2018

2018

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

JOE JEFFREY - LOOKING AROUND (1970 EP)

Provavelmente você já ouviu a canção My pledge of love, de Joe Jeffrey Group, lançada em 1969 e a achou incrível. 

Joe Jeffrey (Joseph Stafford Jr.) foi uma daqueles artistas meteóricos de um grande sucesso. A música My pledge of love, quando lançada, alcançou as paradas de sucessos imediatamente, chegando ao nº 14 na "Billboard Hot 100" e entrou na parada CKLG de Vancouver em 23 de maio de 1969.

O grupo Joe Jeffrey Group era formado por Joe Jeffrey, Al Russ, Charles Perry e Ron Browning.

Quando pesquisamos sobre Joe Jeffrey o resultado é desanimador, pois há pouquíssimas informações, incluindo fotos. Do que obtive, Joe Jeffrey nasceu em Arkansas, nos Estados Unidos e morreu em 4 de setembro de 2016, aos 80 anos de idade, na cidade de Cleveland. Sua banda apesar de focar o "rhythm and blues", fez sucesso com uma canção mais "pop soul".

Outro hit de Joe Jeffrey foi My Baby Loves Lovin, mas que ironicamente foi superada pela gravação homônima do grupo britânico White Plains, sendo sucesso apenas na Australia.

Para homenagear esse músico, apresentamos nesta postagem, o raro compacto simples "Looking Around", lançado no Brasil, em 1970, pela gravadora Top Tape, pelo selo Wand.

Lado A:
01. Looking around;

Lado B:
02. Everything will be allright.















Links:






sábado, 10 de novembro de 2018

DAYBREAK - GOOD MORNING FREEDOM (1970)

O compacto desta postagem, apresenta uma canção que surgiu na época do psicodelismo, que enaltecia a liberdade, natureza, a paz e o amor. 

O grupo que interpreta essa música é o Daybreak. Infelizmente, não encontrei informações a respeito da banda. Apenas que eram da Nova Zelândia. Quanto a música ela foi mais conhecida pela interpretação do grupo "Blue Mink" e foi regravada várias vezes por outros artistas.

O disco foi lançado no Brasil em 1970, pela gravadora MCA Records. Nos Estados Unidos saiu com o selo Uni.

Lado A:
01-Good morning freedom;

Lado B: 
02-I could have heard the crying. 















Links:







quarta-feira, 7 de novembro de 2018

CHARLIE PARKER x DICK FARNEY

Caros amigos do blog, como curiosidade apresento-lhes a similaridade de duas canções, em determinadas partes. Me refiro as músicas  I'll remember april, de Charlie Parker e Copacabana, de Dick Farney. 

O que vocês acham? Qual das duas foi composta antes e quem teria copiado de quem? Pesquisei rapidamente e me parece que a canção do Dick Farney é de 1946, anterior a do Charlie Parker, que acredito ser de 1950. Será que estou certo? 

01. I'll remember april (Charlie Parker);
02. Copacabana (Dick Farney).











Link:



FESTIVAL DE EXITOS EN VOLTOPS VOLUME 10 (1972)

Nas minhas visitas em lojas de discos usados sempre encontro alguma coisa diferente e que manifesta a minha curiosidade. Em minha última passada encontrei um álbum argentino contendo uma compilação interessante de canções em espanhol. 

O que me chamou a atenção é que ele continha algumas canções que eu aprecio, tais como Sanson y Dalila (Flash), Sabes que yo siempre te amare (Amadeo), Un gato en la escuridad (Roberto Carlos)e Mi plegaria de amor (Robert Livi, composição de Silvio Cesar).  

Se você gosta de música orquestrada, recomendo ouvir a canção Sabes que yo siempre te amare, com a Orquestra Caravelli.

As canções que compõem o álbum desta postagem são as seguintes:

01. Sanson y Dalila - Samson and Delilah (Flash);
02. Cuando salga el sol - Moi, je m'an vais demain (Sergio Denis);
03. Soy rebelde (Julietta);
04. No me importa que diga la gente (Leonardo Favio);
05. Cantando te esperare (Francis Smith y su Clan);
06. Ya no vuelvo a enamorar (Estela Raval);
07. Como te dire (Sandro);
08. Gira el amor - Gira l'amore (Gigliola Cinquetti);
09. Sabes que yo siempre te amare (Amadeo);
10. Un gato en la obscuridad - Un gatto nel blu (Roberto Carlos);
11. Vamos a ver cuanto extraño tu amor (Safari);
12. Mi plegaria de amor - A minha prece de amor (Robert Livi).  













Links:







terça-feira, 6 de novembro de 2018

AEROPLANE - SEPTEMBER IN THE RAIN (1971)

Nesta postagem, apresentamos uma linda canção composta por Harry Warren e Al Dubin, publicada em 1937 e gravada por inúmeros artistas e orquestras. 

Entre as diversas interpretações destacam-se as releituras de Annie Lennox, Frank Sinatra, Julie London, Sarah Vaughn, Cilla Black, Jo Stafford, Dinah Washington, Rod Stewart, Willie Nelson, Norah Jones, Brenda Lee, Peggy Lee, Doris Day, entre outros.

A versão mais pop dessa canção, que apresentamos nesta postagem, foi lançada em 1971, pelo grupo francês Aeroplane, que teve curta trajetória, encerrando em 1972. Era formada pelos músicos Keith Fawcett (guitarra e vocais), Steve Radford (guitarra), Alain Arnaud (baixo) e Pierre Della Gresta (bateria).

O compacto simples contém as seguintes canções:

Lado A:
1- September in the rain;

Lado B:
2- It's so better.





















Annie Lennox - September in the rain (Versão 2014)
Links:


sábado, 3 de novembro de 2018

GRANDES CANCIONES DE LOS BEATLES - TRIBUTE ´VARIOS (1973 ARGENTINA)

Nesta postagem, apresentamos uma rara compilação tributo aos Beatles, lançado na Argentina, em 1973, pela gravadora EMI, com o selo Capitol. O álbum foi gravado em SQ System - Quadraphonic.

A seleção do disco é composta das seguintes canções e intérpretes:

01. Yesterday - Ayer (Tom Vaughn);
02. Michelle (Laurindo de Almeida);
03. Here, there and everywhere - Aqui, alla y en todas partes (The Lettermen);
04. We can work it out - Podemos solucionarlo (The Hollyridge Strings);
05. The fool on the hill - El tonto de la colina (The Sound of Our Times)
06. Something - Algo (Peggy Lee);
07. Norwegian wood - Madera noruega (The Hollyridge Strings);
08. Hey Jude (The Sound of Our Times);
09. Eleanor rigby (Bobbie Gentry);
10. Let it be - Dejalo ser (Tennesse Ernie Ford).

















Links:






quarta-feira, 31 de outubro de 2018

FLOWERS IN YOUR HAIR - COVERS VERSION (SEM DATA)

Acredito que todo mundo tem as suas manias. Assim, uma das minhas manias é ouvir releituras de músicas, ou melhor dizendo, versões covers. Na verdade o que eu gosto é ver a capacidade de melhoria ou fidelidade na releitura. 

Para mim há dois tipos de covers: aquela que busca fazer igual a versão original, sendo fiel ao interprete em todas as suas matizes e aquela versão que considero mais interessante, que é a releitura propriamente dita, ou seja, busca elaborar a sua própria versão. 

Algumas versões que já ouvi ficaram melhores do que as originais e da mesma forma outras ficaram horrorosas.

Nesta postagem, apresentamos uma coletânea de músicas covers, que busca seguir o primeiro tipo que mencionei, o das versões fieis as originais. Nesta compilação, o interessante é que foca canções dos anos 1960, da fase do psicodelismo e da "Peace and Love". Quanto aos intérpretes, eles são desconhecidos. Provavelmente, são músicos de estúdio e o que chama a atenção é quanto aos nomes escolhidos, que são inusitados. Ouça e nos dê a sua opinião.

O álbum aqui apresentado foi lançado no Brasil, provavelmente no início dos anos 2000, pela gravadora Kives e Zapp New Disc. A seleção escolhida relembra ótimas canções dessa fase, a seguir listadas:

01. Games people play (Neil Robertson);
02. Happy together (Long Hair);
03. In-a-gadda-da-vida (Harlton Bronson);
04. Good morning starshine (Paul Richard);
05. Incense and peppermints (Crazy Potate Band);
06. Monday, monday (The Gang of Lions);
07. Elenore (Long Hair);
08. Judy in disguise - with glasses (Free Men & Co.);
09. Me and you and a dog named Boo (Stan Floyd);
10. Lay down - candles in the rain (Silvia Elliot);
11. Tip-toe thru the tulips with me (Jack Jackson);
12. Goin' out of my head (Archie Dave & Power Magic);
13. Oh happy day (Anthony Freeman);
14. She's not there (The Busters)

























Links:






  


segunda-feira, 29 de outubro de 2018

LAFONTAINE (JEAN LAFONTAINE) - LAFONTAINE (1968)

Neste final de semana, resgatei digitalmente mais um álbum da orquestra brasileira Jean Lafontaine, quando ainda se chamava apenas "Lafontaine". 
Como já mencionei em postagem anterior, provavelmente era uma orquestra de estúdio da gravadora RCA. 

Quem conduzia a orquestra era o maestro, arranjador e pianista Mario Casali, que participava ativamente em festivais de música popular brasileira, que ocorriam em sua cidade, Casa Branca, São Paulo.

O álbum "Lafontaine" foi lançado no Brasil, em 1968, pela gravadora RCA, pelo selo Camden. A seleção musical do disco era composta por sucessos internacionais da época, exceto a canção Aonde estás?, composição de Carlos Imperial e Fábio, a seguir listados:

01. Honey;
02. Homburg;
03. Do you want to dance?;
04. It must be him;
05. The ballad of Bonnie and Clyde;
06. Aranjuez, mon amour;
07. Love is blue (L'amour est bleu);
08. Look to your soul;
09. It's too late;
10. Live for life;
11. Aondes estás?;
12. When a man loves a woman.
















Links:






sexta-feira, 26 de outubro de 2018

FRANCK POURCEL - THE MOVIE COLLECTION (1999)

O interessante desta postagem é a classificação da seleção do álbum que foca as canções que fizeram parte de trilhas sonoras de filmes e que já tinham sido lançadas nos álbuns oficiais do maestro Franck Pourcel

Desta vez, resgatamos o álbum "The Movie Collection", da Orquestra de Franck Pourcel, que só foi lançada com esse layout gráfico em formato Compact Disc - CD. Foi lançado no Brasil, em 1999, pela gravadora EMI, antiga Odeon.

A seleção do disco conta com as seguintes canções instrumentais:

01. Somewhere my love (Dr. Jivago):
02. This my song (A Condessa de Hong Kong);
03. Les parapluies de Cherbourg (Os Guarda Chuvas do Amor);
04. Raindrops keep fallin in my head (Butch Cassidy & The Sundance Kid);
05. Speak softly love - Love theme from The Godfather (O Poderoso Chefão);
06. Un homme et femme (Um Homem, Uma Mulher);
07. Moon river (Bonequinha de Luxo);
08. Then shadow of your smile (Adeus as Ilusões);
09. Venise va mourir (Morte em Veneza);
10. Secret love (Ardida Como Pimenta);
11. Tonight (Amor, Sublime Amor);
12. The Entertainer - L'Arnaque (O Golpe de Mestre);
13. Theme from Midnight Cowboy (Perdidos na Noite);
14. Is Paris burning? - Paris en colere (Paris Está em Chamas);
15. Help;
16. What's new pussycat (O Que Que Há, Gatinha?).






















Links:







quinta-feira, 25 de outubro de 2018

THE BROTHERS FOUR - SING LENNON & MCCARTNEY (1966)

Nesta postagem, resgatamos o ótimo álbum "Sing Lennon & McCartney", do grupo The Brothers Four, lançado nos Estados Unidos, em 1966, pela gravadora Columbia e o selo de mesmo nome e com o selo CBS. 

The Brothers Four foi uma banda musical americana, estilo folk, fundada no ano de 1957 em Seattle nos Estados Unidos. Seus primeiros integrantes foram Bob Flick, John Paine, Mike Kirkland e Dick Foley.

Entre seus maiores sucessos da carreira se destacam as canções Try to Remember,  The Green Leaves of Summer , Greenfields500 Miles.

A fundação da banda se iniciou quando Bob Flick, John Paine, Mike Kirkland e Dick Foley, estudantes da Universidade de Washington se conheceram durante seus anos de estudos onde os mesmos eram membros de uma fraternidade chamada Phi Gamma Delta em 1956 (daí o surgimento da alcunha Brothers, "Irmãos" em português).

Sua primeira performance profissional foi resultado de uma brincadeira feita por uma fraternidade "rival" que chamou-os para uma audição, fingindo ser o Colony Club de Seattle. Embora não tivessem sido esperados para tal evento, foram autorizados a cantar algumas músicas e acabaram por ser contratados após a apresentação. Flick afirma que "eles recebiam parte do pagamento em cerveja".

Em 1959, o grupo de mudou para San Francisco onde conheceram Mort Lewis, o empresário de Dave Brubeck. Lewis tornou-se mentor da banda e brevemente assegurou um contrato com a Columbia Records.

Uma de suas grandes canções Greenfields, lançada em janeiro de 1960, tornou-se 2º lugar nas paradas de sucesso da época atingindo a marca de mais de 1 milhão de cópias vendidas e sendo premiada com disco de ouro pela RIAA.

O álbum homônimo ao nome do grupo no fim do mesmo ano chegou ao top 20. Outro destaque do início da carreira do “The Brothers Four” foi a música The Green Leaves of Summer lançada no filme “The Alamo”, estrelado por John Wayne que foi premiado na Academy Awards, de 1961.

Em 1962 gravaram o tema para o filme “Five Weeks in a Balloon e também para a série televisiva “Hootenanny no ano seguinte. Lançaram uma versão de Sloop John B, gravado como The John B. Sails.

Na época da denominada Invasão Britânica e a ascensão de músicos do estilo Folk rock, tal como Bob Dylan, levou à súbita interrupção do período de sucesso da banda. Mesmo assim, mantiveram-se porém altos índices de público, com turnês pelo Japão e alguns locais dos Estados Unidos.

Com a chegada de Jerry Dennon ao grupo, o grupo fundou uma estação de rádio em Seaside (Oregon), a KSWB (AM), em 1968. A estação foi vendida 4 anos depois para um grupo de Montana, sendo aglomerada a um grupo de pequenas estações algum tempo depois.

A banda ensaiou um retorno, gravando uma versão altamente comercial de Mr. Tambourine Man de Bob Dylan, mas foram impedidos de lançá-la devido à política de Direitos Autorais e a banda The Byrds eventualmente tomou seu destaque lançando uma versão semelhante.

Mike Kirkland deixou o conjunto em 1969 e foi substituído por Mark Pearson, outro ex-aluno da Universidade de Washington. Em 1971, Pearson saiu e foi trocado por Bob Haworth que permaneceu até 1985 até ser reposto pelo próprio retorno de Pearson. Dick Foley deixou o grupo em 1990, para seu lugar foi escolhido Terry Lauber. Embora tenha havido diversas mudanças na formação da banda desde o alinhamento original durante as mais de seis décadas de atividade, o grupo permanece ativo realizando shows.
        
Fonte: wikipedia/out 2018

As músicas que fazem parte da seleção do disco são as seguintes:

01. Norwegian wood;
02. Yesterday;
03. All my loving;
04. Nowhere man;
05. I'll follow the sun;
06. And I love her;
07. If I feel;
08. Help;
09. Michelle;
10. We can work it out;
11. Girl.




































Links: 







GIGLIOLA CINQUETTI - DIO, COME TI AMO (1967)

Nos anos de 1960 a 1970, a música italiana fez muito sucesso no Brasil. Artistas como Bobby Solo, Sergio Endrigo, Gianni Morandi, Domenico Modugno, Rita Pavone, Gigliola Cinquetti, Nico Fidenco, entre tantos outros, foram figuras constantes das paradas musicais da época. 

Dessa longa lista, extrai para a nossa postagem o primeiro disco da cantora Gigliola Cinquetti, lançado no Brasil, em 1967, pela gravadora RGE, que continha o grande sucesso Dio, Come Ti Amo. Desse álbum considero os grandes destaques as canções Dio, come ti amo, Non ho l'eta, Il primo bacio che daró e La Boheme, composição do recem falecido Charles Aznavour.

A cantora, atriz, jornalista e apresentadora italiana, Gigliola Cinquetti, nasceu em Verona, no dia 20 de dezembro de 1947. Formou-se no Liceu Artístico de Verona e iniciou sua carreira musical ainda jovem.
Estreou aos 15 anos, em 1963, vencendo o Festival de Castrocaro com a canção Le strade di notte, de Giorgio Gaber. No ano seguinte, venceu o Festival de Sanremo de 1964 com a canção Non ho l'età (per amarti), de Nicola Salerno e letra de Mário Panzeri. Dois meses depois, venceu, com a mesma canção, o Festival Eurovisão da Canção, em Copenhague.
Das doze edições de Sanremo das quais participou, Gigliola arrematou duas. A segunda foi, em 1966, interpretando Dio, come ti amo!, de Domenico Modugno, cujo sucesso levou à produção do filme homônimo, protagonizado pela própria Gigliola.
Em 1973, ganhou o concurso do programa Canzonissima com a canção Alle porte del sole, que foi reeditada dois anos depois pelo cantor ítalo-americano Al Martino, chegando à 17ª posição no “Billboard”.
En 1974, obteve o segundo lugar no Festival Eurovisão para a canção (perdendo para Waterloo, do grupo sueco ABBA). A versão inglesa dessa canção chegou ao 7º lugar de vendas na Inglaterra. Essa música levou a RAI a adiar a transmissão da Eurovisão para depois de 12 de maio de 1974, dia do referendo que decidiria revogar (ou não) a Lei do Divórcio. Acreditava-se que a letra — que repetia várias vezes o refrão Sì, sì, sì (sim) — poderia influenciar o voto dos italianos na opção "sim".
Depois disso, Gigliola se casou com o jornalista Luciano Teodori, se afastando por vários anos da mídia para se dedicar à família. Voltou em 1981, dessa vez como jornalista, no programa Linea verde, de Frederick Fazzuoli, além de escrever uma coluna semanal para um jornal.
Em 1982, apresentou, com Enzo Tortora, o programa Portobello, cantando e dançando o twist. Passou a colaborar com diversos jornais. Em 1996, apresentou um programa de verão em cinco episódios, intitulado Donne - Viaggio nella storia delle donne italiane, veiculado pela RAI International. Em 1991, conduziu um talk show na televisão de Montecarlo. No mesmo ano apresentou a edição do "Euro Festival".
Além da música, Gigliola sempre gostou de pintura e arte. Algumas capas de seus singles como: La Bohème e Mistero foram elaboradas por ela. Em 1973, ilustrou o livro infantil O pescatelle, de Umbertino di Caprio; Em 1976, foi a vez de Inchistrino, do mesmo autor.
A última participação de Gigliola Festival de Sanremo foi em 1995. Três anos antes, lançou seu último álbum de estúdio — La Poèsie d'une Femme —, que a levou a apresentar-se na televisão francesa.
Desde os anos 1990, trabalha na televisão pública italiana RAI. Em 2008, recebeu o Premio Giulietta alla Donna, em homenagem a sua carreira.
 Fonte: wikipedia, out/2018 e blog "https://bugrim.blogspot.com/"

As músicas constantes no álbum "Dio, Come Ti Amo", são as seguintes:

01. Dio, come ti amo;
02. Non ho l'eta; 
03. La rosa nera;
04. Ho il cuore tenero;
05. Il primo bacio che daró;
06. Sei un bravo ragazzo;
07. Dommage, dommage;
08. L'usignolo;
09. Tu non potrai mai piú tornare a casa;
10. La boheme;
11. Una storia d'amore;
12. Quando io saró partita.

Agradecimento: material de capa e contracapa elaborada por Luiz Alberto Gomes (Bugrim).
































Links: