2014

2014

sábado, 20 de setembro de 2014

JOVEM GUARDA - 25 ANOS DE SUCESSOS - NACIONAL E INTERNACIONAL - VÁRIOS - S/DATA

Nesta postagem, apresentamos uma compilação parcial da época da Jovem Guarda, lançada nos anos 1990, pela gravadora Zan e Brasidisc. Com podem verificar, nem todas as canções podem ser enquadradas como da Jovem Guarda. Algumas não tem nada a ver e até foram lançadas bem depois do movimento. 

O que é interessante nesse trabalho, meramente comercial, é conhecer alguns nomes diferentes, interpretando as músicas dessa época. Sempre gosto de ouvir releituras de canções já consagradas. Sempre fico atento a capacidade de fazer diferente com o mesmo.

Entretanto, há também figuras conhecidas, como The Jet Blacks e Cleide Regina. Dos diferentes que não conhecia, ressalto, Veludo Cotelê, Sérgio Lee, Paulo Moraes, The Romantics, Edson da Paz, Charlie B, Mike Gold (alguém conhece?), The Fantastic Jamaican Band, Cheyenne, Wilson Mauro e até Cowboy Group, que descobri que era liderado por Dave McClean, o mesmo que cantava Me and you, nos anos 1970. 

Dessa seleção eu destaco positivamente o grupo Veludo Cotelê, Sérgio Lee e sem dúvida The Jet Blacks. Já negativamente, eu destaco a capa frontal com um design fraco, comum nas capas dessa gravadora. Apenas um detalhe, como só obtivemos a capa frontal, preparamos por conta uma contracapa. 

As músicas que compões esse disco são as seguintes:

1. Quero que vá tudo pro inferno (Veludo Cotelê)
2. Namoradinha de um amigo meu (Veludo Cotelê)
3. Eu te amo mesmo assim (Cleide Regina)
4. Bata baby “long tall sally” (Sergio Lee)
5. Pare o casamento (Veludo Cotelê)
6. Donna (Sérgio Lee)
7. Sou louca por você (Cleide Regina)
8. Eu te darei o céu (Veludo Cotelê)
9. Corinna…Corinna (Sérgio Lee)
10. Pra nunca mais chorar (Cleide Regina)
11. A namorada que sonhei (Veludo Cotelê)
12. Pingos d’água “raindrops” (Sérgio Lee)
13. Theme from young lovers (The Jet Blacks)
14. Testar (The Jet Blacks)
15. A última canção (Paulo Moraes)
16. Mon. amour, meu bem ma femme (Paulo Moraes)
17. No woman no cry (The Fantastic Jamaican Band)
18. Sunshine on my shoulders (Cowboy Group)
19. Sugar sugar (Charlie B)
20. Runaway (Cheyenne)
21. I can’t get no “satisfaction” (Mike Gold)
22. Tell me once again (The Romantics)
23. Summer holiday (The Romantics)
24. Oração de um jovem triste (Edson da Paz)
25 Detalhes (Wilson Mauro & Trio Copacabana)








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sexta-feira, 19 de setembro de 2014

THE MANTOVANI ORQUESTRA - EVERGREEN - 2010

Uma das coisas mais incomuns no mercado atual musica é ver lançamentos de orquestras. É sabido que esse estilo musical se perdeu no tempo, apesar da sua qualidade. Somente os abnegados fãs, como eu e alguns dos amigos do blog, continuam persistindo em curtir esse estilo. É uma pena que isso aconteça.

Mas vamos ao esperado. Desta vez, apresento um disco lançado no Brasil, em 2010, pelo selo Edições Musicais, que apresenta uma compilação de 20 músicas de sucessos populares, da década de 1970 e início dos anos 1980, da obra de The Mantovani Orquestra, intitulado "Evergreen". Vale a pena ouvir, principalmente se você gosta de arranjos com cordas. 

As músicas que compões esse disco são as seguintes:

1. Without you;
2. Killing me softley with his song;
3. Evergreen;
4. Mull of Kintire;
5. Annie's song;
6. You make me feel brand new;
7. I write the songs;
8. Greensleeves '80;
9. Macarthur park;
10. Let it be me;
11. Nobody does it better;
12. Look what the've done to my song, Ma;
13. Plaisir d'amour;
14. New York, New York;
15. Copacabana;
16. Scarborough fair '80;
17. Just the way you are;
18. She's out of my life;
19. Love's theme;
20. The long and winding road.


Veja também as POSTAGENS ANTERIORES de Mantovani














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quarta-feira, 17 de setembro de 2014

BILLY VAUGHN - OS GRANDES SUCESSOS DE - 1961

Nesta postagem, resgatamos mais um álbum da Orquestra de Billy Vaughn. Desta vez, trata-se do disco lançado no Brasil, em 1961, pela gravadora RGE, intitulado "Os Grandes Sucessos de", que contém as principais músicas que mais fizeram sucesso no Brasil, até aquele ano, tais como: Wheels, Look for a star, La Paloma e outras.

As canções do álbum são as seguintes:

1. La Paloma;
2. Blue tango;
3. Laura;
4. Jealous lover (Tema do filme "Se Meu Apartamento Falasse");
5. Torna a surriento;
6. Nunca aos domingo (Tema do filme)
7. Tema de Tracy;
8. Wheels;
9. Autumn Leaves;
10. A Summer place (Tema do filme)
11. Ruby;
12. Look for a star
13. Álamo (Tema do filme);
14. Tenderly.



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segunda-feira, 15 de setembro de 2014

ENOCH LIGHT AND HIS ORCHESTRA - BEATLES CLASSICS - 1974

O maestro Enoch Light (1905-1978) foi líder de uma orquestra muito popular nos anos 1940 e 50, pelo seu estilo de percussão e um pioneiro no uso de novas tecnologias de áudio como o "ping-pong stereo”, que era a passagem de um canal para outro e nos anos 1960 e 70, a gravação em película de 35mm.

Depois desse sucesso, ele fundou a gravadora Command, que possibilitou realizar os seus próprios registros com flexibilidade para novas criações de arranjo e áudio, que utilizava todo o espectro sonoro dos equipamentos de som da época, ficando à frente dessa gravadora até 1965. 

Posteriormente 1965, a gravadora Command foi adquirida pela ABC Records, que por sua vez foi comprada pela MCA Records. Nesse período, Enoch Light continuou trabalhando como arranjador / maestro e chefe do selo “Project 3 Records”.

Nos anos 1970, mesmo gravando esporadicamente, a sua atividade artística diminuiu. Enoch Light faleceu em 31/07/1978, deixando uma obra extensa.

Fonte: Stephen Thomas Erlewine, All Music Guide.

Nesta postagem, apresentamos o seu tributo à maior banda de todos os tempos. Trata-se do álbum, intitulado "Beatles Classics", lançado em 1974, pela Project 3 Records e posteriormente relançado no Brasil, pela Rede Brasil, nos anos 1990, em formado compact disc - cd. É bom lembrar que as canções do disco foram lançadas em discos individuais em épocas diferentes. Esse álbum reuniu todas elas juntas. Outro ponto a ressaltar é que o mesmo disco tem várias capas diferentes, respectivamente de acordo com cada reedição.

As canções que compõem o disco são as seguintes:

1. Eleonor Rigby;
2. Suite: Hello goodbye / Something / Penny Lane;
3. Lucy in the sky;
4. Michele;
5. Hey, Jude;
6. Norwegian wood;
7. With a little help from my friends;
8. Let it be. 














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BILLY VAUGHN - MELODIES IN GOLD - 1957

Nesta postagem, eu compartilho o álbum "Melodies In Gold", da Orquestra de Billy Vaughn, que recebi do grande amigo Eldo Bastos, que gentilmente me presenteou essa e outras preciosidades que pretendo compartilhar no blog. 

Posso afirmar que são pouquíssimas as pessoas generosas que contribuem com o blog e assim nos ajudam a ter mais disponibilidade de material para postagens. Deixo aqui o meu muito obrigado.

Este belo álbum já foi postado anteriormente por outros blogs. Entretanto, resolvi reapresentá-lo, incluindo mais informações a respeito do disco. Aqui mostramos o material gráfico das variações lançadas nos Estados Unidos e Brasil. O que chama atenção é que a capa da versão brasileira tem, praticamente, a mesma capa de outra edição, também lançada no Brasil, intitulada "Look For a Star". 

Em minha opinião, considero esses álbuns lançados no final dos anos 1950, bem melhores do que aqueles mais conhecidos comercialmente, no final dos anos 1960.

A primeira versão americana foi lançada nos Estados Unidos, em 1957, com o selo (label)  Dot, enquanto que a versão brasileira foi lançada em 1968, pela gravadora RGE/Fermata, com o selo Premier.

As músicas que compõem o disco são as seguintes:

1. Smoke gets in your eyes;
2. Indian love call;
3. Dream;
4. Sweet and lovely;
5. Time on my hands;
6. Night and day;
7. I'm in the mood for love;
8. My melancholy baby;
9. Moonglow;
10. Intermezzo;
11. I'll get by;
12. Stardust.






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Front - Edição Alternativa USA



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Front - Edição Brasil




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terça-feira, 9 de setembro de 2014

MILTINHO - OS GRANDES SUCESSOS DE MILTINHO - VOLUME 2 - 1968 (MORRE O REI DO RITMO)

O cantor Milton Santos de Almeida, conhecido como Miltinho, morreu na noite de domingo (7), no Rio de Janeiro, aos 86 anos. Ele estava internado desde julho no Hospital do Amparo, no Rio Comprido, zona norte do Rio, parar tratar o pulmão, que tinha um problema de enfisema, decorrente do hábito de fumante, quando não resistiu a uma parada cardíaca.

Foi um dos maiores intérpretes de samba do Brasil, Miltinho deu voz a sucessos como Mulher de trinta, Leva meu samba, Meu nome é ninguém e Palhaçada, na década de 1960.

Conhecido como "Rei do Ritmo", Miltinho foi um dos últimos cantores da época dos conjuntos vocais do samba. Sobre sua relação com o gênero, comentou certa vez: "É como você ir comprar um sapato e já saber qual o número que vai servir". Ele ganhou o apelido por contrariar os ritmos ditados pelas orquestras na época, cantando dois tempos atrasados e à frente da harmonia.

Na década de 1940, integrou diversos grupos, como Namorados da Lua e Milionários do Ritmo. Como instrumentista, ele nunca deixou de tocar pandeiro. Miltinho marcou presença em um dos mais bem-sucedidos conjuntos vocais na década de 1940, os "Anjos do Inferno", que chegou a sair em turnê com a cantora Carmem Miranda e lançou marchinhas de sucesso, como Nós, os Carecas, Nêga do Cabelo Duro e Cordão dos Puxa-Sacos.

Mas foi como cantor solo e compositor que Miltinho se consagrou. Na década de 1960, chegou a participar de um filme de Mazzaropi, chamado "O Vendedor de Linguiças". Na mesma época, gravou um disco em parceria com Elza Soares, denominado "Elza, Miltinho e Samba". O dueto deu tão certo, que os dois voltaram a gravar em 1968 e 1969.

No aniversário de 70 anos, em 1998, lançou o CD "Miltinho Convida", com convidados de luxo, na verdade, fãs, como João Nogueira, João Bosco, Luiz Melodia, Chico Buarque, entre outros. Durante sua carreira, lançou a carreira de Luiz Ayrão e João Nogueira.

Ele viveu uma vida incrível, fez sucesso, porém não tinha amargurado por ter sido esquecido. Sua única mágoa, foi ter sido colocado na prateleira da “velha guarda” da música brasileira, quando do surgimento do movimento bossa nova, mesmo tendo sido inventor de um jeito moderno de cantar, com harmonia à frente do canto, proporcionando às suas interpretações um suingue e originalidade.

Em 2008, foi tema do curta "No Tempo de Miltinho", que venceu como Melhor Curta brasileiro no festival de documentários “É Tudo Verdade”, em 2009.

Em 2013, o selo Discobertas, de Marcelo Fróes, lançou uma coletânea box em comemoração aos 60 anos de carreira do cantor, com o lançamento de 12 LPs de Miltinho, de 1960 a 1965, em formato Compact Disc - CD.

Admirado por Chico Buarque e Zeca Pagodinho, ele foi um dos grandes cantores de samba dos anos 1960 e 1970.

Nesta postagem, homenageamos o grande cantor e compositor Miltinho, resgatando um álbum, lançado em 1968, pela gravadora RGE, com o selo Premier, intitulado "Os Grandes Sucessos de Miltinho - Volume 2", com a seleção das seguintes canções:

1. Lembranças (Raul Sampaio – Benil Santos)
2. Chorando, Chorando (Edson Borges – Armando Cavalcanti)
3. Poema do Olhar (Jair Amorim – Evaldo Gouveia)
4. A Canção Que Virou Você (Luis Antônio)
5. Meu Nome é Ninguém (Haroldo Barbosa – Luis Reis)
6. Estrada do Amor (Luis Antônio)
7. Distância (Raul Sampaio – Benil Santos)
8. Serenata da Chuva (Jair Amorim – Evaldo Gouveia)
9. Confidência (Raul Sampaio – Benil Santos)
10. Só Vou de Balanço (João Roberto Kelly)
11. Ninguém (Raul Sampaio – Benil Santos)
12. Solução (Raul Sampaio – Ivo Santos) 






















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sábado, 6 de setembro de 2014

TONY GERMANUS - EM SURDINA - 1972

Recentemente, encontrei um álbum instrumental de autoria de Tony Germanus. A princípio, não tinha nenhuma ideia de quem era. Ao pesquisar, descobri que era na verdade o maestro Antonio Porto Filho (Maestro Portinho). Esse álbum era mais um dos discos lançados com pseudônimos, prática comum naquela época.

Conhecendo um pouco mais o Maestro Portinho: ele nasceu na cidade do Rio Grande/RS, no dia 27 de setembro de 1925. Foi músico (clarinetista e saxofonista), maestro, arranjador e compositor.

Mudou-se, ainda jovem, para Porto Alegre. Na capital gaúcha conheceu o grande violonista paulista Antonio Rago e a convite deste se radicou em São Paulo. Portinho tocou em vários regionais, orquestras e chegou inclusive a reger, como convidado, a Orquestra Jazz Sinfônica de São Paulo.

Participou, nos anos 1940, do regional de Claudionor Cruz, nos anos 1950 do regional do Rago e foi uma figura da história do rádio do Rio de Janeiro e de São Paulo. Portinho assinou os arranjos de alguns discos de renomados artistas, tais como, de Ângela Maria, Paulo Vanzolini, Nelson Gonçalves, Waldick Soriano e Cláudia Barroso (descoberta por Portinho).

O Maestro foi também o arranjador 1º Long playing - Lp do cantor Noite Ilustrada pelos Discos da gravadora Rozemblit (Mocambo), que alcançou vendagem surpreendente, colocando nas paradas de sucesso o samba Cara de Boboca. Noite Ilustrada, quando terminou seu contrato com a gravadora, transferiu-se para a Phillips e levou consigo o Maestro Portinho, que era um arranjador rico de ideias, que passou a trabalhar com o produtor Alfredo Borba.

Porém, aonde o maestro Portinho mais transitou foi na Jovem-Guarda, tendo inclusive gravado um álbum chamado "Portinho - O Maestro Iê-Iê-Iê". Fez arranjos para as gravações na época para as músicas de Ed Carlos, Demétrius, Martinha, Mario Faisal e Wilson Miranda.

Sua discografia é extensa, entre elas há um álbum só com composições de Noel Rosa, gravado no formato vinyl, intitulado “Noel Rosa & Portinho dá Samba” e outro que gravou em 1973, com muitas músicas de Ary Barroso “Samba, O Melhor do Brasil”.

Em 1964, gravou “Walter Wanderley e Portinho – Orgão, Sax e Sexy” e da série Magia – Volume IV “O saxofone do Maestro Portinho”. Em 1977, gravou o álbum "Choro Chorado do Portinho” onde ele interpreta só Choros, inclusive Chorando no Choro, de sua própria autoria.

O jornalista Luis Nassif afirma que o "Maestro Portinho é um dos pais do choro moderno". Portinho gravou outros tantos discos: em 1965, “Portinho e Sua Orquestra - Fogo Nos Metais”; Em 1988, “Meu Beija Flor – Músicas de Thereza de Toledo e Maestro Portinho e sua Orquestra”.

O maestro Portinho foi tão respeitado no meio artístico que o cantor Teixeira o homenageou na gravação da música ”O Centro Oeste Brasileiro”. Já o violonista de 7 cordas, Ed Gagliardi, disse que o Mestre Portinho foi como as músicas que compôs: calmo, tranquilo e alegre.

Seus últimos anos de atividade foram no exercício no ensino de música na Universidade Livre de Música - ULM, em São Paulo. O Maestro faleceu no Estado de São Paulo deixando um legado para a cultura musical brasileira.

Nesta postagem, apresentamos esse álbum de Tony Germanus (maestro Portinho), denominado "...Em Surdina", lançado no Brasil, no ano de 1972, pela gravadora Som (Copacabana Discos). Com arranjos do maestro Portinho, a seleção e a coordenação musical ficou por conta de Nazareno de Brito, que também era conhecido pelas versões que realizava naquela época. Além disso, contava também com a supervisão musical do excelente maestro Leo Peracchi.

As músicas que compõem esse álbum são as seguintes:

1. Superstar;
2; Amañece;
3. Il;
4. A taste of excitement;
5. Grande, grande, grande;
6. I still see you;
7. Do bicho ao lixo (Rock rural);
8. Me deixa em paz;
9. Ela;
10. Minha escola;
11. Caramba....Galileu da Galileia;
12. Perambulando.



















Maestro Portinho
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sexta-feira, 5 de setembro de 2014

TUDO A VER - TEMAS DE ABERTURA DOS PROGRAMAS DA REDE GLOBO - 2001

Sem dúvida nenhuma não podemos questionar a qualidade técnica da Rede Globo em relação as outras emissoras de televisão do Brasil. Apesar de eu ser contra a grade de programação dessa emissora, com predominância de novelas, eu destaco a parte das trilhas sonoras, tanto das novelas, quanto dos diversos programas. 

O corpo musical da Rede Globo sempre foi composta por grandes músicos, como por exemplo o Roupa Nova e principalmente maestros, tais como: Cipó, Eduardo Lages, Eduardo Souto, Waltel Branco, entre outros.

Assim, para relembrar muitos dessas trilhas sonoras, apresentamos o álbum "Tudo a Ver", lançado em 2001, pela gravadora Som Livre. Dessas trilhas, eu destaco as minhas preferidas que são: Hyde Park, Tema da Vitória, Freedom of expression, The Fuzz e Droid. A seleção completa do disco é composta dos seguintes temas de programas:

01. Hyde Park-Carnaby Street Pop Orchestra And Choir-Esporte Espetacular
02. Tema Da Vitoria (Instrumental)
03. Tema Da Vitoria (Instrumental) (Formula 1)
04. Cinto De Inutilidades-Orquestra E Coro Som Livre -Globo Cor Especial
05. Globinho-Orquestra E Coro Som Livre
06. Fantastico-Orquestra E Coro Som Livre 7-Fantastico-Instrumental
08. Dont Stop Til You Get Enough-Instrumental-Video Show
09. Do Tempo Que…
10. Domingao Do Faustao
11. Trapalhoes
12. Waldomiro Pena-Plantao De Policia
13. Cor De Rosa Choque-Tv Mulher
14. Freedom Of Expression-Globo Reporter
15. The Fuzz-Jornal Nacional
16. The Fuzz-Jornal Nacional
17. Droid-Jornal Nacional
18. Evie-Jornal Hoje
19. Pombo Correio-Jornal Hoje
20. Doce Mel-Show Da Xuxa
21. Sitio Do Picapau Amarelo
22. Eu Nao Largo O Osso-Tv Colosso
23. Alegria Da Vida-Tv Globo
24. Um Novo Tempo-Vila Sesamo
25. Coracão Verde-Amarelo-Copa 94















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