2014

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terça-feira, 22 de julho de 2014

BILLY VAUGHN - MÚSICA PARA AS HORAS DOURADAS - 1959

Há muito tempo, eu venho pensando em compartilhar alguns álbuns de Billy Vaughn, principalmente após ter recebido do amigo Eldo, algumas raridades, que atualmente estou digitalizando e editando. Oportunamente eles estarão a disposição dos amigos do blog. 

Para não dizer que não postei nada, a minha última postagem desse grande maestro e arranjador foi  logo no início do blog, em 23/agosto/2011, onde foi possível desfrutar uma coletânea de grandes sucessos dele.

Para fazer justiça à Billy Vaughn, na proporção de postagens no nosso blog, hoje apresentamos um disco lançado no Brasil, em 1959, pela gravadora RGE, com o sugestivo nome "Música Para as Horas Douradas" e uma linda capa de um por de sol em uma praia deserta. Maravilhaaaa...

O grande destaque desse álbum é, sem sombra de dúvida, a seleção de belas canções colocadas em uma ordem equilibrada e cria um ambiente de paz e harmonia, sem contar com o solo de saxofone, que sempre predomina os arranjos de Billy Vaughn. Aprecie...

As músicas que compõem esse disco são as seguintes:

1. Deep purple;
2. All the things you are;
3. Among my souveniers
4. Once in a while;
5. Body and soul;
6. My blue heaven;
7. Miss you;
8. How deep is the ocean (How high is the sky);
9. Tenderly;
10. I only have eyes for you;
11. Because;
12. Embraceable you.





 Capa - Edição Brasil 1959




Contra Capa - Edição Brasil 1959









Capa - Edição USA





Contra Capa - Edição USA

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segunda-feira, 21 de julho de 2014

SUCESSOS MPB NO JT - VÁRIOS NACIONAL - 1997

Nesta postagem, resgato uma Coletânea Nacional que acabei de ouvir e que gostei muito, principalmente pela diversidade de interpretações realizadas para músicas já consagradas. Ouça com atenção e escolha a melhor releitura. 

Essa boa coletânea foi lançada pelo Jornal da Tarde, de São Paulo, em 1997, e é intitulada "Sucessos MPB no JT". Esse volume 20, fazia parte de uma série de discos encartados no jornal e distribuídos em bancas de revistas. Valeu...

Outro ponto que quero ressaltar, é a origem da gravação desse disco e do cast de artistas que era da Gravadora Velas, cuja existência proporcionou excelentes trabalhos e revelações. 

Para quem não sabe quem é Velas, ela era uma gravadora independente, criada em 1991, por Vitor Martins, Ivan Lins e pelo produto Paulinho Albuquerque. Era mais voltada para a MPB e para a Bossa Nova. 

A gravadora revelou artistas nos mais diversos segmentos musicais, como o compositor Guinga, no instrumental, os compositores e cantores Chico César e Lenine, as cantoras Rita Ribeiro, Vânia Abreu, Nei Lopes no samba de raiz, o Quarteto Jobim Morelenbaum, que se dedica ao repertório do maestro Antonio Carlos Jobim, entre outros.

Já recebeu alguns Prêmios Sharp de música pelos títulos lançados, foi indicada para o Grammy Latino de 2001 a 2004 e Cubadisco 2002.

A coletânea é constituída das seguintes canções e intérpretes:

1. Espanhola (14 Bis);
2. Sampa (Beth Carvalho);
3. Coração de Estudante (Lula Barbosa);
4. Fascinação (Fátima Guedes);
5. Oceano (Boca Livre);
6. Alegria, alegria (Flavio Venturini);
7. Aquarela (Belô Veloso);
8. Andança (Sarajane);
9. Eu Sei Que Vou te Amar (Vânia Bastos);
10. Travaessia (Ivan Lins);
11. Águas de Março (Rosa Passos).








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sexta-feira, 18 de julho de 2014

CÉLIO BALONA - UM HOMEM E UMA MULHER - 196?

Célio Balona Passos nasceu em Visconde de Rio Branco na Zona da Mata de Minas Gerais, em 17 de dezembro de 1938. Filho de Lorival Passos, representante comercial, que teve seis musicas gravadas por Luiz Gonzaga e de Maria Balona Passos, costureira.

Iniciou seu aprendizado musical após ganhar um acordeom no sorteio de um programa de radio. O músico, compositor e multi-instrumentista, começou a tocar profissionalmente aos 15 anos.

O Conjunto Célio Balona foi um dos mais famosos de Belo Horizonte e teve a participação de Milton Nascimento, Wagner Tiso, Nivaldo Ornelas e outros músicos. Já atuou em vários países, sendo convidado especial do Festival Brasilien (Nice, França) e representante da América Latina no Yamaha Electrone Festival, no Japão.

Após 10 anos morando em Florianópolis onde desenvolveu o talento como autor de trilhas para cinema, TV, vídeo e dança, voltou a Belo Horizonte e atualmente desenvolve os projetos Brasil de Antônia Zechetti, revisitando a obra de muitos compositores, inclusive do Clube da Esquina e o BR Groove que mescla instrumentos acústicos com musica eletrônica.


Recentemente, esteve presente na gravação do DVD do show ao vivo de Beto Guedes, realizado no dia 14 de julho de 2010, no Palácio das Artes, em Belo Horizonte (MG), que teve a participação de Wagner Tiso e Daniela Mercury,

Nesta postagem, resgatamos o álbum “Um Homem e Uma Mulher”, lançado pela gravadora Paladium, sem informação da data. Na gravação dos solos foi utilizado um órgão Eminent 500 de luxo.

Essa mesma seleção de músicas foi relançada como outro álbum, desta vez intitulada “Em Ritmo de Amar”, pela gravadora MGL, de Belo Horizonte.

As músicas do álbum da postagem são as seguintes:

1.       O Caderninho;
2.      O Trevo de quatro folhas;
3.      Once in a while;
4.      T’Aimer foullement;
5.      Quem te viu, quem te vê;
6.      Triste madrugada;
7.       The shadow of your smile;
8.      Plus fort que nous;
9.      Um home, uma mulher;
10.   Free again;
11.    Tema de Lara;
12.   Bye bye blackbird.















 Versão Alternativa













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quarta-feira, 16 de julho de 2014

BAKER STREET PHILHARMONIC - JE T' AIME...MOI NON PLUS - 1971

Nesta postagem, resgatamos mais um disco em formato compacto simples, lançado no Brasil, em 1971, pela gravadora Musidisc, com o selo PYE da Inglaterra, da Orquestra Baker Street Philharmonic.

Da mesma forma da postagem anterior, não encontrei material que possa contar um pouco da história da orquestra. Se caso algum  amigo do blog souber e quiser compartilhar, ficarei muito grato. Só sei que não se trata de orquestra de estúdio da própria Musidisc, já que ela costumava realizar esse tipo de projeto.

O disco traz no seu lado A, a famosa canção de Serge Gainsbourg, Je T'Aime Moi Non Plus, em arranjos convincentes. 

Lado A:
1- Je T'Aime Moi Non Plus

Lado B:
2- Tycho












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BRIDGE ORCHESTRA - BALADA JOVEM (DOLANNES MELODY) - 1975

Nesta postagem resgatamos um disco em formato Compacto Simples, lançado no Brasil, em 1975, pela gravadora Top Tape, com o selo (label) One Way, da Bridge Orchestra

Não estranhe se não a conhece. Da mesma forma, eu pesquisei a respeito dessa orquestra e não encontrei nada. Acredito que seja mais uma daquelas orquestras montadas em estúdio, procedimento que era comum na época, visando aproveitar os músicos que as gravadoras mantinham em seus estúdios.

O destaque do disquinho é a bela canção Dolannes Melody, versada para Balada Jovem, que foi um grande sucesso na época,, inclusive tema de novela. Mas eu particularmente aprecio mais o lado B do disco, com a música Sonata in fa major, de Mozart. As músicas que compõem esse compacto são as seguintes:

Lado A:
1- Balada Jovem (Dolannes Melody)

Lado B:
2- Sonata in Fa Major (Allegro)








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segunda-feira, 14 de julho de 2014

FROM LATIN...TO JAZZ DANCE - VOLUME 1 - THE RARES TUNES COLLECTION - 2003

Há tempos atrás compartilhamos uma excelente série de seis discos, intitulados "The Bossa Nova Exciting Jazz Samba Rhythms", que mostrou várias canções esquecidas da Bossa Nova, interpretadas por uma variedade de artistas internacionais e que foi apreciada por muitos amigos do blog.

No embalo dessa série, hoje resgatamos uma outra série parecida, lançada na Itália, em 2003, pela mesma gravadora Rare Groove Recordings, só que denominada "From Latin...To Jazz Dance". Infelizmente, só temos disponível o volume 1, teor desta postagem.

O que me chamou a atenção dessa série é com relação aos intérpretes. Confesso que não conhecia a maioria deles, excetuando Earl Grant, Chet Baker, Milton Banana Trio, The Champs, The Hi-los e só. Veja a seleção das canções, gravadas no período de 1959 a 1969 e verifique se conhece todos os intérpretes:

1. Sweet "Tater Pie" (Mongo Santamaria) - 1964;
2. Boo-go-loo (Les McCann) - 1967;
3. Mathar (Dave Pike) - 1969;
4. Caramba (The Champs) 1959;
5. Watermelon man - live (Lambert, Hendricks & Bavan) - 1963;
6. Samba do suenho (Cal Tjader) 1967;
7. Primitivo (Milton Banana Trio) - 1965;
8. The duck (The Hi-Lo's) 1963;
9. Mas que nada (Alan Lorber Orchestra) - 1967;
10. Mambo inn (Candido) 1963;
11. Bobo! do that thing (Willie Bobo) 1963;
12. Summertime (Juan Amalbert's Latin Jazz Quintet) 1961;
13. Bogota (Ahmad Jamal) - 1963;
14. Little red suede shoes (Sonny Stitt)1963;
15. Fever (Earl Grant) - 1961
16. Tequila (The Mariachi Brass & Chet Baker)1965.














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sábado, 12 de julho de 2014

BOB FLEMING QUARTET - SAX SPECTACULAR - 1958

Fazia tempo que não postávamos algum material de Bob Fleming. Desta vez, compartilhamos uma álbum sensacional. Como o nome já diz, espetacular. Trata-se de "Bob Fleming Quartet - Sax Spectacular", lançado em 1958, pela gravadora Musidisc e produzido por Nilo Sérgio, o idealizador de Bob Fleming. A capa desse disco é um show a parte.

Como afirmamos em nossa primeira postagem de Bob Fleming, em 18/novembro/2012, o nome não expressa um músico e sim um personagem, um pseudônimo. Criado por Nilo Sérgio, houveram vários saxofonistas que participaram desse projeto, que culminou em mais de 20 álbuns, todos com vendagem expressiva, considerando um disco instrumental. 

O saxofonista Moacyr Silva foi responsável pelos dois primeiros álbuns e Zito Righi pelos demais. Em minha opinião, todos ótimos. Caso você não conheça, veja os álbuns que já postamos no  blog LaPlayaMusic.

Veja a seleção musical do álbum que estamos compartilhando com os amigos do blog:

1. Fascination;
2. Indian Summer;
3. Can't I;
4. Sonny boy;
5. There goes my heart;
6. Tammy;
7. It's not for me to say;
8. Around the world in 80 days;
9. A portrait of Jeannie;
10. So rare;
11. E' Bello;
12. Without a song.












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sexta-feira, 11 de julho de 2014

HERB ALPERT & THE TIJUANA BRASS - VOLUME 2 - 2014

Um dos hábitos que tenho consiste em montar coletâneas próprias, com o intuito ouvi-las no carro, enquanto dirijo no trânsito caótico da cidade ou quando viajo.

Uma dessas coletâneas de sucessos, a pedido de alguns amigos, eu já tinha postado em  12/Abril/2013, referente ao excelente instrumentista Herb Alpert e sua famosa orquestra The Tijuana Brass. Desta vez, preparei outra compilação, composta de 30 canções, o Volume 2, que é uma complementação ao volume anterior.. Espero que vocês apreciem. As músicas que compõem essa seleção são as seguintes:

1. Monday, monday;
2. Fandango;
3. And the angels sing;
4. Third man theme;
5. Angelito;
6. More and more amor;
7. Número cinco;
8. Without her;
9. Winds of Barcelona;
10. I will wait for you;
11. Up cherry street;
12. The continental;
13. Spanish Harlem;
14. Green leaves of summer;
15. Don't breaking my heart;
16. Flamingo;
17. Killing me softly;
18. Cinco de mayo;
19. With a little help from my friends;
20. Butterfall;
21. Five minutes more;
22. Lemon tree;
23. Mame;
24. More;
25. Ob-la-di, ob-la-da;
26. Salude, amor y dinero;
27. El garbanzo;
28. Our day will come;
29. If I were a rich man;
30. Felicia.









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quarta-feira, 9 de julho de 2014

MIKE FALCÃO E SEU ÓRGÃO E RITMO - SONHEI QUE ESTÁVAMOS DANÇANDO - 1960

Nesta postagem, apresentamos o raro álbum instrumental de Mike Falcão, denominado "Sonhei Que Estávamos Dançando", lançado no Brasil em 1960, pela gravadora Odeon, com o selo (label) Imperial. 

Para quem não sabe, Mike Falcão era o pseudônimo do instrumentista Walter Wanderley, que também lançou discos com outro nome, Ivan Casanova (Veja detalhes sobre Walter Wanderley na postagem de Ivan Casanova).

O disco vale a pena ouvir, onde predomina a qualidade do órgão e piano desse excelente músico. Talvez alguns colegas já tenham baixado esse material dos blogs Órfãos do Loronix e do Toque Musical. Entretanto, no álbum que postamos procuramos melhorar a qualidade do áudio e do material gráfico. Assim vale a pena ter outra versão para comparar e escolher. 

Além das músicas, outro destaque é o design e a fotografia da capa A seleção que compõem o álbum é composta de canções  nacionais e internacionais. São as seguintes:

1. How high the moon;
2. I love Paris;
3. Aos pés da cruz;
4. Saudades da Bahia;
5. I'll never fall in love again;
6. Diana;
7. Lá vem a baiana;
8. Praça 11;
9. Around the world;
10. Moulin rouge;
11. This can't be love;
12. Besame mucho.
















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terça-feira, 8 de julho de 2014

RAY CONNIFF - DO RAY PARA O REI - 2000

No último dia 24 de junho comemoramos três anos da existência do blog. Apesar de algumas dificuldades para manutenção do mesmo e pelo temor constante de vê-lo fora do ar a qualquer instante, o apoio de todos os amigos que nos acompanham tem sido importante para a sua existência. Obrigado a todos que nos prestigiam, contribuem e apoiam. 

Assim para comemorar esse aniversário, resgatamos um álbum da Orquestra e Coro Ray Conniff. Desta vez, o disco intitulado "Ray Conniff - Do Ray para o Rei", lançado no Brasil em 2000, pela gravadora Abril Music.

As músicas que compõem o disco são as seguintes:

1. Lembrança;
2. Nossa Senhora;
3. Amigo;
4. Emoções;
5. Meu querido, meu velho, meu amigo;
6. Café da manhã;
7. Detalhes;
8. Cama e mesa;
9. A distância;
10. Lady Laura;
11. Amiga;
12. O amor e a moda.










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segunda-feira, 7 de julho de 2014

THE SAILORS - FORMA JOVEM - 1963

Desta vez trago aos amigos do blog uma raridade, que até o momento eu não tinha visto na rede. Trata-se do álbum do grupo instrumental The Sailors, que acredito foi o único disco em formato Long Playing - Lp lançado por eles. 

Infelizmente não achei nada a respeito do grupo. Apenas fiquei com uma grande dúvida, se esse conjunto é o mesmo Os Sailors, formado na Vila Isabel, zona leste de São Paulo, que chegou a acompanhar Roberto Carlos, em lances esporádicos, em seu inicio de carreira. Será?

Mas, a informação acaba chegando, com a ajuda dos amigos. Se você não conhece, aproveite e aprecie. O disco foi intitulado "Forma Jovem", lançado em 1963, pela gravadora Musidisc. 

Caso você goste passar para o Cd, além de melhorar a capa frontal, preparamos uma contracapa com os nomes das canções e compositores, uma vez que a contracapa do disco original em vinyl não tinha nenhuma informação sobre as músicas, se restringindo em fazer propaganda de outros lançamentos da gravadora Musidisc.

As canções instrumentais que compõem o disco são as seguintes:

1. A taste of honey;
2. Roses and roses / Red roses for a blue lady / Days of wine roses;
3. I left my heart to San Francisco;
4. You steped out of a dream;
5. It's not for me to say;
6. People;
7. All my loving;
8. I could have danced all night / bye bye blackboard / Hello Dolly;
9. Io che non vivo senza te;
10. Georgia on my mind;
11. You're sensational;
12. Tangerine












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domingo, 6 de julho de 2014

FRANCK POURCEL - ECOLOGIA - 1978

Neste final de semana, corrigindo trabalhos de alunos, para ajudar ouvi um belo disco orquestrado, intitulado Ecologia, da Orquestra de Franck Pourcel,  lançado no Brasil em 1978, pela  gravadora EMI/Odeon.

Acredito que muitos dos amigos do blog já o tenham, pois o mesmo já foi compartilhado na rede. Entretanto, resolvi repostá-lo, pois acredito que a minha versão do áudio está melhor e além disso estou incluindo mais material gráfico. 

Gosto do disco como um todo, porém há músicas que temos mais preferência do que outras. No meu caso, fico com as canções Take a chance on me, Sir duke, I'm you e Star wars.  Para quem está tendo acesso a essa orquestra pela primeira vez e queira ver outras obras, busque nas nossas Postagens Anteriores.

A seleção completa do álbum é a seguintes:

1. How deep is your love;
2. Take a chance on me;
3. Sir duke;
4. Love me tender;
5. The name of the game;
6. My way (Comme d'habitude);
7. Close encounters of the third kind;
8. Mull of kyntire;
9. Ecologia;
10. I'm in you;
11. Tonight;
12. Easy come, Easy go;
13. Star wars.













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sábado, 5 de julho de 2014

MAC RYBELL - MAC RYBELL - 1968 e 1974

A banda brasileira Mac Rybell, influenciada pelos Beatles e Rolling Stones, surgiu em 1964, na cidade de Assis, São Paulo, de um grupo de amigos que buscavam na música a manifestação desse movimento musical.

Sua formação básica era composta por Marinho e Caio, que estudavam no Colégio Diocesano e Paulo Roberto, Yrineu Bell e Elionilton.

O nome escolhido para a banda foi composto pelas iniciais dos nomes de cada integrante da banda. Em 1967, Mac Rybell grava o seu primeiro disco, no formato compacto simples, com as canções Júlia e Io non te lembro. Nesse ano, entra novos integrantes no grupo, Rodolfo e Luis Carlos.

Em 1968, o grupo se apresenta na TV Bandeirantes, no programa “Enzo de Almeida Passos”. Naquela oportunidade é convidado a tocar na melhor casa noturna de São Paulo, a Urso Branco. Após o sucesso dessa apresentação a banda é contratada como nova atração da noite paulistana, o que os faz mudarem-se para São Paulo.

Não demora e Mac Rybell é considerado pelos jornalistas de São Paulo, como os Beatles brasileiros e em apenas três meses de trabalho é festejado como o melhor conjunto da noite paulistana, de 1968.

Ainda em 1968, fruto do desempenho e sucesso do grupo, o Mac, como eram chamados, lança no Brasil, um compacto simples com uma música inédita dos Rolling Stones, chamada The Lantern, além de uma própria composição com o título de Shadow. Atualmente, pela sua raridade, esse compacto é item de disputa entre colecionadores internacionais.

O ano de 1968, foi uma das melhores fases do grupo e aproveitando o momento grava um álbum com canções dos Beatles, mas por imposição contratual da gravadora, no disco intitulado “Mania de Beatles”, o nome da banda saiu como “The Sargeants”. No entanto, tirando isso, para quem não sabe, eles foram o primeiro conjunto brasileiro a lançar um álbum, no formato Long Playing – LP, apenas com canções dos Beatles. Nesse ano, entraram os integrantes Yrineu e Daniel.

Em 1969, após grande sucesso em São Paulo, a banda retorna para a cidade de Assis, contando com novo elemento na formação, Mario Carlos.
No início dos anos 1970, o grupo já reformulado, começou pesquisar novas sonoridades eletrônicas e incluíram essas inovações em seu trabalho, produzindo efeitos especiais em suas gravações. Isso pode ser ouvido na faixa instrumental do álbum que foi lançado em 1974.

Em 1972, participou em diversos programas de TV, de São Paulo, como por exemplo, “O Clube do Bolinha”, o “Programa do Sílvio Santos”, que era exibido na Rede Globo, entre outros. Naquela época, a audiência televisiva era pequena, mas mesmo assim, a repercussão da participação no programa, propiciou ao grupo um mercado de trabalho em potencial, confirmando a sua posição como uma das melhores bandas do Brasil. Pena que tudo isso não tenha se manifestado em maior penetração em outras regiões do Brasil, ficando restrito a São Paulo.

Em 1974, a banda grava o álbum “Mac Rybell”, contendo apenas composições de autorias próprias e que tem a canção Meu Sonho, tocada em várias emissoras de rádios da época. Na gravação desse disco a formação do grupo era composta por Mario, Caio, Rodolfo, Yrineu, Bell, Elionilton e Luis Carlos.

O realce da carreira da banda Mac Rybell foram as pesquisas musicais e tecnológicas, nas criações de novos sons e instrumentos, sendo o diferencial da banda, o que possibilitou, no ano de 1983, a sua participação na TV Cultura para a gravação da abertura de Assim Falou Zaratrusta, que permanece até os dias de hoje como uma das marcas desse vanguardismo.

Fontes:
Brazilian Nuggetts (http://brnuggets.blogspot.com.br/)


Nesta postagem, apresentamos o raro e disputado compacto lançado no Brasil, em 1968, bem como album de 1974, lançado no Brasil, pela gravadora Som (Copacabana Discos), ambos com o selo (label) Beverly, contendo as seguintes músicas:


Compacto Simples Mac Rybell (1968):
1. Lantern;
2. Shadow.


Álbum Mac Rybell (1974):
1. Meu sonho;
2. The first time I saw you;
3. Amor ainda existe;
4. Wait;
5. Como posso viver sozinho;
6. Apocalipse;
7. It's so blue;
8. Lágrimas;
9. Você deve crer;
10. Já era o tempo de esperar;
11. Canção do bosque;

12. Homem pé no chão.





Compacto 1968


















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