2014

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quinta-feira, 26 de março de 2015

RITA REYS - SINGS ANTONIO CARLOS JOBIM - 1983

Maria Everdina Reijs, mais conhecida como Rita Reys, nascida em Rotterdan, no 21 de dezembro de 1924 foi um cantora e instrumentista de jazz, da Holanda. Em 1960, no Festival Francês de Jazz, de Juan-les-Pins, ela recebeu o título de "primeira-dama de jazz da Europa".

Rita Reys era vinha de uma família de artistas. Seu pai era um violinista e maestro e sua mãe dançarina. Em casa, não era costume ouvir música jazz. Seus pais preferiam a música clássica luz, tais como Tchaikovsky e Chopin. Como um adolescente, participou e ganhou de vários eventos de competição de talentos locais.

Em 1943, Rita conheceu seu primeiro marido, jazz baterista Wessel Ilcken, que a apresentou para a cena do jazz. Rita Reys & the Wessel Ilcken Sextet, com Jerry van Rooijen no trompete e Toon van Vliet no saxofone tenor, realizada regularmente no clube de jazz Sheherezade em Amsterdã e outros locais holandeses.

Nos anos seguintes, Rita e Wessel realizaram apresentações em outras partes da Europa. Eles se apresentaram com Ted Powder na Bélgica e em Luxemburgo (1945 e 1946) e excursionaram pela Espanha e Norte de África, com a orquestra Piet van Dijk, entre 1947 e 1950.

Em 1950, Rita e Wessel fundaram seu próprio grupo, chamado “Rita Reys Sextet”, com o qual eles iriam comemorar muitos sucessos nos anos seguintes, tanto na Holanda, como em outros países europeus. Seu primeiro show foi no dia 1 de abril, do mesmo ano, no clube de Amsterdam Palace. Mas a maior parte do tempo o sexteto realizava apresentações fora da Holanda. Na Inglaterra, eles tocaram em bases militares norte-americanas e em vários clubes de dança, onde Rita conheceu pessoas como Ronnie Scott, que mais tarde fundou Ronnie Scott Jazz Club, em Londres.

Em 1953, por um semestre, Rita e Wessel residiram em Estocolmo, Suécia, cidade considerada como o centro de jazz da Europa naqueles dias. Rita fez suas primeiras gravações para a gravadora sueca. Em 2 de março de 1953, o casal gravou suas primeiras faixas com o saxofonista Lars Gullin.

Seis meses depois, eles voltaram para o estúdio com o sexteto Ove Lind. Rita e Wessel também participaram de algumas sessões de gravação de Quincy Jones, juntamente com Lars Gullin, Clifford Brown, e Art Farmer para o selo dele. Em Estocolmo, Rita Reys teve oportunidade de conhecer vários personagens do Jazz, tais como Ella Fitzgerald, Dizzy Gillespie, Oscar Peterson e Lester Young, entre outros.

Depois de seu tempo na Suécia, Rita e Wessel retornaram à Holanda. Nesse retorno, Rita registrou a interpretação de "My Funny Valentine", sendo elogiada e gerando oportunidade em sua terra natal. O produtor de discos George Avakian, da gravadora Columbia, que a ouviu cantar no clube Sheherezade, convidou-a para visitar os Estados Unidos. Ela aceitou de bom grado o convite e, em 1956, foi para Nova York por conta própria.

Em Nova York, ela gravou a metade de um álbum com Art Blakey & The Jazz Messengers. “The Cool Voice of Rita Reys features Horace Silver, Hank Mobley e Donald Byrd”. Alguns desses músicos realizaram uma série de shows com ela no renomado Village Vanguard em Greenwich Village, em Nova York.

Rita retornou para a América um ano depois, onde mais uma vez se apresentou no Village Vanguard, com o grupo Chico Hamilton. Ela também tocou com alguns outros grandes nomes, incluindo Oscar Pettiford, Zoot Sims e Clark Terry.

Posteriormente, ela foi para Toronto, Canadá para atuar no “Town Tavern”. Depois disso, voltou a Nova York, onde se apresentou com Herbie Mann e Oscar Pettiford. Nesse período, realizou gravações para o selo Alvorada, com Milt Hinton no baixo, Osie Johnson e Mat Matthews no acordeon.

Após essa passagem pela América, retornou à Holanda e sofreu uma perda pessoal, a morte do seu marido Wessel, em um acidente de esqui aquático. Após esse contratempo, se apresentou nos palcos da Alemanha, onde trabalhou com Kurt Edelhagen e Bengt Hallberg, e na França, com Lester Young.

Nos anos seguintes, Rita gravou vários discos com a orquestra Rogier van Otterloo. Suas versões de canções de Burt Bacharach e Michel Legrand - incluindo interpretações de Make It Easy On Yourself e Once Upon A Summertime, levando a receber o prêmio Edison Oeuvre Award e disco de ouro. Mais tarde, ela gravou o repertório de George Gershwin e Antonio Carlos Jobim, com a mesma orquestra.

Na década de 1980, Rita voltou ao clássico American Songbook Jazz, gravando discos como “Memories Of You”, com a orquestra Lex Jasper. Em 1985, Rita foi diagnosticada com câncer de mama, mas fez uma recuperação rápida e completa. Após delicado tratamento médico e tendo já se recuperado, ela fez uma performance com ingressos esgotados no Concertgebouw de Amsterdan, que estabeleceu o seu regresso ao palco.

Em 1986, Rita gravou um álbum de Natal, chamado “Have Yourself A Merry Little Christmas”, com Pim Jacobs Trio e a Metropole Orchestra, conduzida por Rogier van Otterloo. Seria seu último álbum com Rogier, já que veio a falecer dois anos depois. Nesse mesmo ano, Rita tinha sido indicada para o prêmio “Bird Award”, mas que só veio a receber em 1991, no North Sea Jazz Festival. Simultaneamente recebeu um da American Songbook Award.

Em 1992, ela lançou dois álbuns duplos, denominados “Rita Reys, The American Songbook, Volumes 1 & 2”. Estes seriam os últimos álbuns que ela gravou com Pim Jacobs, que estava com câncer. Como resultado, a turnê que comemoraria o 70º aniversário de Rita foi cancelado. Jacobs Pim morreu no dia 03 de julho de 1996, com 61 anos de idade.

Em 2004, gravou um novo álbum, o “Beautiful Love”, juntamente com Pedro Beets (piano), Ruud Jacobs (baixo) e Martijn van Iterson (guitarra), ela gravou 14 faixas inéditas, homenageando seu antigo companheiro Pim Jacobs. Dois anos mais tarde, ela foi a primeira mulher artista de jazz holandês a ser homenageada com o Prêmio Edison Award, depois de Tony Bennett, Herbie Hancock, e Toots Thielemans.

Em 2009, Rita Reys recebe uma ovação de pé no Amsterdam Concertgebouw, no dia 17 de dezembro de 2009. Já com carreira consolidada, realizou nova participação no North Sea Jazz Festival, desta vez acompanhada do músico Lex Jasper. Nesse período, com shows regulares, voltou a gravar um álbum, denominado “Loss of Love”, cantando Henry Mancini.


A fim de celebrar o seu 75º aniversário, ela gravou “The Lady Strikes Again, com o Lex Jasper Trio, a Cor Bakker Trio e Rosenberg Trio. Em 28 de julho de 2013, Rita Reys morreu com a idade de 88 anos, em Breukelen, nos Países Baixos. Além de ganhar inúmeros prêmios musicais, gravou 44 álbuns em diversos formatos e um dvd.

O álbum desta postagem foi lançado no Brasil em 1983, pela gravadora Polygram, com selo (label) Atlas. Porém, sua primeira edição ocorreu na Holanda, em 1981, pela gravadora Philips, com o título "Rita Reys Sings Antonio Carlos Jobim", pela série "Music For The Millions". A seguir as canções que compõem o disco:


Track List
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01. How Insensitive (Insensatez);
02. Dindi;
03. Só danço o samba;
04. Once I loved (O Amor em paz);
05. Quiet night of quiet stars;
06. This happy madness (Estrada Branca);
07. Triste;
08. Song of the Sabiá;
09. Meditation (Meditação);
10. Once again (Outra vez).




 Capa (Front) Edição Brasil - Selo Atlas - 1983





ContraCapa (Back Cover) Edição Brasil - Selo Atlas - 1983




Label Edição Brasil - Selo Atlas - 1983




Capa (Front) Edição Brasil - Selo Philips - 1981




ContraCapa (Back Cover) Edição Brasil - Selo Philips - 1981




 Label Edição Brasil - Selo Philips - 1981



 Rita Reys - Amsterdam Concertgebouw




 Rita Reys (21/Dez/1924 - 28/Jul/2013+) 




Antonio Carlos Jobim

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terça-feira, 24 de março de 2015

BILLY VAUGHN - QUIETLY WILD - 1968

Desta vez, resgatamos um álbum da Orquestra de Billy Vaughn, intitulado "Quiet Wild', lançado originalmente em 1968, nos EUA, pela Dot Records, uma divisão da Paramount Pictures Corporation. 

Em minha opinião é um belo disco, com bons arranjos e muito agradável de se ouvir. Único porém, é que só dura 28 minutos. 

Esta postagem só foi possível graças ao amigo Eldo Bastos, que gentilmente nos doou este disco e tantos outros, que gradativamente postaremos no blog. Muito obrigado.

Veja também outras Postagens da Orquestra de Billy Vaughn disponíveis no blog LaPlayaMusic

O álbum é composto das seguintes canções instrumentais:

Track List
---------------------------------------------------
01 - Soulitude (02:16)
02 - Theme From Valley Of The Dolls (02:50)
03 - Soul Coaxing (02:35)
04 - Love Is Blue-version 1 (02:46)
05 - That Night (02:13)
06 - Let It Be Me (02:35)
07 - St. James Infirmary (02:36)
08 - The Dawn Of Our Love (02:43)
09 - Spanish Lights (02:28)
10 - Goodbye Is Not Forever (02:47)
11 - Gentle On My Mind-version 2 (02:18)















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quinta-feira, 19 de março de 2015

OS SUPER QUENTES - E OS SUCESSOS - VOLUME 8 - 1974 - REPOST

A pedido do amigo Dino, repostamos o álbum do grupo de estúdio Os Super Quentes, Volume 8, lançado em 1974, pela gravadora CBS, com o selo (label) Entré. 

Para saber de mais informações desse grupo, veja as postagens anteriores, principalmente a a primeira  apresentada em 13/02/2012. As músicas que compõem o disco são as seguintes:

1. Querida (Cherie sha la la); 
2. Não quero amar ninguém (A song I'd like to sing); 
3. Razão para brigar (No more troubles); 
4. Eu não sei (K.k.k. love); 
5. Porque te encontrei (More than sympathy); 
6. Teimosa; 
7. Férias na praia (Ring ring); 
8. Não vou deixar você sair; 
9. Tu és minha vida (Tu nella mia vita); 
10. Eu pensei (Rien qu' un ciel); 
11. Você me faz feliz (You make me feel brand new); 
12. Não acreditei (Mon ami tango).















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quinta-feira, 12 de março de 2015

INEZITA BARROSO - RAÍZES SERTANEJAS - HOMENAGEM - 1998

Morre em SP a cantora Inezita Barroso

Apesar de tardia, segue a nossa homenagem a grande artista da música sertaneja autêntica brasileira.

Ela tinha 90 anos e apresentou por mais de 30 anos o programa 'Viola, minha viola'. A cantora estava internada no Hospital Sírio-Libanês desde 19 fevereiro.
A cantora e apresentadora Inezita Barroso morreu na noite deste domingo (8), aos 90 anos, informou a assessoria do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Inezita estava internada desde 19 fevereiro e completou 90 anos no último dia 4 de março. Ela deixa uma filha, Marta Barroso, três netas e cinco bisnetos.

Em dezembro, a cantora foi hospitalizada após cair dentro da casa em que estava hospedada em Campos do Jordão, no interior de São Paulo. Na ocasião, de acordo com o hospital, ela teria caído da cama e apresentava dores nas costas.

Inezita Barroso é considerada uma das principais cantoras da música sertaneja brasileira. É reconhecida como a mais antiga e mais importante expressão artística da música caipira no País. Ela nasceu em São Paulo e fez carreira no rádio e na televisão, além de passagens pelo cinema e teatro, onde atuou e produziu espetáculos musicais. Em novembro de 2014, ela foi eleita para ocupar uma das cadeiras na Academia Paulista de Letras.

Inezita Barroso, cujo nome de batismo era Ignez Magdalena Aranha de Lima, nasceu em 4 de março de 1925, em São Paulo. Ela começou a cantar aos sete anos e, aos onze, passou a estudar piano. A carreira ganhou força já durante os anos 1940, quando cantava músicas folclóricas compiladas por Mário de Andrade, na Rádio Clube do Recife. Em 1950, começou a atuar na Rádio Bandeirantes.

O primeiro disco veio em 1951, com músicas como "Funeral de um Rei Nagô" e "Curupira”.
Mas foi dois anos depois que vieram dois de seus maiores sucessos. Ela gravou Marvada pinga, de Cunha Jr; e Ronda, de Paulo Vanzolini.

Em 1954, passou a apresentar programas sobre folclore. O ano de 1958 foi o da gravação de Lampião de gás. Ao todo, lançou 80 discos, com mais de 900 músicas. Inezita estreou como atriz no filme "Angela", de Tom Payne e Abílio Pereira de Almeida, em 1950. Três anos depois, participou dos filmes "Destino em apuros", de Ernesto Remani; e "Mulher de verdade", de Alberto Cavalcanti. Esteve também em "É proibido beijar", de Ugo Lombardi e "O craque", de José Carlos Burle. Outra produção em sua filmografia foi "Carnaval em lá maior", de Adhemar Gonzaga.

Além da música e das artes cênicas, Inezita se graduou em Biblioteconomia e, de 1982 a 1996, deu aulas de Folclore na Universidade de Mogi das Cruzes. A partir de 1983, ela se tornou professora na Faculdade Capital de São Paulo. Em 1956, publicou o livro "Roteiro de um violão".

Ela continuou gravando programas de TV e lançando músicas. Para as novas gerações, era mais conhecida como a apresentadora do programa "Viola, minha viola", no ar na TV Cultura desde 1980. Os primeiros apresentadores foram Moraes Sarmento e Nonô Basílio, mas logo ela começou a participar. Depois, passou a apresentar sozinha.

Nesta postagem, para homenageá-la apresentamos o álbum "Raízes Sertanejas", que contém uma seleção de seus maiores sucessos e de grandes clássicos da música sertaneja, lançado em 1998, pela gravadora EMI/Copacabana Discos. Vale a pena conferir. 

As músicas contidas no disco são as seguintes:

1. Lampião de gás;
2. Moda da pinga (Malvada pinga);
3. Engenho novo;
4. Prenda minha;
5. Tristeza do Jeca;
6. Fiz a cama na varanda;
7. De papo pro ar;
8. Azulão;
9. Pezinho;
10. Balaio;
11. Na Serra da Mantiqueira;
12. Luar do sertão;
13. Mestiça;
14. Peixe vivo;
15. Negrinho do pastoreio;
16. Meu limão, meu limoeiro;
17. Chitãozinho e Xororó;
18. Chico mineiro;
19. O menino da porteira;
20. Rio de lágrimas. 






















Inezita Barroso (04/Mar/1925 - 09/Mar/2015)


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terça-feira, 10 de março de 2015

ROMANCE IN FLASHBACK - VÁRIOS - 1992

O álbum desta postagem, intitulado "Romance in FlashBack", resgata uma coletânea interessante dos anos 1970, lançada no Brasil pela gravadora CID - Companhia Industrial de Discos, com algumas faixas de intérpretes já esquecidos e ou até desconhecidos por muitos. Ouça, confira e nos dê sua opinião. Aguardo...

A seleção das canções são as seguintes:

1. Alone again (Gilbert O'Sullivan);
2. Smoke gets in your eyes (The Platters);
3. There's no more corn on the Brasos (The Walkers);
4. Blue Velvet (Ronnie Mcdowell and Bobby Vinton);
5. Raindrops keep falling on my head (B.J. Thomas);
6. Just when I needed you most (Peter Griffin);
7. Unchained melody (Ronnie Mcdowell);
8. Twilight time (The Platters);
9. Goodnight my love (Mike Pinera - ex Iron Butterfly);
10. Clair (Gilbert O'Sullivan);
11. I just can't help believing (B.J. Thomas);
12. I'm coming home (Peter Woods);
13. He (Today's People);
14. More than sympathy (Ignace);
15. (You've got) The magic touch (The Platters);
16. Burning bridges (Ronnie Mcdowell and Jack Scott).









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quarta-feira, 4 de março de 2015

THE DAVID WHITAKER ORCHESTRA - LATIN IN THE NIGHT - 1967

O compositor, arranjador e maestro inglês David Sinclair Whitaker, nascido em 06 de Janeiro de 1931 e falecido em 11de janeiro de 2012, foi um dos músicos mais ativos das décadas de 1960 e 1970.

Whitaker colaborou nas obras de diversos artistas britânicos e franceses de maior prestígio, incluindo a Air, Etienne Daho, Marianne Faithfull, Claude François, Serge Gainsbourg, France Gall, Johnny Hallyday, The Rolling Stones, Jimmy Page, Saint Etienne, Simply Red, Sylvie Vartan e outros como Lee Hazlewood, Kings of Convenience e Francesco de Gregori.

Também, gravou várias sessões com a Orquestra da Rádio BBC, no Maida Vale Studios, em Londres, no início de 1980, com uma mistura de suas próprias composições e arranjos, sendo muito aclamado pela crítica e pelo público.

Nesta postagem, gentilmente cedido pelo amigo Eldo Bastos, apresentamos o álbum de David Whitaker Orchestra, intitulado “Latin In The Night”, lançado na Inglaterra em 1967, pela Decca Records, pelo Selo (label) Deram. Certamente, os destaques desse disco são as composições brasileiras contidas na seleção, tais como: Mais que nada (Jorge Ben), Samba de verão/Summer Samba (Marcos e Paulo Sérgio Valle), Meditação e Corcovado (Antonio Carlos Jobim), Andorinha preta (Breno Ferreira) e Berimbau (Vinicius de Moraes e Baden Powell).

A seleção do álbum "Latin in The Nights" contém as seguintes canções:

1. I will wait for you;
2. Mais que nada;
3. The lonely one;
4. Summer samba (Samba de verão);
5. La golondrina;
6. Meditation (Meditação);
7. Quiet nights (Corcovado);
8. Brazilian love song (Andorinha preta);
9. The look of love;
10. Amapola;
11. Berimbau;
12. A girl in love.















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terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

HOT MACHINE - DÉCADA EXPLOSIVA - 1975

Como já comentamos no blog, era comum na década de 1960 e 1970 a criação de bandas (conjuntos) de estúdio, pseudônimos para grupos existentes. É o caso apresentado nesta postagem, com a banda Hot Machine, que na verdade era formada por integrantes dos The Fevers. 

O álbum em questão foi intitulado de "Década Explosiva", que foi lançado em 1975. pela gravadora EMI-Odeon, pelo selo (labels) Fênix e também pelo selo Jangada. Posteriormente, viria a ser relançado em 1998, no formado digital (Compact Disc).

Um fato curioso é que o título desse disco também foi utilizado como nome de grupo, com lançamento de vários discos de coletâneas. Para alguns, é difícil associar o vocal do Hot Machine como sendo do grupo The Fevers. Na verdade, eles tiveram o cuidado de não utilizar a voz do vocalista principal do grupo, Almir Bezerra, já que isso evidenciaria mais facilmente a identificação. Assim, só possível ouví-lo cantando nos back vocais.

A seleção musical do álbum resgata as músicas da época e as suas releituras demonstram competência, apesar de muitos, como eu, preferir as versões originais. Dessa seleção, muitas músicas foram lançadas em versões pelos The Fevers, tais como I've been hurt, It's too late Yellow river. A lista é composta das seguintes canções:

1. Let's twist again / Rock around the clock;
2. I've been hurt;
3. (I can't get no) Satisfaction;
4. My pledge of love;
5. It's too late;
6. Black is black;
7. Day tripper / She loves you;
8. Yellow river;
9. Venus;
10. Bus stop;
11. Woolly bully;
12. Born to be wild

























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sábado, 21 de fevereiro de 2015

THE BIG SEVEN - OS SUCESSOS NUM SUPER EMBALO - 1969 - REPOST

Para completar as repostagens do grupo de estúdio The Big Seven, segue agora o Volume 3, intitulado "Os Sucessos Num Super Embalo", álbum lançado em 1969, pela gravadora CBS, com o selo popular Okeh.

As canções intrumentais que compõem o disco são as seguintes:

1. Que pena; 
2. Ninguém vai tirar você de mim; 
3. Coração de cristal; 
4. Preciso esquecer que te amo; 
5. Não me perguntem por ela; 
6. Lo decia el; 
7. Férias na India; 
8. Quero um beijo seu; 
9. Adeus ingrata; 
10. Risque; 
11. Quero saber; 
12. Vingança.














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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

FRANCK POURCEL - TURBO RHAPSODY - 1981

Já resgatamos diversos álbuns de orquestras, entre vários, destacamos as orquestras de Paul Mauriat, Franck Pourcel e Billy Vaughn. Desta vez, apresentamos o disco "Turbo Rapsody", da Orquestra de Franck Pourcel, lançado no Brasil em 1981, pela gravadora EMI-Odeon.

Em contrapartida, esse mesmo título de disco foi lançado para o mercado hispânico, porém diferente na composição da seleção musical, tendo em comum apenas cinco canções, sendo, Super Trouper, Woman in love, Lady, New York New York e Hey. As outras foram substituídas, destacando as músicas Logical song, Lança perfume, Bette Davis eyes, Primor e outras.

Particularmente, gosto mais da fase setentista da orquestra. Mas mesmo assim, sempre é muito agradável ouví-lo. Dessa seleção, destaco as canções New York, New York e The winner takes it all.

O álbum desta postagem é composto com as seguintes músicas:

1. Super Trouper;
2. Woman in love;
3. Turbo rhapsody;
4. Lady;
5. New York, New York;
6. Xanadu;
7. Hey.
8. The winner takes it all;
9. La festa;
10. Felice;
11. Prende un enfant.












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