (Composição de Jaime Silva / Neusa Teixeira);
10. Minha namorada (Composição de Carlos Lyra);
11. Samba de uma nota só (Composição de Tom Jobim / Newton Mendonça);
12. Olhar dengoso (Composição de Agostinho Silva / Talmo);
13. Faz parte do meu show (Composição de Cazuza / Renato Ladeira);
14. Chega de saudade (Composição de Tom Jobim / Vinicius de Moraes).




















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EDITH VEIGA - FAZ ME RIR (1962) - REPOST

A cantora popular brasileira Edith Veiga, nasceu em Juquiá, sul de São Paulo, no dia 15/02/1942. Sua voz única de tonalidade agradável cativou imediatamente os fãs, assim que surgiu. 

Na década de 1960, fez sucesso imediato com a canção Faz me rir, uma versão em português de Teixeira Filho, para o bolero Me dá risa, de F. Yoni e E. Arias, vendendo na época mais de 500 mil cópias no formato compacto vinil e ficando nas paradas por dois anos. 

A música foi destaque e virou título do seu primeiro disco no formato Longplay - Lp, lançado pela gravadora Chantecler, no ano de 1960, com orquestrações de Guerra Peixe, Poly e Élcio Alvarez.

Nessa mesma época, ganhou o prêmio "Roquete Pinto", na categoria revelação. Em virtude do sucesso e de sua postura feminina, recebeu o apelido de "As Pernas Que Cantam".

Nesta postagem, apesar das limitações do material original, reapresentamos esse primeiro álbum, intitulado "Faz me Rir", lançado em 1962, pela gravadora Chantecler.

A seleção do disco foi composta em sua maioria de canções boleros, estilo que fazia sucesso naquele momento do lançamento. A músicas do disco são as seguintes:

1. Faz me rir; 
2. Nunca num domingo; 
3. De quem estás enamorado; 
4. Abandono; 
5. Inveja; 
6. Certeza; 
7. Rumores; 
8. Vivemos para amar; 
9. Vola; 
10. Minha vida em tuas mãos; 
11. Hoje, amanhã e depois; 
12. Palavras que enganam.





















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segunda-feira, 13 de novembro de 2017

ON THE ROAD - 100 QUILOMETROS DE MUSICA - MEMORIES 2 (1989)

Em 1989, foi lançado no Brasil, pela gravadora Polygram, sob o selo Mercury, a coleção "On The Road - 100 Quilômetros de Música", que era composta por vários álbuns, retratando estilos diversos, tais como: Rock, Samba, Anos 80, MPB, Romântico, Bossa Nova, Jazz, Instrumental, Pop, Surf, entre outros. 

A concepção da coleção era ouvi-los enquanto se estava dentro de um veículo, na estrada ou cidade. Na época, os discos eram vendidos tanto separadamente, quanto em formato box.  

Nesta postagem, apresento mais um da série, o álbum intitulado "Memories 2", extraído de uma fita K7. Vale pelo resgate e raridade. As músicas que compõem esse disco são as seguintes:

1. Just once (Quincy Jones);
2. Never gonna let you go (Sérgio Mendes);
3. Sad songs (Alessi Brothers);
4. do that to me one more time (The Captain & Tenille);
5. Guantanamera (The Sandpipers);
6. Daniel (Elton John);
7. Love hurts (Nazareth)
8. Lady, lady, lady (Joe Esposito);
9. (They long to be) close to you (Carpenters);
10. You make me feel brand new (The Stylistics);
11. Talking out of turn (Moody Blues);
12. Massachusetts (Bee Gees);
13. Killing me softly with his song (Roberta Flack);
14. I hear you now (Jon & Vanelis);
15. The more I see you (Chris Montez);
16. If I can't have you (Yvone Elliman).


















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sábado, 11 de novembro de 2017

BRENDA LEE - 10 GOLDEN YEARS (1970) - REPOST

Brenda Mae Tarpley, mais conhecida por Brenda Lee, nasceu no dia 11 de dezembro de 1944, em Atlanta, USA. Cantou rockabilly, pop e country. Teve 37 hits de sucesso na década de 1960, um número superado apenas por Elvis Presley, The Beatles, Ray Charles e Connie Francis.

Ela é mais conhecida pelos hits Jambalaya (1956), Rockin' around the christmas tree (1958) e I'm sorry (1960).

Com apenas 1,44m de altura, ela recebeu o apelido, em 1957, de “Little Miss Dynamite”, após gravar a canção Dynamite, e foi um dos primeiros astros da música pop a ter uma importante carreira contemporânea internacional.

Como muitos da época do rockbilly, a popularidade de Brenda Lee diminuiu no final dos anos 1960, principalmente porque sua voz amadureceu, mas ela continuou fazendo uma carreira musical de sucesso, retornando às suas raízes como uma cantora de música country, com uma sequência de hits nas décadas de 1970 e 1980.

Brenda Lee era considerada uma garota prodígio, a voz, o seu rosto bonito e as suas apresentações nos palcos começaram a despertar a atenção de todos a partir dos seus 5 anos de idade. Aos 6 anos, ela ganhou um concurso de canto patrocinado por um estabelecimento de ensino fundamental local. A recompensa foi uma aparição ao vivo em um programa de rádio de Atlanta, chamado “Starmakers Revue”, onde ela voltou a se apresentar no ano seguinte.

Com a morte de seu pai morreu, em 1953, e, já aos 10 anos, ela tornou-se a principal fonte de sustento de sua família por cantar em programas radiofônicos locais e apresentações em televisão.

Seu grande sucesso no show business veio em fevereiro de 1955, quando ela ganhou $30 para aparecer em uma estação de rádio Swainsboro para ver Red Foley e uma unidade de turnê promocional do seu programa TV ABC Ozark Jubilee, em Augusta.

O DJ Foley foi convencido a ouvi-la cantar antes do show. Foley ficou tão surpreso, como todas as outras pessoas que ouviram a potente voz da pequena menina, que imediatamente concordou em deixá-la cantar Jambalaya. A música foi ensaiada e, mais tarde, apresentada. Ao término, Foley declarou:
Ainda fico com arrepios de frio pensando na primeira vez que ouvi essa voz. Um dos meus pés começou a acompanhar febrilmente o rítmo da música, como se eu estivesse me afastando de 'um terreno em chamas'. E quando ela fez aquele truque de 'quebrar' a voz, ela interrompeu o meu transe, o suficiente para que eu percebesse que eu tinha esquecido de sair do palco. Ali estava eu, após 26 anos de suposto aprendizado sobre como conduzir-me diante de um auditório, com a boca aberta "2 milhas de largura" e um olhar petrificado.
A plateia irrompeu em aplausos e se recusou a deixá-la sair do palco até que ela tivesse cantado mais 3 músicas.  Em 31 de março de 1955, aos 10 anos de idade, ocorreu a sua estreia na rede Ozark Jubilee, em Springfield, Missouri. Apesar de o seu contrato com o show ser de 5 anos, ele foi interrompido por causa de uma ação judicial movida em 1957 por sua mãe e pelo seu empresário, onde ela fez aparições regulares no programa ao longo de sua execução.

Menos de dois meses depois, em 30 de julho de 1956, a Decca Records lhe ofereceu um contrato, e seu primeiro disco foi um Vinyl, 7", Single, 45 RPM, Jambalaya, apresentando no lado 'B' Bigelow 6-200. O segundo Single de Lee apresentou duas músicas de Natal: I'm gonna lasso Santa Claus e Christy Natal.

Embora ela já tivesse completado 12 anos de idade em 12/dezembro/1956, os créditos de seus 2 singles distribuídos pela Decca Records falavam em “Little Brenda Lee" (9 anos)." Sua primeira edição foi em 1957.

A canção One step at a time, se tornou um hit em ambos os campos, pop e country. Seu hit seguinte, Dynamite, sendo apelidada de “Little Miss Dynamite”, devido ao seu tamanho de 1,44m de altura.

Em 1960, gravou sua composição I'm sorry, que foi número 1 nas paradas de sucesso. Foi seu primeiro disco de ouro individual e foi indicado para um Grammy. Mesmo não tendo sido lançada como uma canção "country" ela foi um dos primeiros grandes sucessos indicando o que viria a ser a som em Nashville.

Seu último single entre os dez mais das paradas pop em 1963, foi Losing you, ficando em sexto lugar, enquanto ela continuava a ter outras canções entre as primeiras, como em 1966, Coming on strong e Is it true?. Esta última, contou com Jimmy Page na guitarra, pois foi gravador em Londres, sendo produzido por Mickie Most.

No início da carreia, Brenda Lee era muito popular no Reino Unido. Ela visitou o país em 1959, antes de conseguir o reconhecimento pop nos Estados Unidos. Ela desfruta de uma distinção única entre os cantores americanos, tendo um ato de abertura de show de uma tour, em 1960, no Reino Unido, que foi realizado pelo então pouco conhecido grupo beat, de Liverpool, The Beatles.

Nas décadas seguintes, Brenda Lee se estabeleceu como uma artista country e pop, apresentando-se em duetos, tais como, Dolly Parton, Kris Kristofferson, Willie Nelson, George Jones, Charley Pride,  Willie DeVille, entre outros.

Comemorando 50 anos de carreira, em setembro de 2006, ela foi a segunda vencedora do Meador-Walker Lifetime Achievement Award Jo, pela Fonte da Fundação em Nashiville.

Em 2007, ela foi introduzida no Country Music Hall of Fame e incluída como membra da Rockabilly Hall of Fame. Ela também é membra da Rock and RollCountry Music e Rockabilly Hall of Fame, e atualmente vive em Nashiville, no Estado do Tenesse.

Em 2008, sua gravação de Rockin' around the christmas tree marcou 50 anos e em fevereiro de 2009, a National Academy of Recording Arts and Sciences proporcionou a Brenda Lee um Lifetime Achievement Grammy.

No Brasil, a música Weep no more my baby ficou conhecida por ser utilizada pelo programa “Pânico”, na TV Bandeirantes, em que a tocava no momento da chamada da  "Dança dos Políticos", nas imitações de políticos.

Nesta postagem, apresentamos o álbum "10 Golden Years", que foi lançado nos Estados Unidos em 1967, pela Decca Records, com os selos (labels) Decca e Coral. No Brasil, foi lançado no início dos anos 1970, com o selo Decca.

O disco contém 10 principais sucessos do início da carreira de Brenda Lee, no período de 1956 a 1965. Nele se encontra a primeira versão, que considero a melhor, da canção Jambalaya, que posteriormente seria regravada e essa segunda versão, onde a voz da cantora está mais adulta, é a que prevalece em muitas compilações da artista.

A seleção do álbum é composta pelas seguintes canções e respectivos anos de lançamento:

1. Jambalaya (1956);
2. Dynamite (1957);
3. Bill Bailey, won't you please com home (1958);
4. Sweet nothin's (1959);
5. I'm sorry (1960);
6. Fool # 1 (1962);
7. Dum, dum (1962);
8. All alone am I (1963);
9. As usual (1964);
10. Too many rivers (1965). 











































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quinta-feira, 9 de novembro de 2017

LENO - BRASIL JOVEM GUARDA - (1991) - REPOST

A pedido, hoje resgato o álbum "Brasil Jovem Guarda", do cantor Leno, que foi inicialmente apresentado no blog LaPlayaMusic em 20/janeiro/2012. 

O cantor, compositor e guitarrista  brasileiro Gileno Osório Wanderley de Azevedo, ou simplesmente Leno, nasceu em Natal / RN, no dia 25/04/1949

Iniciou sua trajetória musical no período do movimento Jovem Guarda. Após participar de alguns grupos, foi descoberto por produtores da gravadora CBS, atual Sony BMG e juntamente com a cantora Lilian Knapp, formou um dupla famosa “Leno & Lilian”, que teve vários sucessos, entre eles, as músicas Pobre Menina e Devolva-me.

A dupla teve muitos desentendimentos durante a sua curta existência, levando Leno a lançar alguns trabalhos solos, em 1968 e 1969. Nesse mesmo período compunha para diversos artistas da época, principalmente o grupo “Renato e Seus Blue Caps”.

Em 1971, se destacou com uma gravação, em 8 canais, que era inovação no Brasil, chamada “Vida e Obra de Johnny McCartney, que contou com a produção do até então desconhecido compositor baiano Raul Seixas e do cantor e compositor Luís Vagner, além da colaboração do letrista Arnaldo Brandão. 
Porém, na época foi lançado apenas em um compacto duplo com quatro canções do álbum, não sendo sucesso comercial. O álbum completo só viria a ser lançado no Brasil em 1995 e relançado nos Estados Unidos em 2008.

No ano de 1972, retomou a parceria com a cantora Lilian e voltara ao cenário musical. Porém a dupla tinha perdido o brilho de outrora. Em 1976, lança o disco “Meu Nome é Gileno”, contendo composições próprias, incluindo a regravação da música Grilo City, do disco de 1971 e regravações tais como Luar do Sertão (do poeta Catulo da Paixão Cearense) e Me Deixe Mudo (do compositor e músico experimentalista Walter Franco).

A partir dos anos 90, ficou na ativa lançando alguns discos pela própria gravadora “Natal Records” e participando da série de homenagens realizadas à Jovem Guarda, ao lado de ex-companheiros do movimento. (Fonte: wikipedia, 2011)

O disco desta postagem, foi lançado em 1991, pela gravadora CBS, com o selo Columbia, intitulado “Brasil Jovem Guarda”, que era o volume 2 de uma série de onze discos chamada “Academia Brasileira de Música”. 

O disco é interessante pela interpretação do cantor em músicas da jovem guarda, muitas não gravadas por ele e pela panorâmica de sucessos da época da Jovem Guarda. Também contou com a participação especial de Erasmo Carlos, Golden Boys, Trio Ternura e Renato e Seus Blue Caps. 

A seleção deste álbum conta com as seguintes músicas:

1. É proibido fuma / Pega ladrão / Negro gato; 
2. Eu não sabia que você existia / Coração de papel; 
3. Tijolinho / Alguém na multidão / Pra nunca mais chorar; 
4. Custe o que custar / Sentado a beira do caminho; 
5. Foi assim / Te amo / Gatinha manhosa; 
6. Vem quente que estou fervendo / Veja se me esquece / Você fala demais; 
7. Parei na contra-mão / Rua Augusta; 
8. Primeira lágrima / A irmã do meu melhor amigo; 
9. A volta / Eu daria a minha vida / O caderninho; 
10. A festa dos meus quinze anos / A pobreza; 
11. Devolva-me / Só vou gostar de quem gosta de mim; 
12. Minha fama de mau / Terror dos namorados.
























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quarta-feira, 8 de novembro de 2017

ERLON CHAVES & BANDA VENENO - INTERNACIONAL VOLUME 2 - 1973

O pianista, arranjador, maestro e cantor brasileiro Erlon Chaves nasceu em São Paulo,  no dia 09 de dezembro de 1933 e morreu em 14 de novembro de 1974, aos 40 anos, em consequência de um infarto fulminante, quando discutia (dizem que defendia) com um grupo, de forma emocionada, a polêmica em torno dos acontecimentos com o cantor Wilson Simonal.

Iniciou sua carreira de cantor apresentando-se em um programa infantil da rádio Difusora de São Paulo, atuando quando era muito menino. Foi ator mirim no filme Quase no céu.

Começou seus estudos de música no Conservatório Musical Carlos Gomes se formando em piano no ano de 1959. Estudou canto e harmonia, sendo orientado pelos maestros Luís Arruda Paes, Renato de Oliveira e Rafael Pugliese. Já na década de 1950, Erlon Chaves ingressou na carreira musical como pianista de casas noturnas, onde conheceu diversos músicos e desenvolveu sua veia "jazzística".

Com a versão do calipso Matilda do cantor Harry Belafonte, fez sucesso no final dos anos 1950. Na televisão trabalhou na TV Excelsior - canal 9, de São Paulo e em 1965, foi para a cidade do Rio de Janeiro, indo para a TV Tupi - Canal 6 e a TV Rio - canal 13.

Foi diretor musical da TV Rio, sendo um dos responsáveis e autor, em 1966, do Hino do FIC, música de abertura do Festival Internacional da Canção. Em 1968 acompanhou a cantora Elis Regina, que iria se apresentar no Olympia, de Paris.

Em 1970, durante o V FIC, transmitido pela TV Globo, regeu um coral de quarenta vozes, que mais tarde passou a chamar-se Banda Veneno, que acompanhou Jorge Bem, posteriormente chamado de Jorge Bem Jor. Cantou a canção Eu também quero mocotó, que estava fazendo muito sucesso; e foi acusado de assédio moral após uma cena em que é beijado por diversas loiras em apresentação na etapa internacional.

Com a Banda Veneno gravou seis discos até a sua morte em 1974. Nesses discos mesclava sucessos internacionais com nacionais. Erlon Chaves também lançou inúmeras músicas em trilhas de novelas e filmes como no libidinoso Soninha Toda Pura, ítem valiosíssimo de colecionador.

Sua discografia e participação em outros trabalhos:

§  1959 - Em tempo de Samba - Erlon Chaves e sua orquestra;
§  1965 - Sabadabada;
§  1965 - Alaíde Costa - participação como arranjador;
§  1966 - O Sheik de Agadir, da TV Globo, autor da música tema.
§  1966 Eu Compro esta Mulher - música tema.
§  1970 - Novela Pigmalião TV Globo. Na trilha sonora da novela consta a participação de Erlon Chaves e orquestra, nas músicas Tema de CristinaTema de Nando e Candinha e Povos, todas de autoria do maestro
§  1971 - Banda Veneno
§  1972 - Erlon Chaves e sua Banda Veneno Internacional, Vol. 1
§  1973 - Erlon Chaves e sua Banda Veneno Internacional, Vol. 2
§  1973 - Erlon Chaves e sua Banda Veneno Internacional, Vol. 3
§  1973 - Filme  Aladim e a lâmpada maravilhosa, com Renato Aragão e Dedé Santana.
§  1973 - As dez canções medalha de ouro - Erlon Chaves e Paul Mauriat. Gravação feita só com músicas brasileiras, escolhidas pelo público no programa do apresentador Flavio Cavalcanti.
§  1974 - Erlon Chaves e sua Banda Veneno Internacional, Vol. 4
§  1974 - Erlon Chaves e sua Banda Veneno Internacional, Vol. 5
§  1999 - Millennium: Erlon Chaves - Universal Music - reedição de suas gravações.
§  2002 - Erlon Chaves - Sabadabada (1965, Continental/Warner Remaster)

Fonte: Wikipedia/november/2017

Para homenagear o músico Erlon Chaves, no mês dos 43 anos do seu falecimento, postamos o álbum, de 1973, com a Banda Veneno, intitulado “Internacional Vol. 2”, que foi lançado pela gravadora Phonogram, com o selo Fontana.

As músicas que compõem a seleção são as seguintes:

1. All my love is for you;
2. Tears in my eyes;
3. Listen to the music / Woman;
4. I’d love you to want me / Philosopher;
5. Superman / I’m on fire;
6. You are the sunshine of my life / Where’s your love;
7. Carly & Carole;
8. Why can’t we live together / Clair;
9. Listen / When I’m a kid;
10. Don’t say goodbye / don’t turn around.















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