2014

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terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

HOT MACHINE - DÉCADA EXPLOSIVA - 1975

Como já comentamos no blog, era comum na década de 1960 e 1970 a criação de bandas (conjuntos) de estúdio, pseudônimos para grupos existentes. É o caso apresentado nesta postagem, com a banda Hot Machine, que na verdade era formada por integrantes dos The Fevers. 

O álbum em questão foi intitulado de "Década Explosiva", que foi lançado em 1975. pela gravadora EMI-Odeon, pelo selo (labels) Fênix e também pelo selo Jangada. Posteriormente, viria a ser relançado em 1998, no formado digital (Compact Disc).

Um fato curioso é que o título desse disco também foi utilizado como nome de grupo, com lançamento de vários discos de coletâneas. Para alguns, é difícil associar o vocal do Hot Machine como sendo do grupo The Fevers. Na verdade, eles tiveram o cuidado de não utilizar a voz do vocalista principal do grupo, Almir Bezerra, já que isso evidenciaria mais facilmente a identificação. Assim, só possível ouví-lo cantando nos back vocais.

A seleção musical do álbum resgata as músicas da época e as suas releituras demonstram competência, apesar de muitos, como eu, preferir as versões originais. Dessa seleção, muitas músicas foram lançadas em versões pelos The Fevers, tais como I've been hurt, It's too late Yellow river. A lista é composta das seguintes canções:

1. Let's twist again / Rock around the clock;
2. I've been hurt;
3. (I can't get no) Satisfaction;
4. My pledge of love;
5. It's too late;
6. Black is black;
7. Day tripper / She loves you;
8. Yellow river;
9. Venus;
10. Bus stop;
11. Woolly bully;
12. Born to be wild

























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sábado, 21 de fevereiro de 2015

THE BIG SEVEN - OS SUCESSOS NUM SUPER EMBALO - 1969 - REPOST

Para completar as repostagens do grupo de estúdio The Big Seven, segue agora o Volume 3, intitulado "Os Sucessos Num Super Embalo", álbum lançado em 1969, pela gravadora CBS, com o selo popular Okeh.

As canções intrumentais que compõem o disco são as seguintes:

1. Que pena; 
2. Ninguém vai tirar você de mim; 
3. Coração de cristal; 
4. Preciso esquecer que te amo; 
5. Não me perguntem por ela; 
6. Lo decia el; 
7. Férias na India; 
8. Quero um beijo seu; 
9. Adeus ingrata; 
10. Risque; 
11. Quero saber; 
12. Vingança.














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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

FRANCK POURCEL - TURBO RHAPSODY - 1981

Já resgatamos diversos álbuns de orquestras, entre vários, destacamos as orquestras de Paul Mauriat, Franck Pourcel e Billy Vaughn. Desta vez, apresentamos o disco "Turbo Rapsody", da Orquestra de Franck Pourcel, lançado no Brasil em 1981, pela gravadora EMI-Odeon.

Em contrapartida, esse mesmo título de disco foi lançado para o mercado hispânico, porém diferente na composição da seleção musical, tendo em comum apenas cinco canções, sendo, Super Trouper, Woman in love, Lady, New York New York e Hey. As outras foram substituídas, destacando as músicas Logical song, Lança perfume, Bette Davis eyes, Primor e outras.

Particularmente, gosto mais da fase setentista da orquestra. Mas mesmo assim, sempre é muito agradável ouví-lo. Dessa seleção, destaco as canções New York, New York e The winner takes it all.

O álbum desta postagem é composto com as seguintes músicas:

1. Super Trouper;
2. Woman in love;
3. Turbo rhapsody;
4. Lady;
5. New York, New York;
6. Xanadu;
7. Hey.
8. The winner takes it all;
9. La festa;
10. Felice;
11. Prende un enfant.












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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

THE BIG SEVEN - XUXU BELEZA - VOLUME 9 - 1973 - REPOST

Continuando com as repostagens, desta vez reapresentamos o álbum do grupo The Big Seven, intitulado  "Xuxu Beleza - Volume 9". Foi lançado no Brasil em 1973, pela gravadora CBS, sob o selo Okeh. Para maiores detalhes sobre o grupo veja as postagens anteriores. 

O disco contém as seguintes músicas:

1. I can see clearly now; 
2. Listen to the music; 
3. Lamento / Amor, amor, amor ; A rosa / India; 
4. Beautiful sunday / Ave maria pro nosso amor / Vem ficar comigo / Lonely lady; 
5. Philosopher; 
6. You're lady; 
7. Are we losin touch















sábado, 7 de fevereiro de 2015

THE BIG SEVEN - CURTIÇÃO - VOLUME 7 - 1971 - REPOST

Agora é a vez de reapresentarmos o álbum "Curtição - Volume 7", do grupo de estúdio, The Big Seven. Para quem está chegando agora, essa banda era formada por componentes dos The Fevers e Renato e Seus Blue Caps. Veja mais detalhes nas primeiras postagens do grupo no blog.

O disco foi lançado em 1971, pela gravadora CBS, atual Sony, com o selo Okeh. As músicas que compõem o disco são as seguintes:

1. Eu desta vez vou te esquecer (Lucky people); 
2. Desacato; 
3. Oh me, oh my (I'm a fool for your baby); 
4. Impossivel acreditar que perdi você; 
5. Sou louco por você; 
6. Na galha do cajueiro; 
7. De noite na cama; 
8. Só o amor constrói; 
9. História de amor (Theme from Love Story); 
10. Se (If) / Lábios que beijei / Sorris da minha dor.



















quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

DIRCEU GRAESER - O SOM DO SAMBA NO SUL - 1980 - REPOST

Conforme pedido anônimo, estamos reapresentando os links da postagem do álbum do artista paranaense Dirceu Graeser, intitulado "O Som do Samba no Sul".

O álbum desta postagem trata-se de uma raridade, denominado “O Som do Samba No Sul – Volume I”. Esse disco foi o último que gravou, quando tinha 40 anos de idade, com apoio e arranjos de Reinaldo Godinho e participação de Paulo Chaves no vocal. A produção e capa coube a Paulo Hilário, compositor da música O Pássaro.

Esse disco foi lançado em 1980, pela gravadora SIR Laboratório de Som e Imagem, com distribuição da gravadora Discos Continental. Foram prensados 3500 discos, sendo que 1500 foram doados a instituições de caridade. O grande destaque do disco é a música O Pássaro

O disco contém as seguintes músicas:

1. Deixe disso; 
2. Ouça amor; 
3. Saudade; 
4. Ontem e hoje; 
5. Um lenço acenando; 
6. Dizem; 
7. O pássaro; 
8. Recompensa; 
9. Apenas um sorriso; 
10. Brigamos outra vez.






















terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

THE BIG SEVEN - UMA VIAGEM COM OS SUCESSOS - VOLUME 5 - 1970 - REPOST

A pedido do amigo identificado como Soulpsychbrasileiro, reapresentamos o álbum postado em nosso blog em 02/maio/2012, da banda de estúdio The Big Seven (Ver Postagens Anteriores), intitulado "Uma Viagem Com os Sucessos - Volume 5), lançado em 1970, pela gravadora CBS, com o selo (label) Entré.

Também nos informaram que há outros dois álbuns dessa banda cujos links estão desativados. Assim, que for possível estaremos repostando. Aguardem.

Conforme havia informado na postagem original, considero esse disco como um dos melhores da série. A seleção das músicas são as seguintes:

1. Mambo Barroco, 
2. Paris Tropical; 
3. London London; 
4. Batida de Côco Não é de Limão; 
5. Viu Menina, 
6. Primvera / Vai Chuva; 
7. Quando Vi Você Dormindo; 
8. Coqueiro Verde; 
9. Tudo Tem o Seu Preço; 
10. A Palavra Adeus; 
11. A Deusa da Minha Rua; 
12. Marie Jolie.














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domingo, 1 de fevereiro de 2015

THE BRASS RING - LARA'S THEME (SOMEWHERE MY LOVE) - FEATURING PHIL BODNER - 1965

The Brass Ring foi um grupo de músicos de estúdio americano liderados pelo saxofonista e arranjador Phil Bodner. Sediados em Nova York, seu estilo era semelhantes ao The Tijuana Brass, que era liderado por Herb Alpert. Nos anos 1960 isso foi comum e proliferaram vários grupos com essa influência.

Entretanto, apesar dessa semelhança, o The Brass Ring, também tinha um “timing” que lembra o som de sax de Billy Vaughn, cujos maiores sucessos ocorreram na década de 1950.

O grupo lançou vários álbuns e teve dois singles de maior sucesso. O primeiro foi The Phoenix Love Theme (Senza Fine) do filme “The Fligh of The Phoenix”, alcançando o número 32 nas paradas do Billboard Hot 100, nos EUA, no ano de 1966. O segundo single de sucesso foi The Dis-Advantages of You, utilizado em um comercial americano para a Benson & Hedges, atingindo o número 36 das paradas, em 1967.

Outros singles também compareceram na Billboard Chart Easy Listening, mas com menores relevâncias, incluindo um single intitulado Love In the open air, um cover pouco conhecido de composição de Paul McCartney, porém valorizado por colecionadores. O grupo continuou gravando até 1972, pelo selo Projeto 3, de Enoch Light.

Nesta postagem, resgatamos o álbum “Lara’s Theme (Somewhere My Love)”, gentilmente cedido pelo amigo Eldo Bastos, que sempre tem contribuído com o nosso blog. O disco foi lançado nos EUA, em 1966, pela gravadora RCA Victor. Aproveito para comentar, que esse disco já foi postado na internet, porém com o título da música “Guantanamera”, que aparece em destaque na capa do disco..

As músicas que fazem parte da seleção são as seguintes:

1. Lara’s theme;
2. Samba de orfeo;
3. Who’s afraid;
4. California dreamin’
5. Uncle Jose;
6. Anna;
7. Guantanamera;
8. Lapland;
9. Theme from born free;
10. Patricia;
11. Dear John;
12. Lightening bug.


















Featuring Phil Bodner
Links:



ZÉZINHO - OS CRAQUES DA MÚSICA - É UMA BRAZA PARA DANÇAR - VOLUME 3 - 1967

Resgatamos um raro disco do maestro Zézinho, intitulado "Os Craques da Música - É Uma Braza Para Dançar - Volume 3", lançado em 1967, pela gravadora Chantecler.  

Infelizmente esse maestro é desconhecido pela maioria das pessoas. Há muito pouca informação na internet a respeito dele. Em minha pesquisa descobri que o músico Zezinho se chamava José Batista da Silva Junior. Era maestro, arranjador, clarinetista, flautista e saxofonista (barítono).

Oriundo de Recife, chegou em São Paulo no inicio da década de 1950, sendo contratado na época áurea do rádio, pela Radio Nacional e posteriormente pela Rádio Record. 

No final da década de 1960, gravou três álbuns para a gravadora Chantecler, a série "É uma Braza Para Dançar - Os Craques da Música. Posteriormente, Na década de 1970, foi contratado pelo empresário Silvio Santos, para atuar no SBT, emissora na qual trabalhou durante décadas. Na emissora de Sílvio Santos, comandou musicalmente o programa "Qual é a música?". 

Ainda na década de 1970, lançou, pelo selo Old Play, o álbum "Só danço samba e... Boleros". Em 1983, gravou pela RCA Victor, o álbum LP "Frevo Brasil - Maestro Zezinho e Banda Capibaribe", no qual apareceram vários frevos 

Em 1998, lançou o álbum LP "Para Ouvir e Dançar", que incluiu vários clássicos antigos, incluindo  de Pixinguinha, Sinhô e Wilson Salles, Uzama e Joca. Dirigiu durante décadas a orquestra do SBT. No programa "Qual é a música?", comandava o leilão de notas musicais, daí, o bordão criado por Sílvio Santos, "Quantas notas maestro Zezinho?". Fez o arranjo para a música "Sílvio Santos vem aí", tema musical do programa "Show de calouros".

Em 24 de dezembro de 2010, morre o maestro Zezinho, de enfarte, após 40 dias internado no Hospital Total Cor.

A seleção do álbum que apresentamos consiste da releitura das seguintes canções:


1. Não quero voltar atras;

2. Coisinha estúpida (Something Stupid);
3. Esta é a minha canção (This my song);
4. Não há leite hoje (No milk today);
5. Não quebre meu coração (Don't go breaking my heart);
6. Música para ver a garota passar (Music to watch girls by);
7. Um pedacinho meu, um pedacinho seu (A little bit me, a little bit you);
8. Vem quente que estou fervendo;
9. Meu grito;
10. Pense bem (Penny Lane);
11. Só vou gostar de quem gosta de mim;
12. Eu acredito (I'm a believer).













Links:


quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

PAUL MAURIAT - PLAYS THE HITS OF DEMIS ROUSSOS - 1979

Para homenagear o cantor Demis Roussos, repostamos um álbum da Orquestra de Paul Mauriat, intitulado "Plays The Hits Of Demis Roussos", tributo lançado na Europa em 1979, pela gravadora Phonogram, com o selo (label) Philips. 

Nesse disco constam os grandes sucessos de Demis Roussos, em releituras orquestrais do maestro francês Paul Mauriat, tais como We shall dance, Rain and Tears, My reason, My only fascination, Goodbye my love goodbye, Someday somewhere e Forever and ever. Vale a pena ouvir os excelentes arranjos das canções que melhor representam o repertório do cantor.

A seleção do disco compõem das seguintes músicas:

01 We shall dance
02 Rain and Tears
03 I want to live (Plaisir d'amour)
04 My reason
05 My only fascination
06 Goodbye my love goodbye
07 Someday somewhere
08 Forever and ever
09 From souvenirs to souvenirs
10 Because (Mourir aupres de mon amour)
11 Ainsi soit-il
12 Loin des yeux, loin du coeur

Agradecimentos ao blog http://forgottenmasterpieces.blogspot.com.br e 
ao extinto blog http://loungelegends.blogspot.com














Capa Alternativa (Alternative Front) 




Links:




quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

DEMIS ROUSSOS - MORRE AOS 69 ANOS - 2015

Morre o cantor Demis Roussos aos 69 anos de idade. Era um dos cantores que eu apreciava, desde os tempos da banda Aphrodite Child, pela sua forma diferente de cantar. Para quem não conhece, segue alguns detalhes da carreira do cantor:


Filho de pais expatriados (George e Olga), tanto ele quanto os pais nasceram no Egito. Demis nasceu e foi criado em Alexandria. Três anos depois nasceu seu irmão Costandinos.

O cantor foi fortemente influenciado pela música árabe. Aos dez anos de idade, fã do estilo jazz, aprendeu a tocar trombeta. Depois dos seus pais terem perdido tudo, após a Crise do Canal de Suez, a família voltou para a Grécia, quando Demis tinha quinze anos. Sua mãe, Olga, é mais conhecida pelo nome artístico de Nelly Mazloum.

A partir de então, Demis participa em vários grupos musicais. O primeiro, com dezessete anos, “The Idols”, quando tinha de trabalhar para sustentar a sua família. Já nesse grupo Demis começa a destacar-se como cantor, a partir do momento em que é solicitado para substituir o vocalista que estava cansado, para cantar algumas músicas (o que começou com The house of the rising sun e When a man loves a woman, que posteriormente viria a gravar em carreira solo.

Com o compositor Lakis Vlavianos, Roussos deu início à banda “We Five”, já como vocalista principal. Mas só se torna mais conhecido a partir de 1968, com a banda de rock progressivo “Aphrodite's Child”, formada no Reino Unido, para a qual Demis se associa a outros dois músicos gregos, respectivamente Vangelis (ou Vangelis Papatanassiou) e Loukas Sideras, primeiramente como vocalista, depois também como guitarrista e baixista. Vangelis ficou como compositor principal e teclista, enquanto Loukas cuidava da bateria.

No entanto, por falta de permissão para trabalhar em Inglaterra, o grupo mudou-se para Paris, então no auge da Revolução de maio de 1968. O primeiro álbum foi “Rain and Tears”, que obteve um tremendo sucesso e vendeu um milhão de discos apenas na França, altura em que nasce a sua primeira filha, Emily.

Nos três anos seguintes o desempenho do grupo foi excelente. Com uma voz ao estilo de ópera de Roussos, a banda passou a ter sucesso em nível internacional, inclusive com o álbum “666”, lançado em 1970. Logo após o lançamento dessa obra, que foi criticada por aspectos satânicos, o boicote dos cristãos da Europa aos seus shows, provocou série de cancelamentos de agendas e leva o encerramento do grupo.

Com o final do Aphrodite's Child, Demis continuou a gravar com Vangelis, seu ex-colega de banda. Publicaram os álbuns “Sex Power", de 1970, “Magic Together”, em 1977. A obra de maior sucesso da dupla foi “Race to the End”, vocalmente adaptada da trilha sonora do filme “Chariots of Fire”. Roussos também participou como convidado da trilha sonora do filme “O Caçador de Androides - Blade Runner)”, em 1982, filme de culto considerado o melhor da década de 1980.

Face ao seu sucesso como cantor, enquanto vocalista dos Aphrodite’s Child, a gravadora propôs-lhe gravar o seu primeiro compacto solo, com a canção We Shall Dance. Logo a seguir gravou o álbum “On the Greek Side of My Mind”, o qual, juntamente com o mencionado compacto, estourou como os 5 discos mais vendidos em toda a Europa, inclusive a  Escandinávia.

Demis Roussos consagrou-se, então, como cantor em 1971. Pouco depois Roussos reencontrou-se com Lakis Vlavianos, ex-colega do “We Five”. Lakis então compôs e Roussos gravou várias canções que ocuparam o primeiro lugar nas tabelas de vendas de vários países, entre as quais, Forever and ever, My friend the wind, Velvet morning, também conhecida como Tric Tric Tric, entre outras.

Destacaram-se também, na década de 1970, os sucessos My reason; Goodbye, my love, goodbye; Someday, Somewhere e Lovely lady of Arcadia. Ganhou um disco de ouro com seu LP “Demis”, o qual foi seu único sucesso nos Estados Unidos. Por outro lado, o cantor fez muito sucesso na Europa e na América Latina.

Após o nascimento do filho, Cyril, em 1975, o cantor grego ficou os próximos oito anos fazendo tournés pelo mundo fora, juntamente com sua segunda esposa e o filho. No Brasil, conseguiu lotar o estádio Maracanã com capacidade para 150.000 pessoas, façanha apenas conseguida por Frank Sinatra.

Foi citado no Livro de Recordes de Guinnes como personalidade de destaque do mundo do entretenimento musical das décadas de 1970 e 1980. Foi contemplado com mais de 100 discos de ouro, platina e diamante.

Em 1978, Demis decidiu retirar-se dos palcos temporariamente e mudou-se com a família para um lugar onde não era conhecido, a saber, a Praia de Malibu, no Estado da Califórnia (EUA). Emagreceu então 54 quilos e decidiu aproveitar a vida viajando pelo mundo.
Depois de algum tempo, ainda no estilo de vida pacata, mudou-se dos EUA e, com seu filho Cyril, passou a alternar residência entre a Inglaterra e a Grécia.

Em 14 de junho de 1985 ocorreu um fato que Demis considerou como um separador de águas na sua vida: juntamente com sua terceira esposa, o avião da TWA no qual viajavam de Atenas a Roma foi sequestrado. O fato de ver a morte de perto levou o cantor a refletir sobre o valor da vida, decidindo reassumir sua carreira de cantor, com gravações e shows ao vivo, como forma de contribuir para um futuro melhor para a humanidade.

Gravou então mais vinte canções, e compilou o álbum “The Story of Demis Roussos”. Paralelamente, Roussos participou de eventos voltados para soluções de problemas humanos, como, por exemplo, o fórum pela paz e desarmamento (Kremlin, Moscou, em fevereiro de 1987) . Preocupado com problemas ambientais, participou também da Reunião de Cúpula da Terra, no Rio de Janeiro.

A partir de 2004, Demis Roussos viveu uma vida mais sossegada à beira mar em algum lugar da Grécia, gozando os louros de ser considerado um dos cantores mais talentosos do século XX. Em 2005, após 25 anos, Demis Roussos retornou ao Brasil e fez três apresentações. Seu último disco foi lançado em 2009.

Demis Roussos faleceu no dia 25 de janeiro de 2015, após permanecer um longo período internado em um hospital de Atenas - Grécia. A filha Emily (do primeiro casamento) anuncia que o pai morreu de um câncer fulminante no estômago.

Fonte: wikipedia jan/2015



 DEMIS ROUSSOS
15/Junho/1946
25/Janeiro/2015











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