2014

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sábado, 18 de abril de 2015

THE BEST OF THE WORLD - VÁRIOS INTERPRETES - 1973

Esta postagem traz o álbum "The Best of The World", lançado no Brasil, em 1973, pela gravadora Chantecler, com o selo (label) Rosicler. Trata-se de uma coletânea de covers interpretadas por artistas desconhecidos em sua maioria. 

Desses intérpretes, destaco a banda paraibana The Gentlemen, que surgiu em 1966, cujo único álbum já foi postado aqui no blog LaPlayaMusic, que aparece com duas canções que foram lançadas em compactos. Outra artista que obtive informação é Sally Baldwin, que lançou as músicas Manhattan, que fez parte da trilha sonora nacional da novela da TV Globo, "O Carinhoso"  e Dynamite e Fever, lançados como lado A de um compacto duplo da gravadora Chantecler. 

A lista das músicas que compõem esse raro disco são as seguintes:

1. Goddess of love (The Gentlemen);
2. Music and me (Katty);
3. Long train runnin' (Paul Jackson);
4. My love (Tony Jones);
5. Don't say goodbye (Katty);
6. Skyline pigeon (Paul Jackson);
7. Pillow talk (Sally Baldwin);
8. Dancing in the moonlight (The Gentlemen);
9. Forever and ever (Katty);
10. I'm doin' fine now (Paul Jackson);
11. Give me love (Johnny Cooper);
12. Neither one of us (Katty).














 Links:






OS JOVENS - ANTOLOGIA LAPLAYA - 2002 - REPOST

Atendendo a pedido anônimo, repostamos uma material raro, que trata-se de uma antologia da dupla sessentista, Os Jovens, preparado exclusivamente pelo blog LaPlayaMusic e que já foi replicado em vários outros blogs. 

Esta antologia apresenta os sucessos da dupla, incluindo as músicas do álbum Long Playing - Lp e dos compactos gravados em diversas épocas. Também foi incluído registros de 1973, com vocal de João José e um disco realizado em 1985, pela gravadora Gemma. 

Nesta repostagem, melhoramos um pouco mais o material gráfico. Apesar da limitação do material de origem do áudio, ainda vale a pena relembrar. 

As músicas compiladas nesta antologia são:

1. Quero falar com você;
2. Sofrendo de amorn (I'll never know);
3. Louca paixão (Hurting inside);
4. Sinto-me feliz;
5. Se você me abandonar;
6. Eu não sei;
7. Coração de pedar;
8. Como é triste a solidão;
9. Se você contar (Try to hard);
10. Não quero mais saber de brigas;
11. Você fala demais;
12. Esquece-me;
13. Deixe o tempo passar;
14. Pare de chorar;
15. Não dê seu coração;
16. Nunca mais quero amar;
17. Eu encontrei o amor (I found a girl);
18. Podia me dizer;
19. Quero gritar;
20. Se você me prometer;
21. Sócio não dá;
22. Dê carinho a ela;
23. Quero mais que você morra;
24. Maria fumaça;
25. O trânsito;
26. Hoje resolvi partir;
27. O espírito dos Jovens.




















sábado, 11 de abril de 2015

BOBBY HACKETT WITH STRINGS - THAT MIDNIGHT TOUCH - 1967

O músico de jazz norte americano Bobby Hackett (Robert Leo Hackett), nasceu em Providence, Rhode Island, EUA, no dia 31 de janeiro de 1915 e morreu em 07 de junho de 1976, aos 61 anos, em Chattam, Massachusetts. Tocou trompete, corneta e violão com as bandas de Glenn Miller e Benny Goodman, no final dos anos 1930 e 1940. Provavelmente, Bobby Hackett é mais conhecido por ser o solista em alguns dos álbuns de Jackie Gleason  e Orquestra, durante a década de 1950.

No final dos anos 1930, Bobby Hacket tocou trompete no Vic Schoen Orchestra, apoiando o grupo vocal feminino Andrews Sisters. Também se destacou quando na recriação da canção I’m coming Virgínia, ainda na banda de Benny Goodman, quando fez o solo na apresentação no Carnegie Hall Concert (1938).

Em 1939, a agência de talentos MCA pediu a Bobby Hackett que formasse uma big band, Infelizmente a banda não deu muito certo e Hackett ficou muito endividado. Para pagar suas contas atuou nas bandas de Horace Heidt e em seguida na de Glenn Miller.

Para piorar a situação, seu lábio não estava em boa forma após a cirurgia dental, o que tornou difícil suas apresentações naquele momento. Glenn Miller veio em socorro de Hackett, oferecendo-lhe um emprego como guitarrista com a Miller Band. Apesar de seus problemas de lábio, Hackett ainda podia tocar solos curtos ocasionais, e ele pode ser ouvido tocando um famoso solo na canção A String of Pearls, da Orquestra de Glenn Miller.

Um sonho se tornou realidade para Hackett que foi sua inclusão no Louis Armstrong Town Hall Jazz Concert (1947). Em 1954, Hackett fez aparições regulares em um curto show de variedades da ABC TV, The Martha Wright Show, também conhecido como The Packard Showroom.

No entanto, a melhora da carreira de Bobby Hackett ocorreu por ocasião de sua contratação como solista cornet para participar na gravação dos primeiros álbuns de música de Jackeie Gleason. A partir de 1952, Hackett lançou o seu primeiro álbum, na Capitol Records, intitulado “Music for Lovers Only. Os primeiros dez álbuns de Jackie Gleason que ele participou obtiveram o “Disco de Ouro”. Esse sucesso todo incrementou diretamente a carreira de Bobby Hacket, levando-o a gravar uma série de seus próprios álbuns, pela Capitol Records.


De 1965 a 1967, ele saiu em turnê com o cantor Tony Bennett, incluindo duas turnês européias. No início de 1970, também participou de apresentações com Dizzy Gillespie e Teresa Brewer. Nos anos seguintes continuou realizando apresentações individuais e acompanhando vários artistas de jazz da época. Bobby Hackett morreu em 1976, de ataque cardíaco e deixou um legado discográfico de mais de 30 álbuns.

Fonte: Wikipedia, Abril/2015

Nesta postagem, homenageamos Bobby Hackett, com o álbum intitulado "That Midnight Touch", lançado nos Estados Unidos, em 1967, pelo selo Project 3, com produção de Enoch Light. Esse disco já foi postado em vários blogs, sendo que alguns não estão com seus links ativos. Desses blogs, lembro de dois, a seguir listados:
               
                http://easyandwonderful.blogspot.com.br/2012/10/bobby-hackett-with-strings-that.html
                https://zokyat.wordpress.com/category/bobby-hackett/
                
O material aqui disponibilizado nesta postagem foi obtido graças a contribuição do amigo Eldo Bastos, que gentilmente tem nos doado várias raridades. O meu muito obrigado.

Em minha opinião, apesar de ser um estilo que nem todos apreciam, considero Bobby Hackett como um dos maiores trumpetistas da época. O álbum desta postagem é de uma rara beleza auditiva. Vale a pena ouvir com calma. Destaco a ótima seleção de músicas clássicas a seguir listadas:

1. My foolish heart;
2. Laura;
3. When you awake;
4. Emily;
5. I guess I'll have to dream the rest;
6. Delishous;
7. September song;
8. The touch of your lips;
9. All too soon;
10. Nancy;
11. If you were only mine;
12. Stars in my eyes.


























 Links:



sexta-feira, 10 de abril de 2015

A GRANDE ORQUESTRA DE RAYMOND LEFEVRE - MY LOVE - 1973 BRASIL

O compositor, arranjador e maestro de orquestra estilo Easy Listening, Raymond Lefèvre, cujo nome verdadeiro era Raymond Lefèbvre nasceu na cidade de Calais, França, no dia 20 de novembro de 1929 e morreu em 27 de junho de 2008.

O seu trabalho mais conhecido é Soul Persuadir (Ame Caline), de 1968, que se tornou um sucesso internacional. Escreveu trilhas sonoras para diversos filmes de Louis de Funès, como La Soupe Aux Choux, de 1981, ou a série “Le Gendarme de Saint Tropez.

No fim dos anos 1950 e inicio dos anos 1960, acompanhou a cantora francesa Dalida, na maioria de suas gravações, tais como, Bambino, Por favor, Tu peux tout faire de moi, Quando on N'A Que l'Amour, entre muitos outras.

Ele iniciou sua carreira aos 17 anos de idade. Durante o início dos anos 1950, ele tocou piano para a orquestra de Franck Pourcel. Em 1953 ele tocava piano no Hotel Hilton, em Los Angeles. Oficialmente, sua carreira musical começou em 1956, pelo selo da Barclay Records, quando gravou seu álbum de estréia.

Como músico foi atuante trabalhando em diversos programas de televisão, tais como, Musicorama (1950) e Palmares des Chansons (1965 a 1967), acompanhando diversos artistas famosos da época, como Dalida, Claude François, Richard Anthony, além da sua própria orquestra.

Em 1958, sua gravação de The day the rains came, foi um retumbante sucesso nos Estados Unidos. A canção Caline Câline (Soul Coaxing) também se tornou um sucesso internacional, em 1968 e posteriormente La La La (He Gives Me Love) foi hit no Canadá e nos Estados Unidos.

Em 1969, sua gravação de La Reine de Saba (Queen of Sheba) tornou-se um grande sucesso no Japão. Entre 1972 e início dos anos 2000, ele fez várias turnês de sucesso no Japão. Cabe destacar que o Japão sempre acolheu bem as orquestras de Raymond Lefevre, Paul Mauriat, Caravelli e Franck Pourcel.

Outro fato que devemos mencionar se refere as participações de Raymond Lefevre, conduzindo o Festival Eurovisão da Canção (Eurovision), por três vezes em, Mônaco (1961 a 1963) e em Luxemburgo (1970).


Raymond Lefevre morreu no dia 27 de junho de 2008, com a idade de 78 anos deixando uma obra imensa entre trilhas de filmes (9) e discos em diversos formatos somando mais de 57 álbuns.

Nesta postagem, homenageamos Raymond Lefevre com o álbum "My Love", lançado no Brasil, em 1973, pela gravadora RCA, com o selo (label) Barclay. Fato curioso é que o disco original que foi lançado na França, com essa mesma capa e contracapa, era intitulado "Nº 13", não continha nenhuma das músicas do disco brasileiro e foi lançado em 1971. Ou seja, só aproveitaram a capa. 

Na verdade as canções  desse album lançado no Brasil em 1973, é uma coletânea de músicas retiradas de vários discos de Raymond Lefevre, lançados na França naquele período. Futuramente, disponibilizaremos a versão francesa dessa mesma capa.

Sou um grande fã de orquestras e em minha opinião, considero Raymond Lefevre entre os melhores maestros franceses daquela época. Entretanto, quando ouço seus discos tenho a impressão, em alguns momentos, de ouvir Paul Mauriat e Caravelli. É interessante a influência entre eles. Não sei se era a competição musical que gerava esse estilo ou influência puramente dita. Ouça e aprecie, que vale a pena. É do coração.

As músicas desse álbum são as seguintes: 

1. My love;
2. Un grande amore e niente piu;
3. Harmony;
4. Delta queen;
5. Nous irons a verone;
6. You're a lady;
7. Sonata em do maior de Mozart;
8. Fio maravilha;
9. Forever and ever;
10. Jesahel;
11. Day by day;
12. Kiss me;
13. Il etait une fois...La revolution;
14. Speak softly love (Tema do filme "O poderoso chefão").














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AMIGO DA ONÇA - MANIFESTO CONTRA BLOGS E SITES NÃO SOLIDÁRIOS - 2015

Considero a Internet como uma das maiores invenções tecnológicas do século XXI apesar de ter sido criada ainda no século XX. Ela possibilitou a democratização da informação e a geração de um conhecimento amplo e em vários segmentos. Ela é aberta a todos. Há de tudo. Do bem e do mal.

No segmento das artes em geral e especificamente na musical, possibilitou o resgate e a disseminação de obras de autores e músicos esquecidos. Permitiu que houvessem espaços (blogs e sites) que viabilizaram esse compartilhamento. 

A partir disso, essa rede conectou inúmeras pessoas de interesse comum. Os blogs de músicas é um dos exemplos desse interesse. Mesmo sendo do mesmo segmento, cada um tem um foco, uma pesquisa, novidades e as divulga para todos. Essa liberdade e amplitude é fantástica. 

Como blogueiro e principalmente como apreciador de música, eu acesso inúmeros blogs de diferentes estilos e assim tenho acesso a coisas que não pude obter e aumento o meu acervo de preciosidades até então esquecidas. 

Aproveito para agradecer os blogs e sites amigos por essas oportunidades de compartilhamento e divulgação dos blogs LaPlaya, tais como: Sintonia Musikal, Só Música, Radio Forma e Elenco (Martoni), The Music of Parallel Realities, Toque Musical, Bau de Long Playing, Momentos Mágicos, Mr. Five Music, Musicas Arrumadas, Discoteca Studio 504, Bate boca musical, Luigi Anos 50 e 60, Músicas dos anos 60, Toca dos Compactos, Forgotten Masterpiece, J.Thyne...Kind, Old Melodies, Space Monsters, JS Audio, Estação Musical, O Ponto dos Músicos, Arquivos do Vinyl ao Cd, Arquivos do Tio Sam, Easy Listening World, Blog da Música Brasileira, Bons Tempos, We Love The Beatles Forever, O Som Mágico dos Anos 70, Octaners Blog, Cultura Cabesound, Contramão Prog. e Rock, Bartolomeu 777, Brazilian Rock 1957-1964, Reggae Disco, Bossa Brasileira, Brazilian Nuggets, Galeria do FlashBack, e tantos outros acessados e não citados aqui.

Para incrementar essa divulgação cito em meu blog todos os blogs e sites que costumo acessar e que acho interessante divulgar. Da mesma a recíproca é verdadeira. Sou citado em vários deles. É uma parceria. Não que exista essa obrigação. Mas é uma questão de respeito pelo trabalho do outro e também de comportamento ético.

Da mesma forma, quando utilizo algo em meus blogs que foi pesquisado, melhorado e elaborado por outro colega, costumo citar essas fontes. Entretanto, não é sempre assim que acontece. Tenho visto alguns locais que explicitamente usam trabalho alheio e nem sequer fazem alguma menção. Acho correto citar, pelo menos para divulgar e todos saberem que aquele colega fez algo de bom. 

Tempos atrás, o blog do Augusto, o Toque Musical, alertou sobre isso, quando denunciou que havia um sujeito vendendo cdrs no Mercado Livre com material obtido dos blogs. É mole?... Obtém gratuitamente material raro dos blogs e comercializa como material inédito e próprio. Tem de tudoooo.

Um desses exemplos de utilização de trabalho alheio sem citar fontes, tomei conhecimento há dias atrás, com o site http://www.lobal.com.br
Ao navegar pelo blog gostei muito das informações ali disponíveis, do radio web e da proposta. Verifiquei que são disponibilizados no site várias postagens de álbuns apresentados dos blogs amigos e inclusive dos meus blogs, muitos com o endereço original de links. 

Em um primeiro momento achei muito legal essa divulgação até saber que os nossos blogs não eram citados como parceiros em nenhum local do site Lobal.com, dando a entender que tudo aquilo era obra exclusiva do criador desse site. Quando cliquei no link Parceiro, o que veio foi a página de um curso de inglês.

Achei lamentável essa falta de consideração em não citar os blogs que ele retira um vasto material para valorizar o seu site. Assim, fica o registro de repúdio. Espero que isso não tenha sido ocasional e que ainda nos mencione como parceiros fornecedores de material, pois o acesso é livre.
Se foi intencional é uma pena, pois não entende o espírito da comunidade e não merece mais ser citado e nem tampouco comentado por nós.

Provavelmente haverá internautas que acharão essa postagem uma idiotice e perda de tempo, pois acham que não tem como evitar isso. Concordo que não tem como evitar, mas de qualquer forma, eu precisava manifestar e opinar a respeito.

Independente disso, vou continuar com as propostas dos meus blogs, divulgando e mantendo contato com todos os amigos blogueiros dessa comunidade. Um grande abraço a todos.

http://laplayamusic.blogspot.com.br

http://laplayabeatles.blogspot.com.br

http://laplayamix.blogpsot.com.br






THE ROYAL PHILHARMONIC ORCHESTRA - HOOKED ON CLASSICS - THE ALBUM - 1991

A The Royal Philharmonic Orchestra, em português também conhecida como Orquestra Filarmônica Real Britânica e pelo acrônimo RPO, é uma orquestra inglesa baseada em Londres. É considerada algumas vezes a "Orquestra Nacional Britânica" e seu atual diretor artístico e regente titular é o maestro italiano Daniele Gatti, indicado para o cargo em 1996.

A “Royal Philharmonic” foi fundada em 1946 pelo maestro Thomas Beecham, apresentando seu primeiro concerto na cidade de Croydon, no dia 15 de setembro daquele ano. Beecham foi seu diretor artístico e regente titular até sua morte, em 1961. Foi sucedido pelo então regente assistente Rudolf Kempe, a quem foi concedido o título de regente vitalício em 1970.

A Orquestra realizou uma turnê nos Estados Unidos no ano de 1950, tornando-se a segunda orquestra britânica a visitar o território estadunidense, sendo que a primeira foi a Orquestra Sinfônica de Londres, em 1912.

Seus regentes titulares e diretores artísticos que atuaram na orquestra foram Daniela Gatti (1996 - presente); Vladimir Ashkenazy (1987 - 1994); André Previn (1985 - 1992); Walter Weller (1980 - 1985); Antal Doráti (1975 - 1978); Rudolf Kempe (1962 - 1975) e Thomas Beecham (1946 - 1961).

O álbum desta psotagem "Hooked on Classics", lançado no Brasil em 1991, pela gravadora CID - Companhia Industrial de Discos, é uma obra da The Royal Philharmonic Orchestra, conduzida pelo maestro Louis Clark, lançada na Inglaterra, pela gravadora Ktel, em 1981. O disco teve foco comercial aproveitando a onda "discoteque". Entretanto, visou popularizar ainda mais a música clássica, com arranjos dançantes e mixados. Vale a pena ouvir o resultado.

O disco é composto por nove faixas, homenageando, em sua maioria, autores clássicos, sendo:

1. Hooked on Classics Part 1 e 2;
2. Hooked on Romance;
3. Hooked on Classics Part 3;
4. Hooked on Bach;
5. Hooked on Tchaikovsky;
6. Hooked on a Song;
7. Hooked on a Mozart;
8. Hooked on a Mendelssohn;
9. Hooked on a Can Can.





















  Edição Ktel Inglesa - 1981






Links:


sexta-feira, 3 de abril de 2015

BOB FLEMING - MR SAX SÉRIE A - 1975

Para quem gosta de música instrumental, principalmente saxfone, repostamos um ótimo álbum, intitulado "Bob Fleming - Mr. Sax Série A", lançado em 1958 pela gravadora Musidisc e relançado em 1975.

Conforme já mencionamos em Postagens Anteriores, Bob Fleming era o pseudônimo de Moacyr Silva e Zito Righi. A interpretação do disco desta postagem coube a Moacyr Silva com produção de Nilo Sérgio. 

Aproveitamos para agradecer o material que foi obtido do blog: 
http://thetrackfinderbrazil.blogspot.com.br

O disco desta postagem é da edição de 1975. A seleção musical deste álbum é composto das seguintes canções instrumentais:

TRACK LIST:
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1. Fascinação;
2. Indian summer;
3. Can't I;
4. Sonny boy;
5. There goes my heart;
6. Tammy;
7. All the way;
8. Deep purple;
9. Laura;
10. It's wonderful;
11. Bat Masterson;
12. All the things you are.




 Capa (Front) - Edição Brasil 1958 e 1975





 Contra Capa (Back Cover) - Edição Brasil 1975





Selo (Label) Edição Brasil 1975




Selo 2 (Label) Edição Brasil 1975





 Contra Capa (Back Cover) - Edição Brasil 1958


Links:









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VEJA TAMBÉM A POSTAGEM NO BLOG LAPLAYABEATLES (Clique abaixo):







BRIAMONTE ORCHESTRA - 1970

A pedido do amigo do blog Adilson, postamos o álbum da Briamonte Orquestra. O material desta postagem foi obtido do excelente blog http://martoni-formaeelenco.blogspot.com.br, que costumamente venho acessando.

José Briamonte é o maestro que dá o nome a Briamonte Orquestra ou Orquestra Briamonte como alguns chamam. O álbum da postagem foi lançado no Brasil em 1970, pelo selo (label) Elenco.

Infelizmente, José Briamonte faz parte da lista dos músicos brasileiros esquecidos, juntando-se a tantos outros que enriqueceram a nossa música brasileira. Mas, vamos apresentar este grande instrumentista, arranjador, compositor e maestro.

Formou-se em 1956 em piano pelo Conservatório Dramático e Musical de São Paulo. Posteriormente, estudou harmonia, contraponto, instrumentação e regência na Escola Livre de Música.

Sua carreira musical se inciou em 1956, atuando no Dancing Maravilhoso, em São Paulo, com a Orquestra de Luis Cesar. Em 1959, atuou no conjunto Vadico e Odilon. Realizou sua primeira gravação em 1963, tocando órgão nas faixas Nós e o mar, de Roberto Menescal e Boscoli e Só saudades, de tom Jobim, lançadas em 78 rpm.

Nos anos de 1966 e 1967, participou como membro dos conjuntos SansaTrio e Sombeco. No primeiro grupo, o Sansa Trio, gravou dois álbuns e se apresentava no Restaurante Baiúca, em São Paulo. Já no grupo Sombeco, participou na gravação de um álbum e se apresentava no Restaurante “O Beco”.

Ainda em 1967, participou do III Festival de Música Popular Brasileira, da TV Record, em São Paulo, escrevendo o arranjo para a música Eu e a brisa, de Johnny Alf, interpretada por Márcia.

Atuou como arranjador em vários festivais e em gravações de Toquinho e Vinícius de Moraes, Jorge Benjor e Tom Zé, entre outros. Compôs o tema da novela Pigmaleão, de 1970, apresentada pela Rede Globo de Televisão. Também acompanhou, em gravações de estúdio, vários intérpretes brasileiros, como Johnny Alf (1968), Dick Farney (1969) e Maysa (1971), entre outros.

Em 1975, regeu o musical “Brasileiro, profissão esperança”, de Paulo Pontes, encenado no Teatro Aquarius, em São Paulo, sob direção de Bibi Ferreira. Gravou “Momentos Românticos”, lançado pela gravadora RCA Victor, em 1982.

Dois anos depois, participou do show de inauguração do Teatro Scala, no Rio de Janeiro. Entre 1985 e 1990, atuou como compositor, diretor musical e regente no Paladium, em São Paulo.


Para finalizar a breve biografia musical de José Briamonte, de acordo com o blog do Martoni (Zeca), em postagem de 05/fev/2012, posteriormente ele realizou trabalhos para empresas. Seu último álbum foi lançado em 2004, intitulado “New Age Brasil”, registrado pelo selo Intercd. 

O disco da postagem contém cinco composições próprias do maestro José Briamonte. Inclusive as músicas Zip e Atmosfera foram temas da novela “A Próxima Atração”, lançada pela Rede Globo de Televisão. É um belo disco

A produção ficou a cargo de Roberto Menescal e os arranjos pelo próprio José Briamonte. O destaque do disco é a canção Tema de Cristina

Fontes: 

O álbum desta postagem é composto pelas seguintes músicas instrumentais:

TRACK LIST:
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01 - Tema de Cristina (José Briamonte)
02 - Airport Love Theme (A. Newman / Paul Francis Webster)
03 - Primavera (Vai Chuva) (Cassiano / Rochael Silva)
04 - Rota Sul (José Briamonte)
05 - True Grit (E. Bernstein / D. Black)
06 - Assim na Terra Como No Céu (Roberto Menescal / Nonato Buzar / Paulinho Tapajós)
07 - O Embalo do Pato (José Briamonte)
08 - What the world needs now is love (Burt Bacharach / H. David)
09 - Zip (José Briamonte)
10 – Everybody’s talkin (Nilsson)
11 - Caos (José Briamonte)
12 - Quarentão Simpático (Renatão) (Marcos Valle / Paulo Sergio Valle)
13 - Atmosfera (José Briamonte)














Maestro José Briamonte
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