terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

JOE JEFFREY - MY PLEDGE OF LOVE (S/DATA)

Atendendo a vários pedidos, apresentamos o álbum "My Pledge of Love", do cantor americano Joe Jeffrey (Ver  nossa postagem de 12 nov 2018), lançado no Brasil, no formato Compact Disc - Cd, pela gravadora MCK, com o selo AMC, não constando a informação do ano de lançamento, mas provavelmente tenha sido nos anos 1990. Este disco resgata o álbum em formato Long Playing - Lp, lançado no Brasil, em 1969, pela gravadora Copacabana Discos .

Por sinal, a questão da falta de informações nos discos lançados no Brasil é um tema que já comentamos em postagens anteriores. Para não sair da rotina, este disco também não contém nada de informação do cantor, exceto o nome das músicas e compositores. A parte gráfica deixa a desejar, com um design bem limitado e papel com gramatura muito fina.

Quanto ao cantor, sempre me pergunto porque ele não fez mais sucesso, tanto em seu território, quanto em outros países do mundo. Ouvindo esse material fica nítido a qualidade do cantor e das suas interpretações. De qualquer modo ele já se eternizou com a canção My pledge of love, que é um clássico da época.

Tenho pesquisado na busca de mais discos e informação do cantor Joe Jeffrey e infelizmente não obtive muito sucesso. Quem sabe alguém tenha algum material para nos ceder e quem sabe postarmos aos amigos do blog.

A seleção do álbum da postagem contém apenas onze músicas, a seguir listadas:

01. My pledge of love;
02. My baby loves lovin;
03. Kind of a drag;
04. Margie;
05. Sunny / Up, up and away;
06. In the still of the night;
07. Dreamin' till then;
08. Hey hey woman;
09. It's all right;
10. The chance of loving you;
11. Melodee.





































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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

JAY AND THE AMERICANS - SANDS OF TIME (1969) REPOST

Neste final de semana resolvi refazer uma digitalização e edição de uma postagem de novembro de 2012, do grupo americano Jay And The Americans, lançado no Brasil em 1969, pela SOM, mais conhecida como Copacabana Discos, pelo selo United Artists. 

A banda não ficou muito conhecido por essas bandas. Da discografia do grupo, o álbum que apresento é o que eu mais aprecio. O material de áudio desta postagem tem melhor qualidade, pois foi extraído de um Lp melhor. Além disso, a compactação agora está em 320 kbps. 

A década de 1960 produziu inúmeras bandas, algumas fizeram sucessos e são muito conhecidas até hoje, enquanto que a maioria ficou perdida no tempo. Se considerarmos o contexto do Brasil na época, essa perda é ainda maior. Para início de partida, no Brasil, a divulgação de um sucesso ou banda demorava de seis meses a um ano para acontecer, o que em alguns casos, o sucesso daquele artista ou daquela música já se diluíra, principalmente quando era artista ou banda de um único sucesso. 

A banda Jay And The Americans foi um grupo de rock balada popular na década de 1960. Sua formação original era composta por John “Jay” Traynor, Howard Kane, Kenny Vance e Sandy Deanne. Posteriormente John Traynor foi substituído pelo vocalista Jay Black.

No final de 1950, a banda foi descoberta durante as exibições que realizavam para estudantes da Universidade de Nova York. Foram os compositores Leiber e Stoller que deram nome ao grupo. Seu primeiro sucesso ocorreu em 1962, com a canção She Cried, que alcançou a quinta posição do hit parade americano. Posteriormente, essa mesma canção foi regravada pelo grupo vocal feminino The Shangri-Las, pelo Aerosmith, entre outros.

Outros dois singles seguintes não foram sucessos como se esperavam e após conflitos internos o vocalista John Traynor deixou o grupo. Eles  voltaram às paradas de sucessos em 1963, com a música Only in América, que originalmente era destinada para o grupo The Drifters. Em 1964 e 1965, o sucesso continuou com as canções Come a Little Bit Closer e Cara Mia.

Em 1968, lançaram um álbum chamado “Sands Of Time”, com as suas canções favoritas, que incluiu a música This Moment Magic, que foi originalmente gravada pelos The Drifters, vendendo mais de um milhão de cópias e foi premiado com o disco de ouro pela Recording Industry Association of America - RIAA (Associação da Indústria de Gravação da América), sendo o disco mais importante comercialmente da carreira da banda.

Posteriormente, em 1970, o álbum “Wax Museum” fez relativo sucesso, com o single Walkin In The Rain, sucesso do grupo The Ronettes, porém, os seguintes discos foram fracos e levou a banda a se separar no ano de 1973, onde cada um partiu para a carreira solo. 

Em e em 1990, se reuniram para apresentações especiais, sobretudo para comemorar os 45 anos da gravadora Motown e no Hall of Fame. 

Nesta postagem, apresentamos o álbum de maior sucesso da banda, "Sands Of Time", onde destaco as canções This magic moment, So much in love, Since I don't have you e Gypsy woman. Espero que apreciem este ótimo disco. Para complementar incluímos mais três bônus e uma melhoria no material gráfico. As músicas contidas na seleção desta postagem são as seguintes:

1. This magic moment; 
2. Pledging my love; 
3. Can't we sweethearts; 
4. My prayer; 
5. So much in love; 
6. Since I don't have you; 
7. Gypsy woman; 
8. Hushabye; 
9. When you dance; 
10. Life is but dream; 
11. Mean woman blues; 
12. Goodnigh my love.

Bônus:
13. Cara mia;
14. Crying;
15. Walkin1 in the rain.





 Capa (Front cover) - Edição USA 1968 / Brasil 1969





 Contra Capa (Back cover) - Edição Brasil 1969





 Contra Capa (Back cover) - Edição USA 1968





Contra Capa (Back cover Cd) - Edição Brasil LaPlayaMusic 2012





 Selo (Label) - Edição USA 1968






 Jay And The Americans - Foto





Jay And The Americans - Albuns





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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

CRISTIANO - CRISTIANO - VOLUME 1 (1971) REPOST

Por sorte descobri que o álbum que estou reapresentando no blog não estava no conteúdo do HD perdido com todas as minhas postagens.

Assim repostamos o primeiro disco Lp do cantor Cristiano, lançado em 1971, pela gravadora Chantecler.   

O cantor Cristiano, cujo nome de batismo era Pedro Luis Schoemberger, era natural de Curitiba/Pr. Atuou mais ativamente no mercado musical nos anos 1970 e sua música era baseada em baladas versões de músicas das paradas de sucesso da época. 

Inicialmente cantava para os amigos e pelo incentivo que recebia começou a se inscrever em programas de calouros, o que levou a ir para São Paulo e se apresentar na TV Cultura Canal 2. Não conseguindo muitas oportunidades retornou para sua terra e seguiu a sua vida.

Foi com a ajuda do animador e cantor paranaense Dirceu Graeser  que ele retomou com apresentações locais na TV Paraná – Canal 6, uma transmissora da TV Tupi, firmando-se no conceito do público paranaense e angariando a simpatia geral.

De volta a São Paulo, no final dos anos 1960, foi convidado a lançar um compacto simples em uma gravadora pequena, que não obteve o sucesso esperado, pela dificuldade de ser tocado nas rádios. 

A melhor oportunidade surgiu com o convite de Antonio Aguillar, para participar em seu programa “Reino da Juventude”, que era a sensação do momento. Após a participação em um disco de coletâneas da gravadora Copacabana, surgiu a chance de gravar um disco Long Playing - Lp exclusivo pela gravadora Chantecler. Ficou muito conhecido nos circuitos de boites , apresentando-se juntamente com o grupo “Os Terríveis”. Em 1972 lançaria o seu segundo disco por essa gravadora.

Em 1973, foi para gravadora RCA Victor, que depois viria a ser a BMG, alterando o seu nome artístico para Cris McClayton, onde fez sucesso nacional com as músicas Bye Bye Rose Marie e Descendo o Rio, composições de Cyro Aguiar e Luiz Roberto. Não tendo muitas chances nas grandes gravadoras , continuou se apresentando em casas de shows, inclusive com temporada no Japão. 

Além dos nomes de Cristiano e Cris McClayton, Pedro Luis Schoemberger também gravou compactos com os pseudônimos de Gene Edwards e Bill Diamond. Ele faleceu em 15 de maio de 2012.

O álbum desta postagem contém uma seleção de versões de canções famosas, composições de Francis Lai, Paul McCartney, Neil Diamond, Armando Manzanero, Marmalade, George Harrison, Roy Orbison, Lynn Anderson, Bob Dilan e outros. As letras das versões ficaram a cargo de Fred Jorge, que junto com Rossini Pinto era um dos mais requisitados para essa finalidade na época.

Vale a pena ouví-lo.  As faixas do disco são as seguintes, acrescidas de alguns bônus selecionadas pelo blog LaPlayaMusic:

01. História de Amor - Love Story (Sigman / Francis Lai / Fred Jorge);
02. Um novo amanhecer - Another Day (Paul McCartney / Fred Jorge);
03. Doce Carolina - Sweet Caroline (Neil Diamond / Fred Jorge);
04. É impossível - It’s Impossible (Wayne / Manzareno / Fred Jorge);
05. A bonequinha - Jack in the box (Worsley / Myers  / Fred Jorge);
06. Meu grande amor - My little one (Campbell / McAleese  / Fred Jorge);
07. Meu Senhor - My sweet lord (George Harrison  / Fred Jorge);
08. Sonhar com você - Dream baby (Walker  / Fred Jorge);
09. A casquinha - Hot Cane (Bolan  / Fred Jorge);
10. Mar de rosas - Rose Garden (Joe South  / Fred Jorge);
11. Vou pulando - Baby jump (Dorset  / Fred Jorge);
12. Foi por você - If not for you (Bob Dylan / Fred Jorge);

Bônus: 
13. Jesus Cristo - em inglês (Roberto Carlos / Erasmo Carlos / Bob Mckay);
14. San Bernardino - Como Bill Diamond (Christie)
15. Nothing Rhimed - (Gilbert O' Sullivan)
16. Cracklin Rosie - Como Bill Diamond (Neil Diamond)
17. You're sixteen - Como Gene Edwards

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

THE MAGNETIC SOUNDS - MAGNETIC SOUNDS (1979)

Nesta postagem apresentamos o álbum Magnetic Sounds, lançado em 1979, pela gravadora Copacabana Discos, pelo selo New Records e relançado posteriormente, em 1991, pela gravadora Ariola, com o selo Beverly.

O que algumas pessoas não sabem é que essa orquestra era na verdade o grupo “Os Carbonos”, aquele mesmo que tocavam um repertório de versões de sucessos das paradas.

O conjunto “Os Carbonos", como eram chamados, tem uma representatividade importante na memória da música brasileira dos anos 1960 e 1970, principalmente na Jovem Guarda.
A banda era natural de São Paulo/SP e obteve muita fama, inicialmente pela especialidade inovadora na reprodução fiel de sucessos estrangeiros numa época onde as produções internacionais podiam demorar anos para chegar ao Brasil, termo este hoje popularizado como covers.

Tendo a sua formação mais aclamada integrada pelos músicos Mário Bruno Carezzato (piano, teclado e vocal), Umberto Carezzato Sobrinho (baixo e vocal), Raul Carezzato Sobrinho (vocal), Ricardo Fernandes de Moraes (guitarra) e Antônio Carlos de Abreu (bateria), os Carbonos também ficaram conhecidos como banda que acompanhou inúmeros artistas da nossa música nos palcos e principalmente em estúdio.

Com uma extensa formação musical, os irmãos Mário Bruno, Umberto e Raul, sendo os dois últimos gêmeos, tiveram contato com a música e com o meio musical profissional desde muito cedo. Filhos de Mario Carezzato, acordeonista e pianista, e sobrinhos dos Trigêmeos Vocalistas, grupo vocal que nas décadas de 40 e 50 era atração principal e constante no Cassino da Urca (Rio de Janeiro/RJ) e na Radio Nacional e alcançou expressão internacional se apresentando na América do Norte e Europa, os irmãos Carezzato começaram a formação musical logo na infância.

Nascida no ano de 1964, a banda se apresentou inicialmente usando o nome "The Witchcraft", mas não tardou para que fosse rebatizada como "Os Quentes". O primeiro registro veio em 1966, quando sob a produção do famoso jornalista e radialista Carlos Alberto Lopes "Sossego", os jovens gravaram e lançaram um compacto pelo selo Mocambo/Rozenblit. Sucesso instantâneo, o material logo despertou o interesse da gravadora Beverly e gerou uma nova e definitiva mudança no nome, "Os Carbonos".

Mas ela não ocorreu por acaso, sendo referência direta ao elemento químico Carbono, principal constituinte de toda a vida animal e vegetal, assim como do petróleo, matéria prima dos famosos discos de vinil. Além dessa referência há o fato de que o elemento Carbono tem o número atômico seis, valor este que inicialmente representava a quantidade de músicos que integravam a banda. Ainda, por outra ótica, o nome também fazia um divertido trocadilho com o papel carbono, usado para fazer copias, uma referência tanto à aparência semelhante dos irmãos Beto e Raul como à opção e especialidade da banda em fazer versões idênticas de sucessos internacionais. De fato, não existia nome mais adequado para a primeira banda de covers que o Brasil conheceu.

Em 1968 ocorreu o lançamento do LP "As 12 Mais da Juventude", pela Beverly, material este que logo se tornou uma febre e um dos mais vendidos e aclamados álbuns da carreira dos Carbonos. Ao longo da década de 1970 gravaram e lançaram diversos álbuns Lps, entre eles, "Seleção de Ouro", "Dez Super Sucessos" e "As 12 Mais da Juventude - Volume 2" - todos pela gravadora Beverly. Além dos tantos registros sob a marca "Os Carbonos", com o intuito de evitar rotulações fizeram diversos trabalhos usando outros nomes, apresentando-se como Andróides, The Mackenzie Group, The Royal Band, Carbono 14 e The Magnetic Sounds. Com esse último nome gravou a série de álbuns intitulada "Super Erótica", um recorde de vendagem.

Foram muitos os discos de ouro conquistados nessa linha musical que desde o início abrangeu desde Música Clássica até o Rock mais pesado, passando por toda a variedade da música Brasileira. Desta forma os Carbonos tiveram, pela própria proposta de trabalho, a chance de pesquisar sonoridades, estilos e estéticas musicais diferentes, aliando virtuosismo, querência e bom gosto, e extraindo do equipamento e das técnicas de gravação sempre o máximo que eles podiam oferecer. Uma constante busca pela perfeição.

Os Carbonos continuam na ativa como músicos, maestros e produtores musicais oferecendo seus serviços em sua própria produtora chamada "Carbonos Studio" Carbonos Estúdio

Fonte: Wikipédia, 2018 / http://sanduichemusical.blogspot.com/

A seleção musical deste disco da postagem é composta das seguintes canções instrumentais:
                       
01. Wigwam - (Bob Dylan)
02. Concerto Pour Une Voix - (Saint-Preux)
03. Somewhere In Love - (Gambier - J. Ness)
04. Song For Guy - (Elton John)
05. Ready To Take A Chance Again - (Charles Fox - Norman Gimbel)
06. Raind And Tears - (E. Papathanassiou - B.Bergman)
07. Tragedy - (Barry - Robin - Maurice Gibb)
08. Ballade Pour Adeline - (P. de Senneville - O. Toussaint)
09. Allouete (Tema de Carina) - (Denise Emmer)
10. It´s All Over - (D. Danello - L. Oliver)
11. Mirrors - (Sally Oldfield)
12. For A Change - (Lewis Carezzato)





 Capa - Edição Brasil 1979




 Capa - Edição Brasil 1991






Contra Capa - Edição Brasil 1979




 Selo - Edição Brasil 1979




Selo - Edição Brasil 1991
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THE MAGNETIC SOUNDS

MAGNETIC SOUNDS


quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

LAPLAYAMUSIC OLDIES - MY SELECTION - VOLUME 1 (2019)

Nesta postagem, apresento uma compilação de sucessos dos anos 1960 e 1970, que preparei para meu deleite pessoal e disponibilizo para os amigos do blog. Espero que este volume se amplie em uma série, que intitulei de "LaPlayaMusic Oldies - My Selection - Volume 1".

A seleção que escolhi conta com os sucessos que me marcaram na época e que ouvia nas rádios locais. Muitos dos sucessos foram versões de artistas brasileiros e outras fizeram parte do repertório de bandas ou conjuntos de bailes da época. Com certeza haverá, pelo menos uma canção que você recordará bons momentos. Tempo bom....

O material da postagem conta com 25 canções. Essas mesmas canções as inclui em um formato composto de faixas mixadas, em 5.1 sound, sendo que cada faixa tem cinco músicas. É uma outra opção para escolher. A seguir as canções da postagem:

OPÇÃO 1:
01. Black is black (Los Bravos);
02. Help - Get me some help (Tony Ronad);
03. I have been hurt (Bill Deal & The Rhondels);
04. I'm so happy (Trio Galleta);
05. Girl I got news for you (Mardy Grass);
06. Never marry a railroad man (Schoking Blue);
07. My baby loves lovin (White Plains);
08. My pledge of love (The Joe Jeffrey Group);
09. Loop di love (Sidney Harrison);
10. Little boy blue (Sidney Elliot);
11. Candida (Dawn & Tony Orlando);
12. Silence is golden (The Square Set);
13. Nobody but me (The Human Beinz);
14. Son on my father (Giorgio & Chicory Tip);
15. Spirit in the sky (Norman Greenbaun);
16. Venus (Schoking Blue);
17. That's what I want - Extended version (The Square Set);
18. Superman (Doc & Prohibition);
19. It's too late (Bill Deal & The Rhondels);
20. Irresistiblement (Sylvie Vartan);
21. Cha, la, la, I need you (The Schuffles);
22. Early in the morning (Vanity Fare);
23. Back in the sun (Jupiter Sunset);
24. Georgia on my mind (The Uniques);
25. Never, never (The Shakers).

OPÇÃO 2 - 5.1 sound:
01. Black is black (Los Bravos) / Help - Get me some help (Tony Ronad) / I have been hurt (Bill Deal & The Rhondels) / I'm so happy (Trio Galleta) / Girl I got news for you (Mardy Grass);
02. Never marry a railroad man (Schoking Blue) / My baby loves lovin (White Plains) / My pledge of love (The Joe Jeffrey Group) / Loop di love (Sidney Harrison) / Little boy blue (Sidney Elliot);
03. Candida (Dawn & Tony Orlando) / Silence is golden (The Square Set) / Nobody but me (The Human Beinz) / Son on my father (Giorgio & Chicory Tip) / Spirit in the sky (Norman Greenbaun);
04. Venus (Schoking Blue) / That's what I want - Extended version (The Square Set) / Superman (Doc & Prohibition) / It's too late (Bill Deal & The Rhondels) / Irresistiblement (Sylvie Vartan);
05. Cha, la, la, I need you (The Schuffles) / Early in the morning (Vanity Fare) / Back in the sun (Jupiter Sunset) / Georgia on my mind (The Uniques) / Never, never (The Shakers).















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terça-feira, 29 de janeiro de 2019

ENZA FLORI - A MASCOTINHA DO REI (2006) REPOST

A pedidos dos amigos Carlos, do blog Músicas dos Anos 60 e Carlos Alberto (Bugrim) do blog Só Musica reapresento a rara compilação, que já foi disponibilizada há tempos atrás no saudoso blog MrFive, ainda quando estava ativo. 

Trata-se de uma seleção de sucessos da cantora Enza Flori, que atuou na época do movimento Jovem Guarda. Para mais detalhes sobre a carreira da cantora veja nossa Postagem Original, de 10/março/2013 e/ou a postagem do blog Musica dos Anos 60.

A coletânea intitulada "A Mascotinha do Rei", foi elaborada em 2006, pelo blog Mr Five Music e continha as seguintes canções:

01. Occhi miei;
02. Vola vola da me;
03. Popeye;
04. Gasparzinho (O fantaminha camarada);
05. Dezessete anos;
06. Submarino amarelo;
07. Bada Catarina;
08. O Pão;
09. Pense bem (Penny Lane);
10. Pata pata é pau;
11. A longa espera;
12. Eu já nem sei;
13. Eu não sabia que você existia (com Rodrigo D'Avilla);
14. Te amo;
15. Ternura;
16. Foi assim;
17. Devolva-me (com Rodrigo D'Avilla).








































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quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

MÁRCIA - EU E A BRISA (1968) REPOST

A pedido do amigo Luiz Carlos, reapresento o álbum "Eu e a Brisa" da cantora Márcia, editado em 1968, pela Companhia Brasileira de Discos, posterior Phonogram, pelo selo Philips.

A cantora Marcia Elizabeth Raimundo Barbosa, ou simplesmente Márcia, nasceu em São Paulo, no dia 25/11/1943 e é casada com o locutor esportivo Silvio Luiz.
Em 1965, recebeu o Berimbau de Ouro (melhor cantora) pela interpretação de "Miss Biquíni", de Silvio Mazzuca, no 1º Festival de Música Popular Brasileira, da TV Excelsior. 

Dois anos depois, defenderia aquela canção que se tornaria uma de suas "marcas registradas", "Eu e a Brisa", de Johnny Alf, no 3º Festival da Música Popular Brasileira (TV Record), e que por obra do destino, que nem sequer foi classificada à fase final. 

Em 1970, gravou o disco compacto duplo, com as músicas E lá se vão meus aneis (Eduardo Gudim e Paulo Cesar Pinheiro), Minha (Francis Hime e Ruy Guerra), Eu e o crepúsculo (Johnny Alf) e Fé manhã (Baden Powell e Paulo Cesar Pinheiro).

Em 1972, fez shows em Portugal com Baden Powell e Vinícius de Morais. No ano seguintes, além de  lançar o álbum "Rimas", com as canções Ilustre visita (Noel Rosa) e Fez bobagem (Assis Valente). Também, nesse mesmo ano, apresentou-se na Expo Som 73, com Leny Andrade, Simone e Ari Vilela, show gravado ao vivo e lançado posteriormente em disco.

Já em 1974, apresentou o espetáculo "O importante é que nossa emoção sobreviva", com Eduardo Gudin e Paulo César Pinheiro, gerando outro disco, gravado durante a longa temporada no Teatro Oficina e o segundo volume, dois anos depois.

No ano de 1977, Márcia gravou outro álbum contendo a canção considerada como uma dos seus grandes sucessos, a música Ronda, de Paulo Vanzolini. Nos anos 1980 e 1990, voltou a se apresentar com a dupla Gudin e Pinheiro, gravando vários albuns.

Cantou com os grandes artistas da MPB, tais como: Baden Powell, Vinicius de Moraes, Eduardo Gudin, Paulo César Pinheiro, Francis Hime, entre outros. Gravou vários álbuns em sua carreira.

A cantora Márcia fez bons trabalhos na Musica Popular Brasileira, mas que não teve tanta divulgação nas mídias, apesar do se talento. Mesmo assim é conhecida pela interpretação das músicas Ronda, de Paulo Vanzolini e Eu e a brisa, de Johnny Alf, seus maiores sucessos.

A seleção do álbum "Eu e a Brisa" contém as seguintes faixas:

01. Eu e a brisa; 
02. Pra machucar meu coração; 
03. Canção que morre no ar; 
04. Se a gente morresse de amor; 
05. É preciso dizer adeus; 
06. Passa por mim;
07. A volta; 
08. Samba da pergunta; 
09. Dorme profundo; 
10. Aula de matemática; 
11. De você eu gosto e 
12. Eu também preciso de você.




























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