sábado, 19 de outubro de 2019

MIDDLE OF THE ROAD - ACCELERATION (1972)

No final de setembro apresentamos uma compilação da banda escocesa Middle Of The Road e aproveitamos para resgatar o álbum "Acceleration", lançado no Brasil em 1971, pela gravadora RCA Victor.

Esse disco foi um sucesso imediato, pois continha vários sucessos do grupo, tais como Sacramento, Soley, soley, Samson & Delilah, entre outros. (Para maiores detalhes sobre a banda, veja nossa postagem anterior).

As músicas que compõem esse álbum são as seguintes:

01. Sacramento;
02. Queen bee;
03. The talk of all the USA;
04. On this land
05. Louise;
06. Soley, soley;
07. Samson and Delilah;
08. Medicine woman;
09. Try a little understanding;
10. Then you'll know what love is for


Obs.: agradecimento especial ao amigo Luiz Alberto Gomes (Bugrim), do blog SóMusica pela elaboração das capas.





 Capa (Front) - Edição Brasil 1972






Contra Capa (Back Cover) - Edição Brasil 1972





  Selo (Label) - Edição Brasil 1972





 Capa (Front) - Edição Italy 1973





 Contra Capa (Back Cover) - Edição Italy 1973





 Selo (Label) - Edição Italy 1971





  Selo (Label) - Edição Italy 1973





 Capa (Front) - Edição Germany 1971




 Contra Capa (Back Cover) - Edição Germany 1971





  Selo (Label) - Edição Germany 1971






Middle Of The Road





Sally Carr

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quinta-feira, 17 de outubro de 2019

OS VERSÁTEIS - E O FESTIVAL (1967)

Hoje reapresento um álbum que foi postado há tempos atrás no extinto blog SintoniaMusikal, do qual sentimos muita falta e sempre agradecemos pelo conteúdo que nos disponibilizou durante a sua existência. Em conversa com amigos, lamentamos toda a informação sobre os discos e artistas que lá estavam. Acredito que essa volatilidade da internet, não garantindo o conhecimento de forma permanente, também é uma preocupação. 

Trata-se do álbum "E o Festival", do grupo Os Versáteis, que era um misto de estilos de Jovem Guarda, Surf, Samba a Bossa Nova. Esse conjunto era oriundo de Guarulhos, São Paulo e a sua formação era composta pelo líder Ronaldo Noronha (trompete), João Nelson (guitarra solo), Pedrinho (guitarra ritmo), Gilson (baixo), Waldomar (bateria) e Rolando (acordeon).

O nome "Os Versáteis" foi em razão da variedade de músicas que o grupo apresentava o que pode ser observado nos dois primeiros álbuns Lps.  O grupo iniciou sua trajetória se apresentando nos principais bailes da cidade, tais como no Recreativo, Náutico e Clube dos Bancários. Mas o sucesso veio quando começaram a se apresentar na casa noturna e choperia denominada Urso Branco, uma das maiores da capital paulista, com capacidade para 1500 pessoas.

Depois do sucesso do primeiro álbum Lp, intitulado "Uma Noite no Urso Branco" (1966), os fãs fizeram inúmeras solicitações e foi lançado o segundo álbum Lp, denominado "Showpp". A partir daí, foram para os programas de televisão, nas TVs Tupi, Excelsior até chegar aos festivais de música na TV Record, como banda de apoio ao cantor Tom Zé, com quem vieram a gravar o álbum "Grande Liquidação", em 1968.  

A banda foi descoberta por Abelardo Figueiredo e levada para a Jovem Guarda posteriormente para a gravadora Artistas Unidos - AU, sob o selo Rozenblit, com a produção de Roberto Corte Real. A fama do grupo chegou até o exterior, por meio de revistas especializadas em música. O grupo demonstrou possuir boa técnica e versatilidade, acompanhando os sucessos da época em diversos estilos. A banda terminou em 1968.

Fontes: 
* Martins, Laércio P. "O Rock And Roll: origem, mitos e o rock instrumental no Brasil e em outros países", Rio de Janeiro: Ed. do Autor, 2001.
* Blog SintoniaMusikal.

O álbum desta postagem, lançada em 1967, pela gravadora AU, pelo selo Rozenblit, teve arranjos do maestro Carlos Pipper e focou canções de festivais, a seguir listadas:

01 - Ponteio (Edu Lobo – Capinam)
02 – Alegria, alegria (Caetano Veloso)
03 – Bom dia (Nana Caymmi – Gilberto Gil)
04 – Maria, carnaval e cinzas (Luiz Carlos Paraná)
05 – Gabriela (Maranhão)
06 – Samba de Maria (Vinicius de Moraes – Francis Hime)
07 – Domingo no parque (Gilberto Gil)
08 – Roda viva (Chico Buarque de Hollanda)
09 – O cantador (Dori Caymmi – Nelson Motta)
10 – A estrada e o violeiro (Sidney Miller) 
11 – Ventania (Hilton Acioli – Geraldo Vandré)
12 – Beto bom de bola (Sérgio Ricardo).




https://laplayamusic.blogspot.com


























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quarta-feira, 16 de outubro de 2019

WALDO DE LOS RIOS - CLÁSSICS (1994) REPOST

Há um mês atrás, postamos um disco compacto simples Ep da Orquestra de Waldo de Los Rios, que foi apreciado por muitos.

Desta vez, a pedido do amigo Tomas, reapresento a excelente compilação de músicas clássicas com arranjos de Waldo de Los Rios, que foi lançada pela gravadora BR Music, da Hollanda, em 1994, sob licença da EMI Music. Por sinal esse disco foi um dos primeiros a serem postados no blog LaPlayaMusic, lá em 2011. 

Para aqueles que ainda não conhecem esse excelente maestro argentino, na década de 1970,  Osvaldo Nicolau Ferrara, conhecido como Waldo de Los Rios, pianista, compositor, arranjador e regente se destacou pela sua capacidade de transformar músicas clássicas em música pop. Ele nasceu em Buenos Aires, no dia 07/09/1934 e morreu em Madri no dia 28/03/1977, aos 43 anos, infelizmente por suicídio.

Ficou famoso pelo arranjo da Sinfonia nº 40 de Mozart, gravado com a orquestra Manuel de Falla, alcançando o sucesso em vários países da Europa e também no Brasil. Outro sucesso foi o arranjo que realizou para a Nona Sinfonia de Beethoven, conhecida como Hino da Alegria.

Nesta postagem, apresento um álbum, que aprecio muito e em minha opinião contém o melhor de sua obra. A compilação contém as seguintes músicas:

1. Sinfonia nº 40 en sol menor (Mozart);
2. Eine kleine nachtmusic (Mozart);
3. Novena sinfonia en re menor (Beethoven);
4. octava sinfonia en si menor incompleta (Schubert);
5. Tercera sinfonia en fa mayor (Brahms);
6. Sinfonia nº 9 opus  95 muevo mundo (Dvorak);
7. Sinfonia de los juguettes do mayor (Haydn);
8. Cuarta sinfonia en la mayor italiana (Mendelsssohn);
9. Sinfonia nº 1 in C,  opus 21 (Beethoven);
10. Sinfonia nº 5 in D, opus 107 reformation part 3 (Mendelssohn);
11. Sinfonia nº 101, in D (Haydn);
12. Sinfonia nº 6 in F, opus 68, pastorale part 5 (Beethoven);
13. Aida (Verdi);
14. Nabucco Va...pensiero (Verdi);
15. Elixir de amor (Donizetti);
16. El barbero de Sevilla (Rossini);
17. Rigoletto (Verdi);
18. La traviata (Verdi).



























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GEORGIE FAME - THE BALLAD OF BONNIE AND CLYDE (EP 1967)

O Cantor britânico de Rhythm and blues, Georgie Fame (Clive Powell), nasceu em Leigh, no dia 26 de junho de 1943. Fame foi alcançou o número 1 no Top 10 das paradas britânicas, com as canções: Yeh, yeh (1964), Get away (1966) e The ballad of Bonnie and Clyde (1967)

Aos 16 anos Georgie Fame assinou contrato com Larry Parnes, que tinha como artistas Marty Wilde e Billy Fury. Ele já tocava piano na banda de apoio de Billy Fury, a Blue Flames, que mais tarde se tornaria conhecida como Georgie Fame & the Blue Flames. O grupo obteve algum sucesso com seu R&B, mas viria a ser conhecido nos Estados Unidos só depois da gravação da música The Ballad of Bonnie & Clyde.

Georgie Fame também participou do grupo Rhythm Kings, com o seu amigo Bill Wyman, ex-membro do The Rolling Stones, no baixo. Em 1971, teve uma parceria com seu amigo Alan Price, ex-tecladista dos The Animals, lançando um álbum de estúdio juntos e tendo sucesso com o single Rosetta.

Nos anos 1980, conheceu o músico brasileiro Gilberto Gil, onde regravou a música Toda Menina Baiana em seu disco EP intitulado “Samba”, além de ter cantando com Gil durante um show.

Em 2015, lançou o último álbum de sua carreira, intitulado “Swan Songs”.

O disco escolhido nesta postagem trata-se de um compacto simples contendo um dos maiores sucessos comerciais de Georgie Fame, a canção  The ballad of Bonny and Clyde, lançada na Inglaterra, em 1967, pela gravadora CBS, pelos selos EPIC e da prórpia CBS.

A seguir as duas canções que compõem esse disco EP:

Lado A:
01.  The ballad of Bonny and Clyde;

Lado B:
02. Beware of the dog.





  Capa (Front) EP - Edição England 1967





 Selo (Label) - Edição EP England 1967





  Selo 2 (Label) - Edição EP England 1967





 Selo (Label) - Edição EP 45 rpm - Finlândia 





  Capa 2 (Front) EP - Edição USA 1968





  Selo (Label) - Edição EP USA 1968




  Capa (Front) EP - Edição Canadá 1968





  Selo (Label) - Edição 45 rpm EP Canadá





 Selo (Label) Old Gold - Edição EP England 1973







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terça-feira, 15 de outubro de 2019

GEORGES JOUVIN - SEU PISTON DE OURO E UM MUNDO DE SUCESSOS - VOLUME 3 (1968)

O raro álbum resgatado nesta postagem ainda não foi postado na rede. Trata-se do disco "Georges Jouvin - Seu Piston de Ouro e Um Mundo de Sucessos - Volume 3", do instrumentista francês, lançado no Brasil, em 1968, pela gravadora Odeon.

Georges Francis Raymond Jouvin ou simplesmente Georges Jouvin, nasceu na cidade de Rennes, na França, no dia 19 de junho de 1923. Nos anos 1960 e 1970, fez sucesso como trompetista, compositor e ator.

Apesar das poucas informações a respeito da carreira dele, sabe-se que ele nasceu em uma família de músicos, tendo ingressado nos estudos musicais no Conservatório de Rennes e no Conservatório de Paris. Em 13 de julho de 1941, ele foi nomeado Cavaleiro da Legião de Honra.

Durante a sua trajetória artística desenvolveu um repertório variado, de música clássica, jazz, música popular, entre outros estilos. Foi um virtuoso com o seu instrumento e era conhecido como "O homem do trompete de ouro", sendo anunciado em seus discos lançados no Brasil como "Georges Jouvin e seu Piston de Ouro". 

Georges Jouvin, pela sua popularidade, influenciou vários trompetistas posteriores, tais como, Jean Claude Borelly, autor da canção Dolannes Melody, entre outros.

Na seleção das músicas que compõem o álbum volume 3, destacam-se a adaptação de duas canções de rock dos The Rolling Stones (Ruby Tuesday) e Deep Purple (Hush).  A seguir a lista completa das músicas que compõem o disco desta postagem: 

01. Cuando sali de Cuba (Adaptação de E. Marnay);
02. Delilah (Adaptação de C. Carrére);
03. Ruby Tuesday (Adaptação de R. Anthony);
04. La la la (Vencedora do 1º Prêmio Eurovision 1968);
05. La musique (Adaptação de Anngregory);
06. San Francisco (Be sure to wear some flowers in your hair);
07. The ballad of Bonnie and Clyde);
08. Vivre pour vivre - Live for live (Tema do filme Vivre pour vivre);
09. The last waltz (Adaptação de H. Ithier);
10. La source;
11. Congratulations - Ah! Quelle historie (Adaptação de A. Salvet);
12. I dig rock and roll music;
13. Hush (Adaptação de G. Aber);
14. Magico sonido.
















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TEDDY GARNER COM ORQUESTRA VIOLINOS DO CÉU - SAX IMORTAL (1961 / 1975)

Fico impressionado em descobrir discos de vinyl antigos, nunca lançados em formato compact disc - cd, de artistas brasileiros, que continuam no limbo da memória musicas brasileira.

Um álbum relativo a um desses talentos, encontrei há tempos atrás em um sebo de livros e discos, praticamente de graça, já que provavelmente o mesmo deveria estar encalhado na prateleira há muito tempo. 

Por outro lado, para mim era totalmente desconhecido e se não fosse bom, não perderia muito. No entanto, achei uma pequena jóia de gravação da época.

Estou me referindo ao talento de Jayme Araújo de Oliveira, irmão do maestro Severino Araujo, que em 1961, sob pseudônimo de Teddy Garner, gravou um belo disco de músicas instrumentais no saxofone.  

O álbum intitulava-se "Sax Imortal" e foi lançado originalmente no Brasil pela gravadora Columbia, no ano de 1961 e posteriormente seria relançado em 1975, pela gravadora CBS, pelo selo Tropicana. 

As diferenças entre o lançamento de 1961 em relação a de 1975 ficaram restritas a total mudança da capa/contracapa, a alteração na sequência das músicas e troca de uma das canções. 

Na versão de 1961, a faixa 6 continha a canção I only have eyes for you, enquanto que na versão de 1975 fora substituída pela música Bat Masterson, tema da série televisiva de mesmo nome, de 1958, lançada pelo canal NBC, com o ator Gene Barry e que também era transmitida no Brasil. Essa versão de Teddy Garner para Bat Masterson também foi lançada individualmente na compilação da série "As 14 Mais - Volume 5", de 1961.

Infelizmente, não há informações sobre o artista Jayme Araujo de Oliveira e caso alguém queira complementar nosso texto, fique a vontade em contribuir. A história da gravação desse raríssimo disco que estamos resgatando nesta postagem mostra o acaso. 

O músico Jayme Araujo de Oliveira era um fã e influenciado pela execução e técnica do saxofonista inglês Freddy Gardner. Por essa admiração, desde 1955, ele adotou o nome artístico de Teddy Garner e assim tocava como solista nas famosas orquestras de dança no Brasil. 

Com a inauguração dos estúdios da gravadora CBS, no Rio de Janeiro, ele era requisitado entre os principais músicos para participar das gravações que ocorriam nos estúdios.  Em um certo dia de gravação, antes dos demais músicos chegarem, Teddy Garner tocava para si mesmo a melodia Valse vanité e a beleza da interpretação chamou a atenção dos produtores naquele momento. 

Porém, da admiração a gravação do primeiro disco decorreram mais alguns anos e finalmente foi lançado a sua única obra, com a  produção do maestro Lyrio Panicali e orquestra Violinos do Céu.

Espero que apreciem esta rara obra e por favor manifestem suas opiniões nos comentários do blog. A seguir a listagem das músicas nos álbuns de 1961 e 1975:

Álbum "Sax Imortal - 1961":
01. Invitation;
02. Body and soul;
03. Harlem nocturne;
04. These foolish things;
05. Look for a star;
06. I only have eyes for you;
07. An affair to remember;
08. I'm in the mood for love;
09. Love is a many splendored thing;
10. Valse vanité;
11. A summer place
12. Roses of picardy.

Álbum "Sax Imortal - 1975":
01. Harlem nocturne;
02. Body and soul;
03. Invitation;
04. Roses of picardy;
05. Love is a many splendored thing;
06. Bat Masterson;
07. Look for a star;
08. These foolish things;
09. An affair to remember;
10. I'm in the mood for love;
11. Valse vanité;
12. A summer place





 Capa (Front) - Edição Columbia 1961







 Contra Capa (Back Cover) - Edição Columbia 1961





 Selo (Label) - Edição Columbia 1961








Capa (Front) - Edição CBS/Tropicana 1975 





 Contra Capa (Back Cover) - Edição CBS/Tropicana 1975





 Selo (Label) - Edição CBS/Tropicana 1975





Teddy Garner (Jayme Araujo de Oliveira)


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domingo, 13 de outubro de 2019

IN A ROMANTIC MOOD - VARIOUS ORCHESTRAS (1975)

Há tempos atrás, tive acesso ao álbum de compilação de músicas instrumentais orquestradas e muito o apreciei, principalmente a versão diferente da Sinfonia nº 40, de Mozart, interpretada por The Cascading Strings, que eu desconhecia a sua existência.  

Trata-se do disco "In a Romantic Mood", lançado na Holanda, em 1975, pela gravadora Philips.

A seguir a lista das músicas que compõem o disco:

1- Nostalgia (Francis Goya)
2- Love theme Spartacus (The Norman Newell Orchestra)
3- Barcarolle (The Cascading Strings)
4- Meditation (The Cascading Strings)
5- Jeux interdites (Paul Mauriat Orchestra)
6- Mozart 40th (The Cascading Strings)
7- Sleepy shores (The Norman Newell Orchestra)
8- Traumerei (The Cascading Strings)
9- Ave Maria (The Cascading Strings)
10- A walk in the black forest (Horst Jankowski)
11- Elisabeth serenade (Der Starlet Chor)
12- Tosselli serenade (Horst Jankowski)


















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CLAUDIO FONTANA - SÉRIE COLAGEM (1972)

O cantor e compositor brasileiro, Cláudio Fontana, nasceu na cidade de São Luís, no Maranhão, no dia 14 de junho de 1945. Fez sucesso na década de 1960, principalmente com a canção Adeus ingrata, lançada pela gravadora Copacabana Discos.

Começou a carreira artística participando de programas infantis e ganhando concursos de canto. Apresentou, ao lado de Leonor Filho, o programa "Bar de melodias", exibido entre 1963 e 1964, pela TV Difusora do estado do Maranhão, cantando bossa nova.

No Rio de Janeiro, conheceu e mostrou seu trabalho para pessoas como Carlos Imperial, Wilton Franco, então produtor da TV Excelsior, e Osmar Navarro, então produtor da gravadora Phillips, entre outros.

Em 1967, ao apresentar-se no programa "Festa do Bolinha", comandado por Jair de Taumaturgo, na TV Rio, foi ouvido pelo empresário Genival Melo, que gostou da composição Doce de coco, e a levou para ser gravada pelo cantor Wanderley Cardoso, então em grande sucesso. Essa composição foi lançada em compacto duplo por Wanderley Cardoso e logo se tornou um sucesso nacional. O sucesso de "Doce de coco" foi tão grande que permaneceu longo tempo como epíteto de apresentação do cantor Wanderley Cardoso.

Em 1968, teve as composições Aliança de brinquedo e Pequenina lágrima, parcerias com Wanderley Cardoso, gravadas por este último em álbum Lp, pela Copacabana Discos.

No mesmo ano, mudou-se para São Paulo, onde gravou seus dois primeiros discos pela Gravadora Copacabana Discos. Foram dois compactos simples com as músicas Alegria da volta; Ninguém me fará desistir de gostar de você e A chave, com Wanderley Cardoso, e A irmã da minha namorada, de sua autoria.

Sua carreira consolidou-se de vez quando começou a participar do quadro "Os galãs cantam e dançam", dentro do programa Sílvio Santos, na TV Globo, do qual participavam nomes como Paulo Sérgio, Antonio Marcos, Wanderley Cardoso, Tony Angely, Ary Sanchez, Djalma Lúcio, Jerry Adriani, Arturzinho e Paulo Henrique, entre outros.

Em 1969, Antônio Marcos gravou Vieram me dizer, em seu primeiro álbum Lp, pela gravadora RCA. No mesmo ano, fez grande sucesso com a balada Adeus ingrata, de Geraldo Nunes, que ficaria marcada como grande sucesso popular, em disco que incluiu ainda as músicas Ninguém me fará desistir de gostar de você, em co-autoria de Wanderley Cardoso, e A irmã da minha namorada e Esta noite vou fazer o que eu quiser, de sua autoria.

O compacto duplo com Adeus ingrata vendeu, na época mais de 100 mil cópias e lhe valeu o "Troféu Viola". Vale lembrar que essa vendagem era muito expressiva para a época. Ainda por conta do sucesso de Adeus ingrata, recebeu no Programa do Chacrinha, em dois programas, a 14 de maio no Rio de Janeiro, e em 15 de maio em São Paulo, o diploma de "Ídolo da Juventude". Ainda em 1969, gravou seu primeiro álbum Lp, que contou com o acompanhamento do grupo Os Impossíveis.

Em 1970, compôs Homem de Nazaré, que se tornaria grande sucesso, em 1973, na voz de Antônio Marcos. Nesse mesmo ano, Antônio Marcos gravou Sozinho, em álbum Lp lançado pela gravadora RCA e Minha amiga, minha namorada, parceria com Antônio Marcos.

Em 1972, sua música Mi amor es más joven que yo foi gravada pelo cantor espanhol Julio Iglesias, e tornou-se sucesso internacional.

Nas décadas de 1970 e 1980 fez sucesso como compositor além de participar de Festivais Internacionais. Em 1973, participou do Festival Internacional de La Cancion, de Piriápolis, no Uruguai com a composição Se Jesus fosse um homem de cor, defendida pelo cantor Tony Tornado. No mesmo ano, lançou álbum Lp pela Copacabana Discos, com seu nome como título.

Em 1974, atingiu a primeira posição nas paradas de sucesso latino-americanas, com a musica de sua autoria Feliz Cumpleãnos, Querida Mia, gravada por Nelson Ned e Claudio Roberto.

Em 1975, voltou a participar do Festival Internacional de La Cancion, de Piriápolis, no Uruguai obtendo o quarto lugar com a composição Amor pela primeira vez, com Antonio Marcos, defendida pelo cantor Claudio Roberto. Com o declínio do movimento da Jovem Guarda, começou a compor músicas para artistas sertanejos. No mesmo ano, lançou o álbum Lp pela gravadora Copacabana Discos.

Em 1976, obteve o primeiro lugar no XI Festival Internacional de La Cancion Costa a Costa, com a música Vamos caminhar juntos, defendido pela cantora Sonia Maia. Nesse mesmo ano, a cantora Carmen Silva apresentou sua composição Que seas feliz, no I Festival da Canção do Panamá, obtendo o terceiro lugar.

Em 1981, lançou, pela gravadora Copacabana Discos, o álbum Lp "Parabéns, Parabéns Querida" e o livro "São Luis: Ilha do amor". Em 1982, lançou, pela West Side Latino Records, um álbum Lp em espanhol.

Em 1984, Antônio Marcos gravou "Romântico", no álbum Lp "O sonho não acabou", lançado pela gravadora RCA. Em 1988 a dupla Lourenço e Lourival gravou a canção Separados.

Nos anos 1990, foi líder do Grupo Chocolate ao lado da esposa Malu e dos dois filhos, apresentando-se em programas de televisão. Entre 1997 e 2001, apresentou um programa especial na Rede Vida de Televisão.

Em 2000, lançou o álbum no formato CD que incluía diversas composições próprias, inclusive O homem de Nazaré, que somou 42 regravações, por diversos artistas, não só em português, como também em inglês, francês e espanhol.

Em 2007, foi atração especial no programa de Nerivan Silva, na Rede TV. Na ocasião, contou um pouco de sua trajetória e interpretou Adeus ingrata e O homem de Nazaré. 

Ao longo da carreira, teve músicas gravadas por outros nomes, como Antonio Marcos, Agnaldo Timóteo, Jair Rodrigues, Altemar Dutra, Originais do Samba, Eliana, João Mineiro e Marciano, Cascatinha e Inhana, Irmãs Galvão, Lourenço e Lourival, As Mineirinhas, Grupo Karametade, Mococa e Paraíso, Raimundo José, e Fat Family.

Em 2012, apresentou-se no Programa do Gugu, na TV Record. Em 2013, apresentou-se cantando durante a Jornada Mundial da Juventude, no Rio de Janeiro. Em 2014, apresentou na Rádio 9 de Julho, de São Paulo, o programa "Devoto de Frei Galvão".

O material desta postagem, apesar de já ter sido postado por outros blogs, melhoramos significativamente a qualidade do áudio, em comparação com o material postado anteriormente pelos outros blogs. 

Assim, resgatamos o álbum "Série Colagem", lançado em 1972, pela gravadora Copacabana Discos, pelo selo Beverly. O disco contém os principais sucessos de Cláudio Fontana, até 1972. Para completar, o blog LaPlayaMusic incluiu, como bônus, mais 4 canções da mesma época, a seguir listadas:

01. Adeus ingrata;
02. Menina de trança;
03. Não toco mais minha guitarra;
04. Os passos errados da minha vida;
05. Estou amando uma garota de cor;
06. Meus ídolos;
07. De quem será;
08. Eu não lhe telefono mais;
09. Tchau amore;
10. Ninguém me fará desistir de gostar de você;

Bônus:
11. Aniversário de meu bem;
12. Diga tudo o que você quiser;
13. Eu penso sempre em você;
14. Fim de baile.































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