2016

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sexta-feira, 29 de julho de 2016

JAZZ SWINGS POP - 2015

Há tempos tenho um hábito de compilar material para gravar em um cd e depois ouví-lo no carro. Isso vem desde os tempos da fita k7 e se tornou um hobbie

Como já postei algumas compilações anteriores, resolvi incluir a última realizada, que desta vez trata-se de uma seleção de músicas mais pop, porém em versões de jazz.

Para muitos puristas do jazz, converter uma musica comercial em estilo jazz é um sacrilégio. Eu não entendo desta forma, pois sempre estou aberto a ouvir novas versões de musicas boas. Por sinal, você verá que fizeram excelentes releituras dessas musicas. Ouça-as e aprecie sem moderação....

As canções e respectivos interpretes desta compilação são as seguintes:

1. Hang on sloopy (Quincy Jones);
2. Sunny (Les McCann);
3. Knock on wood (Willie Bobo);
4. California dreaming (Wes Montogomery);
5. Yesterday (Count Basie & Orchestra: feat Bill Henderson);
6. Daydream (The Amber Rock Association);
7. Light my fire (Woody Herman & His Thundering Herd);
8. Soulful strut (Horst Jankovski);
9. Ode to Billy Joe (Oscar Peterson);
10. Can't buy me love (Rita Reis);
11. She loves you (Mark Murphy);
12. Satisfaction (Gary McFarland);
13. This guy in love with you (Jimmy Smith);
14. Up, up and away (Jim Hall);
15. Ob-la-di, Ob-la-da (Paul Desmond);
16. Blowin' in the winds (Stan Getz);
17. Spinning wheel (Chet Baker);
18. MacArthur park (Kurt Edelhagen & Orchestra);
19. I put a spell on you (Nina Simone);
20. Moon river (Sarah Vaughn);
21. Cinema paradiso (Hamilton de Holanda).













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THE JOVENS - 2001 - REPOST

A pedido do amigo Daniel, estamos repostando o álbum "The Jovens", lançado pela gravadora Sky Music Blue.

Na época que comprei esse disco The Jovens, pensei que o mesmo era de uma dupla homônima dos anos 1960, chamada "Os Jovens", que tinha retornado e regravado canções da Jovem Guarda. Entretanto, após ouvi-lo descobri o meu engano. Não tinha nada a ver. Porém, para minha surpresa, gostei do resultado do trabalho apresentado e espero que os amigos do blog também apreciem.

A releitura moderna das canções da Jovem Guarda me cativou. Ao pesquisar sobre o material, verifiquei que havia pouca informação disponível na internet. Lá encontrei um vídeo no YouTube e nada mais. Só sei que The Jovens foi uma iniciativa de dois radialistas gaúchos da Rádio Brasil 2000, chamados Tatola e Maia (vocais), juntamente com Marção (baixo), Wecko (guitarra) e Jacaré (bateria). 

Esse raro disco foi lançado em 2001, pela Sky Music Blue, em parceria com a RDS Fonográfica, com produção de executiva de Zé Luiz (Crazy) e direção artística de Sandro Vieira. Contém as seguintes canções:

1. Pobre menina;
2. Ritmo da chuva;
3. Doce de coco;
4. Bikini de bolinha amarelinha;
5. Menina linda;
6. Doce, doce amor;
7. Professor apaixonado;
8. Estou feliz;
9. Fama de mal;
10. Eu tenho um amor melhor que o seu;
11. Eu daria a minha vida;


12. Última canção.













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quarta-feira, 27 de julho de 2016

KINGSLEY LOOKER - ONE MOMENT IN TIME - 1997

Nesta postagem, apresentamos Kingsley Looker, que além de pianista é também surfista profissional e empresário. Como surfista esteve entre os 16 Top do ranking mundial.

Atualmente sua principal atividade é no ramo imobiliário, vendendo imóveis nas praias do norte dos EUA, obtendo destaque do Instituto de Imóveis NSW, como o agente do ano de 2011.

O álbum que apresentamos se chama “One Moment in Time”, lançado no Brasil em 1997, pela Top Tape e Universal, onde se destacam várias interpretações em piano, nas canções Love’s theme, Classical gas e We’re all alone.

O disco é composto pelas seguintes músicas:

1. Dance with wolves;
2. One moment in time;
3. Love’s theme;
4. Ice castles theme;
5. Everything I do;
6. Classical gas;
7. Lady in red;
8. I dreamed a dream;
9. Nothing’s gonna change / My love for you;
10. Memories of venice;
11. We’re all alone;
12. Claudia’s theme;
13. All of you;
14. Lisa’s song;
15. Name of the game;
16. Send in the clowns.













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REMIXOU? DANÇOU - VÁRIOS NACIONAL - 1987 - REPOST

Este album chegou em minhas mãos apenas por uma única música, Loucas Horas, de Guilherme Arantes, cantor que aprecio e que considero como um dos grandes compositores da música brasileira.

Trata-se de um raro álbum de remixes do pop nacional, realizado pelo DJ Ippocratis (Grego), lançado em 1987, pela gravadora CBS, com o selo Epic. Os meus destaques são para as músicas  Loucas Horas, de Guilherme Arantes e Metralhar e Não Morrer da banda Tokyo (leia-se Suppla).  

Infelizmente ainda não consegui um material gráfico de melhor qualidade. O disco contém as seguintes músicas;

1. Mensagem de amor (Leo Jaime);
2. Loucas horas (Guilherme Arantes);
3. Metralhar e não morrer (Tokyo);
4. Nada mudou (Leo Jaime);
5. Si si no no (João Bosco);
6. Livre pra viver (Cláudio Zoli);
7. Sebastian boys rap (Pepeu e Mike);
8. Seu balanço (Guilherme Arantes).
















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sábado, 9 de julho de 2016

DANIELLE LICARI - CONCERTINO POUR DEUX VOIX - 1982 - REPOST

Após um longo tempo afastado, por motivos de trabalho e desânimo pela situação do país, retorno com a repostagem da espetacular vocalista francesa Danielle Licari,  que ficou conhecida pela sua voz, realizando solos dos instrumentos nas orquestras Saint Preux, Ennio Morricone e Paul Mauriat.

O álbum dessa postagem é intitulado “Concertino Pour Deux Voix”. Foi lançado no Brasil e Japão em 1982, pela gravadora AMC e contém as seguintes músicas:

1. Concertino pour deux voix;
2. Piano romantique;
3. La legende de la Lorelei;
4. Paris ballade;
5. Nostalgy;
6. Concerto pour une voix;
7. Ballade pour Adeline;
8. Aria pour cordes vocals;
9. Dreaming melody;
10. Reverie orientale;
11. Reine de Saba;
12. Ete 42.

Em uma das atualizações de links, incluimos para apreciação dos amigos do blog, mais seis canções bônus, a seguir listadas;

13. Concerto p/ Tchaikovsky;
14. Concerto po elle;
15. La mer;
16. Love story;
17. Ne me quite pas;
18. Yesterday.






A todos que sempre tem prestigiado o blog, o meu muito obrigado.





sábado, 7 de maio de 2016

ON THE ROAD - 100 QUILOMETROS DE MUSICA - ROCK HITS - 1989

Em 1989, foi lançado no Brasil, pela gravadora Polygram, a coleção "On The Road - 100 Quilômetros de Música", que era composta por vários álbuns, retratando estilos diversos, tais como: Rock, Samba, Anos 80, MPB, Romântico, Bossa Nova, Jazz, Instrumental, Pop, Surf, entre outros. 

A concepção da coleção era ouvi-los enquanto se viajava. Na época, os discos eram vendidos tanto separadamente, quanto em formato box. Infelizmente, não disponho de toda a coleção, ficando restrito a esse exemplar que acho bem legal. As músicas desse álbum são as seguintes:

1. Still loving you (Scorpions);
2. Lost and found (The Kinks);
3. Dear prudence (Siouxsie & The Bashees);
4. Stone cold (Rainbow);
5. Stay with me (The Mission);
6. I shot sheriff (Eric Clapton);
7. I'll keep you satisfied (Bas Muys);
8. Wild things (Jimmy Hendrix);
9. Layla (judy Schomper);
10. Hold bck the water (Bachman Turner Overdrive - BTO);
11. Smoking gun (Robert Cray);
12. Unnaproved rod (Hot Lips);
13. Chantilly lace (Jerry Lee Lewis);
14. Shakin' shakin' shakes (Los Lobos).








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domingo, 1 de maio de 2016

RITA MOSS - JUST A DREAM AGO - 1969 / 1983


No Brasil, Rita Moss é conhecida por um único sucesso, a excelente interpretação da música Just a dream ago, que é baseada em Um Bel Di, de “Madame Butterfly”, de Puccini.

O álbum que continha essa música foi lançado no Brasil, em 1969, pela gravadora RGE, com o selo Premier e posteriormente, relançado em 1983, pela gravadora Polygram, com o selo MCA Records.

Para quem ainda não conhecia, Rita Moss é uma cantora de jazz e canções baladas. Ela nasceu na cidade de Akron, no Estado de Ohio, USA, no dia 4 de julho. Se notabilizou pela capacidade vocal de 4 oitavas. Embora tivesse aulas de piano quando criança, foi autodidata e multi-instrumentista, tocando órgão, piano e bateria.

Ela chamou a atenção pela primeira vez, na sua estréia no Park Avenue Restaurante, de Nova York, onde a recepção que teve do público levou-a a permanecer lá por mais de sete 7 meses.

Apresentações em London (Ontario) e Clevelande (Ohio) sucederam –se, incluindo atuações nos concertos do produtor, compositor e pianista de jazz Leonard Feather. O seu primeiro single (disco compacto de vinyl, contendo de 2 a 4 músicas) foi lançado em 1950, pela gravadora Futurama, um selo fonográfico local dirigido pelo proprietário da gravadora Main Stem, Arthur Bangel, que tinha como premissa gravar jazz, blues e ritmos novos, inclusive de artistas contemporâneos de “bebop” que tinham contratos com Leonard Feather no Carnegie Hall.

No início dos anos 50, Rita Moss gravou alguns singles na gravadora Debonair, Decca Records e Mercury Records, incluindo um compacto duplo, com 4 músicas, em 1952, na Clef Records, que posteriormente teve seus catálogos absorvidos, em 1956, pela Verve Records, com a orquestra de George Williams, de Chicago.

O seu primeiro álbum LP (Long Playing), intitulado “Introducing Rita Moss”, foi lançado em 1956, pela Epic Records. Era um disco composto por canções standarts, clássicas do cancioneiro americano, dos compositores Lorenz Hart, Rodgers, Gershwin, Webster e Duke Ellington. Esse lançamento foi notado pela crítica especializada, apontando o alcance de sua voz e seu estilo esquisito e jovial.

No período de 1957 a 1966, Rita Moss direcionou sua carreira para turnês e apresentações em clubes noturnos, gravando singles esporadicamente em selos desconhecidos e em seu selo particular, chamado Rozell, com sede em Los Angeles. No selo Rozell, gravou a sua composição Bobby’s blues, com direitos autorais em nome de Rita Roszelle.

Nesse período, ela buscou se aperfeiçoar com ginásticas vocais exóticas, ao estilo da cantora lírica peruana Yma Sumac. Em 1966, Ela se apresenta em um clube popular de San Diego, onde o seu segundo álbum Lp, com gravações ao vivo, chamado “Rita Moss Reigns at Islândia”, lançado pelo selo Islandia foi promovido, gerando uma aclamação local considerável pelo seu alcance vocal, no estilo Yma Sumac e com vocais que imitavam os instrumentos musicais do jazz.

Posteriormente, lançou o álbum Lp “Talk to me, Tiger”, que foi o primeiro pela Dot Records, reunindo várias canções, que tinham foram gravadas ao vivo no disco “Islandia” e algumas baladas.

Ainda na Dot Records, lançou o álbum Lp “Superb, que teve arranjos e a condução de Marty Paich e em 1968, o terceiro e último álbum Lp, que continha uma música que seria a mais conhecida e duradoura de toda a sua carreira, intitulada Just a dream ago, apesar desse mesmo disco conter as famosas canções Sleep sage and warm (tema do filme Bebê de Rosemary) e Hushabye mountain (do filme Chitty chitty Bang Bang).

A cantora Rita Moss ou a Rainha Moss, como alguns a chamava, apesar de ser uma cantora cativante em suas apresentações em clubes noturnos, em vez de ser uma artista preocupada em divulgar as suas gravações, não teve o seu impressionante talento vocal e ambiestria em ambiente vivo, traduzido em recorde de vendas de discos e nem se tornou famosa. É uma pena, pois poderíamos ter acesso a muito mais obras dessa cantora.

Nos anos 1990, Rita Moss gravou um álbum Lp de jazz espiritual, lançado por um selo fonográfico privado, chamado Retep, em San Diego, Califórnia. As composições eram na maioria de sua autoria, com letras em parceria com o Dr. Russel Paul Schofield, diretor fundador do Actualism For Lightworkers. Manteve-se atuante na década de 2000, apresentando-se ao vivo em San Diego e Los Angeles.

Para homenagear essa cantora, apresentamos aos amigos do blog, o raro álbum que contém a canção Just a dream ago, inédito na internet. Nossa postagem resgata o álbum de 1983, e inclui duas canções bônus de 1966.

As músicas do disco são as seguintes:

1. Just a dream ago (Baseada na canção de Madame Butterfly, de Puccini);
2. Hushabye mountain (do filme “Chitty, Bang, Bang”);
3. I cried for you (Rita Moss no canto, piano e órgão);
4. Come to me slowly;
5. You are my sunshine (Rita Moss no canto, piano e órgão);
6. For love of Ivy (Tema principal do filme “Por Amor de Ivy”);
7. The measure of a man;
8. Sleep safe and warm (tema do filme “Bebê de Rosemary”);
9. Gotta say goodbye;
10. Lullaby of birdland (Rita Moss no solo piano;
11. I’m the singer, you’re the song

Bônus:
12. Daydream (1966);
13. Jingle Bells (1966)





























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